Why Monty Don quit Gardener’s World after 23 years

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‘I just knew,’ said the TV presenter of his decision to depart the programme

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Elegir un vigilabebés no es tan simple como parece, porque no todos priorizan lo mismo: algunos destacan por su batería, otros por el tamaño de la pantalla y otros por sus funciones inteligentes. Si quieres tener control sin estar pendiente del móvil todo el día, esta guía te ayuda a ver rápido cuál encaja mejor contigo.


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Actor was 23 when he landed the role of Billy Batson in the superhero series

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A jornada contínua vai poder ser exercida só por um dos pais de cada vez ou será possível que ambos gozem desse regime em simultâneo? A lei aprovada este mês no Parlamento não o determina diretamente, mas os advogados ouvidos pelo ECO entendem que deverá ser possível a ambos os progenitores usufruir, ao mesmo tempo, deste regime, que, adiantam os especialistas, não deverá levar a qualquer redução salarial.
A jornada contínua é um regime que possibilitará ao trabalhador com filho menor de 12 anos — ou, independentemente da idade, com deficiência, doença crónica ou doença oncológica que com ele viva em comunhão de mesa e habitação — prestar a sua atividade de forma ininterrupta (salvo uma pausa para descanso máxima de 30 minutos), se assim for previsto em convenção coletiva de trabalho ou, subsidiariamente, por acordo com o empregador. O trabalhador abrangido poderá, assim, sair até uma hora mais cedo do trabalho.
O texto que foi aprovado na Assembleia da República não fixa uma regra quanto à possibilidade de este regime ser exercido em simultâneo pelos progenitores, dizendo apenas que pode ser usufruído por qualquer um deles. Mas os advogados ouvidos pelo ECO entendem que, na ausência dessa norma, deve ser assumido que essa simultaneidade será possível.
“O texto legal não estabelece qualquer limitação baseada no facto de o outro progenitor já estar a beneficiar do regime“, defende, por exemplo, Pedro Antunes, sócio e coordenador do departamento de Laboral da CCA Law.
“Numa leitura estritamente literal do diploma, nada impede que ambos os progenitores solicitem e usufruam da jornada contínua em simultâneo, desde que preencham os respetivos requisitos legais“, reforça o advogado, que acrescenta que “a mesma conclusão parece valer quando ambos trabalham para a mesma empresa“.
Numa leitura estritamente literal do diploma, nada impede que ambos os progenitores solicitem e usufruam da jornada contínua em simultâneo, desde que preencham os respetivos requisitos legais.
“O diploma não prevê qualquer regra especial para estas situações, nem atribui ao empregador o poder de recusar o pedido apenas porque o outro progenitor beneficia do mesmo regime”, detalha o mesmo.
“Naturalmente, sendo um regime dependente de instrumento de regulamentação coletiva ou de acordo com o empregador, a concretização prática poderá variar e não se pode excluir que algumas convenções coletivas venham a regular especificamente estas situações. Porém, à luz do texto atualmente aprovado, não existe qualquer proibição de acumulação por ambos os progenitores“, sublinha Pedro Antunes.
Também Gonçalo Pinto Ferreira, sócio e coordenador da área de Trabalho e Segurança Social da Deloitte Legal TELLES, faz essa interpretação do texto que está agora nas mãos do Presidente da República, António José Seguro.
“A lei dispõe apenas que o regime pode ser exercido por qualquer um dos progenitores, sem reservar o direito a um deles, mas sem introduzir qualquer mecanismo de gestão do exercício simultâneo por ambos quando trabalhem na mesma empresa, ao contrário do que sucede, por exemplo, na licença parental complementar”, afirma o advogado.
Não havendo essa salvaguarda no artigo 56.º-A, nada impede, à letra da lei, o exercício simultâneo por ambos os progenitores, incluindo quando empregados pela mesma entidade empregadora.
“Não havendo essa salvaguarda no artigo 56.º-A, nada impede, à letra da lei, o exercício simultâneo por ambos os progenitores, incluindo quando empregados pela mesma entidade empregadora”, argumenta Gonçalo Pinto Ferreira.
