BBC star Paul Whitehouse fights off mugger on London street


O momento de crise no país foi espoletado pelo que a população diz ser a cedência do governo a interesses económicos norte-americanos ligados à filha e ao genro de Donald Trump para fazer um resort de luxo numa ilha protegida.









A Companhia nº8 da unidade de elite da polícia CRS (Compagnie Républicaine de Sécurité), foi mobilizada esta tarde de sábado na capital francesa num dia de forte tensão social, com confrontos em Paris, Lyon, Marselha e outras cidades.
A operação que inclui a CRS 8 decorre no âmbito de uma mobilização nacional contra o custo de vida e a degradação dos serviços públicos, que juntou estudantes, sindicatos e apoiantes do movimento dos Coletes Amarelos e grupos anarquistas denominados black blocs.
A CRS 8 é uma unidade especializada da Polícia Nacional francesa, criada para intervir rapidamente em situações de violência urbana, confrontos de maior intensidade e distúrbios que ultrapassem a capacidade de resposta dos meios policiais locais. Faz parte de uma estratégia mais ampla de reforço da capacidade policial para responder a crises locais que podem adquirir rapidamente uma dimensão nacional.
A sua mobilização em Paris, este sábado, 17 de outubro, ocorre no contexto de uma jornada de protestos em várias cidades francesas, marcada por confrontos entre manifestantes e forças de segurança, registando-se incêndios e danos em edifícios e estabelecimentos comerciais.
Ao princípio da tarde o Ministério do Interior francês contabilizava 272 detenções a meio da tarde, após incidentes que incluíram confrontos com a polícia, pilhagem, incêndios e ataques a edifícios públicos, especialmente em Paris. Na capital, a estação televisiva CNews foi atacada de manhã por um grupo de indivíduos encapuzados, que partiu vários vidros, relata a Reuters, em Marselha foi vandalizada a Câmara Municipal e um posto de turismo, que ocupa um quarteirão, foi incendiado durante os confrontos.








