❌

Normal view

Mazda, da Hiroshima ad Aielli. Un murale per raccontare pace e speranza

By: F. Q.
23 October 2026 at 13:03

Da Hiroshima ad Aielli, in Abruzzo, per trasformare la memoria in un messaggio di pace. Mazda Italia ha scelto il borgo abruzzese, noto per il progetto di arte urbana Borgo Universo, per realizzare un murale firmato da Antonio Cotecchia, in arte Kotè, dedicato alla speranza e alla solidarietà.

L’opera si ispira a Sadako Sasaki, la bambina sopravvissuta al bombardamento atomico di Hiroshima del 6 agosto 1945, diventata simbolo internazionale della pace. Attraverso forme geometriche e colori che richiamano le pieghe degli origami, l’artista intreccia il volto della bambina con quello di una gru di carta, simbolo giapponese di speranza.

Il progetto affonda le radici nella storia di Mazda, fondata proprio a Hiroshima nel 1920. Dopo l’esplosione atomica, gli stabilimenti dell’azienda, relativamente risparmiati dalla distruzione, furono utilizzati per accogliere i feriti e sostenere i soccorsi. Nel dicembre 1945 la produzione riprese, contribuendo alla ricostruzione della città.

Il murale trova spazio come detto tra le opere di Borgo Universo, il progetto che ha trasformato le facciate di Aielli in una galleria d’arte a cielo aperto.

L'articolo Mazda, da Hiroshima ad Aielli. Un murale per raccontare pace e speranza proviene da Il Fatto Quotidiano.

Caminha lança Bienal Internacional de Arte Jovem e Bienal na Escola

23 October 2026 at 12:32

A Câmara de Caminha lança em 2027 a EMERGE – Bienal Internacional de Arte Jovem e a Bienal na Escola, projetos culturais inovadores que colocam “os jovens e a criação artística no centro das políticas culturais”.

Em comunicado, o município esclarece que, com a EMERGE, “pretende criar uma plataforma de descoberta, valorização e projeção de jovens talentos, oferecendo oportunidades de participação, experimentação e intercâmbio criativo”.

“Mais do que uma exposição ou um concurso, a Bienal surge com a ambição de afirmar Caminha como um território de cultura, inovação e criatividade, capaz de atrair e dar visibilidade a novos criadores”, observa aquela câmara do Alto Minho.

Associada a este projeto surge a Bienal na Escola, dirigida a jovens entre os 12 e os 18 anos de Caminha, mas também de A Guarda e O Rosal, na Galiza, Espanha.

“Através desta vertente educativa, o município visa aproximar os estudantes das artes contemporâneas, promovendo experiências de criação, reflexão e participação cultural em contexto escolar”, assinala.

Um dos principais eixos da Bienal na Escola “será a realização de oficinas orientadas por artistas convidados, proporcionando aos participantes contacto direto com diferentes linguagens e processos criativos”.

A intenção “é estimular a expressão artística, desenvolver o pensamento crítico e reforçar a ligação dos jovens à identidade, ao património e ao território”.

A primeira Bienal na Escola vai realizar-se ao longo do ano letivo 2026/2027 e termina com um concurso e uma exposição pública dos trabalhos desenvolvidos.

“Estão previstos prémios em dois escalões etários e os projetos distinguidos poderão ainda ser submetidos à apreciação do júri da EMERGE, estabelecendo uma ligação direta entre o universo escolar e a Bienal Internacional de Arte Jovem de Caminha”, indica a autarquia.

As inscrições para a Bienal na Escola decorrem entre 09 e 30 de novembro, através do endereço eletrónico bienal@cm-caminha.pt.

O conteúdo Caminha lança Bienal Internacional de Arte Jovem e Bienal na Escola aparece primeiro em O MINHO.

Lixo do teatro transformado em miniaturas mágicas

23 October 2026 at 06:02
Do desenho em AutoCAD a sete testes para criar uma tempestade em miniatura, a cenógrafa revela como reciclou antigos filtros e cartazes do Teatro Viriato para construir a maquete.

Norte-americana usa arte labial para conscientizar sobre violência

22 October 2026 at 21:38

Sentada diante de um espelho, Ryan Kelly pinta cuidadosamente desenhos sobre os próprios lábios. Diferentemente da maioria dos artistas, Kelly cria imagens invertidas, reproduzindo nos lábios o que vê refletido no espelho.