Já Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, atira que seria útil o legislador esclarecer esta questão. “No horário flexível, o artigo 56.º refere expressamente a possibilidade de exercício por ambos. No novo artigo, a expressão escolhida foi ‘qualquer um dos progenitores’. Não retiraria daí uma proibição inequívoca de utilização simultânea, mas a diferença de redação merece esclarecimento, sobretudo quando os dois trabalham na mesma empresa“, declara.
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O impacto da jornada contínua na remuneração é outra das áreas a que a lei aprovada pelo Parlamento não dá uma resposta direta, mas os advogados ouvidos pelo ECO indicam que se pode concluir que exercer este regime não deverá implicar qualquer corte no salário do trabalhador.
“A norma não dispõe se a redução de até uma hora no período diário implica perda de retribuição”, alerta Pedro da Quitéria Faria, sócio responsável pelo departamento de Direito do Trabalho e Segurança Social da Antas da Cunha Ecija. “É, a meu ver, uma omissão relevante, ainda que parta do pressuposto de que o espírito do legislador seja o da intocabilidade da retribuição“, entende o advogado, que afirma que, ainda assim, a lei deveria esclarecer “de forma cristalina esta questão”.
A mesma posição é assumida pela advogada Inês Arruda. “O texto prevê uma redução do período normal de trabalho diário, mas não esclarece expressamente o seu tratamento remuneratório. Essa omissão não autoriza, por si só, uma redução proporcional do salário: o Código do Trabalho proíbe a diminuição da retribuição fora dos casos nele previstos ou previstos em instrumento de regulamentação coletiva”, explica a sócia da Pérez-Llorca.
Essa omissão não autoriza, por si só, uma redução proporcional do salário: o Código do Trabalho proíbe a diminuição da retribuição fora dos casos nele previstos ou previstos em instrumento de regulamentação coletiva.
Também Pedro Antunes defende que não deverá existir qualquer redução da retribuição, destacando que, “se o legislador pretendesse instituir uma redução proporcional da remuneração, seria expectável que o tivesse afirmado expressamente, uma vez que tal representaria uma alteração particularmente significativa das condições contratuais”.
Já Gonçalo Pinto Ferreira é mais assertivo: ainda que reconheça que a questão pode suscitar dúvidas, adianta que poderá ficar resolvida à luz do próprio conceito de jornada contínua. “A norma não define a jornada contínua como uma redução do período normal de trabalho, mas, sim, como a prestação ininterrupta de trabalho, com supressão (ou redução a um máximo de 30 minutos) do intervalo de descanso a meio do dia, sendo esse período de descanso, quando exista, contado como tempo de trabalho“, esclarece.
“Dito de outro modo, o trabalhador continua adstrito ao seu período normal de trabalho diário e semanal, apenas distribuído de forma diferente ao longo do dia, pelo que não há lugar a perda de retribuição“, considera o sócio da Deloitte Legal TELLES.
Conforme já noticiou o ECO, o diploma em causa também deixou por definir o prazo que os empregadores terão para responder aos pedidos de jornada contínua entregues pelos trabalhadores e as circunstâncias em que será possível recusar essas solicitações.
Apesar de já ter sido aprovada pelo Parlamento, a introdução da jornada contínua no privado só acontecerá, na prática, no arranque do próximo ano. Será nessa altura que a nova lei — que ainda tem de passar pelo crivo do Presidente da República — entrará em vigor.
El Ministerio de Consumo ha exigido este viernes a dos plataformas online la retirada de 8.318 anuncios de pisos turísticos que se ofertan como alquileres de temporada incumpliendo con la ley. Estos anuncios permiten arrendar las viviendas por menos de 31 días, que es la duración mínima que pueden tener los contratos de alquiler de temporada desde el 8 de octubre. Por debajo de esa duración se considera uso turístico. Estas limitaciones temporales para los alquileres vacacionales y de temporada son una de las novedades introducidas por el decreto aprobado de urgencia por el Gobierno tras el desahucio de Maricarmen Abascal y vuelto a aprobar por segunda vez una semana después tras el rechazo del Congreso.
El departamento dirigido por Pablo Bustinduy ha detectado que estos anuncios no cumplen con lo dispuesto en el nuevo decreto, que lleva en vigor desde el 8 de octubre, y, por tanto, serían "ilícitos" al publicitar como alojamientos de temporada viviendas cuyo uso es turístico. La Dirección General de Consumo considera que podría tratarse de una práctica de comunicación desleal por engañosa, lo que supone una infracción de la Ley General para la Defensa de los Consumidores y Usuarios.
