IA no serviço público: entenda os riscos da proposta de Flávio



© ADAM VAUGHAN/EPA
A expansão acelerada da inteligência artificial (IA) tem gerado um debate crescente sobre o futuro do mercado de trabalho. A questão central é se a tecnologia irá eliminar postos de trabalho em larga escala, preocupação que, segundo a discussão, foi levantada publicamente por Bill Gates, que já escreveu artigos defendendo que a humanidade precisará pensar em novos meios de subsistência para os trabalhadores deslocados pela automação.
O assunto foi um dos temas no programa “É Negócio” da CNN Brasil, com a CEO da Microsoft Brasil, Priscyla Laham.
Apesar do cenário de incerteza, a executiva afirma, que o processo não será necessariamente negativo. “Determinadas funções podem desaparecer, sim, porque você tem agentes que podem fazer trabalhos repetitivos, coisas que são muito operacionais, mas outras funções vão aparecer também”, afirmou.
Laham citou uma análise do Fórum Econômico Mundial segundo a qual a quantidade de novas funções geradas pela IA supera a das que serão extintas. A condição, no entanto, é que haja capacitação adequada da população.
Para enfrentar esse desafio, a Microsoft lançou uma plataforma chamada Connect AI, que oferece trilhas de aprendizado que vão desde letramento digital até cibersegurança. A iniciativa faz parte de um compromisso assumido em 2024 de capacitar 5 milhões de brasileiros até o final de 2027. “A gente já está em 4,2 milhões de pessoas que terminaram trilhas inteiras de treinamento”, revelou Priscyla.
Além disso, foram firmadas parcerias com 40 entidades, entre elas a Escola do Trabalhador 4.0, Gerando Falcões e o Enap (Escola Nacional de Administração Pública). Segundo os dados apresentados, mais de 500 mil pessoas já conseguiram emprego após concluir os treinamentos e obter certificações na plataforma.
Quando o tema é o investimento das empresas brasileiras em IA, o setor financeiro se destaca de forma expressiva. “Quando você olha o setor financeiro no Brasil, eu diria que ele inclusive é muito investido em tecnologia”, afirmou Laham.
Priscyla desta que muitas empresas do setor se consideram, na prática, empresas de tecnologia, tamanha é a integração com ferramentas de inteligência artificial. Outros setores, como manufatura e varejo, também avançam, mas em ritmo menor.
Em relação ao posicionamento do Brasil na corrida global pela IA, Laham avalia, que o país está bem posicionado no segmento corporativo, mas ainda precisa avançar entre pequenas empresas e na população em geral.
Um estudo de difusão de IA da própria Microsoft aponta que o norte global ainda avança mais rapidamente do que o sul global no uso da tecnologia.
Ainda assim, e presidente da Microsoft Brasil vê uma oportunidade singular para o Brasil. “A gente não vai ser substituído por IA, a gente vai ser substituído por alguém que utiliza IA para expandir sua capacidade”, ponderou.
Para ela, características como adaptabilidade e criatividade, presentes nos brasileiros, tornam-se ainda mais valiosas quando potencializadas por ferramentas de inteligência artificial.
O programa É Negócio é uma parceria entre o NeoFeed e a CNN Brasil. Nele, Carlos Sambrana entrevista executivos e líderes de grandes companhias do país. Acompanhe este episódio, excepcionalmente, nesta segunda-feira (26), às 23h45, na CNN Brasil. A reprise será na quarta-feira, às 19h15, no CNN Money.
