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Nicolas Cage surge irreconhecível em trailer de novo filme; assista

21 October 2026 at 21:41

O ator Nicolas Cage, 62, surpreendeu os fãs ao aparecer irreconhecível no trailer do filme “Best Pancakes in the County”. Com próteses no rosto e maquiagem, ele se transformou no personagem S.O.B.

O teaser lançado nesta terça-feira (20) mostrou detalhes do novo thriller policial escrito e dirigido por Ken Sanzel. A história gira em torno de uma lanchonete de uma pequena cidade que se torna o local de um violento confronto envolvendo agentes federais desonestos.

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Além de Cage, estão no elenco os atores Justin Long, Lauren German, Brandon Mychal Smith, Shelley Hennig, Ravi Patel, Kelly Greyson, Jaylen Moore, Michael Sirow, Tetiana Dar, entre outros.

O último lançamento do ator foi “Spider-Noir”, série do Prime Video, que foi liberada em maio de 2026.

O título é baseado na história em quadrinhos da Marvel, “Spider-Man Noir”, e conta a história de Ben Reilly (Cage), um investigador particular envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade.

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“Cara-de-Barro” transforma tragédia em horror visceral; saiba mais

21 October 2026 at 20:01

Conhecido como um dos vilões do universo do Batman, o “Cara-de-Barro” ganha, pela primeira vez, um filme solo. Com direção de James Atkins (“Não Fale o Mal”) e roteiro de Mike Flanagan (“A Maldição da Residência Hill”), a produção aposta no body horror — subgênero marcado por transformações e mutilações corporais — sem abrir mão do drama, do romance e da complexidade de seus personagens. A CNN Brasil assistiu ao longa-metragem durante a pré-estreia e traz primeiras impressões sobre a produção.

A trama acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), uma estrela em ascensão de Hollywood que se transforma em um temido homem movido por vingança quando a ambição científica o desvia de sua identidade e humanidade. O longa estreia na próxima quinta-feira (22).

O filme não economiza nas sequências perturbadoras. A transformação do corpo é explorada de maneira visceral, com imagens que provocam desconforto e fazem jus à proposta de body horror, elemento já visto em outras produções populares, como “A Pele que Habito” (2011) e “A Substância” (2024).

A relação do protagonista com a beleza e aparência física ajuda a construir seus conflitos, vulnerabilidades e a maneira como ele enxerga a si mesmo. O corpo mutilado de Matt Hagen vai além de ser apenas um elemento visual do horror, se transformando em uma extensão de seus conflitos internos.

Além do terror

Apesar da brutalidade de determinadas sequências, o filme também encontra espaço para a sensibilidade. O romance entra nessa construção, oferecendo uma perspectiva mais íntima sobre o protagonista. Elementos dramáticos ajudam a aprofundar a atmosfera, construída sob o terror, tornando as consequências de sua transformação ainda mais significativas.

O longa oferece um vislumbre ainda de Gotham City, mas não depende de grandes conexões com outras produções ou de referências constantes aos quadrinhos para justificar sua existência. A cidade funciona como parte do universo em que a história acontece e se conecta com a dramaticidade do protagonista.

E, para quem conhece o personagem dos quadrinhos, o desfecho reserva uma recompensa. Sem entregar os acontecimentos finais, é possível dizer que a conclusão recupera elementos apresentados anteriormente e encerra a trajetória de maneira coerente com o caminho percorrido, oferecendo também um momento especialmente significativo para os fãs da DC.

O filme também é estrelado por Naomi Ackie, David Dencik, Max Minghella, Eddie Marsan, Nancy Carroll e Joshua James.

Assista ao trailer de “Cara-de-Barro”

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“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi”, Julianne Moore alla Festa del Cinema di Roma. Jesse Eisenberg le cuce addosso un ruolo tra teatro, comicità ed emancipazione

21 October 2026 at 17:45

“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi. È un percorso. Non importa da dove parti, dove vivi, chi sei. Conta che a un certo punto arriva una rivoluzione dentro di te e la devi vivere. E sono felicissima e grata a Jesse per questo ruolo che mi ha riempito di gioia”. Non si percepisce alcun filtro nelle parole grate ed entusiastiche di Julianne Moore, alla 21esima Festa del Cinema di Roma dove riceverà il Premio alla Carriera e dove accompagna, da protagonista, il terzo film di Jesse Eisenberg, The Debut.