Al detectar estas posibles irregularidades, el Ministerio de Consumo ha requerido a las dos plataformas donde se publicitan los 8.318 anuncios ilícitos identificados que los retiren. Desde el departamento de Pablo Bustinduy señalan que, una vez informadas, ambas webs pasan a tener responsabilidad directa sobre las potenciales infracciones detectadas. Por tanto, en caso de no eliminar los anuncios, podrían enfrentarse a la apertura de un expediente por parte del ministerio.
La inmensa mayoría de anuncios ilícitos detectados se corresponden con viviendas ubicadas en la Comunidad de Madrid. En concreto, 6.772 se han encontrado en esta región; particularmente, en la capital se han identificado 6.523 pisos turísticos ofertados ilegalmente como alquileres de temporada.
Desde el Ministerio de Consumo destacan que esta actuación ha sido posible gracias a la aprobación por segunda vez del decreto con medidas urgentes en materia de vivienda. Esta norma limita la duración de los alquileres de temporada a un mínimo de 31 días y un máximo de doce meses, debiendo acreditar el motivo que justifica su carácter temporal. Si se supera esta duración máxima y no se justifica adecuadamente por qué o si se encadenan más de dos contratos temporales seguidos, el alquiler pasa a considerarse como arrendamiento de vivienda habitual. También se restringe a 30 noches la duración máxima de los alquileres vacacionales de pisos turísticos.
El decreto está en vigor desde hace dos semanas, aunque todavía está pendiente de convalidación en el Congreso. Sin embargo, a diferencia de la primera vez que se votó —cuando PP, Vox, Junts y UPN tumbaron la norma y la dejaron sin efecto—, se espera que esta vez sí reciba el respaldo de la Cámara, porque, al haberse disuelto las Cortes por el adelanto electoral, la votación será ahora en la Diputación Permanente, donde suman mayoría los partidos que apoyaron el texto la primera vez.
No es la primera vez que el Ministerio de Consumo detecta una práctica irregular en anuncios de alojamientos. De hecho, a finales del año pasado sancionó a Airbnb con una multa de 64 millones de euros por ofertar miles de pisos turísticos que incumplían la normativa, una actuación que llevó aparejada la retirada de más de 65.000 anuncios del portal. También Booking eliminó más de 4.000 tras un requerimiento de Consumo. El departamento de Pablo Bustinduy también ha abierto recientemente un expediente a una gran inmobiliaria por prácticas abusivas y multó a Alquiler Seguro con 3,6 millones de euros.


Aleksander Madry, exjefe del equipo de Preparación de OpenAI, anunció que regresará a la empresa meses después de haberse ido, para trabajar junto al científico jefe Jakub Pachocki en los riesgos de seguridad que plantea una inteligencia artificial cada vez más capaz.
Madry comunicó su regreso en una publicacón en X, en el que describió su salida en mayo de 2026 como algo que “terminó pareciéndose más a un año sabático”. “Cuando me fui hace unos meses, sentí que lo más importante era enfocarme en hacer que la IA fuera más útil para la gente”, escribió.
“Pero desde entonces entramos en un régimen distinto de avance de la IA, uno en el que resolver bien los desafíos de seguridad de una IA cada vez más capaz tiene que volverse una prioridad central”, agregó Madry en el mismo mensaje.
Pachocki le respondió en la misma red social que le había pedido a Madry que volviera para trabajar junto a él en “preguntas sobre el ritmo y las implicancias del avance” de la tecnología y cómo deberían influir en la estrategia de OpenAI. “Valoro su criterio y me alegra tenerlo de nuevo en el equipo”, escribió.
Sam Altman, director ejecutivo de OpenAI, también celebró la decisión. “Estoy muy agradecido de que Aleksander haya aceptado nuestro pedido de encargarse de esto; los desafíos de seguridad que tenemos por delante mientras enfrentamos la superinteligencia son inmensos, y él tiene un conjunto de habilidades excelente para trabajar en esto”, afirmó en X.
Madry se unió a OpenAI en 2023 y lideró Preparación, el equipo creado ese año para evaluar riesgos catastróficos de los modelos más avanzados de la empresa, entre ellos amenazas cibernéticas, biológicas y la posibilidad de que los sistemas actúen con mayor autonomía. A mediados de 2024 fue reasignado a un rol centrado en el razonamiento de la IA.
