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ANAM entrega ao Presidente da República livro sobre o futuro do Poder Local

O presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM), Fernando Santos Pereira, entregou ao Presidente da República, António José Seguro, na residência oficial em Belém, o livro que reúne os contributos do ciclo nacional de conferências “A Arquitetura do Poder Local”, promovido pela associação ao longo de 2026.

A publicação, intitulada “A Arquitetura do Poder Local – Ciclo Nacional de Conferências 2026”, compila cerca de 100 intervenções de constitucionalistas, académicos, responsáveis políticos, autarcas e especialistas. Entre os participantes no ciclo de conferências figuram nomes como Jorge Miranda, Vital Moreira, António Cândido de Oliveira, Pedro Costa Gonçalves, Jorge Bacelar Gouveia e Tiago Serrão, além de governantes, dirigentes associativos e autarcas.

A iniciativa decorreu no ano em que se assinalam os 50 anos do Poder Local democrático e teve como objetivo analisar a evolução, a organização e o funcionamento da governação local em Portugal, bem como perspetivar os seus desafios futuros. A digressão do ciclo abrangeu 11 universidades públicas no continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, tendo encerrado no dia 2 de julho na Universidade do Minho, em Braga.

Durante os debates promovidos pela ANAM, abordaram-se matérias como a reforma da Lei das Finanças Locais, a revisão do Estatuto dos Eleitos Locais, a reforma da Lei Eleitoral Autárquica e o reforço do papel das Assembleias Municipais enquanto órgãos deliberativos e de fiscalização.

Segundo Fernando Santos Pereira, a obra pretende constituir um património de conhecimento ao serviço das reformas necessárias para o Poder Local e para o fortalecimento da democracia de proximidade. A entrega do livro ao Chefe de Estado sucede à apresentação feita ao Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, estando ainda prevista a entrega ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, no dia 3 de novembro, bem como aos representantes dos partidos políticos.

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Vai sentir saudades? Ratinho diz quando irá se aposentar da TV

Ratinho, de 70 anos, abriu o jogo sobre o futuro na televisão. Em entrevistao ao portal LeoDias, o apresentador contou que não planeja uma aposentadoria por agora e que pretende permanecer no SBT por pelo menos mais dez anos.

De acordo com Carlos Massa, ele está muito bem fisicamente e que continua trabalhando na televisão e em suas empresas. “Eu acho que mais cerca de dez, trabalhando, se eu penso que dá. Eu acho que estou firme para mais dez anos”, declarou.

Na sequência, Ratinho ouviu que chegaria aos 80 anos, mas negou a ideia de continuar trabalhando além dessa idade. “80 tá bom, já deu. Já vai encher o saco suficiente. Mas o café no bule vai estar sempre cheio, né? Sempre cheio, sempre, sempre”, brincou.

O comunicador começou a carreira na TV em programas policiais, em 1991. Em 1997, foi contratado pela Record e comandou o Ratinho Livre, mas ficou apenas 1 anos e já seguiu para o SBT. O apresentador permanece na emissora de Silvio Santos há 28 anos.

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Do campo à cidade: por que o armazenamento de alimentos é essencial para o abastecimento

A chegada de alimentos frescos às mesas dos consumidores depende de uma estrutura que começa muito antes das prateleiras dos supermercados. Entre a colheita de uma safra, o transporte da produção e a venda nos centros urbanos, o armazenamento exerce uma função decisiva para preservar a qualidade dos produtos, reduzir perdas e manter o abastecimento regular. Quando essa etapa falha, os efeitos podem aparecer em diferentes pontos da cadeia, desde a renda de quem produz até os preços pagos pelas famílias.

O Brasil reúne características que tornam essa operação especialmente importante. A extensão territorial, a diversidade climática e a distância entre regiões produtoras e grandes centros consumidores exigem planejamento logístico e condições adequadas de conservação. Produtos perecíveis, como carnes, leite, frutas e hortaliças, precisam de cuidados específicos para chegar ao destino em condições apropriadas de consumo.

