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CHEGA exige igualdade nos apoios financeiros a atletas paralímpicos e surdolímpicos

O CHEGA Madeira apresentou um Projecto de Resolução na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, recomendando ao Governo Regional a equiparação integral dos apoios financeiros atribuídos aos atletas paralímpicos e surdolímpicos aos concedidos aos praticantes do desporto regular, nomeadamente na participação em campeonatos mundiais e europeus.

CHEGA exige igualdade nos apoios financeiros a atletas paralímpicos e surdolímpicos

O CHEGA Madeira apresentou um Projecto de Resolução na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, recomendando ao Governo Regional a equiparação integral dos apoios financeiros atribuídos aos atletas paralímpicos e surdolímpicos aos concedidos aos praticantes do desporto regular, nomeadamente na participação em campeonatos mundiais e europeus.

CHEGA exige igualdade nos apoios financeiros a atletas paralímpicos e surdolímpicos

O CHEGA Madeira apresentou um Projecto de Resolução na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, recomendando ao Governo Regional a equiparação integral dos apoios financeiros atribuídos aos atletas paralímpicos e surdolímpicos aos concedidos aos praticantes do desporto regular, nomeadamente na participação em campeonatos mundiais e europeus.

Miguel Castro defende melhores condições e compensações para os polícias da Madeira

O deputado não inscrito à Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Castro, reuniu-se com o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) para analisar as principais preocupações dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) na Região, com destaque para as condições de trabalho, a valorização remuneratória e as compensações associadas à insularidade.

Miguel Castro defende melhores condições e compensações para os polícias da Madeira

O deputado não inscrito à Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Castro, reuniu-se com o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) para analisar as principais preocupações dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) na Região, com destaque para as condições de trabalho, a valorização remuneratória e as compensações associadas à insularidade.

Miguel Castro defende melhores condições e compensações para os polícias da Madeira

O deputado não inscrito à Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Castro, reuniu-se com o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) para analisar as principais preocupações dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) na Região, com destaque para as condições de trabalho, a valorização remuneratória e as compensações associadas à insularidade.

Cidade que inspirou cenário de GTA VI começa a ganhar elementos do jogo na vida real, incluindo lanchonetes fictícias

23 October 2026 at 15:28

Lanchonetes que antes existiam apenas nos videogames, carros personalizados e anúncios de empresas fictícias começaram a fazer parte da paisagem de Miami, nos Estados Unidos. A cidade da Flórida, que serviu de inspiração para Vice City, cenário de “Grand Theft Auto VI (GTA VI)”, recebeu uma série de intervenções temáticas às vésperas do lançamento do jogo.

Entre as novidades estão versões reais do Burger Shot e do Cluckin’ Bell, redes de fast-food conhecidas pelos fãs da franquia. As referências apareceram no Kaseya Center, arena do Miami Heat, equipe da liga norte-americana de basquete (NBA), enquanto outros pontos da cidade ganharam elementos associados ao universo criado pela Rockstar Games

A movimentação acontece a menos de um mês do lançamento de “GTA VI”, previsto para 19 de novembro de 2026, para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A iniciativa aproxima a cidade real de sua representação fictícia, conhecida pelas praias, avenidas movimentadas e vida noturna.

Lanchonetes fictícias e carros personalizados nas ruas

No Kaseya Center, estabelecimentos receberam a identidade visual do Burger Shot, uma rede de hambúrgueres, e do Cluckin’ Bell, especializado em frango frito. As duas marcas aparecem em diferentes títulos da franquia e fazem parte das sátiras à cultura de consumo norte-americana presentes nos jogos.

Miami’s Kaseya Center has rebranded its burger restaurant as Burger Shot with Macca & Friends and Vice City posters also appearing inside the venue as part of #GTAVI’s marketing campaign. Via @GTAVI_Countdown / @nvtnp_ https://t.co/FP3ly6kNen

— ben (@videotech) October 21, 2026

As intervenções também chegaram às ruas de Miami, com veículos personalizados com placas do estado fictício de Leonida, anúncios de empresas inventadas e referências a Vice City em ônibus, táxis e painéis publicitários.