Cuando dejó la empresa en mayo, Madry describió sus casi tres años allí como “la experiencia de una vida” y dijo que quería enfocarse en cómo la IA podía transformar la economía, incluido el modo en que las empresas entienden información, toman decisiones y operan.
Antes de OpenAI, dirigió el Centro de Aprendizaje Automático Desplegable del MIT y fue cocoordinador del Foro de Políticas de IA de esa universidad, donde continúa en licencia de su cargo de profesor.
El regreso de Madry llega después de que OpenAI calificara en septiembre de 2026 a Astra, uno de sus modelos en desarrollo, con el nivel “Crítico” de capacidad cibernética bajo su Marco de Preparación, según informó la propia empresa. Es el primer modelo al que le asigna ese nivel.
Según el comunicado de OpenAI, esa calificación implica que, con las herramientas y el acceso adecuados, Astra puede encontrar fallas de seguridad desconocidas y desarrollar formas de explotarlas en muchos sistemas bien protegidos sin que una persona guíe cada paso.
La compañía dijo que retrasó partes del desarrollo y el lanzamiento del modelo mientras reforzaba y probaba protecciones contra el mal uso y las acciones no autorizadas.
El área que Madry dirigía, Preparación, es justamente la que evalúa ese tipo de capacidades cibernéticas, además de riesgos biológicos y de autonomía de los modelos. Su regreso le da a OpenAI una figura con experiencia directa en ese marco de evaluación justo cuando la empresa enfrenta su primer caso de un modelo calificado en el nivel más alto de riesgo.
El regreso de Madry se produce en medio de una serie de salidas y advertencias de empleados vinculados a la seguridad de OpenAI. A comienzos de octubre de 2026, David Robinson, quien lideraba la redacción de los reportes de seguridad que acompañaban cada lanzamiento importante de la empresa, renunció y publicó un ensayo en The Atlantic titulado “Dejé OpenAI porque su cultura está rota”.
En ese texto, Robinson escribió que las empresas de IA, incluida OpenAI, “no están siendo lo suficientemente cuidadosas” al desarrollar sistemas cada vez más capaces, y que la industria necesita salvaguardas más cercanas a las de la aviación o la energía nuclear.
Un vocero de OpenAI respondió que la empresa continúa “fortaleciendo nuestras prácticas de seguridad para abordar los riesgos que vemos hoy”.
Ninguna de las publicaciones de Madry ni de Pachocki detalló el cargo formal que ocupará dentro de la empresa, y OpenAI no emitió un comunicado propio anunciando la contratación más allá de lo publicado por ambos en sus cuentas personales.
El foco inmediato del trabajo conjunto, según los propios mensajes, será definir qué controles de seguridad deben acompañar el desarrollo de los modelos más capaces antes de que lleguen a usuarios o sistemas externos.
Uber le dio a la totalidad de sus 30.000 empleados acceso a ChatGPT Work, el agente de inteligencia artificial empresarial de OpenAI, luego de un plan piloto con 1.000 trabajadores. Es el primer despliegue de una plataforma de agentes de IA que abarca a toda la compañía, según anunciaron ambas empresas.
ChatGPT Work se conecta con herramientas que Uber usa a diario, como Google Drive, Gmail, Google Calendar y Slack. Según la descripción oficial de OpenAI, el agente puede investigar información, preparar resúmenes de reuniones, armar presentaciones, analizar datos y completar tareas que cruzan varias aplicaciones.
OpenAI presentó ChatGPT Work en julio como un agente capaz de tomar acciones dentro de las aplicaciones y archivos de un usuario y sostener una tarea durante horas. Sumar a una empresa del tamaño de Uber como cliente de referencia es una señal de peso frente a otras grandes compañías que evalúan adoptar agentes similares.
El sistema funciona por defecto con GPT-6.1 Sol, un modelo que OpenAI describe como un equilibrio entre rendimiento y costo, y suma funciones de voz e imagen. Los equipos de ingeniería de Uber, en cambio, seguirán usando Codex, la herramienta de programación de OpenAI, para escribir código.