O caminho dos alimentos entre a produção rural e as cidades

A cadeia de abastecimento reúne diferentes atividades, incluindo produção, seleção, beneficiamento, embalagem, transporte, distribuição e comercialização. Cada etapa influencia a seguinte, e o armazenamento funciona como um elo que ajuda a equilibrar a oferta e a demanda.

Na agricultura, a colheita costuma concentrar grandes volumes de produtos em períodos determinados. Nem sempre, porém, o consumo acompanha o mesmo calendário. Uma propriedade pode produzir mais frutas em determinadas semanas, enquanto o mercado mantém uma demanda relativamente constante durante o ano. A conservação adequada permite organizar a distribuição e diminuir a pressão para comercializar tudo imediatamente.

O mesmo princípio vale para a pecuária e a indústria de alimentos. Carnes, pescados e outros produtos que exigem refrigeração dependem de instalações apropriadas para manter suas características durante o processamento e a movimentação. A temperatura precisa ser controlada de acordo com as necessidades de cada alimento, respeitando as exigências sanitárias aplicáveis.

A distância entre o campo e a cidade também interfere na operação. Quanto maior o percurso, maior a necessidade de coordenar horários, equipamentos, embalagens e condições de transporte. Uma falha durante o trajeto pode comprometer o resultado de um processo produtivo que levou meses para ser concluído.

Como o armazenamento ajuda a reduzir perdas

A perda de alimentos pode ocorrer por diferentes motivos, como deterioração, danos físicos, falhas de refrigeração, excesso de estoque e dificuldades de comercialização. Parte desses problemas pode ser evitada com planejamento e infraestrutura compatível com o volume movimentado.

Em produtos frescos, o tempo entre a colheita e o resfriamento pode influenciar diretamente a conservação. Frutas e hortaliças continuam passando por processos biológicos depois de retiradas das plantas, e a velocidade dessas transformações varia conforme a espécie, a temperatura e as condições ambientais.

Nos alimentos congelados, o controle térmico é igualmente importante. Oscilações de temperatura podem prejudicar a qualidade e comprometer a segurança do produto, dependendo do tipo de alimento e das condições de exposição. Por isso, câmaras frias, veículos refrigerados e equipamentos de conservação precisam funcionar de maneira integrada.

O planejamento dos estoques também contribui para diminuir o desperdício. Sistemas de identificação por lote, acompanhamento de validade e organização por data de entrada ajudam os operadores a priorizar os produtos que precisam sair primeiro. Essas medidas são úteis tanto em grandes centros de distribuição quanto em pequenos estabelecimentos comerciais.

A redução das perdas beneficia toda a cadeia. O produtor aproveita melhor o resultado da colheita, o distribuidor diminui prejuízos e o varejista consegue organizar a oferta com mais previsibilidade. Para o consumidor, o reflexo pode aparecer na disponibilidade dos produtos e na menor ocorrência de descartes que pressionam os custos operacionais.

Refrigeração e congelamento têm funções diferentes

Embora sejam frequentemente tratados como processos semelhantes, refrigeração e congelamento atendem a necessidades distintas. A refrigeração mantém os alimentos em temperaturas baixas, sem necessariamente congelar a água presente em sua composição. O congelamento, por sua vez, reduz a temperatura a ponto de formar cristais de gelo e permite conservar determinados produtos por períodos mais longos, desde que sejam respeitadas as condições adequadas.

A escolha depende das características do alimento, do tempo previsto até a comercialização e das exigências de conservação. Leite fresco, verduras, carnes resfriadas e alimentos congelados não podem ser tratados como se tivessem as mesmas necessidades.

Na distribuição, essa diferenciação exige planejamento desde a origem. Não basta contar com um caminhão refrigerado se o produto permanecer exposto a temperaturas inadequadas antes do carregamento. Da mesma forma, um equipamento de armazenamento não compensa falhas sanitárias ocorridas durante a manipulação.

O controle deve abranger toda a operação, com procedimentos de limpeza, monitoramento de temperatura, manutenção dos equipamentos e treinamento das equipes. A segurança dos alimentos depende da combinação desses cuidados, e não apenas da presença de sistemas de refrigeração.

A estrutura de armazenamento também chega aos pequenos negócios

A importância da conservação não se limita às fazendas, cooperativas e grandes empresas de distribuição. Mercados de bairro, açougues, restaurantes, padarias e lojas especializadas também precisam administrar estoques de alimentos com diferentes prazos de validade e exigências de temperatura.