Una commedia brillante che sa di “lettera d’amore” al teatro (“ma quello amatoriale, un po’ buffo, casalingo…” chiosa l’attore e regista americano) ma che è anche, e soprattutto, il ritratto di una donna rimasta bambina che “cresce” grazie all’esperienza terapeutica della recitazione teatrale. Mona è infatti una timidissima casalinga del New Jersey, moglie e madre di figli laureandi. Ha trascorso l’esistenza nell’invisibilità, nella distrazione della famiglia d’origine e ora nell’indifferenza di quella da lei formata. Quando si appresta a fare un provino per un ruolo secondario nel musical teatrale “Vicini ficcanaso” non sa cosa l’attende.

Scritto e pensato da Eisenberg appositamente per Moore, il film la vede impegnata in uno dei personaggi più vibranti della sua carriera, ruolo che Julianne esprime con il talento che la contraddistingue e che, probabilmente, la proietterà nella corsa verso un suo secondo premio Oscar. “Jesse in realtà mi ha donato due ruoli. Uno era quello di Mona, molto timida, servile, invisibile. L’altro era quello della mutazione in Miss Danielle, il personaggio teatrale. Il teatro le fa da psicoterapia verso un’emancipazione organica, la fa diventare adulta”, spiega l’attrice ben lontana dal dimostrare i suoi 65 anni. The Debut, di fatto, è un film sul doppio processo: da una parte, quello di assunzione di una maschera, ovvero di ingresso in un personaggio immaginario, dall’altra quello di costruzione di una personalità che non ha mai avuto l’opportunità di formarsi. Partner perfetto in questi siparietti di training teatrali è Paul Giamatti, che interpreta il regista “psicologo” della povera Mona. E Julianne è clamorosa nel tradurre sul proprio corpo e voce lo shock di Mona vs Miss Danielle, dove una combatte contro l’altra, in un gioco di maschere eccezionale.

“Spesso ci viene chiesto dove si incontrano la vita dell’attore e quella dei suoi personaggi. Per quanto mi riguarda, il mio metodo consiste nell’avvicinarmi quanto più possibile al mondo emotivo dei personaggi che incarno. La collisione arriva gradualmente, e si compie quando le nostre soggettività, cioè le percezioni di mondo e le emozioni che esse comportano, arrivano quasi a coincidere. È proprio per tutto questo che amo il mio lavoro”, sottolinea Moore. Ed è dunque meraviglioso vederla nella sua “mutazione” comportamentale che entra fin troppo nel suo personaggio fino a diventarlo, in un crescendo del film che tocca notevoli toni di comicità. “È basato sulla mia vita”, spiega Eisenberg. “Da bambino frequentavo la comunità teatrale per via della mia famiglia. Il tono che ho voluto in The Debut è surreale, non realistico. Ma le emozioni che lo attraversano sono assolutamente agganciate alla realtà. Quanto a Julianne: senza di lei non ci sarebbe stato alcun Debut. È un’attrice drammatica favolosa ma è anche un… clown!”

The Debut, già osannato al Festival di Toronto, sarà nelle sale italiane dal 1° gennaio e certamente cavalcherà la Award Season in diverse categorie. Nella giornata dedicata ai “debutti”, è giusto dedicare alcune parole al film concorrente Ulya del lettone Viesturs Kairiss. Opera virtuosa in bianco e nero, racconta la biografia della leggendaria giocatrice di basket lettone Uļjana Semjonova, dotata della straordinaria altezza di 2,13 metri. Il film, che ha visto la sua première al Festival di Cannes, mette a fuoco la sua difficile adolescenza, le origini contadine nella Lettonia sovietica del 1964, il “debutto” nel basket, il bullismo, la solitudine, ma anche i sogni, le speranze e le gioie che nel tempo seppe costruirsi. Un film interessante, visivamente vibrante, e con un protagonista prodigioso – Kārlis Arnolds Avots – che ha voluto a tutti i costi vestire i panni della giovane e collaborare alla sceneggiatura. È il candidato della Lettonia ai prossimi Oscar.

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Christopher Lloyd, de “De Volta para o Futuro”, vem ao Brasil para CCXP 26

21 October 2026 at 16:18

O ator americano Christopher Lloyd, 87, mundialmente reconhecido por interpretar o Dr. Emmett “Doc” Brown na trilogia “De Volta para o Futuro”, virá ao Brasil pela primeira vez para marcar presença na CCXP 26, maior evento de cultura pop da América Latina.

