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De um manuscrito de 1936 ao Oscar: o drama real de perseguição aos homossexuais por trás do filme “A Bola Preta”

23 October 2026 at 14:43

A Espanha tem um de seus mais fortes candidatos ao Oscar no filme ‘A Bola Preta’ (2026), um drama histórico inspirado na Guerra Civil dos anos 1930, na ditadura franquista e em práticas discriminatórias da sociedade espanhola em diferentes períodos.

Javier Calvo e Javier Ambrossi (os Javiers) venceram o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes em maio, e o longa também garantiu estatuetas de audiência nos festivais de Toronto e San Sebastián. O sucesso fez a Netflix divulgar, pela primeira vez, os resultados de bilheteria para uma de suas produções nos Estados Unidos.

‘A Bola Preta’ estreia no Brasil em 14 de janeiro de 2027 e foi exibido no início de outubro na gala de abertura e em outras três sessões no Festival do Rio.

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Um manuscrito incompleto

O ponto de partida de ‘A Bola Negra’ foi um fragmento de quatro páginas escritas pelo poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca, que continha uma lista de personagens e um diálogo entre dois irmãos. O trabalho foi interrompido pelo assassinato de Lorca no início da Guerra Civil, em 1936.

O escritor teria contado ao amigo diretor Cipriano Rivas Cherif que planejava escrever sobre um pai que confronta seu filho por ter sido rejeitado por um clube de alta sociedade com um sinal de “bola negra”. O jovem responderia que foi negado por ser homossexual.

No longa, Carlos é um rapaz em 1932 que tenta entrar para um grupo exclusivo de um cassino, mas o voto de alguns membros é marcado com a bola negra, que simboliza a suspeita de homossexualidade ou outros comportamentos considerados “desviantes”.

A trama ainda acompanha Sebastián, um soldado de Francisco Franco que se apaixona por um prisioneiro, e Alberto, um historiador que investiga a história de seu próprio avô.

Um drama histórico espanhol

A trama distribui sua narrativa entre 1932 (Segunda República), 1937 e 2017 para retratar a trajetória de opressão vivida pela comunidade homossexual na Espanha.

A Guerra Civil teve início em 1936 após uma sublevação militar contra o governo republicano eleito da Espanha. Liderados pelo general Francisco Franco, os militares contaram ainda com o apoio da Alemanha nazista e da Itália fascista.

Após a vitória franquista em 1939, a ditadura que perdurou até 1975 institucionalizou a perseguição a opositores políticos e dissidentes sexuais.

Durante a transição para a democracia, no final da década de 1970, o país adotou um arranjo político que priorizou a reconciliação institucional sem a investigação penal dos crimes do regime — período frequentemente chamado por historiadores de “pacto do silêncio”.

A busca empreendida por Alberto resgata documentos e sepulturas esquecidas, num processo de revisão da memória, abertura de arquivos e identificação de desaparecidos que também marcou a redemocratização no Brasil.

Uma dimensão semelhante existe no longa ‘Ainda Estou Aqui’ (2024), vencedor de duas estatuetas do Oscar ao recuperar a história de uma família brasileira devastada pela ditadura militar.

Destruição de uma vila espanhola durante a Guerra Civil no filme A Bola Preta
Filme inspirou sua trama em relatos históricos e peças teatrais relacionadas à Guerra Civil e à ditadura de Franco • Divulgação/Netflix

O bombardeio de abertura e o episódio de “fogo amigo”

A sequência inicial do filme, ambientada em um vilarejo rural atingido por bombas, reproduz um fato documentado da Guerra Civil espanhola.

Em 31 de agosto de 1936, aviões italianos aliados às forças franquistas, bombardearam por engano Artà, em Maiorca, resultando na morte de onze civis de sua própria base de apoio.

Para as filmagens, os diretores utilizaram Castil de Carrias (Burgos), uma vila real esvaziada e abandonada na segunda metade do século XX, cuja igreja histórica abriga sepulturas que foram violadas ao longo das décadas.

Um personagem inspirado em um guerrilheiro real

O prisioneiro de guerra por quem o soldado Sebastián se apaixona é inspirado em um secretário e, segundo relatos históricos, amante do dramaturgo Federico García Lorca. Rafael Rodríguez Rapún nasceu em 1912 e, depois da execução de seu chefe durante a Guerra Civil, alistou-se no exército republicano.

Na vida real, ele foi ferido em combate e faleceu em 1937. O filme imagina como seria se ele tivesse sobrevivido e fosse mantido numa prisão franquista, emprestando elementos da peça ‘La Piedra Oscura’ de Alberto Conejero.

A bola negra foi de fato uma prática na Espanha?

Sim. Um círculo preto era um mecanismo verídico de votação anônima inspirado em rituais de maçonaria e popularizado em clubes masculinos europeus no século XIX.

Processos seletivos para estes grupos aplicavam de forma oficial este modelo de justificativa de voto até 1989. O candidato que recebesse duas, ou por vezes até uma bola negra, era vetado. Na prática, o símbolo virou ferramenta de exclusão social e punição àqueles que fugissem dos padrões de aparência, gênero e comportamento da época.