“Uber siempre fue una compañía de constructores, y todos los días millones de personas en el mundo dependen de lo que creamos”, dijo Praveen Neppalli Naga, director de tecnología de Uber, en el comunicado conjunto. “Llevar ChatGPT Work a toda la empresa es un paso hacia darles a todos las herramientas para innovar”.
Greg Brockman, presidente y cofundador de OpenAI, calificó el despliegue como “un gran paso para ampliar el acceso a capacidades e instrumentos de inteligencia artificial de avanzada” para las decenas de miles de empleados de Uber.
Durante la prueba con 1.000 empleados, el 80% de los usuarios no eran ingenieros, según Sumanth Sukumar, vicepresidente de ingeniería de Uber. Las áreas de finanzas, operaciones y producto usaron la herramienta para analizar datos operativos, traducir materiales de capacitación a distintos mercados y crear paneles de trabajo personalizados.
Uber también probó un esquema al que llama “AI pods”: grupos de 30 ingenieros de inteligencia artificial que trabajaron dos semanas con distintos equipos para automatizar partes de sus tareas. Ninguna de las dos empresas reveló cuánto costará la implementación completa del sistema.
“Nuestro enfoque es poner herramientas de IA poderosas a disposición de todos en Uber, dándoles a los equipos margen para experimentar”, dijo Sukumar. Agregó que la empresa evaluará qué flujos de trabajo surgen antes de decidir cómo seguir ampliando el uso interno de inteligencia artificial.
El presupuesto que Uber había destinado a inteligencia artificial para todo 2026 se agotó en los primeros cuatro meses del año, un indicio de la velocidad con la que la empresa amplió el uso de estas herramientas puertas adentro.
El anuncio llega semanas después de que Uber despidiera a unos 3.300 empleados, el 10% de su plantilla global, en la mayor reducción de personal de la compañía desde la pandemia. El director ejecutivo, Dara Khosrowshahi, explicó en un memo interno que el objetivo era reducir capas de management y simplificar equipos.
Khosrowshahi no atribuyó esos despidos a la inteligencia artificial, y la empresa aclaró que la decisión apuntaba a redirigir recursos hacia sus negocios de viajes, delivery y vehículos autónomos. Uber tampoco dijo que ChatGPT Work haya reemplazado puestos de trabajo específicos.
La relación entre ambas compañías se remonta a mayo de este año, cuando presentaron en conjunto herramientas de IA orientadas a conductores y pasajeros, como un asistente que ayuda a los choferes a optimizar sus ganancias. Uber y OpenAI adelantaron que compartirán más datos sobre la adopción y los resultados del nuevo despliegue a medida que avance.
Los envíos mundiales de computadoras cayeron 20% en el tercer trimestre de 2026 frente al mismo período del año anterior, hasta 62,7 millones de unidades, según los datos preliminares que publicó IDC. Es la segunda caída trimestral consecutiva.
La consultora Omdia midió una baja similar, de 21%, hasta 58,1 millones de equipos, y Counterpoint Research ubicó la contracción en 21%. Las tres firmas coinciden en que se trata del derrumbe más pronunciado desde el primer trimestre de 2023.
El retroceso también rompió el patrón habitual del mercado: los envíos cayeron 9% respecto del segundo trimestre, cuando lo normal es que el tercer trimestre supere al segundo por la demanda de compras para la vuelta a clases.
“Lo que estamos viendo es el resultado de la fuerte anticipación de compras en el primer semestre. Los fabricantes y distribuidores acumularon inventario a comienzos de año para adelantarse a las subas de precios”, explicó Jitesh Ubrani, director de investigación de dispositivos de consumo en IDC.
Esa anticipación de compras dejó al tercer trimestre con poca demanda real para sostener el ritmo habitual de ventas. Según IDC, la causa de fondo son las restricciones de suministro y los precios más altos de los componentes, producto de la carrera de los centros de datos de inteligencia artificial por acaparar memoria.
Las empresas de tecnología llevan meses enfrentando subas en los precios de la memoria RAM, los discos de almacenamiento y los chips de Intel, AMD y Qualcomm, lo que encareció desde computadoras portátiles hasta placas Raspberry Pi, según detalló The Verge con datos de Counterpoint.
Minsoo Kang, analista senior de Counterpoint, señaló que algunas marcas optaron por priorizar configuraciones que absorben mejor la inflación de componentes, lo que dejó con menos opciones económicas a los compradores más sensibles al precio. Otras directamente revivieron tecnología más vieja, como memorias DDR4, para contener los costos.