Em Miami Beach, guarda-sóis e espreguiçadeiras nas cores rosa e azul passaram a compor a paisagem. Entre as referências identificadas estão a emissora fictícia Weazel News, a marca de refrigerantes eCola e a casa noturna Vault Nightclub.

A campanha também envolve o Miami Heat, que anunciou o evento “A Night in Vice City” para 18 de novembro. Na ocasião, a equipe deverá adotar temporariamente a identidade de Vice City Heat, com uniformes especiais, uma quadra temática e produtos exclusivos relacionados ao jogo.

Leia Mais:

Por que Miami serviu de inspiração para Vice City?

A relação entre Miami e “Grand Theft Auto” não começou com o sexto jogo. Lançado em 2002, “GTA: Vice City” apresentou uma cidade fictícia inspirada na Miami dos anos 1980, com praias, palmeiras, edifícios de estilo art déco e ruas iluminadas por letreiros de neon. A ambientação também incorporou referências à cultura popular da época, especialmente às produções policiais ambientadas na Flórida.

Em “GTA VI”, a Rockstar retoma esse universo em uma versão contemporânea. A história acompanha Jason Duval e Lucia Caminos, dois protagonistas envolvidos em uma trama criminal no estado fictício de Leonida, inspirado na Flórida.

As intervenções espalhadas por Miami fazem, assim, o caminho inverso ao da criação do jogo. Elementos inspirados na cidade norte-americana retornam às suas ruas como parte da divulgação de “GTA VI”, aproximando o cenário virtual dos locais que ajudaram a construí-lo.

Las falsedades de Feijóo sobre la eutanasia: no es cierto que los médicos tengan un papel “secundario”

23 October 2026 at 11:18

Las falsedades de Feijóo sobre la eutanasia: no es cierto que los médicos tengan un papel “secundario”

El líder popular cae en diversas informaciones incorrectas para justificar su intención de derogar la ley que garantiza una muerte digna, a pesar de ser un derecho que ha sido avalado por el Tribunal Constitucional

El juzgado da vía libre a la eutanasia de Francesc Augé tras dos años en suspenso al renunciar su padre a impedirla

“La vida digna está por encima de la muerte digna”. Así lo ha afirmado Alberto Núñez Feijóo en una entrevista en La Ser que ha agitado el avispero respecto al debate sobre la eutanasia. El candidato del PP ha vuelto a poner sobre la mesa su intención de reformar la ley que garantiza la muerte asistida y lo ha hecho con un seguido de falsedades que no responden a la realidad.

La más evidente es su afirmación de que “el papel de los médicos, los especialistas, es secundario” en el proceso eutanásico. Eso es, directamente, falso. Los facultativos son quienes acompañan, deciden y, sobre todo, tienen la capacidad de revocar en cualquier momento la solicitud de muerte asistida de un ciudadano. “Es una ambigüedad médica clara”, apunta Fernando Marín, vicepresidente de la asociación Derecho a Morir Dignamente (DMD).

Actualmente, según la ley, el proceso para acceder a la eutanasia pasa por pedirlo al médico especialista o de cabecera, que debe rubricar la solicitud y consultar al llamado 'médico consultor', un facultativo sin relación previa con el paciente que verifica que se cumplen con los requisitos. Una vez aquí, la petición pasa a la Comisión de Garantía y Evaluación, formada por especialistas médicos y juristas, y que tiene la última decisión. En cualquiera de estos estadios, se puede revocar la petición.

“Es una ley tremendamente garantista en la que los médicos tienen un papel fundamental. Decir lo contrario es querer confundir a la población”, asegura Marín. Por ello, aunque Feijóo insista en que quiere “derogar” la ley de eutanasia, eso no es tan fácil, puesto que el Tribunal Constitucional avaló el derecho a morir dignamente.

Con todo, ante la dificultad de derogar la ley, el objetivo del PP es, realmente, reformarla mediante el “filtro paliativo”. Se trata de un requisito que quiere obligar a que los facultativos que participan del proceso de evaluación sean todos especialistas de paliativos. Eso supone un problema, porque reduciría bastante la lista de profesionales disponibles para participar en la evaluación, lo que acrecentaría muchísimo los plazos.