Il nuovo agente 007 sta arrivando: Callum Turner, Jack Lowden e Josh O’Connor corrono ai provini finali

23 October 2026 at 14:20

La caccia al successore di Daniel Craig entra nella fase decisiva. Secondo la stampa specializzata americana, tre nomi in particolare, Callum Turner, Jack Lowden e Josh O’Connor, sarebbero in lizza per vestire i panni di James Bond nel film diretto da Denis Villeneuve. I provini conclusivi, a cui parteciperebbero da tre a cinque attori, potrebbero iniziare già oggi.

Il copione dei test, stando a The Hollywood Reporter, prevede tre prove: scene d’azione, resa davanti alla macchina da presa e lettura dei dialoghi. Deadline parla di almeno quattro inviti già partiti, ma senza alcuna conferma sui nomi. Lowden, volto di “Slow Horses”, viene indicato da Variety come possibile favorito; Turner, visto in “Masters of the Air”, era già stato associato al personaggio nei mesi scorsi; O’Connor, il principe Carlo di “The Crown” e interprete in “Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery”, completa il terzetto.

Resta però un quadro fluido. Nelle settimane passate si era parlato anche di Aaron Taylor-Johnson, James Norton, Harris Dickinson, Jack O’Connell e Paul Mescal. Le ultime voci darebbero fuori dai giochi Jacob Elordi assente ai provini finali. Le audizioni, previste a inizio ottobre, erano slittate per via di impegni incrociati degli attori, e Deadline precisa che non c’è una data certa per l’annuncio, nemmeno a test conclusi.

Dietro il progetto c’è Amazon MGM Studios, che a maggio ha avviato la selezione. Amy Pascal, tra i produttori, ad agosto aveva indicato la fine dell’anno come possibile momento per svelare il nome, invitando alla cautela: raccogliere l’eredità di Craig, protagonista di cinque film tra il 2006 e “No Time to Die” (2021), non è impresa da poco.

L’idea è trovare un Bond “diverso, originale e coinvolgente”. La sceneggiatura di Steven Knight, il papà di “Peaky Blinders”, ha già una prima bozza completa, e l’uscita in sala è attesa intorno al 2028, senza conferme ufficiali.

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Walter Veltroni e la Gialappa’s, l’assurda storia di un documentario

23 October 2026 at 12:04

Seguiamo da tempo con curiosità la carriera di Walter Veltroni “regista”. Negli ultimi dodici anni, ad esempio, ha girato dodici documentari. Ripetiamo: dodici. Uno all’anno. Implacabile come l’Immacolata Concezione o il Ferragosto. Alla lunga lista di temi affrontati nel tempo (politica, musica, calcio) oggi, grazie a L’assurda storia della Gialappa’s Band, se ne aggiunge un altro: la storia della televisione. E come per le precedenti opere, Veltroni non riesce a ritagliarsi una riga sul Rondolino-Tomasi o sul Brunetta dedicati alla storia patria del nostro cinema.

Sarà perché l’ex segretario PD sta al documentario cinematografico un po’ in generoso prestito come Fabio Volo al romanzo letterario, ma L’assurda storia della Gialappa’s Band sembra tutto fuorché un film. Ingordo collage di intervistati (27!), collezione di figurine Panini con molti doppioni, festival del dire qualcosa a tutti i costi con la rilevanza cronachistica e storica delle estrazioni del lotto, la dodicesima fatica documentaria dell’ex vicepresidente del Consiglio rinnova limiti e semplificazioni di una formula che vuole essere forma, di un prodotto commerciabile indistinguibile che vuole essere progetto estetico raffinato.

Intanto alla matrice visiva ricorrente (il trio protagonista Giorgio Gherarducci-Marco Santin-Carlo Taranto ritratto ripetutamente insieme a mezzo busto, più variante dei tre ripresi da soli verso la fine) viene come abbozzato un franoso anelito drammaturgico. Visto che il documentario, tra piatte richieste frontali da telegiornale, è già al palo dopo pochi minuti, ecco che lo scheletro del racconto va a ricomporsi frettolosamente su alcune varianti di linguaggio.

Si parte dal tentativo di intervallare spesso tutti gli intervistati con la scenetta del Mago Forest in uno studio mezzo buio che dialoga con Veltroni, nientemeno che voce fuoricampo/spalla comica modello Gialappa’s. Altra variante, qui direttamente nell’interpunzione di montaggio, una scelta che nemmeno Ejzenstejn, sono le espressioni facciali tra le più varie di Elio delle Storie Tese, seduto tra Faso e Cesareo, inquadrate brevemente a mo’ di commento alle battute o affermazioni dei colleghi comici. Un espediente che, va detto, non abbandona mai lo spettatore. Una specie di litania espressiva a metà strada tra il tormentone e il memento mori.