A habilidade incomum ajudou a moradora de Maryland, de 42 anos, a conquistar um grande público no TikTok e no Instagram. Nas redes sociais, os seguidores acompanham a transformação dos lábios em obras de arte detalhadas, que vão de temas sazonais a ilustrações elaboradas e assuntos atuais do noticiário.

Leia Mais:

Ex-maquiadora profissional, Kelly aperfeiçoou suas habilidades trabalhando com noivas, festas de casamento e clientes em ensaios fotográficos profissionais. Embora não trabalhe mais como maquiadora em tempo integral, ela encontrou um espaço criativo na arte labial, produzindo desenhos elaborados que existem temporariamente antes de serem removidos.

O processo artístico metódico ganhou um significado ainda mais pessoal para Kelly.

“Para mim, é como uma espécie de meditação, porque minhas mãos ficam ocupadas interpretando algo ao contrário, já que estou pintando por meio de um espelho”, disse Kelly à Reuters. “Assim, isso ocupa minhas mãos e minha mente de uma maneira quase automática.”

Essa sensação de tranquilidade se tornou especialmente importante depois que Kelly passou por um período traumático em sua vida.

Kelly afirma ter sobrevivido à violência doméstica. Em 2022, ela interrompeu a produção de arte labial para se concentrar na recuperação física e emocional. Retomar essa forma de expressão artística tornou-se parte do processo de cura, permitindo que ela canalizasse sua atenção para a criatividade enquanto reconstruía a própria vida.

Agora, Kelly usa o público que conquistou nas redes sociais para ir além da divulgação de suas habilidades artísticas. Durante o Mês de Conscientização sobre a Violência Doméstica, celebrado em outubro nos Estados Unidos, ela espera ampliar a conscientização sobre o impacto generalizado da violência praticada por parceiros íntimos e incentivar conversas sobre apoio e recuperação.

Em suas redes, Kelly compartilha tanto suas obras quanto sua história pessoal, na esperança de que outras pessoas que enfrentam situações semelhantes saibam que não estão sozinhas.

Kelly busca mostrar que seu trabalho pode ser uma fonte de cura, expressão pessoal e conscientização.

“Pre-shower makeup”: nova trend propõe se maquiar antes do banho

Monstruos, demonios y santos atormentados: el universo gráfico de El Bosco y Bruegel el Viejo llega a España

22 October 2026 at 17:19
El comisario de la muestra sobre El Bosco y Bruegel, Peter Van Der Coelen, este jueves durante la presentación en A Coruña.

El Bosco fue quizás el primer artista de la historia que protagonizó un revival. El autor de El jardín de las delicias, la obra más visitada del Museo del Prado, llevaba 50 años muerto cuando, a mediados del siglo XVI, su universo de monstruos, demonios y santos atormentados volvió a ponerse de moda en Europa. La emergente industria del grabado recuperó algunas de sus imágenes más icónicas y uno de los valedores de ese redescubrimiento fue otro afamado pintor flamenco: Pieter Bruegel el Viejo. La obra gráfica de este último, menos conocida que sus cuadros, recreó ese mundo fantástico de El Bosco que siglos después inspiró a los genios del surrealismo. Una selección de esas estampas se podrá ver en la Fundación Barrié de A Coruña desde este viernes y hasta el 24 de enero.

Seguir leyendo

La directora de la Fundación Barrié de A Coruña, Carmen Arias, y el comisario de la exposición, Peter Van Der Coelen, este jueves.Exposición 'El Bosco y Bruegel. Un viaje a mundos fantásticos' en A Coruña.

Alfândega da Fé celebra a semana do Mestre José Rodrigues

22 October 2026 at 15:37

VTM

A Semana do Mestre José Rodrigues, que decorre em Alfândega da Fé, destaca a arte, a memória e a criatividade, celebrando os 90 anos do nascimento do artista plástico. Esta iniciativa visa homenagear uma figura marcante da cultura portuguesa, cujas raízes estão no concelho.