“Es una manera de aumentar las denegaciones de manera indirecta. Dificultar encontrar médicos responsables y consultores sólo conseguirá que la gente se muera ates de acceder a la eutanasia, no que se deje de solicitar”, insiste Marín.

Según el Ministerio de Sanidad, en 2025 se tramitaron 1.284 solicitudes para morir, un 31% más que el año anterior. De ellas, menos de la mitad (48%) acabaron recibiendo ayuda. Eso, según DMD, demuestra tanto que la ley es “muy garantista”, como que ya hay dificultades para conseguir acceder a la prestación. Esta afirmación se sustenta en otro dato: el 31,5% de solicitantes murieron durante el proceso de tramitación.

“Tenemos una cifra de muertes asistidas muy baja porque a la gente le cuesta encontrar médico responsable. La gente se muere antes, sobre todo las personas con cáncer”, explica Marín. De nuevo, los datos lo avalan. El cáncer supone casi el 40% de las solicitudes, pero las que reciben la prestación son menos del 30%. En cambio, estas cifras se invierten con las enfermedades neurológicas: suponen el 30% de las solicitudes y el 46% de las eutanasias realizadas.

Una de las maneras de entender la dificultad de encontrar médicos responsables y consultores es mirar los datos por comunidades autónomas, que son las que tienen las competencias en sanidad. Todas las regiones que se encuentran por debajo de la media en la realización de prestaciones (a excepción de Castilla-La Mancha) están gobernadas por el PP.

El motivo es que en estas comunidades suele haber más médicos objetores de conciencia. Eso significa que la solicitud debe ser trasladada al director del centro de salud que, si no encuentra a un facultativo entre su plantilla, debe preguntar al gobierno autonómico. “Se nota mucho que, según quien gobierne, cuesta más o menos encontrar profesionales”, insiste Marín.

A pesar de todas estas evidencias, Feijóo ha afirmado que está “de acuerdo” con la muerte digna, “pero antes de llegar ahí, hay que garantizar una vida digna”. Después de esta máxima, el líder popular ha aprovechado para volver a traer a colación el caso de Noelia, la joven que consiguió la eutanasia tras casi dos años de batalla legal con sus padres, que quisieron impedirle este derecho.

“El caso Noelia nos impactó. A mí me escribió su madre y me pidió que no volviera a pasar lo que le pasó a su hija”, ha asegurado Feijóo. Para DMD, que el líder del PP mencionara a la chica, es “un horror, una instrumentalización clara y gravísima”. Marín recuerda que a Noelia se le aplicó la eutanasia por la paraplegia que sufría, no por su depresión crónica. “Aun así, parece que hay quien quisiera que se volviera a intentar suicidar”, lamenta el vicepresidente de la entidad.

“Lo que hay que combatir es la desigualdad, las condiciones vitales que quitan la dignidad de las personas que sufren emocionalmente o por su situación socioeconómica. Eso es lo que hay que arreglar, no una ley de eutanasia que viene a dejar que la gente acabe su vida en dignidad y como decidan”, zanja Marín.

Clara Mattei, economista: "Incluso las élites están esclavizadas por el capitalismo"

22 October 2026 at 21:11

Clara Mattei, economista: "Incluso las élites están esclavizadas por el capitalismo"

La académica italoamericana publica 'Escapar del capitalismo', un ensayo en el que llama a la clase trabajadora a repensar alternativas para un sistema económico más equitativo y justo

Sven Beckert, historiador: “El capitalismo es una historia de guerra constante”

Clara Mattei (1988) ha pasado toda la vida a caballo entre su Estados Unidos natal y la Italia de la que proviene su familia. Al poco de nacer, se trasladó a Europa, donde gozó de la sanidad y educación pública. Allí se graduó en Filosofía y, con esos conocimientos, se trasladó, de nuevo, a Estados Unidos para doctorarse en Economía y ejercer la docencia. Empezó en universidades privadas, donde vivió de primera mano “la perversión del capitalismo salvaje”. Eso la afianzó en sus tesis anticapitalistas, que la llevaron a decantarse por la universidad pública y por buscar alternativas al sistema.

