2 viseenses oitocentistas de peso: António José Pereira, professor, pintor autodidata e o seu discípulo Serafim Lourenço Simões, humilde mestre-pedreiro, que deixou marca em monumentos.
Moldado em barro vermelho de Vendas Novas, um coração desintegra-se na parede. A artista explora o simbolismo do amor e da perda através de formas abstratas que nascem da ação do tempo no campo.