O evento não se limita a recordar o percurso de José Rodrigues; procura também manter viva a sua herança artística e despertar o interesse pela arte na comunidade. A programação valoriza o papel da cultura na identidade local e promove o contacto com diversas formas de expressão artística.

Particularmente focada nos jovens, a iniciativa inclui visitas guiadas à Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra e Oficinas Criativas. Estas experiências visam estimular a imaginação e a capacidade interpretativa dos participantes através da arte.

No dia 28 de outubro, data que marca o aniversário de José Rodrigues, as homenagens ganham um significado especial ao evocar o legado de um artista cuja obra continua a enriquecer o património cultural português.

The post Alfândega da Fé celebra a semana do Mestre José Rodrigues appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

‘Vivono tra noi’: il giornalista Daniel Lavelle indaga l’America degli Ufo

22 October 2026 at 06:02

C’è vita senziente nell’universo? E sul pianeta terra?

Ci sono persone che guardano il cielo per rintracciare dischi volanti e altre che lo guardano per cercare qualcuno che possa finalmente spiegare loro perché le cose, quaggiù, sono andate così male.

Il giornalista britannico Daniel Lavelle fa un’inchiesta sugli alieni, e soprattutto su quei curiosi gruppi umani che credono alla vita extraterrestre fino a far diventare la ricerca di una conferma il motivo della propria esistenza. In Vivono tra noi, dischi volanti, cacciatori di alieni e teorie del complotto (Iperborea), Lavelle compie un viaggio attraverso gli Usa nei luoghi e tra le persone che hanno dedicato tutto a questo culto. Incontra ufologi, militari, sedicenti esperti, persone convinte di essere state rapite dagli extraterrestri e altre persuase di provenire direttamente da qualche remoto sistema stellare.

È un viaggio dentro un’America che ha trasformato il sospetto in una forma di conoscenza e il mistero in una merce da vendere. Un’America nella quale il confine tra una domanda scientifica legittima e una convinzione delirante può diventare sottile come la linea luminosa di un oggetto non identificato. È un intreccio di storie inverosimili, alcune buffe, altre terrificanti.

A volte prendono strade bizzarre, come quando si intreccia l’ufologia con la religione: “La Bibbia non parla apertamente di alieni, ma credo che siano angeli venuti a metterci in guardia perché stiamo distruggendo il mondo”, gli dice a un certo punto uno dei personaggi intervistati da Lavelle.

Ma gli alieni sono soltanto il pretesto del libro. Il vero oggetto dell’indagine di Lavelle è il bisogno umano di credere che esista qualcosa dietro le cose, un disegno nascosto, una verità che qualcuno ci impedisce di conoscere. Non importa se a custodirla siano il governo, i servizi segreti o una civiltà venuta da un’altra galassia. L’importante è che il mondo non sia esattamente quello che sembra. Perché accettare che la realtà sia spesso banale, ingiusta e priva di un significato prestabilito richiede una forma di coraggio che non tutti possiedono.

Il complottismo, in questo senso, è una religione senza chiesa. Offre ai suoi fedeli un nemico, una comunità e soprattutto una missione: smascherare la menzogna. Chi crede non è più una persona qualunque, smarrita nella confusione del presente. È qualcuno che sa. Lavelle osserva questo universo con curiosità e scetticismo, senza rinunciare all’umorismo. Il suo sguardo non è quello del cacciatore di mostri che vuole tornare a casa con una fotografia sensazionale, ma quello del cronista che si domanda che cosa spinga una persona a trascorrere la vita aspettando una rivelazione.

Forse, più che incontrare gli alieni, queste persone vogliono incontrare una versione diversa di se stesse: vogliono sentirsi speciali, prescelti, depositari di un sapere che gli altri non possono comprendere.

È qui che il libro smette di parlare soltanto di Ufo e comincia a raccontare il nostro tempo. Perché la fame di verità assolute non riguarda solo chi scruta il cielo del Nevada. Attraversa la politica, i social network, le comunità digitali nelle quali ogni informazione può diventare una prova e ogni smentita un ulteriore indizio della cospirazione.

Forse, alla fine, il nostro desiderio di credere negli extraterrestri non nasce tanto dalla speranza di incontrare una civiltà superiore, quanto dalla delusione nei confronti della nostra. Il buio e il silenzio del cosmo con le sue domande forse fa meno paura di quello che vediamo attorno a noi.