Nella catasta chilometrica, sommaria e sommabile, di filmati tratti da Mai dire gol, a volte interi sketch (ce n’è uno di Aldo, Giovanni e Giacomo medici di quasi tre minuti), si rinviene poi la confusione teorica tra poetica necessità della ricerca e affermazione autocelebrativa del ritrovamento (a Bisio che si schermisce di una partecipazione a un vecchio show su Odeon TV, Veltroni – fuori campo – risponde con un «Ce l’abbiamo!»). E se L’assurda storia della Gialappa’s Band fatica ancora a girare, Veltroni mostra il tocco e trucco per il quale è stato da noi definito la “Barbara D’Urso del documentario”: l’inquadratura forzata della lacrima indotta (ci fermiamo all’anziano Teo Teocoli).

Infine, come se non bastasse, appena dopo la metà del film, circa un’ora di estenuante batti e ribatti tra Gialappi e comici del loro ampio carnet, Veltroni si adopera in una raffica di retoriche istantanee da rimanere fulminati. Memore di una didascalia iniziale bianca su sfondo nero che suona pressappoco “i 40 anni che hanno cambiato l’Italia” (figuriamoci i quaranta precedenti! ndr), ecco che parte, senza motivo alcuno rispetto alla Gialappa’s, una gragnola di foto, bric-à-brac pop porno per turisti della democrazia: scatti della demolizione del Muro di Berlino, della Guerra del Golfo, di Berlusconi, di Antonio Di Pietro (in toga), ancora di Berlusconi, di Giovanni Falcone, della strage di Capaci, di Paolo Borsellino, della strage di via d’Amelio, di nuovo Berlusconi, Achille Occhetto, Carlo Azeglio Ciampi e ancora Berlusconi. L’assurda storia del documentario, altroché.

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È morto Tom Skerritt, l’istruttore di volo in “Top Gun” e lo sceriffo della serie “La famiglia Brock”. La famiglia: “Aiutava gli altri a trovare e far sentire la propria voce”

23 October 2026 at 08:08

Mondo del cinema in lutto. È morto, a 93 anni, Tom Skerritt, attore vincitore di un premio Emmy, noto per aver interpretato diversi ruoli tra cui l’istruttore di volo in “Top Gun”, lo sceriffo nella serie tv “La famiglia Brock” (“Picket Fences”), fino al capitano destinato a un tragico destino in “Alien”. Skerritt si è spento mercoledì per cause naturali, come reso noto dalla famiglia in un comunicato.

“Se il mondo conosceva Tom per la sua straordinaria carriera di attore, – si legge nella nota – noi lo ricordiamo per il suo umorismo, la sua curiosità, la sua saggezza, la sua generosità e l’amore che ha portato nelle nostre vite. Nutriva un profondo interesse per l’immaginazione, la creatività, la narrazione, il senso del dovere, i veterani, il mondo naturale e l’aiutare gli altri a trovare e far sentire la propria voce”.

Skerritt ha ricevuto due candidature agli Emmy, entrambe per “La famiglia Brock”, vincendo il premio come miglior attore protagonista in una serie drammatica nel 1993. Tra gli altri ruoli di spicco della sua carriera, si ricordano quello del marito paziente di Shirley MacLaine in”‘Due vite, una svolta”, del marito di Sally Field in “Fiori d’acciaio” e dell’opportunista senza scrupoli che ostacola il tentativo del personaggio di Jodie Foster di comunicare con forme di vita extraterrestri nel film “Contact”.

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“Minha Melhor Amiga” se torna a maior bilheteria do Brasil pós-pandemia

23 October 2026 at 01:36

A comédia nacional “Minha Melhor Amiga” atingiu um novo marco nesta semana, ao se tornar o maior filme brasileiro desde 2019 em público, após ultrapassar recentemente o vencedor do Oscar, “Ainda Estou Aqui”.

Até o momento, a comédia protagonizada por Ingrid Guimarães, 54, e Mônica Martelli, 58, lançada em setembro, arrecadou em bilheteria R$ 105,1 milhões e levou 5,9 milhões de pessoas aos cinemas. Enquanto o vencedor do Oscar fez uma bilheteria maior, de R$ 117,2 milhões, e levou 5,8 milhões de espectadores nacionais às salas grandes.

Pouco mais de três semanas após sua estreia, o longa de Susana Garcia se tornou a maior comédia pós-pandemia, desbancando o título de “O Auto da Compadecida 2”, que teve um público de 4,4 milhões de pessoas.

Em “Minha Melhor Amiga“, duas amigas na casa dos 50 anos decidem sair da rotina juntas e embarcam em uma viagem para a Europa, motivadas após se despedirem das filhas que embarcam para um intercâmbio em Portugal. Com o ninho vazio, elas sonham com a viagem perfeita para elas, mas a realidade se torna bastante diferente do esperado.