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© Bloomberg via Getty Images
El Ejército de Estados Unidos ha adjudicado un contrato de 215 millones de dólares, unos 192 millones de euros, a la empresa conjunta de Raytheon y Lockheed Martin para fabricar una nueva generación de lanzadores de misiles antitanque Javelin. El acuerdo, anunciado el pasado lunes, llega cinco meses después de las primeras entregas de este equipo, destinado a sustituir al Javelin que utilizan actualmente las tropas.
La nueva unidad ligera de mando y lanzamiento (LWCLU) es un 30% más pequeña y un 25% más ligera que la actual CLU Block I, según sus fabricantes. Además, duplica la distancia a la que pueden detectarse y reconocerse objetivos gracias a las mejoras en los sensores del lanzador.
Para entender esta actualización hay que distinguir entre las dos partes principales del Javelin, la unidad reutilizable de mando y lanzamiento y el misil, alojado en un tubo de lanzamiento de un solo uso que se sustituye tras cada disparo. La reducción de peso afecta a esa unidad reutilizable, que reúne los equipos de observación, puntería y control de tiro con los que el soldado localiza el objetivo y prepara el disparo.
El lanzador incorpora visores diurnos y nocturnos y también puede utilizarse como instrumento de vigilancia y reconocimiento, sin necesidad de disparar un misil. Las mejoras de los sensores, las pantallas y el procesamiento de imágenes de la nueva versión buscan ofrecer una visión más clara del campo de batalla y facilitar la identificación de objetivos, también durante la noche.
Raytheon y Lockheed Martin no han facilitado el peso concreto del nuevo modelo, pero basándose en los porcentajes anunciado y el peso del Block I, la unidad de mando y lanzamiento, sin misil ni tubo, pasaría de 7 kg a unos 5,3 kg, mientras que el conjunto del arma lo haría de 22,1 kg a 20,4 kg.
El sistema Javelin entró en servicio en el Ejército estadounidense en 1996, como sustituto del Dragon, y proporciona a la infantería un arma portátil para enfrentarse a tanques, otros vehículos blindados, fortificaciones y helicópteros. Su capacidad para transportarse a pie y dispararse desde el hombro permite a los soldados llevarlo encima en sus desplazamientos, por lo que reducir el tamaño y el peso del lanzador facilita su transporte y uso.
Una de sus características principales es el funcionamiento de ‘dispara y olvida’, por el que el misil se dirige hacia el objetivo mediante su propio buscador infrarrojo de formación de imágenes. Una vez efectuado el lanzamiento, el operador puede ponerse a cubierto o cambiar de posición sin tener que seguir guiándolo durante el vuelo.
El Javelin también puede atacar un tanque desde arriba e impactar en la parte superior, donde el blindaje suele ser menor que en el frontal, mediante una trayectoria automática de ascenso y descenso, guiándose hacia el objetivo con su buscador infrarrojo.
La nueva LWCLU mantiene la compatibilidad con las variantes anteriores, actuales y futuras del Javelin, lo que permite renovar el equipo de los soldados aprovechando los misiles existentes. Según las cifras facilitadas por Raytheon y Lockheed Martin, han fabricado hasta ahora más de 55.000 misiles Javelin y más de 12.000 unidades reutilizables de mando y lanzamiento.