Em estabelecimentos menores, o espaço disponível costuma ser um fator determinante. A área de armazenamento precisa comportar os produtos sem prejudicar a circulação, a limpeza e o acesso aos itens utilizados diariamente. Uma organização inadequada pode dificultar a identificação dos alimentos, aumentar o tempo de manipulação e favorecer perdas evitáveis.

A escolha dos equipamentos deve considerar o volume médio de compras, a frequência de reposição e o perfil da mercadoria. Um freezer horizontal de qualidade Electrolux, por exemplo, pode integrar a estrutura de conservação de um pequeno comércio que trabalha com produtos congelados, desde que sua capacidade e suas especificações sejam compatíveis com a operação.

O equipamento, isoladamente, não resolve todos os desafios. É necessário distribuir os produtos de maneira organizada, evitar sobrecarga, respeitar os limites de funcionamento e acompanhar as condições de conservação. Também é importante prever espaço para manutenção e garantir que a instalação elétrica seja adequada.

A rotina de abastecimento influencia diretamente essas decisões. Um mercado que recebe mercadorias diariamente tem necessidades diferentes das de um estabelecimento localizado em uma região distante dos centros de distribuição, onde as entregas podem ocorrer em intervalos maiores. A estrutura ideal é aquela que atende à demanda real sem gerar custos desnecessários.

Logística, planejamento e disponibilidade nas prateleiras

O armazenamento está ligado à eficiência do transporte. Quando os estoques são bem dimensionados, as empresas conseguem organizar as entregas, consolidar cargas e reduzir deslocamentos pouco eficientes. O planejamento também ajuda a evitar que determinados produtos faltem enquanto outros permanecem parados por tempo excessivo.

Centros de distribuição utilizam informações sobre vendas, sazonalidade e prazos de entrega para estimar quanto precisam manter em estoque. Em períodos de maior consumo, como festas de fim de ano e datas comemorativas, essa previsão se torna ainda mais relevante. A demanda por carnes, sorvetes, bebidas e ingredientes para refeições pode aumentar, exigindo espaço adicional e reposição coordenada.

Nas regiões produtoras, a infraestrutura de conservação pode ampliar as possibilidades de comercialização. Em vez de depender exclusivamente da venda imediata após a colheita ou o processamento, produtores e cooperativas conseguem planejar melhor o escoamento, desde que disponham de instalações apropriadas e encontrem condições comerciais favoráveis.

Isso não significa que armazenar por mais tempo seja sempre vantajoso. A manutenção de estoques envolve gastos com energia, equipamentos, instalações, mão de obra e controle sanitário. O desafio consiste em encontrar um equilíbrio entre a disponibilidade dos produtos e o custo necessário para conservá-los.

Quando esse planejamento funciona, a cadeia ganha previsibilidade. Os comerciantes conseguem estimar suas necessidades, os distribuidores organizam as rotas e os consumidores encontram maior regularidade na oferta.

Tecnologia e eficiência energética na conservação

A modernização dos equipamentos de refrigeração tem ampliado as possibilidades de controle e acompanhamento dos estoques. Recursos de monitoramento de temperatura, alarmes e sistemas de gestão ajudam a identificar alterações que poderiam passar despercebidas durante a rotina de trabalho.

A eficiência energética também merece atenção, principalmente em operações que mantêm equipamentos ligados continuamente. Modelos com tecnologias voltadas à redução do consumo podem contribuir para controlar as despesas, embora o resultado dependa das condições de uso, da instalação, da temperatura ambiente e da frequência de abertura.

Ao avaliar um equipamento, é importante observar a capacidade interna, a faixa de temperatura, o consumo informado pelo fabricante, as dimensões e a assistência técnica disponível. A escolha deve considerar o tipo e a quantidade de alimentos armazenados, além das características do local de instalação.

Em residências e pequenos negócios, equipamentos compactos podem ajudar a separar os alimentos de consumo imediato daqueles destinados a períodos posteriores. Para quem quer uma alternativa de armazenamento adicional, o Freezer Horizontal 100l Inverter Bivolt Branco Midea Branco MDRC151FZD013 pode ser uma boa opção.