El propio comunicado de IDC atribuyó el origen del problema a la construcción acelerada de centros de datos de inteligencia artificial, que desvió hacia los servidores buena parte de la memoria que antes se destinaba a las computadoras personales.
El golpe no fue parejo entre las marcas. Lenovo, HP y Dell perdieron participación de mercado más rápido que el promedio de la industria y, juntas, cedieron 4,2 puntos de participación, según el detalle de IDC.
Apple, en cambio, amplió su cuota de mercado pese a enviar menos equipos en total, de acuerdo con la misma medición de IDC. El contraste refleja estrategias distintas de gestión de inventario frente a la escasez de componentes.
IDC advirtió que los canales de distribución ahora temen quedarse con demasiado stock en un mercado donde los precios elevados ya frenan la demanda. Eso podría traducirse en promociones de corto plazo, aunque la consultora descartó que los precios regresen a los niveles de hace un año.
“Con las condiciones macroeconómicas empeorando, el riesgo es que el panorama de los próximos trimestres se deteriore antes de mejorar”, agregó Ubrani en el comunicado de IDC.
Counterpoint fue más allá con su pronóstico: su director asociado, David Naranjo, proyectó que los envíos globales caerán 27% en el cuarto trimestre de 2026 y se mantendrán prácticamente estancados durante 2027. “La estabilización no debe confundirse con una recuperación”, afirmó.
Omdia, por su parte, estimó una caída algo menor para el cuarto trimestre, de 24%, seguida de otra baja de 7% en 2027. The Verge señaló además que, en el mismo trimestre, los envíos de celulares también tocaron su nivel más bajo en 14 años, lo que sugiere que la presión de precios sobre la electrónica de consumo no se limita a las computadoras.
Con pronósticos de Counterpoint y Omdia que apuntan a una contracción aún mayor para el cierre de 2026, la próxima medición trimestral de IDC, Omdia y Counterpoint será la que confirme si la caída profundiza o si las promociones de los canales logran, al menos, moderarla.

El éxito del pacífico cambio de régimen en España se debió a un puñado de abnegados servidores públicos que contribuyeron silenciosamente a ello. Entre estos merece lugar destacado José Luis Graullera, que acaba de morir a los 87 años. Valenciano, abogado e interventor del Estado, embajador de España, amigo personal y hombre de confianza de Adolfo Suárez, ejerció un papel decisivo, desde la Secretaría de Estado de Administraciones Públicas, en la transición administrativa, que él consideraba tan importante como la transición política. Antes, en su papel de interventor, como protector de los recursos públicos, evitó las corrupciones en los principales organismos del Estado, desde RTVE al CSIC o el Consejo de Estado. Como servidor público ejerció su papel pacificador en Guinea Ecuatorial, por encargo del presidente Suárez, en un momento delicado, recién lograda la independencia.
En la transición administrativa, conducida por él, se procuró, como me confesó en «Secretos de la Transición», «respetar todo lo positivo del antiguo régimen eliminando lo negativo». Facilitó las cosas el hecho de que «en el régimen anterior, a falta de legitimidad, había un axioma: el principio de legalidad que se respetaba escrupulosamente». Todos los funcionarios del Movimiento que no tenían funciones políticas, incluidos los de los sindicatos verticales, encontraron cobijo en la nueva Administración. Un día se presentó en el despacho de Graullera, en Castellana, 3, Pilar Primo de Rivera, delegada nacional de la Sección Femenina, a entregarle un dinero que la Sección Femenina tenía en efectivo y que no figuraba en ninguna cuenta. Una indudable prueba de honradez. «¿Qué va a ser de mis chicas?», le preguntó con insistencia. «No te preocupes, Pilar, -le respondió-, las haremos funcionarias». José Luis Graullera me confesó emocionado que mandó un escrito a más de 25.000 empleados que no entraban en el cuerpo de funcionarios y se quedaban en la calle, por si podía hacer algo por ellos, y sólo dos le pidieron ayuda.