Se define como optimista, “a pesar de la que está cayendo” y asegura que hay maneras de escapar al capitalismo. Precisamente ese es el título de su nuevo libro, publicado con Capitán Swing (2026), en el que recuerda las herramientas de las élites para subyugar a los trabajadores y repasa su receta para poner las bases de un mundo más justo. Para ella, la clave está en la autoorganización y, por eso, ha fundado el Forum for Real Economic Emancipation (FREE), unos espacios de debate con el objetivo de diseñar un nuevo sistema económico que tenga en el centro la igualdad y la justicia.

En diversas ciudades de Europa hierven protestas sociales, desde Francia hasta Italia, pasando por Grecia o España. Eso me lleva al inicio de su libro, donde contextualiza el inicio de la revolución socialista de principios del siglo XX en un momento de hartazgo social derivado del trauma de la guerra, la inflación y las políticas de austeridad. No puedo evitar hacer paralelismos. ¿Adónde cree que nos llevarán estas protestas?

No debemos subestimar el poder de la organización colectiva cuando la gente se da cuenta de que el sistema no puede satisfacer sus necesidades básicas. Estamos ante una reacción espontánea contra un conflicto fundacional de nuestra economía que es que, por diseño, no puede garantizarnos siquiera una vida decente.

Es en estos momentos cuando se da un mayor potencial de cambio revolucionario, porque entendemos que este sistema no es racional. Lo único que se necesita es una organización más estable de la gente.

¿En qué formato?

No necesariamente en partidos o sindicatos. Creo que estas asambleas, en las que la gente se une y, a pesar de venir de contextos diferentes, toma decisiones de manera horizontal, son un buen comienzo. Esto es lo que hacemos en el Forum for Real Economic Emancipation (FREE), que se ha hecho muy grande a base de atraer a grupos preexistentes y a personas que no se habían movilizado antes. Gente pobre y sin perspectiva que se está organizando en círculos.

Lo que estamos viendo estos días, en forma de protestas, saqueos y disturbios, es un buen comienzo, pero no se puede quedar aquí si no queremos que se nos demonice. Tiene que haber una construcción permanente de alternativas para presionar a los mercados y los gobiernos.

Cuando habla de círculos, organizaciones de base y alternativas a los partidos tradicionales no puedo evitar pensar en el 15M, esa revolución que acabó cooptada por las lógicas del sistema de partidos. ¿Cómo podemos escapar de sus tentáculos?

Es muy difícil. A la que entras a jugar con las reglas del sistema, te corrompes. No es porque sean mala gente, sólo es que la función de la institución es hacernos creer que no hay otros métodos. Tenemos que repensar qué significa la política y, para eso, hay que cambiar la economía y las instituciones. Y eso necesita romper la dependencia de los inversores privados que tienen a la sociedad y a los partidos a su merced.

Es que la clave para subvertir el sistema es evitar quedar integrado en él

No pide poco…

Los trabajadores creamos valor, pero no lo usamos. Tenemos que mirar a las organizaciones de trabajadores, a las cooperativas y a todos esos espacios que buscan un provecho, pero no uno político o económico.

¿Reniega de los partidos?

Es que la clave para subvertir el sistema es evitar quedar integrado en él. No hay otra manera porque no podemos sobrevivir bajo el capitalismo. En lugares como China, las cosas son diferentes: el partido tiene otra lógica porque parte de una estructura cívica y porque controla el capital privado.

Claro que es un sistema que tiene límites, pero nos enseña que hay un espectro enorme de posibilidades y que el concepto de “partido” puede significar cosas distintas dependiendo de cómo estén diseñados y a quién escuchen. En Estados Unidos, que está en el otro extremo, los partidos están al servicio de los lobbies y su dinero. Y esas estructuras jamás podrán llevarnos hacia la democracia.

Afirma que no hay democracia posible bajo el capitalismo. ¿Eso significa que todas sus alternativas son democráticas? ¿Incluso China?