Confira as maiores bilheterias de filmes nacionais desde a pandemia:

  1. “Minha Melhor Amiga” – 5,9 milhões
  2. “Ainda Estou Aqui” – 5,8 milhões
  3. “O Auto Compadecida 2” – 4,4 milhões
  4. “O Agente Secreto” – 2,5 milhões
  5. “Minha Irmã e Eu” – 2,3 milhões
  6. “Os Farofeiros 2” – 1,9 milhão
  7. “Nosso Lar 2 – Os Mensageiros” – 1,6 milhão
  8. “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” – 1,0 milhão
  9. “Mamonas Assassinas O Filme” – 884 mil
  10. “Vitória” – 742 mil

Novos rostos do cinema brasileiro para ficar de olho

Halloween: rede de cinema divulga filmes de terror a R$12

22 October 2026 at 22:13

A tradicional maratona da rede de cinemas, UCI, acontece no final de semana do Halloween, nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro, e reúne clássicos do gênero, sucessos do ano e lançamentos recentes. Durante os três dias, qualquer filme de terror em cartaz terá ingresso a R$ 12 nas salas 2D, 3D e XPLUS.

O grande destaque da edição é “Pânico”, que volta às telonas exclusivamente na UCI no ano em que completa 30 anos. Muito pedido pelo público, o clássico de Wes Craven (1939-2015) chega enfim ao UCI Day Terror.

Na trama, Sidney Prescott (Neve Campbell) começa a desconfiar que o assassinato de dois estudantes está ligado à morte da mãe, cerca de um ano antes. Enquanto isso, os jovens da pacata cidadezinha passam a receber ligações de um maníaco que faz perguntas sobre filmes de terror. Quem erra, morre.

Os ingressos já estão disponíveis para venda no site e nas bilheterias. Para acompanhar as sessões, o público também pode garantir um combo promocional com
pipoca média e dois refrigerantes pequenos a preço promocional.

Outros dois clássicos também retornam com exclusividade à rede durante a maratona.

Em “Sexta-feira 13” (1980), de Sean S. Cunningham, um casal de adolescentes, foge do acampamento Crystal Lake, em 1958, para passar uma noite romântica e acaba perseguido e morto a facadas. Anos depois, os dirigentes decidem reabrir o local, apesar do trauma que ainda marca a cidade. Quando novos monitores são contratados, eles começam a desaparecer mais uma vez, um por um.

Vencedor de três Oscars (Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Melhor Edição de Som), “Drácula de Bram Stoker” (1992) completa o trio. O filme de Francis Ford Coppola reúne Gary Oldman, Winona Ryder, Anthony Hopkins e Keanu Reeves.

No século XV, um guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando ela se recusa a enterrar em solo sagrado a mulher que ele amava. Condenado a vagar pelos séculos como morto-vivo, Drácula descobre que a noiva de seu advogado é a reencarnação da amada e parte para a Londres vitoriana atrás dela.

Sucesso do ano, “Obsessão” volta aos cinemas só para o UCI Day Terror. Escrito e dirigido pelo youtuber Curry Barker, de 26 anos, o longa custou cerca de US$ 750 mil, arrecadou mais de US$ 400 milhões no mundo e se tornou o filme de terror mais lucrativo do século.

Apontado como um dos primeiros grandes retratos da Geração Z no cinema, o filme acompanha o adolescente Bear (Michael Johnston). Ele recorre a um artefato místico para conquistar a crush, Nikki (Inde Navarrette). O desejo se realiza de forma distorcida, e o afeto dela vira uma possessão violenta e assustadora.

O público mais jovem também entra no clima do Dia das Bruxas com a rede de cinema, no mesmo fim de semana. A atração, também com ingressos a R$ 12, é “O Bosque
Selvagem”, novo stop-motion da LAIKA, estúdio de “Coraline”. Voltado para adolescentes e pré-adolescentes, o longa abriu com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e já aparece entre os favoritos ao Oscar de Melhor Animação.

Halloween 2026: saiba qual filme de terror do ano é o mais buscado

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

CCXP 26 anuncia “Dia da Marvel” com programação especial dos heróis

22 October 2026 at 21:32

A Comic Con Experience 2026 anunciou uma novidade inédita para a edição de 2026: um dia totalmente dedicado ao universo Marvel, previsto para o primeiro dia do evento, 3 de dezembro, quinta-feira.

O “Dia da Marvel” antecede o lançamento da Marvel nos cinemas, que o público aguarda com expectativa alta: “Vingadores: Doutor Destino”, previsto para 16 de dezembro.

Até o momento, não foram anunciadas as atrações que farão parte da programação do Dia da Marvel, mas contará com programas nos palcos Thunder, Blast e Omelete e deve abordar filmes, séries, quadrinhos, animações e personalidades do estúdio.

Em celebração aos 25 anos de “Senhor dos Anéis” vêm ao Brasil Elijah Wood, Dominic Monaghan e Billy Boyd, que viveram Frodo, Merry e Pippin na franquia nos cinemas, participam do Fellowship Forever. Nos dias 3 e 4, no Palco Thunder, e Omelete no dia 4 de dezembro.

O aclamado musical “Hadestown” chega ao Brasil e também ganhou um painel dedicado na CCXP, enquanto Christopher Lloyde, de “De Volta para o Futuro”, vem ao país para um painel dedicado ao clássico dos cinemas.