L'articolo ‘Vivono tra noi’: il giornalista Daniel Lavelle indaga l’America degli Ufo proviene da Il Fatto Quotidiano.

O caderno secreto que revela os bastidores do teatro

22 October 2026 at 06:01
Um caderno gigante com a silhueta do Teatro Viriato desmistifica o processo artístico de Ângela Rocha, expondo dúvidas, ensaios e parcerias locais até à grande maquete comemorativa.

Rábago, OPS y El Roto conquistan Toledo

22 October 2026 at 04:30
Andrés Rábago 'El Roto', el pasado lunes en el Centro de Arte Moderno y Contemporáneo de Toledo, donde ha donado 300 obras.

Como una hidra de tres cabezas dispuesta a cuestionar las innumerables certidumbres que tientan cada mañana a las sociedades contemporáneas se ha colado en el Centro de Arte Moderno y Contemporáneo de Castilla-La Mancha de Toledo un tal Andrés Rábago. Entiéndase por esto la triple presencia, en el renovado museo ubicado en el convento de Santa Fe y en forma de una generosa donación de 301 obras, de los heterónimos puestos en pie por el artista a lo largo del tiempo: el propio Andrés Rábago (Madrid, 1947), pintor simbolista y metafísico de la soledad; OPS, aquel autor de viñetas oscuras, surreales e inquietantes que removieron las oscuras aguas del franquismo en su última fase y también las de la Transición; y El Roto, dibujante y escritor satírico, incansable bisturí cotidiano hurgando en las verdades y mentiras de lo político, lo social y lo cultural en las páginas de Opinión del diario EL PAÍS.

Seguir leyendo

Algunas de las obras del artista en sus tres personalidades: Andrés Rábago, El Roto y OPS.   Otra obra de la exposición.

© SAMUEL SÁNCHEZ

El Museo de Arte Contemporáneo y Diseño de Castilla-La Mancha, en Toledo, acoge 301 obras de Andrés Rábago.

© SAMUEL SÁNCHEZ

Se exponen obras de los tres los heterónimos del artista: Andrés Rábago, pintor simbolista y metafísico de la soledad; OPS, autor de viñetas oscuras, surreales e inquietantes que removieron las oscuras aguas del franquismo en su última fase y también las de la Transición; y El Roto, dibujante y escritor satírico, incansable bisturí cotidiano hurgando en las verdades y mentiras de lo político, lo social y lo cultural en las páginas de Opinión del diario EL PAÍS.

© SAMUEL SÁNCHEZ

“Una buena imagen es aquella que mantiene su misterio al exponerla”, dice el artista.

© SAMUEL SÁNCHEZ

“Lo verdaderamente importante es que el dibujo sea bueno, eso es lo que de verdad sujeta la viñeta”, defiende Rábago cuando habla de sus poéticas y a la vez cáusticas viñetas diarias.

© SAMUEL SÁNCHEZ

La donación de Andrés Rábago al museo toledano incluye ilustraciones y viñetas de diferentes épocas de OPS, entre ellas las realizadas para publicaciones del tardofranquismo y de la Transición como 'Hermano Lobo', 'Cuadernos para el Diálogo', 'Triunfo', 'Por Favor' o 'Madriz'.

Trescientas versiones de una imagen: la fotografía del pasaporte del padre

22 October 2026 at 04:30

Una fotografía de pasaporte está hecha para identificar a una persona, no para contar quién es. Diminuta y sobre un fondo blanco, verifica y aspira a eliminar cualquier ambigüedad. Sin embargo, es precisamente de esa paradoja, la distancia entre lo que muestra una imagen y lo que puede llegar a narrar, de donde parte Passports, el último libro de Keisha Scarville, (Nueva York, 1975) en el que el retrato de su padre, tomado a los dieciséis años, da pie a una exploración que desborda los límites de la fotografía original.

Seguir leyendo

© KEISHA SCARVILLE (EL PAÍS)

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

© KEISHA SCARVILLE

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

© KEISHA SCARVILLE

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

© KEISHA SCARVILLE

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

© KEISHA SCARVILLE

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

© Keisha Scarville

Imagen perteneciente a 'Passports'

© KEISHA SCARVILLE

Imagen perteneciente a ‘Passports’ (MACK, 2026). Cortesía de la artista y MACK.