© Cuerpo de Marines de los Estados Unidos.


© Cuerpo de Marines de Estados Unidos.


© Cuerpo de Marines de los Estados Unidos.

A operadora de telecomunicações Digi admitiu esta sexta-feira abandonar o mercado português caso as condições concorrenciais não melhorem.
“Um dos desfechos pode ser sairmos de Portugal. É um dos cenários no estudo de Abel Mateus. Se não tivermos os recursos apropriados, a legislação certa, nunca se sabe. Ainda é algo que terá de ser ponderado mais tarde, mas temos de ter as ferramentas necessárias para não o fazer”, disse o diretor executivo do grupo Digi, Valentin Popoviciu, em conferência de imprensa a partir de Lisboa.
A empresa entrou em Portugal em 2024 pede à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) que reconsidere a decisão de renovar as licenças de espetro para a Meo, a Nos e a Vodafone. Apesar de o regulador ter optado por períodos mais curtos de direitos de utilização, o mais recente player neste mercado defende que não é suficiente para salvaguardar uma concorrência leal no mercado e reitera que a solução seriam leilões.
A subsidiária do grupo romeno Digi Communications, que emprega 1.900 pessoas no país e fez um investimento de 700 mil euros, sugere que os direitos que caducam em 2027 sejam atribuídos por procedimento concorrencial, com um limite por operador e um bloco reservado a quem tem menos espetro de cobertura. Na prática, a empresa que comprou a Nowo pretende que a Anacom faça leilões com diferentes limites de espetro.
“Pedimos que faça um ajuste e nos dê compensações e remédios para que haja um ambiente em que todos possam investir e e competir no mercado“, referiu Valentin Popoviciu, em declarações aos jornalistas, a quem esclareceu que Portugal não é um mercado difícil, mas requer os “recursos adequados disponíveis”. “Os consumidores estão contentes e veem que os valores são estáveis, mas precisamos de volume de mercado, que se consegue com o espetro”, salientou o gestor romeno.
Nós queremos comprar mais espetro, investir mais, mas a Anacom tem de atualizar as condições em 2027 e 2033.
“Um leilão com limites para os incumbentes e um bloco reservado à entrante é sempre superior do que uma renovação automática. O que é que a Digi necessita para exercer concorrência? Que se faça um leilão com limites por empresa e bloco reservado. Não se está a prejudicar nenhum incumbente“, explicou o economista Abel Mateus, autor do estudo que serviu de base à contribuição da Digi para a consulta pública da Anacom.
A proposta da Digi é que, caso a Anacom opte pela renovação, deve instituir três condições: a atribuição do bloco de 2×5 MHz (que estão por atribuir desde 2021) na faixa dos 700 MHz ao operador com menos espetro abaixo de 1 GHz, sem que nenhuma empresa perca direitos. Por outro lado, a Digi pede que o regulador associe condições de partilha de espetro e de acesso (roaming nacional) à renovação das licenças da Meo, Nos e Vodafone. E não renovar os 140 MHz que não foram pedidos, alinhando os prazos em 2033.
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Sobre estes remédios propostos pela Digi, o economista Abel Mateus disse que têm por base a análise da Lisbon Economics e esclareceu que “estes remédios baseiam-se naquilo de que a Digi precisa para ser um concorrente efetivo no mercado”. “Os dois primeiros são fundamentais para este momento e o terceiro é mais para o futuro”, sublinhou o antigo presidente da Autoridade da Concorrência (AdC). “Não me parece que a Apritel seja contra os remédios que estão aqui pedidos pela Digi”, disse o professor Abel Mateus.
Confrontada com a ideia de que a Digi poderia ter comprado, no leilão de 2021, o lote de 700 MHz que ficou por vender, a operadora com origem em Bucareste retorquiu que pagou mais pelo espetro abaixo de 1 GHz do que os outros pagaram pelos 700 MHz. “Em 2021, a Digi pagou 30 milhões de euros por 2×5 MHz na banda de 900 MHz, 56,2% mais do que os 19,20 milhões de euros que cada titular pagou por um lote de 700 MHz no mesmo leilão”, sustentou a operadora.
Os autores do estudo da Lisbon Economics pretende que a decisão seja avaliada à luz dos dois critérios estabelecidos na lei (o bem-estar dos consumidores e a utilização eficiente do espetro) e que qualquer renovação tenha como condições o acesso às redes e ao roaming nacional, como recomendou a AdC a 9 de outubro, sendo também ponderada a posição do BEREC – Body of European Regulators for Electronic Communications.



Oppo ha annunciato oggi l’arrivo sul mercato globale della nuova generazione dei suoi smartphone di punta, la serie Find X10, con due nuovi smartphone dotati di fotocamere da 200MP sviluppate, come da tradizione del marchio, in collaborazione con Hasselblad.
Il nuovo Oppo Find X10 Pro Max è il prodotto di punta della serie, presentandosi con un sistema fotografico posteriore curato in collaborazione con Hasselblad dotato di sensori da 200MP sia sulla fotocamera principale (apertura f/1.5) che su quella ultra grandangolare (apertura f/2.2) e teleobiettivo (3x, apertura f/2.1), promettendo scatti di alta qualità in tutte le situazioni, grazie anche al supporto del motore LUMO True Image, e più dettagliati grazie al salvataggio a 26MP di default invece dei 12MP adottati tradizionalmente dal mercato. Sul versante video il Find X10 Pro Max è in grado di registrare su tutte e tre le camere in 4K a 60 e 120fps ed in 8K a 30fps, promettendo una qualità video di alto livello su tutte le focali.