A CCXP 2026 acontece entre os dias 3 e 6 de dezembro, na São Paulo Expo.

“No início, não vi sentido em uma nova versão”, diz diretor sobre “Carrie”

Lázaro Ramos acredita na chance de “Feito Pipa” no Oscar: “É místico”

22 October 2026 at 20:50

O ator Lázaro Ramos, 47, está otimista com a possibilidade de “Feito Pipa” conquistar uma indicação ao Oscar. O filme, que já conquistou mais de dez prêmios mundo afora, em festivais e premiações da indústria, foi o escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa por vagas na principal cerimônia do cinema.

Em entrevista à CNN Brasil, Lázaro Ramos, um dos protagonistas do filme, comentou a repercussão internacional do longa-metragem de Allan Deberton, 44, e brincou com uma curiosa coincidência envolvendo seus colegas de elenco em “Saneamento Básico, o Filme” (2007), Fernanda Torres e Wagner Moura.

Nas redes sociais, internautas resgataram cenas da comédia de Jorge Furtado, que reuniu os três atores. Após Fernanda Torres disputar o Oscar de Melhor Atriz por “Ainda Estou Aqui” (2024) e Wagner Moura ganhar destaque na corrida pela estatueta com “O Agente Secreto” (2025), fãs passaram a torcer para que Lázaro seja o próximo integrante do trio a chegar à premiação.

“Eu acho que Jorge Furtado, roteirista e diretor de ‘Saneamento Básico’, fez uma previsão nesse filme. A lista dos atores que estarão no Oscar está nesse filme. Eu acho que é místico. Eu acho que Deus é brasileiro, como diz o nome do filme, e eu acho que é isso mesmo. Eu já estou encarando como realidade de tanto que falam”, disse ele, em tom descontraído.

Para Lázaro, “Feito Pipa” tem potencial para ampliar ainda mais a representatividade do cinema brasileiro no mundo. “Depois dos outros filmes que foram recentemente, tem ‘Feito Pipa’, que tem uma outra linguagem, se passa numa outra região do Brasil. É uma outra paisagem que está sendo mostrada, é uma outra temática que está sendo falada, e é lindo”, destacou.

“Feito Pipa” é “um passinho além”

Premiado internacionalmente, “Feito Pipa” acompanha a história de uma criança (Yuri Gomes) que encontra na relação com a avó um espaço de afeto e liberdade, enquanto enfrenta conflitos familiares e questões relacionadas à própria identidade.

Lázaro Ramos destacou a sensibilidade com que o roteiro aborda temas complexos e a capacidade da obra de renovar a linguagem cinematográfica.

“Acho que dá um passinho além das outras experiências cinematográficas que a gente fez no Brasil para falar de todos esses temas: relação de pai e filho, de uma criança queer, do Alzheimer, da relação dessa avó com esse neto”, explicou.

“Tem uma poesia e tem uma beleza que eu acho que alimenta o coração do público e de nós que fazemos cinema, de pensar outras formas de falar assuntos que são importantes, que estão no nosso cotidiano, mas que o cinema precisa sempre se renovar”, acrescentou.

Para o ator, a produção consegue encontrar novas maneiras de abordar questões sociais e familiares sem perder a identidade do cinema nacional. “Eu acho que esse filme é uma renovação de linguagem, mas mantendo características que só o cinema brasileiro sabe fazer”, afirmou.

Ramos também não deixou de celebrar a força com que o filme teve de levar pessoas a quererem comparecer à sala de cinema.

“A maior premiação que esse filme merece mesmo é a presença das pessoas na sala de cinema para assistir a esse filme que está encantando o mundo, cheio de prêmios, aplaudido lá fora. Mas o aplauso mais valorizado por mim é o aplauso dos brasileiros na sala de cinema”, declarou.

“Feito Pipa” estreou na 50ª Mostra de Cinema de São Paulo na quarta-feira (21). O filme chega aos cinemas em 5 de novembro.

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Assista ao trailer de “Feito Pipa”

Oscar 2027: veja filmes que podem concorrer com o Brasil no prêmio

 

Novo James Bond? Calum Turner e Jack Lowden são cotados para papel

22 October 2026 at 20:22

O anúncio de um novo James Bond pode estar cada vez mais perto. Entrando na semana de testes finais para o papel, Callum Turner, 36, e Jack Lowden, 36, estariam cotados como os principais sucessores de Daniel Craig, 58. A informação é do portal Variety.

Ainda que, em setembro, Gary Oldman, ator conhecido pela franquia “Harry Potter” e a série “Slow Horses”, tenha afirmado que o novo superagente secreto 007 já tinha sido escolhido, fontes do portal norte-americano destacaram que a escalação do personagem ainda está em andamento.

Lowden começou a ser apontado para o papel depois que Oldman, seu colega de elenco em “Slow Horses”, sugeriu que ele estava na lista de finalistas. Posteriormente, a esposa do ator, Saoirse Ronan, comentou sobre os rumores, dizendo que “não é um assunto que esteja sendo discutido em nossa casa”.