Todo lo relativo a China es complicado. En Occidente hay mucha propaganda contra China, principalmente porque nuestro concepto de democracia es diferente. Y creemos que el nuestro es el bueno, aunque tengamos un sistema electoral no demasiado democrático. De hecho, creo que la palabra “democracia” peca de ser algo imperialista a veces.

¿Y eso?

Porque se usa para ridiculizar y barbarizar a otras regiones. Claro que en China hay límites, pero eso también pasa en países subsumidos a las lógicas capitalistas. Hace poco estuve en China y vi visión de futuro, algo que en occidente hemos perdido. Tienen un gran sistema sanitario, educativo y de pensiones, no hay sinhogarismo… Son cosas que, quizás, hemos subestimado, pero que nos enseñan que hay alternativas.

Insisto en que en el capitalismo no puede haber democracia porque la democracia necesita relaciones no extractivas ni basadas en la explotación. Antes de que me lo digas, sé que la URSS no abolió la explotación, pero creo que el camino es parecido al que establecieron.

Clara Mattei, durante la entrevista en el marco de la gira de presentación de su libro 'Escapar del capitalismo'
Clara Mattei, durante la entrevista en el marco de la gira de presentación de su libro 'Escapar del capitalismo'

Hablar de democracia me lleva al concepto de libertad, que está muy disputado. Vemos cómo la izquierda la reivindica desde su definición más filosófica mientras que la derecha lo hace desde la perspectiva económica. Usted, que es filósofa y economista, ¿cómo entiende la libertad?

Para la izquierda se trata de recuperar el poder; si nos centramos en lo económico, es poder decidir sobre lo que se produce y cómo lo hacemos. Pero la derecha se ha esforzado mucho en resignificar la libertad y relacionarla con el emprendimiento, invertir en lo que se quiera y en la falta de regulación. Pero eso, paradójicamente, nos lleva a tener menos libertad. Hasta las élites y la gente con buenos sueldos, esa que cree que decide sobre su propia economía, está esclavizada por el capitalismo y su lógica del beneficio, de la competición y de la clase.

No hay ningún CEO o gran ejecutivo que viva sin estrés o presiones. Esa es la prueba de que la libertad es imposible, para absolutamente nadie, bajo el capitalismo. Estamos hablando de sentido común, pero parece que nos cuesta despertar del engaño. Espero que ahora que estamos en medio de una gran crisis algo empiece a cambiar.

Pero en momentos de crisis suele crecer el apoyo a los partidos de extrema derecha. ¿Qué le diría a la clase trabajadora que vota a opciones conservadoras?

Que si quieren derechos básicos cubiertos, sanidad pública y pensiones, necesitan unirse a la causa de la antiausteridad. Es un propósito que asusta a las élites porque puede unir a gente que piensa de manera muy diferente, ya que toca cuestiones que van a la raíz del bienestar material. No he visto las encuestas en España, pero estoy segura de que la idea de defender que la vivienda no sea un bien de mercado va a tener buenos resultados.

Efectivamente, no ha visto las encuestas [Risas]

¿Me equivoco?

Pues sí. El foco del debate se encuentra en la vivienda y, a pesar de que se ha constatado que el mercado no se regula solo y que sus intereses chocan con la concepción de la vivienda como derecho, las previsiones auguran una victoria de la derecha.

Aquí se ve por qué la austeridad es tan importante de combatir: divide a la gente de maneras que escapan a toda lógica. Además, produce precariedad y, a la vez, disciplina a los trabajadores para que tengan miedo a enfrentarse al sistema. Y eso se traduce en antagonismos entre la clase trabajadora.

Por eso es esencial que personas como yo escribamos libros y organicemos espacios públicos para el pensamiento crítico; así como que personas como tú, desde la prensa, os resistáis a las presiones económicas. Nuestra obligación es hacer obvias las costuras del sistema y demostrar a la gente que el enemigo no está entre nuestros iguales. La cuestión es cómo hacemos que todo este conocimiento llegue a la gente.