Otro de los grandes servicios prestados por Graullera fue la creación y puesta en marcha de AESMIDE, una asociación de empresas contratistas con la Administración del Estado, que, entre otras cosas, ha contribuido decisivamente, externalizando productos y servicios, a la modernización de las Fuerzas Armadas en España. Se ha ido un patriota sin alardes, un servidor público eficaz, en un momento convulso de la vida nacional, que amenaza a la Transición democrática y la concordia constitucional, con la corrupción, que él tanto combatió, escalando como la yedra los muros del poder. Deja una gran familia. No se puede concebir la vida de Graullera sin Esther, su mujer, que él llamaba cariñosamente «la tendera».


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OpenAI, la empresa detrás de ChatGPT, está cerca de cerrar una ronda de financiamiento de hasta USD 30.000 millones que la valuaría en USD 1,25 billones, según la cadena CNBC. Inversores de Emiratos Árabes Unidos y el fondo Coatue lideran el acuerdo.
La cifra corresponde a una valuación previa al nuevo capital, es decir que no incluye el dinero que se incorporará con la ronda. Las personas consultadas por el medio mencionado pidieron no ser identificadas porque los detalles todavía son confidenciales y los términos pueden cambiar antes de firmarse.
Según esas fuentes, la empresa liderada por Sam Altman les dijo a los inversores que buscaba reunir las firmas definitivas antes de que termine el mes de octubre de 2026. El tamaño final de la ronda todavía se está definiendo.
La compañía presenta el financiamiento como un puente “oportunista” antes de una posible salida a bolsa, de acuerdo con las fuentes. OpenAI no respondió a los pedidos de comentario.
Si la ronda se concreta por encima de USD 1 billón, OpenAI superaría a cualquier otra compañía privada en la historia por valuación de mercado. El dato eleva además la vara para la futura oferta pública de acciones de la empresa, que presentó en junio los papeles confidenciales para salir a bolsa.
La directora financiera, Sarah Friar, les dijo a los empleados que esa salida a bolsa llegaría probablemente en 2027. La última ronda conocida de OpenAI, cerrada en marzo de 2026, había reunido USD 122.000 millones a una valuación de USD 852.000 millones, de acuerdo con TechCrunch y Tech Funding News.
El monto actual difiere del que había circulado en septiembre de 2026: la agencia Bloomberg informó a fines de septiembre que OpenAI negociaba la misma ronda de USD 30.000 millones, pero a una valuación de USD 1,4 billones, con fondos de Emiratos Árabes Unidos como Mubadala y un posible ingreso de BlackRock. Esas conversaciones previas incluían un precio fijo que no llegó a cerrarse.
Además del aporte de dinero, OpenAI negocia en paralelo un acuerdo comercial para conseguir más capacidad de cómputo desde Emiratos Árabes Unidos, según la cadena. Esa capacidad de procesamiento es la que la empresa necesita para entrenar y operar sus modelos de inteligencia artificial.
El acuerdo le permitiría a OpenAI ampliar su infraestructura más allá de los centros de datos que ya opera en Estados Unidos, en momentos en que la demanda de cómputo de la compañía crece junto con la cantidad de usuarios de ChatGPT.
La negociación se da en un contexto de mercados tecnológicos inestables, con dudas sobre las condiciones de financiamiento futuras para empresas de infraestructura de inteligencia artificial a medida que suben las tasas de interés.
Esta ronda de valuación ocurre también al tiempo en OpenAI expande ChatGPT Ads a nuevos mercados.
La nueva valuación de OpenAI también repercute en los planes de su principal competidora, Anthropic, que muchos analistas creen más cerca de confirmar su propia salida a bolsa. Según la cadena, Anthropic buscaría una valuación de entre USD 1,5 billones y USD 2 billones para ese debut.
Anthropic había recaudado USD 65.000 millones en mayo a una valuación de USD 965.000 millones, en lo que entonces se interpretó como su última gran ronda privada antes de cotizar en bolsa. Esa compañía también presentó papeles confidenciales para su oferta pública en junio de 2026.
OpenAI espera reunir las firmas de los inversores de esta ronda antes de que termine la próxima semana, aunque el tamaño definitivo del acuerdo y la lista completa de participantes todavía pueden variar.
La ROG Xbox Ally X edición 20 años ya está disponible como la nueva consola portátil de ASUS para quienes buscan llevar los videojuegos de PC fuera del escritorio. El equipo combina una pantalla OLED más grande, controles renovados y una edición limitada que incorpora accesorios como unas gafas de realidad aumentada.