Turner, por sua vez, se tornou um dos favoritos no começo deste ano. Depois que fãs começaram a enxergá-lo como Bond, muitos usuários sugeriram que o novo longa pudesse contar com uma música tema feita por sua esposa, a cantora Dua Lipa, 31.

Até o momento, a produção apenas confirmou que Denis Villeneuve foi escolhido para dirigir o novo filme financiado pela Amazon MGM, e a diretora de elenco Nina Gold segue à frente do processo de audições. Ainda que não haja uma previsão de quando o protagonista será anunciado, os insiders acreditam que a escolha deve ser confirmada ainda este ano.

Anteriormente, a Variety já tinha divulgado que tanto o estúdio como os produtores da sequência gostariam que o protagonista fosse interpretado por um ator britânico “por volta de seus 30 anos”, com nomes como Jacob Elordi (“Euphoria”), Tom Holland (“Homem-Aranha”) e Harris Dickinson (“Babygirl”) entre os favoritos.

Antes da nova disputa pelo cargo do agente secreto britânico começar, Daniel Craig virou referência ao interpretar James Bond por cerca de 15 anos. Seu último longa-metragem no papel, “007 – Sem Tempo para Morrer”, foi lançado em meados de 2021.

Até então, a previsão é que o 26º filme da franquia chegue aos cinemas em 2028. Mais informações, incluindo o elenco completo e as primeiras imagens e datas das gravações, devem ser divulgadas em algum momento ao longo do próximo ano.

*Com informações de Nicoly Bastos, da CNN Brasil. Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil

Daniel Craig diz que não podia fazer filme gay enquanto era James Bond

Jenna Ortega se inspirou nos sobrinhos para papel de androide em novo filme

22 October 2026 at 17:30

A atriz Jenna Ortega, 24, interpretará uma personagem diferente de todas de sua carreira. Em uma entrevista conjunta com o diretor do filme para a revista People, publicada nesta quinta-feira (22), revelou como buscou novas inspirações para criar os trejeitos da personagem.

Ela dará a vida à personagem Klara no filme “Klara e o Sol“, uma companheira artificial criada para ajudar pessoas solitárias. O longa foi dirigido pelo diretor Taika Waititi e chega aos cinemas dia 23 de outubro.

“Logo no início do processo, Taika comparou Klara a um bebê ou a uma criança pequena”, explica Ortega. “A desajeitada personagem foi inspirada nos meus sobrinhos e sobrinhas”, revelou a artista.

Segundo Jenna, isso serviu como ponto de partida para a construção da personagem, ajudando a incorporar alguns hábitos de seus sobrinhos, para transmitir a curiosidade e a inocência da personagem, que enxerga o mundo de uma maneira diferente.

“Eu queria fazer algo diferente porque essa personagem é muito diferente de tudo que eu já interpretei antes”, compartilhou a atriz.

Durante a entrevista, a atriz também compartilhou que não só os sobrinhos serviram como inspiração, mas os trejeitos de uma amiga serviram para trazer mais detalhes na construção da sua personagem. “Tenho uma amiga que anda com os dedinhos mindinhos levantados”, explica ela. “Eu a chamo de mãos de vidro… Eu sempre quis fazer algo parecido, então simplesmente inverti. Levantei os dedos indicadores.”

Ela ainda acrescentou um detalhe referente à personagem junto ao diretor Taika. “Você tinha mencionado algo sobre sensores no corpo da Klara, então eu meio que usei isso como uma referência geral a dedos extraterrestres ou algo assim, e a partir daí tudo se desenvolveu. Foi basicamente uma reunião de pessoas que eu conhecia”, revelou Jenna.

Por fim, o diretor também compartilhou como foi sua experiência em trabalhar com a atriz: “Foi uma oportunidade incrível trabalhar com alguém tão inteligente e talentosa, que realmente contribuiu muito para o papel”, diz ele. “As pessoas podem tentar fazer o que ela fez neste filme e exagerar, o que acaba saindo do controle e se tornando algo ridículo. Mas aqui, ela foi realista e manteve a emoção, e acho que é isso que faz você se apegar à personagem”, finalizou Taiki.

Saiba mais sobre o filme “Klara e o Sol”

Jenna Ortega e Natasha Lyonne
Jenna Ortega e Natasha Lyonne em ‘Klara and the Sun’. • Reprodução/Sony Pictures Entertainment

Baseado no romance de Kazuo Ishiguro, “Klara e o Sol” acompanha a história de Klara, que é uma “amiga artificial” movida a energia solar que aguarda ser escolhida por uma família. Quando ela é adotada por Josie, uma adolescente que enfrenta uma doença misteriosa, ela passa a observar de perto as complexas relações humanas e desenvolve uma forte ligação com a jovem.

Ao longo de toda a trama, Klara tenta compreender sentimentos humanos como amor, amizade e sacrifício, enquanto o sol possui um poder especial capaz de ajudar a Josie. A história mistura ficção científica e drama, o que faz com que se reflita sobre solidão, esperança e o que significa ser humano.