Lloyd estará na convenção de 3 a 6 de dezembro, com sessões no “Fotos & Autógrafos”. O artista também marcará presença no Palco Thunder, no dia 4, e no Palco Omelete, no dia 6.

A trilogia de filmes dirigidos por Robert Zemeckis tornou Doc Brown um dos personagens mais emblemáticos da história do cinema. Além da franquia, o ator acumula atuações como o vilão Juiz Doom em “Quem Enquadrou Roger Rabbit?”, o sombrio Tio Fester em “A Família Addams” e o Comandante Klingon Kruge em “Jornada nas Estrelas III: Em Busca de Spock”. Nos últimos anos, integrou o elenco da série “O Mandaloriano” (2019).

O festival de cultura pop está marcado para os dias 3, 4, 5 e 6 de dezembro, na São Paulo Expo, na capital paulista. Os ingressos para a CCXP26 podem ser adquiridos pelo site oficial da Mundo Ticket.

O público pode escolher entre ingressos diários, entrada para todos os dias e o ingresso Coringa — novidade que permite definir a data de visita mais próxima ao evento —, Unlock Business e Unlock + CCXP.

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Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

21 October 2026 at 15:39

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

21 October 2026 at 15:39

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

Ghali difende Spin Time a Roma: «Grazie a chi lo tiene vivo». E sulle proteste di Milano: «Ascoltate i giovani»

21 October 2026 at 11:21

Il rapper alla Festa del Cinema di Roma per il film A Mare, girato con le famiglie degli immobili occupati. Poi interviene sugli scontri di Milano: «Non confondiamo chi manifesta pacificamente con chi usa la violenza».

Ghali prende posizione sul caso Spin Time e difende l’esperienza della comunità che vive nell’immobile occupato di Roma. Lo fa dal Maxxi, in occasione della Festa del Cinema, dove ha partecipato alla presentazione di A Mare, il film di Alessandra Cutolo che racconta le storie di alcune famiglie migranti residenti negli edifici Spin Time e 4 Stelle.

«Grazie a chi fa parte di Spin Time e chi si è impegnato ogni giorno per tenerlo vivo», ha dichiarato il rapper, esprimendo pubblicamente il proprio sostegno a una realtà abitativa e sociale da tempo al centro del dibattito cittadino.

Spin Time e il film sui bambini migranti

La pellicola segue un gruppo di madri e figli provenienti da Nigeria, Etiopia, Senegal, Marocco, Eritrea e Tunisia durante una giornata al mare. Un viaggio apparentemente spensierato che assume un significato drammatico quando scompare il piccolo Adonai, facendo riaffiorare il ricordo delle traversate del Mediterraneo.

La partecipazione di Ghali al progetto nasce da un episodio imprevisto. Durante una scena girata in treno, i bambini hanno iniziato spontaneamente a cantare Casa mia, il brano presentato dall’artista a Sanremo nel 2024. Come raccontato dalla regista, inizialmente si temeva di dover eliminare la sequenza per i costi dei diritti musicali. Contattato dalla produzione, Ghali ha invece autorizzato gratuitamente l’utilizzo della canzone, dopo aver visto il film, e ha accettato di assistere alla proiezione romana.

Gli scontri di Milano: «La protesta è un diritto»

A margine della presentazione, il cantante è intervenuto anche sulle manifestazioni che hanno interessato Milano e sul malcontento sociale che attraversa il Paese. Intervistato dal Tg3, Ghali ha sostenuto che le mobilitazioni rappresentano la richiesta di risposte a problemi che riguardano non soltanto i giovani, ma anche le altre generazioni. Da qui il suo invito alle istituzioni e alla società ad ascoltare le ragioni di chi protesta.

Sul ricorso alla violenza durante i cortei, il rapper ha chiesto di evitare generalizzazioni, distinguendo nettamente gli autori degli scontri dai manifestanti pacifici. «Non distraiamoci, sono due cose ben distinte, chi sta usando la violenza e chi scende in piazza a manifestare il proprio diritto», ha sottolineato.

Dalla questione abitativa romana alle tensioni sociali milanesi, Ghali conferma così la propria attenzione ai temi dell’inclusione e delle disuguaglianze, affidando alla ribalta della Festa del Cinema un intervento che si spinge oltre la presentazione del film.

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