Al cuore del nuovo flagship di Oppo troviamo il Dimensity 9600Pro di MediaTek, affiancato da 12GB di RAM LPDDR5X e 512GB di memoria UFS4.1, mentre sulla parte frontale troviamo un display AMOLED ProXDR LTPO da 6.78″ con copertura della gamma cromatica BT.2020 e frequenza di aggiornamento dinamica fino a 144Hz. Ad alimentare il Find X10 Pro Max è integrata una batteria al silicio carbonio da 7150mAh che supporta la ricarica rapida SUPERVOOC da 80W e la ricarica wireless AIRVOOC da 50W. Sarà disponibile a partire dal 21 ottobre nelle colorazioni Titanium Grey e Luna White con un prezzo consigliato di 1.799,99€
Un po più piccolo nelle dimensioni, l’Oppo Find X10 offre un display AMOLED ProXDR da 6.59″ ed un sistema posteriore a tripla camera con sensori da 200MP su fotocamera principale (apertura f/1.6) e teleobiettivo( 2.7x, apertura f/2.6) ed un sensore da 50MP sulla quella grandangolare, supportato sempre dal LUMO True Color Engine.

Per il Find X10 il produttore cinese ha optato per un chip MediaTek Dimensity 9600M, che offre un’evoluzione dell’architettura del Dimensity 9500 che muoveva i flagship della generazione precedente, affiancato da 12GB di RAM e, in base alla variante acquistata, 256 o 512GB di memoria interna UFS4.1. La batteria è la medesima del Pro Max, con 7150mAh di capacità e supporto alla ricarica rapida a 80W via cavo e 50W wireless. Arriverà sul mercato dal 21 ottobre nelle colorazioni Glacier Blue e Mist Grey con un prezzo consigliato di 1.399,99€ per la variante con 256GB di memoria e di 1.599,99€ per quella con 512GB
In occasione del lancio Oppo ha previsto alcune vantaggiose promozioni per chi è interessato ad acquistare i suoi due nuovi smartphone sullo store ufficiale del marchio: fino al 25 ottobre, al costo di 0,99€ si potrà acquistare un voucher del valore di 150€ utilizzabile dal 21 ottobre al 30 novembre.
Inoltre coloro che acquisteranno il Find X10 Pro Max o il Find X10 da 512GB potranno scegliere un omaggio tra l’Hasselblad Teleconverter Kit (del valore di 549,99€) , che permette di ottenere un ulteriore ingrandimento ottico di 3.28x negli scatti con la fotocamera tele, l’Oppo Watch X3 (valore 399,99€) e le cuffie Oppo Enco Clip2 (179,99€). Per chi, invece, acquisterà l’Oppo Find X10 da 256GB riceverà come omaggio le cuffie Oppo Enco Clip2.

Per chi invece effettuerà l’acquisto presso le principali catene dell’elettronica di consumo sarà possibile aderire al programma di trade-in, vedendo riconosciuto uno sconto pari a 200€ per l’Oppo Find X10 Pro Max, da 100€ per Find X10 da 512GB e da 200€ per Find X10 da 256GB
L'articolo OPPO annuncia la nuova serie Find X10: in arrivo due nuovi smartphone con fotocamere da 200MP sviluppate in collaborazione con Hasselblad proviene da Il Fatto Quotidiano.