O filme tem o elenco composto por Jenna Ortega, Mia Tharia, Amy Adams, Natasha Lyonne, Steve Buscemi e Aran Murphy. O longa chega aos cinemas dia 23 de outubro.

*Sob supervisão de Nathalie Ayres, da CNN Brasil

“Wandinha”: o que esperar da segunda temporada? Jenna Ortega responde

 

Chris Pratt atualiza futuro do Star-Lord após último “Guardiões da Galáxia”

22 October 2026 at 14:34

O ator Chris Pratt, 47, deu novidades sobre o futuro de Peter Quill, conhecido como Senhor das Estrelas ou Star-Lord, no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

Em entrevista ao podcast “The Bingeworthy”, durante a divulgação da segunda temporada de “The Terminal List”, o ator afirmou que já conversa com os executivos do estúdio sobre o retorno do personagem.

“Tenho um ótimo relacionamento com Kevin [Feige] e Lou [D’Esposito], e temos tido conversas constantes sobre como cumprir essa promessa, além de ações concretas para garantir que a cumpramos”, disse Pratt no programa.

O ator confirmou que o herói voltará a aparecer, mas não revelou quando isso acontecerá. “Então, sim, vocês verão o Senhor das Estrelas novamente, o que é muito emocionante. Mas não posso dizer quando isso vai acontecer, mas ele não vai a lugar nenhum”, afirmou.

O retorno do personagem é aguardado desde o final de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, lançado em 2023. Na cena que encerra o filme, Peter Quill retorna à Terra e reencontra o avô. Depois, uma mensagem na tela anuncia: “O lendário Senhor das Estrelas retornará”.

Apesar da promessa, a Marvel ainda não anunciou oficialmente em qual produção o herói voltará. Há especulações de que ele possa aparecer em “Vingadores: Guerras Secretas”, previsto para dezembro de 2027, mas a participação de Pratt não foi confirmada.

Chris Pratt interpretou Peter Quill em diferentes produções do estúdio, incluindo os três filmes de “Guardiões da Galáxia”, “Vingadores: Guerra Infinita”, “Vingadores: Ultimato” e “Thor: Amor e Trovão”.

“Visionquest”, saiba tudo sobre a nova série da Marvel

Cinema e streaming, la rivincita dei film italiani: il pubblico torna in sala e guarda sulle piattaforme. I successi: da Buen Camino a La Grazia

22 October 2026 at 13:59

Sorpresa! Il cinema in sala e i film in streaming – in primis i titoli italiani – non si guardano più in cagnesco, anzi si compenetrano con risultati quantitativi di rilievo. C’è grande euforia attorno ai dati snocciolati all’ultima edizione del MIA (Mercato Internazionale dell’Audiovisivo), nella ricerca promossa da ANICA intitolata “Il consumo dei film in Italia: il pubblico tra esperienza in sala e altri schermi”. A partire dalla sottosegretaria del Mibact, Lucia Borgonzoni, che in un affollato panel di addetti ai lavori ha cantato vittoria: “Sembrava che col Covid la sala dovesse scomparire. Si diceva che con le piattaforme i cinema avrebbero chiuso tutti, invece i film (quelli italiani, ndr) vanno visti in tutte le fasi del loro sfruttamento oltre la sala”.

Già, perché cifre e percentuali mostrati dal presidente ANICA, Alessandro Usai, e dal responsabile della ricerca, Michele Casula, dicono che le sale si stanno riprendendo grazie agli under 35 e che molti film italiani già di successo al cinema hanno un’ulteriore lunga vita sulle piattaforme streaming, dove peraltro si sono “accasciati stancamente” (il termine lo ha usato Paolo Orlando di Medusa Film) gli over 50, oramai ben oltre il 50% del pubblico pagante tra le piattaforme online (erano sul 35% dieci anni fa).

Intanto, il motivo di tanti ampi sorrisi tra gli operatori del settore riguarda un primo dato: confrontando il numero di biglietti venduti tra il 2018 e il primo semestre 2019 con quelli del 2025 più il primo semestre 2026, si passa da 29 milioni e 500mila a 29 milioni e 600mila. Insomma, il gap Covid sembra rimarginato.

Ma andiamo con ordine. Sui 68 milioni di ingressi calcolati nel 2025 sono disponibili diversi dati disaggregati. A partire dal fatto che a tirare il rilancio del ritorno in sala sono per il 56% gli under 35 (che rappresentano il 31% della popolazione italiana), con un exploit della fascia 15-24 anni, che stacca più biglietti rispetto al periodo pre-pandemia. Al contrario, gli over 50, che sono il 50% della popolazione, stazionano sul 25%. In pratica, questi ultimi stanno ricominciando a tornare lentamente in sala, ma staccano meno di due biglietti a testa all’anno, mentre gli under 35 sono tra 4 e 5 biglietti a testa.

E ancora: tra il primo semestre 2025 e il primo semestre 2026 si passa da 18 milioni di teste in sala a 22 milioni, escludendo peraltro i risultati di blockbuster campioni d’incassi estivi come Odissea e Spider-Man: Brand New Day, usciti a luglio ’26.