Odio trabajar para universidades privadas porque sé hasta qué punto puedo ser cómplice de la dependencia del mercado

Déjeme ser abogada del diablo. La academia, al menos en Estados Unidos, que es donde usted enseña, depende de universidades privadas que, a su vez, se alimentan de estudiantes obligados a endeudarse. Así que, en cierta manera, el conocimiento crítico que usted genera acaba alimentando al mismo capitalismo contra el que quiere luchar.

Pues sí. Y, por suerte, he sido contratada por instituciones públicas. Odio trabajar para universidades privadas porque sé hasta qué punto puedo ser cómplice de la dependencia del mercado. También tengo la suerte de publicar libros con editoriales que no piensan en cuánto van a vender, sino en la aportación que van a hacer. Pero, evidentemente, nadie se escapa de las contradicciones.

Salir del capitalismo requiere sacrificios. Estos pueden ser más asumibles para quien actúa desde el privilegio o, incluso, para quien se encuentra cerca de la pobreza extrema y no tiene nada que perder. Pero ¿cómo convencería a la clase media que ideológicamente comulgaría con el anticapitalismo, pero no se atreve a poner en riesgo la poca estabilidad de la que dispone?

No necesariamente requiere tantos sacrificios… El primer paso para escapar del capitalismo es organizarse y, para mí, es una experiencia tremendamente humana. Compartir espacio con gente que quiere mejorar el mundo es algo que te cambia. Así que no lo veo como un sacrificio.

Pero alterar el sistema requiere algo más que asambleas.

Es cierto que, cuando lo hablado en asambleas se materialice en acciones, puede haber violencia. Pero no va a haber más violencia que la que ya vemos cada día en nuestros trabajos, hogares y ciudades. También es muy probable que haya una guerra en Europa… No creo que mantenernos como estamos nos libre de la violencia; es más, creo que ese pequeño sacrificio nos puede ahorrar muchos otros que vendrán en el futuro. ¡Imagínate poder olvidarte del estrés, de la precariedad y del miedo a perder el trabajo!

Espero que la huelga general sea masiva para que le recordemos al sistema lo poderosos que somos, pero no hay que dejar que esa fuerza colectiva se apague después de un proceso electoral

Dedica, precisamente, un capítulo del libro a cómo el sistema mantiene siempre una cierta tasa de desempleo para controlar a los trabajadores a través del miedo. ¿Qué poder real tenemos?

Todo. Se ha trabajado muy duro para deslegitimar la teoría del valor-trabajo, que apunta a que el valor de algo se mide por la cantidad de trabajo necesario para producirlo. Eso es peligroso para el sistema, porque nos recuerda que los beneficios salen del trabajo no remunerado. Hemos olvidado que todo lo que tenemos proviene de la explotación.

Por eso, espero que la huelga general sea masiva para que le recordemos al sistema lo poderosos que somos. Nosotros tenemos la comida, los combustibles y las materias primas. Pero, sobre todo, no hay que dejar que esa fuerza colectiva se apague después de un proceso electoral porque, insisto, la democracia no está en el voto, sino en un sistema realmente igualitario.

Me gustaría acabar volviendo a apelar a su mitad filósofa. ¿Se puede ser capitalista y buena persona?

Creo que la mayoría de gente es buena persona. La cuestión es que muchos se ven obligados a hacer cosas que no harían, sólo para sobrevivir en la lógica capitalista. Nos gusta ver las cosas desde términos morales, pero el sistema es totalmente amoral. Lo vemos, por ejemplo, en el genocidio de Gaza: a diario hay bombardeos contra la población civil. ¿Los trabajadores que fabrican esas bombas son mala gente? Sólo piensan en sus necesidades inmediatas que son, seguramente, poner comida sobre la mesa. Pero eso no les excluye de estar participando en un genocidio, de una u otra manera.

Y es ahí donde vemos que la racionalidad económica es, por definición amoral, porque mata cualquier rastro de humanidad. Y por eso tenemos que cambiar este sistema que supedita el éxito a la inmoralidad.