Art Basel Paris: el mercado del arte se prueba a sí mismo en una ciudad en llamas

22 October 2026 at 04:30

Mientras París arde, el mundo del arte contemporáneo se refugia en su caja de cristal. Estos días, la metáfora resulta tan literal que roza la humorada, aunque todo vaya muy en serio: los coleccionistas más poderosos y buena parte de los principales profesionales mundiales del sector se reúnen en el Grand Palais, el monumento de vidrio y acero de finales del siglo XIX de los Campos Elíseos, para asistir a Art Basel Paris, la gran feria de arte contemporáneo del otoño, llevando en sus móviles un correo electrónico que les informa de las férreas medidas de seguridad desplegadas por la organización ante los disturbios generados por las protestas sociales.

Seguir leyendo

© Benoit Tessier (REUTERS)

Imagen de la edición 2025 de Art Basel, en París.

ReA! Art Fair torna alla Fabbrica del Vapore con cinquanta artisti emergenti

22 October 2026 at 03:45

La Fabbrica del Vapore di Milano ospita la sesta edizione di ReA! Art Fair, la prima fiera in Italia rivolta agli artisti emergenti senza la mediazione di gallerie o musei. Dopo le ultime edizioni, la manifestazione torna alla sua storica collocazione autunnale negli spazi del centro culturale del Comune di Milano, in via Procaccini.

A organizzarla è ReA! Arte, associazione culturale no profit fondata da Maryna Rybakova e Pelin Zeytinci, con l’obiettivo di creare un punto d’incontro diretto tra le nuove voci dell’arte contemporanea, il pubblico e gli operatori del settore. Il modello è quello di un mercato primario: chi visita la fiera dialoga con gli artisti, ne conosce la ricerca e può sostenerne il percorso senza passaggi intermedi.

Ilaria Costaglia Keep Me Safe Oil and acrylic on canvas 80 × 65 cm 2026. Courtesy of the artist

Anche quest’anno la fiera punta su un numero contenuto di partecipanti, con  cinquanta artiste e artisti internazionali, scelti tramite un’open call aperta a candidature da tutto il mondo. La selezione è stata curata dal comitato scientifico di ReA! Arte sotto la direzione della head curator Maria Myasnikova, con l’intento di privilegiare qualità e innovazione della proposta.

Il filo conduttore dell’edizione di quest’anno è la distanza tra l’immaginare qualcosa e il portarlo nel mondo. Nel suo testo curatoriale, Myasnikova parte da una constatazione sul presente: «Oggi le idee circolano a una velocità senza precedenti. Vengono generate, condivise, consumate e dimenticate nell’arco di pochi secondi. Le immagini si moltiplicano all’infinito. Le opinioni arrivano già compiute. I concetti sono economici. La realizzazione, invece, non lo è». Le opere in mostra, tra pittura, scultura, installazione, performance, media digitali e pratiche interdisciplinari, nascono proprio da questo scarto, che secondo la curatrice è il luogo in cui l’arte acquista il proprio peso.

Ivy Chilelli, In Flesh, You’re Gone I & II Variable dimensions 2026. Courtesy of the artist

In un momento in cui il lavoro creativo viene misurato sempre più in termini di visibilità e rapidità, ReA! rivendica una scelta diversa, quella di sostenere pratiche che mettono la ricerca davanti alla reazione e lo sviluppo a lungo termine davanti al riconoscimento immediato. «Se le idee sono facili, la realizzazione resta un atto di convinzione», conclude Myasnikova.

La fiera si accompagna a un programma di premi e collaborazioni per gli artisti selezionati. Grazie alla nuova partnership con MARES, uno dei partecipanti otterrà una residenza in Piemonte, da maggio a luglio 2027, nel Complesso Monumentale di Santa Croce, con mostra conclusiva a settembre 2027 e catalogo edito da Allemandi. Torna inoltre il premio in denaro di Artsted, dedicato ai progetti più innovativi.