Infobae Tecno probó la consola con Red Dead Redemption 2, un título de mundo abierto que permitió recorrer sus opciones de imagen, respuesta de los controles y desempeño en una sesión de juego portátil. Asimismo, al utilizar las gafas el juego se comprobó la capacidad de inmersión total de las gafas X1.
Felipe Llano, del área de relaciones públicas de ASUS, explicó que la edición conmemorativa por los 20 años de ROG tendrá unidades limitadas. La consola se venderá de forma individual y también en un paquete que incluye gafas, estuche protector y una maleta Pelican.
Uno de los principales cambios está en el panel ROG Nebula HDR OLED, que aumenta su tamaño de 7 a 7,4 pulgadas respecto de la versión anterior.
La pantalla alcanza hasta 1.400 nits de brillo, una cifra pensada para mantener la visibilidad en diferentes entornos y resaltar el contraste en juegos con escenas oscuras.
Incorpora una tasa de refresco variable de hasta 120 Hz, que puede disminuir automáticamente cuando el contenido no exige tanta fluidez para priorizar el consumo de batería.
El panel utiliza tecnología Tandem OLED, con dos capas que distribuyen el esfuerzo necesario para alcanzar altos niveles de brillo. Además, la consola incluye Corning Gorilla Glass Victus y una superficie que reduce los reflejos.
La ROG Ally X edición 20 años incorpora joysticks TMR en lugar de los controles Hall Effect presentes en otros modelos.
Este sistema utiliza imanes para detectar los movimientos y apunta a reducir el desgaste de los componentes, además de minimizar el problema conocido como drift, cuando un joystick registra movimiento sin que el jugador lo accione.
La consola también suma una cruceta ajustable. Con un giro, el usuario puede pasar de una configuración de cuatro direcciones a otra de ocho direcciones, que añade movimientos diagonales.
Esta alternativa está pensada para juegos de lucha, plataformas o títulos que requieren combinaciones de comandos más precisas.
Los botones, gatillos y agarres también fueron rediseñados, con una superficie en relieve para reducir el riesgo de que la consola se deslice durante una sesión de juego.
El equipo mantiene una configuración orientada a ejecutar videojuegos de PC en una consola de mano.
Cuenta con un procesador AMD, 24 GB de memoria RAM LPDDR5X y 1 TB de almacenamiento interno. ASUS indicó que la memoria alcanza una tasa de transferencia de hasta 8.000 megatransferencias.
El almacenamiento puede ampliarse de dos formas: mediante una tarjeta microSD o con el reemplazo de la unidad SSD. La consola admite unidades de hasta 4 TB.
La ROG Ally X también utiliza Windows 11 optimizado para el formato de consola. Al encenderla, el sistema muestra una interfaz adaptada al uso portátil, aunque conserva las posibilidades de una computadora: puede conectarse a un teclado, un mouse, monitores externos o una base para utilizarla como una PC de escritorio.
La consola conserva una batería de 80 Wh. Su duración depende del videojuego, el perfil de rendimiento, el nivel de brillo, la frecuencia de actualización de la pantalla y el uso de los ventiladores.
ASUS estima una autonomía de entre cuatro y seis horas para jugar, aunque esa cifra puede variar según la exigencia del título.
En contenidos menos demandantes, como la reproducción de películas, la autonomía puede extenderse. La pantalla OLED también contribuye a la eficiencia energética en escenas oscuras, porque los píxeles negros se apagan.
La edición completa incluye las gafas ROG Xreal R1 edición 20 años, desarrolladas en colaboración con Xreal. Se conectan a la consola con un solo cable USB-C, que transmite la imagen y la energía, sin necesidad de una conexión adicional.
Según ASUS, las gafas pueden proyectar una imagen equivalente a una pantalla de 171 pulgadas vista a cuatro metros de distancia. La proyección puede alcanzar hasta 240 Hz, dependiendo de la configuración. Integran una función para visualizar contenido en 3D y audio Bose.
El paquete suma un estuche rígido para proteger la pantalla y los joysticks durante el transporte, además de una maleta Pelican.
La consola mantiene una estética especial por el aniversario de ROG, con cuerpo negro translúcido, detalles dorados, iluminación personalizable y un diseño que permite ver parte de los componentes internos.