Você confere o celular várias vezes antes de sair de casa? Entenda o que a psicologia explica sobre esse hábito

23 October 2026 at 00:20

Antes de sair de casa, algumas pessoas repetem um pequeno ritual. Conferem se o celular está no bolso, procuram as chaves e verificam a carteira, mesmo depois de terem certeza de que pegaram tudo. Embora pareça apenas uma precaução, a necessidade de checar os mesmos objetos várias vezes pode estar relacionada à maneira como lidamos com dúvidas, responsabilidades e lembranças.

Na psicologia, esse tipo de comportamento é conhecido como verificação ou checagem. Em situações cotidianas, pode funcionar como uma forma de evitar esquecimentos e imprevistos.

No entanto, quando se torna repetitivo, nem sempre proporciona a segurança esperada. Pesquisas indicam que conferir algo muitas vezes pode diminuir a confiança na própria memória, aumentando a sensação de dúvida.

Hábito frequente

O celular deixou de ser apenas um meio de comunicação e passou a reunir funções importantes para o cotidiano, como acesso a documentos, aplicativos bancários, pagamentos e informações profissionais. Por isso, esquecê-lo em casa pode representar um transtorno, o que ajuda a explicar a preocupação em confirmar se o aparelho está por perto.

A psicologia também investiga a relação entre comportamentos de checagem e responsabilidade percebida, que envolve a sensação de precisar tomar precauções para evitar consequências negativas. Nesse contexto, conferir o celular pode ser uma maneira de tentar prevenir esquecimentos ou situações inconvenientes.

Leia Mais:

Uma revisão científica publicada em 2025 na revista Psychology Research and Behavior Management discutiu como fatores como responsabilidade excessiva, dúvidas e desconfiança na memória podem contribuir para verificações compulsivas. Embora a pesquisa tenha abordado principalmente comportamentos associados ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ela ajuda a compreender os mecanismos psicológicos envolvidos na repetição dessas ações.

Conferir o celular várias vezes pode aumentar a dúvida?

Mesmo depois de confirmar que o celular está no bolso ou na bolsa, algumas pessoas sentem necessidade de conferir novamente. Embora pareça uma forma de evitar esquecimentos, a repetição nem sempre aumenta a sensação de segurança.

Conferir o celular antes de sair não significa necessariamente ansiedade ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Segundo o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH), verificações compulsivas podem estar associadas a pensamentos persistentes, sofrimento e prejuízos à rotina.

Quando o hábito provoca atrasos frequentes, angústia ou dificuldade para realizar atividades, buscar orientação psicológica pode ser importante. Já no cotidiano, conferir o aparelho com atenção antes de sair pode ajudar a evitar repetições desnecessárias.

Paciencia histórica

By: Sandra · Golpe
22 October 2026 at 23:30

También esta semana podría, perfectamente, pasar a la historia. Para empezar, 15 años han pasado ya desde que ETA colgó las armas y sus herederos entraron en las instituciones para blanquearse y acabar aburguesándose, como los demás partidos. Incluso han llegado a convertirse en socios preferentes de este Gobierno, con Arnaldo Otegi al frente como «hombre de paz», mientras él y sus colegas presumen de sus políticas ecologistas y sueñan con la Lehendakaritza. Bildu, ya con casi todos sus presos excarcelados, no ha condenado aún -oficialmente- la violencia de ETA. ¿En qué situación estarán los líderes del Procés dentro de 3 lustros? Queda claro que, en este país nuestro, no hay imposibles que valgan.

Esta también ha sido la semana en la que se ha amnistiado definitivamente a todos los impulsores de lo que pasó en Cataluña en 2017, y hemos visto regresar a dos de ellos, Puig y Comín, fugados hace 9 años y recibidos ahora como héroes por los suyos. ¡Qué cara la de Toni Comín prometiendo la Constitución española en el mismísimo Congreso de los Diputados, en Madrid! Quién se lo iba a decir a él... Lo mismo habrá pensado el ex presidente Felipe González. ¿Cómo iba él a barruntar siquiera que su PSOE iba a ir mutando hasta convertirse en un partido 100% sanchista? También, por tanto, recordaremos estos días en los que González confirmó públicamente que no votará a Pedro, que votará en blanco el 29N (y a ver quién se atreve a expulsarle).