O Governo norte-americano propôs novas restrições ao investimento de empresas dos Estados Unidos em setores tecnológicos sensíveis na China, incluindo inteligência artificial, armamento hipersónico e biotecnologia.
O departamento do Tesouro norte-americano divulgou na quinta-feira um conjunto de propostas regulamentares para aplicar a Lei de Segurança Nacional sobre Investimentos no Exterior, aprovada pelo parlamento em 2025.
A legislação pretende reforçar o controlo dos investimentos norte-americanos na China e noutros países considerados adversários, incluindo a Rússia e o Irão, com o objetivo de proteger a segurança nacional dos Estados Unidos.
As novas regras abrangem investimentos em semicondutores avançados, inteligência artificial e tecnologias de utilização militar, bem como determinados compostos e materiais biotecnológicos e interfaces cérebro – computador.
As propostas serão sujeitas a consulta pública antes da aprovação definitiva e constituem mais uma tentativa de Washington de limitar o acesso da China a tecnologias com aplicações civis e militares. “As regras propostas reforçariam o atual programa de segurança dos investimentos no exterior, para impedir que os nossos adversários utilizem investimentos norte-americanos no desenvolvimento de tecnologias críticas que ameaçam a segurança nacional dos Estados Unidos”, afirmou o secretário do Tesouro, Scott Bessent. O responsável acrescentou que as medidas pretendem também promover um “ambiente de investimento aberto”, ao proporcionar maior clareza aos investidores norte-americanos e estrangeiros.
A iniciativa surge um mês depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter recebido em Washington o homólogo chinês, Xi Jinping, numa cimeira em que ambos acordaram prolongar por dois meses, até janeiro, a trégua na guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais.
Segundo Craig Singleton, investigador da Fundação para a Defesa das Democracias, um centro de estudos norte-americano, as restrições à biotecnologia constituem o elemento mais significativo das novas propostas. “A biotecnologia é importante tanto para Wall Street como para a população em geral”, afirmou, citado pelo jornal britânico Financial Times.
“Determina o futuro dos medicamentos e das terapias, mas algumas das mesmas tecnologias também podem reforçar as capacidades militares da China ou aprofundar a dependência dos Estados Unidos das cadeias de abastecimento chinesas”, acrescentou. Segundo Singleton, o Tesouro está a alertar os investidores para as consequências dos fluxos de capital destinados a determinados segmentos da indústria biotecnológica chinesa.
O projeto regulamentar considera que algumas biotecnologias avançadas ou sensíveis representam um “risco elevado” de proliferação de armas biológicas e de desenvolvimento de interfaces cérebro — computador.
As autoridades norte-americanas manifestaram também preocupações com tecnologias que possam ser utilizadas em operações militares, atividades de informações e vigilância em massa. Entre as atividades abrangidas pelas restrições propostas encontram-se determinados tratamentos que modificam células ou genes dos pacientes, bem como imunoterapias.
As medidas deverão desencadear uma disputa entre a administração Trump e a indústria biotecnológica norte-americana, que tem recorrido cada vez mais à China nas fases iniciais do desenvolvimento de novos medicamentos.
A Biotechnology Innovation Organization, principal associação representativa do setor nos Estados Unidos, manifestou reservas quanto ao alcance das propostas. “Precisamos de garantir que não adotamos uma abordagem excessivamente abrangente, que crie incerteza para os inovadores e investidores e que possa, involuntariamente, enfraquecer a competitividade da biotecnologia norte-americana”, afirmou a organização.
No entanto, as regras propostas excluem determinados acordos comerciais já utilizados pelas grandes farmacêuticas norte-americanas na China. Empresas como a Eli Lilly, Pfizer e Bristol Myers Squibb investiram milhares de milhões de euros em acordos de licenciamento de medicamentos desenvolvidos por empresas chinesas.
Segundo Will Humphrey, vice-presidente da consultora Capstone, estes contratos não serão abrangidos pelas novas restrições quando os pagamentos forem efetuados em dinheiro, sem aquisição de participações no capital das empresas chinesas.