Ma oltre l’ottimismo della matematica c’è qualcosa in più. Perché una parte della ricerca presentata al MIA ha voluto testare anche l’interazione tra sala e streaming, riportando risultati curiosi e inattesi nel lasso temporale di quattro settimane (20 maggio-20 giugno 2026). Sono 32 milioni le visioni di film sul divano di casa, a fronte di 4,2 milioni di biglietti in sala. Su questa cifra il cinema italiano “pesa” per quasi un 20%, contro un 8% in sala nello stesso periodo.

Un risultato ancor più alto se si guarda ai film nuovi, ovvero quelli appena approdati sui servizi pay: su 9,3 milioni di visioni di film nuovi in totale, ben 3 milioni riguardano film italiani, attestandosi sul 32%. “Il cinema italiano va molto bene sui servizi pay, meglio ancora se di produzione recente”, spiegano da ANICA.

Basta guardare la top ten generale, dove sono presenti ben quattro film di produzione italiana, tutti già usciti in sala e con notevole successo di pubblico. Se poi prendiamo la top ten italiana in streaming, svetta sì Buen Camino di Zalone/Nunziante (Netflix), che dopo pochi mesi dalla fine della sua marcia trionfale in sala continua a macinare numeri da capogiro sul piccolo schermo, ma a poche incollature ci sono Diamanti di Ozpetek – visto e rivisto in continuazione da quasi un anno e mezzo – e Le cose non dette di Muccino.

Curioso che poi film che non sono andati benissimo in sala, come Agata Christian, Due cuori e due capanne, La Grazia di Sorrentino e Il Maestro di Di Stefano, siano come rinati in streaming, ricoprendo il quarto, quinto, sesto e settimo posto. Nella top ten Italia delle visioni sul piccolo schermo casalingo o smart, solo all’ottavo posto c’è una produzione esclusiva per l’online di Prime Video: Non è un paese per single. Mentre continua la sua eterna presenza tra i primi dieci film più visti C’è ancora domani della Cortellesi.

Infine, gli uomini sorpassano di nuovo in percentuale le donne sia in sala sia in streaming, mentre comincia a farsi largo una bella percentuale di puristi dello streaming, circa il 30%, che dichiara di non frequentare mai la sala, pur consumando il prodotto film (e tanto cinema italiano) sui servizi pay.

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Filme “Memórias do Cárcere” de Sérgio Graciano estreia-se hoje nos cinemas

22 October 2026 at 13:21

O filme “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, a partir de um livro de memórias e de histórias de Camilo Castelo Branco passadas na prisão, estreia-se hoje em mais de 30 salas de cinema.

O filme, produzido pela Leopardo Filmes, é uma adaptação da obra “Memórias do Cárcere”, de Camilo Castelo Branco, e um dos últimos projetos a envolver o argumentista Carlos Saboga, que morreu em março passado.

A produtora descreve o filme como “um fascinante e vívido retrato” de Camilo Castelo Branco (1825-1890), quando esteve preso com Ana Plácido, no Porto, por causa de um “célebre processo por adultério que abalou a sociedade portuguesa do século XIX”.

No livro, Camilo Castelo Branco não só recorda as condições em que encarcerado na antiga Cadeia da Relação do Porto – onde escreveu o romance “Amor de Perdição” – como relata personagens e histórias de crime de outros reclusos.

O elenco do filme conta com Albano Jerónimo e Maria João Bastos nos principais papéis, além de Paulo Pires, Afonso Pimentel, João Pedro Vaz, Marcello Urgeghe e Adriano Carvalho, entre outros.

De acordo com a Leopardo Filmes, “Memórias do Cárcere” chega a mais de 30 salas de cinema, dias antes de ser apresentado em competição no Festival Internacional de Cinema de Tóquio, que começa no dia 26.

O filme tem estreia assegurada em França em março de 2027.

“Memórias do Cárcere” é o segundo filme realizado por Sérgio Graciano a estrear-se este ano nos cinemas portugueses, depois de “Playback”, dedicado ao músico Carlos Paião, que chegou às salas em agosto.

Sérgio Graciano tem no currículo a realização de várias produções para televisão, como as séries “Conta-me como foi” e “Auga Seca”, o programa “Último a Sair” e as telenovelas “Laços de Sangue” e “Prisioneira”.

Em 2012 estreou a primeira longa-metragem de ficção, “Assim Assim”, à qual se seguiram, entre outros, “Uma vida à espera” (2016), “Perdidos” (2017), “Linhas de sangue” (2018), “O som que desce na terra” (2021) e “Soares é fixe” 2024.

Com a Leopardo Filmes Sérgio Graciano também fez o filme “Os papéis do Inglês” (2024), a partir de uma trilogia literária de Ruy Duarte de Carvalho, e prepara, segundo esta produtora, o filme “Os Adeuses”, numa adaptação de uma obra de Juan Carlos Onetti e que será protagonizada pelo produtor Paulo Branco.

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