Esta semana, en la que Javier Milei ha venido por séptima vez a España desde que es presidente de Argentina, hemos comprobado que en Ferraz, sobre todo, se le ha recibido a lo grande, con lona gigante y vídeos trabajados de zurdos y orgullosos. El ruido y las protestas que genera Milei en la ultraizquierda se ha mezclado con un par de manifestaciones agresivas contra los mítines de VOX. Y esos mítines, con las acampadas, con las protestas de los estudiantes, con unas calles que se calientan más y más mientras los sindicatos policiales culpan de semejante caos a los delegados de Gobierno, por permitirlo.

Y entretanto, la Moncloa con sus martes sociales, convertidos en mítines salpicados de decretos de efímera vida, mientras Ferraz sigue negándose a ofrecerle al juez Pedraz la lista de los abogados contratados por el PSOE para poder avanzar en el caso «Cloacas» (Leire Díez es la llave y la clave de todo lo cloaquero, lo veremos tras las elecciones).

Hemos llegado al histórico día de hoy con Ceuta aún en el limbo, sumida en la anormalidad, con los precios de los combustibles disparados y con el resto de nuestros problemas cotidianos ahí, esperando a ser resueltos. Señor, danos paciencia.

© EFE

Felipe González

Uma reflexão sobre coragem ou sofrimento? O que está por trás de “tudo vale a pena se a alma não é pequena”, de Fernando Pessoa

22 October 2026 at 23:19

A frase “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, de Fernando Pessoa, costuma ser utilizada como incentivo para enfrentar dificuldades e perseguir objetivos. Apesar do tom motivacional que ganhou ao longo dos anos, a expressão surgiu em um poema que aborda os perigos das navegações portuguesas e o sofrimento das famílias que aguardavam o retorno de seus entes queridos.

O verso faz parte de “Mar Português”, publicado em 1934 no livro Mensagem. Na obra, o escritor recupera episódios da história de Portugal e reflete sobre os sacrifícios envolvidos na expansão marítima, período marcado por viagens arriscadas e perdas humanas.

A passagem, portanto, vai além de uma mensagem sobre determinação. Ao questionar se os esforços valeram a pena, Pessoa também coloca em discussão o preço das conquistas e a importância atribuída a elas.

O sofrimento por trás da famosa frase

Antes de apresentar o verso que se tornou conhecido, Fernando Pessoa descreve as consequências das viagens pelo oceano. O poema menciona mães que choraram pelos filhos, mulheres que não chegaram a se casar e pessoas que sofreram com a ausência daqueles que partiram.

É depois dessa descrição que surge a pergunta “Valeu a pena?”, seguida da resposta que dá sentido à expressão. Nesse contexto, a ideia de uma “alma não pequena” pode ser interpretada como a coragem necessária para enfrentar obstáculos em busca de algo considerado maior.

Leia Mais:

O texto também faz referência ao Cabo Bojador, localizado na costa do atual Saara Ocidental, na África. Durante o século XV, a região representava um desafio para os navegadores portugueses, até ser ultrapassada por Gil Eanes, em 1434.

Ao recuperar esse episódio, Pessoa relaciona a superação dos perigos do mar à disposição de avançar diante do desconhecido. Ao mesmo tempo, os versos não deixam de reconhecer as perdas que acompanharam essas jornadas.

Como a expressão ganhou um novo significado ao longo do tempo

Fora de seu contexto original, a frase passou a ser associada a situações cotidianas, como mudanças de carreira, realização de sonhos e superação de dificuldades pessoais.

Nessas interpretações, a expressão costuma transmitir a ideia de que enfrentar desafios pode valer a pena quando existe um propósito importante. Entretanto, o poema não apresenta uma promessa de sucesso nem afirma que qualquer sofrimento seja justificável.

A diferença está no contexto. Enquanto o uso popular destaca a coragem e a persistência, “Mar Português” também reconhece as consequências das escolhas feitas em nome de grandes objetivos.

Dessa forma, os versos de Fernando Pessoa continuam permitindo diferentes interpretações, tanto como um incentivo para enfrentar o desconhecido quanto como uma reflexão sobre os sacrifícios que podem acompanhar uma conquista.

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