Tra i cinquanta nomi in fiera figurano, tra gli altri, Azzah Salwaa, Debora Graziano, Pauline Cordier, Nuo Chen, Marco Montemezzo (Amen), Zhang Qi, Johanna Dreyer, Isatou Jallow, Alexandra Taoukidou, Nikolai Prokofiev, Shir Shovel-Simhoni e Marco Silvestre (Nikopol).

L'articolo ReA! Art Fair torna alla Fabbrica del Vapore con cinquanta artisti emergenti proviene da Linkiesta.it.

Cuantos más pisos tiene el casero, más caro alquila: a partir de la quinta vivienda, un 7% más

22 October 2026 at 00:42
EsadeEcPol constata que las mayores carteras exigen mayores rentas, pero que apenas aportan el 18% del encarecimiento total de los precios y Fedea advierte de que los decretos Maricarmen agravan el problema a quien busca vivienda Leer

EsadeEcPol constata que las mayores carteras exigen mayores rentas, pero que apenas aportan el 18% del encarecimiento total de los precios y Fedea advierte de que los decretos Maricarmen agravan el problema a quien busca vivienda

"Cultura pelo Direito à Habitação" com quase 900 assinaturas

21 October 2026 at 18:07
Salvador Sobral, Beatriz Batarda e Valter Hugo Mãe estão entre os subscritores. A carta condena a repressão policial e apoia as exigências dos manifestantes.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

O músico Salvador Sobral é um dos primeiros subscritores da carta aberta

Pedro Duarte quer ouvir manifestantes, mas não vai negociar

21 October 2026 at 10:07
Autarca corrige promessa de ser imbatível e diz que reunião será para ouvir reivindicações. Pizarro condena tom mas reconhece "evolução positiva". Corte-Real critica cedência ao politicamente correto.

© David Oliveira/Observador

Descubren que una iglesia de Lugo que se creía románica es prerrománica asturiana del siglo IX

A pocos kilómetros al suroeste de Lugo, en una aldea del municipio, se encuentra la iglesia de Santa Eulalia de Esperante, o Santalla de Esperante en gallego. La historiografía la describía como un templo rural sencillo de época plenomedieval, con una sola nave, una cabecera recta y una fachada lisa del siglo XVIII coronada por […]

Japão já vai a caminho de Phobos. Dez gramas podem esclarecer a origem das luas de Marte

By: AFP
21 October 2026 at 07:00
Uma mão-cheia de pó de Phobos pode valer mais do que todas as amostras de Marte. O Japão lançou esta terça-feira a MMX, a primeira missão a tentar trazer à Terra material de uma lua marciana. O Japão lançou esta terça-feira uma sonda com destino às luas de Marte. A missão pretende trazer à Terra apenas dez gramas de rochas e poeira, mas essa pequena amostra poderá ajudar a resolver um mistério com milhares de milhões de anos: como nasceram as duas luas do planeta vermelho? A sonda não tripulada Martian Moons eXploration (MMX) partiu do Centro Espacial de Tanegashima,

💾

https://www.youtube.com/watch?v=qA6JQpujO4c Uma mão-cheia de pó de Phobos pode valer mais do que todas as amostras de Marte. O Japão lançou esta terça-feira a MMX, a primeira missão a tentar trazer à Terra material de uma lua marciana. O Japão lançou esta terça-feira uma sonda com destino às luas de

5.000 chaves secretas enviadas pelo correio em Viseu

21 October 2026 at 06:01
Ângela Rocha comemora os 25 anos do Teatro Viriato distribuindo chaves mestras pelas casas da cidade para abrir 25 janelas interativas de uma maquete dedicada às profissões do teatro.

Parlamentarias de ultraderecha legislando desde una nave espacial: la política del futuro en clave de comedia

21 October 2026 at 04:30

Los políticos no están ya en una torre de marfil alejada de los ciudadanos, ahora están fuera del planeta Tierra. Las leyes se debaten en una nave en el espacio, en un Parlamento internacional de mujeres ultra que transmite las sesiones en vivo a todo el mundo. Esa es la idea que vertebra la obra teatral Parlamento, uno de los últimos grandes éxitos del teatro argentino, creado por el colectivo de mujeres Piel de Lava, que llega ahora a España.

Seguir leyendo

© Piel de Lava

Una imagen de 'Parlamento', de la compañía Piel de Lava.
❌