A capacidade disponível, entretanto, precisa ser analisada junto à rotina de abastecimento. Comprar um equipamento maior do que o necessário pode representar um investimento pouco eficiente, enquanto uma unidade pequena demais pode dificultar a organização e limitar o estoque. A decisão mais adequada parte da quantidade de alimentos movimentada e do tempo previsto de conservação.

O papel do consumidor na redução do desperdício

Embora boa parte da cadeia de abastecimento dependa de decisões empresariais e de infraestrutura logística, os cuidados domésticos também influenciam o aproveitamento dos alimentos. Planejar as compras, organizar a geladeira e o freezer e identificar os produtos armazenados são atitudes que ajudam a evitar descartes.

O congelamento pode facilitar o aproveitamento de carnes, refeições preparadas e outros alimentos adequados a esse processo. Para isso, é recomendável utilizar embalagens apropriadas, identificar o conteúdo e a data de armazenamento e seguir orientações de conservação específicas para cada produto.

A organização deve permitir a circulação de ar frio e evitar que alimentos sejam mantidos em condições inadequadas. Também é importante não recongelar produtos de maneira indiscriminada após o descongelamento, observando as recomendações de segurança alimentar.

O planejamento das refeições ajuda a dimensionar as compras e a utilizar primeiro os itens que estão há mais tempo armazenados. Essas medidas reduzem a possibilidade de produtos permanecerem esquecidos até perderem suas condições de consumo.

Uma cadeia mais preparada começa no armazenamento

Do campo aos centros urbanos, conservar alimentos exige coordenação entre produtores, transportadores, distribuidores, comerciantes e consumidores. Cada participante tem responsabilidades específicas, mas todos dependem de uma estrutura capaz de preservar a qualidade dos produtos durante as diferentes etapas do abastecimento.

Investimentos em refrigeração, organização de estoques, manutenção preventiva e planejamento logístico ajudam a diminuir perdas e a melhorar a utilização dos recursos disponíveis. A tecnologia pode apoiar esse processo, desde que seja acompanhada de procedimentos adequados e decisões compatíveis com a realidade de cada operação.

Em um país de dimensões continentais, essas medidas têm relevância econômica e social. O armazenamento bem planejado contribui para aproximar regiões produtoras dos mercados consumidores, aproveitar melhor a produção e tornar a distribuição mais previsível.

A eficiência da cadeia não depende de um único equipamento ou de uma etapa isolada. Ela resulta da integração entre infraestrutura, informação e cuidados cotidianos. Quanto melhor esses elementos funcionam em conjunto, maiores são as condições de fazer com que os alimentos percorram o caminho entre o campo e a cidade com qualidade, segurança e menos desperdício.

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Simone passa por cirurgia para retirar excesso de pele: ‘Vergonha’

Simone Mendes surpreendeu os seguidores ao revelar que passou por um novo procedimento estético. Após realizar uma rinomodelação em setembro, a cantora sertaneja decidiu realizar uma cirurgia para retirar o excesso de pele das pernas.

De acordo com ela, a necessidade surgiu após seu processo de emagrecimento, em que perdeu cerca de 30 a 35 kg. Em um vídeo publicado em seus stories do Instagram, a irmã de Simaria afirmou que o problema afetava a sua autoestima.

“Eu fui em Fortaleza na segunda-feira e fiz uma cirurgia que foi a retirada de pele da coxa, um lifting de coxa. Era o meu sonho. Quando eu cheguei quase aos 90 kg, eu estourei algumas estrias no interno de coxa, então a musculatura não funcionava mais, eu perdi a elasticidade. Era muita pele, muita, muita pele”, disse ela.

Simone desabafou que o excesso de pele causava insegurança ao usar roupas curtas. “Sempre tive vergonha de pôr short e toda vez que usava tinha que usar três, quatro meias-calças para ficar confortável e ficava com a autoestima baixa”, contou.

Por fim, a cantora disse que pausou a agenda de shows e que separou alguns dias para descansar e cuidar de si mesma. “Agora estou aqui de repouso, bem bonitinha. Tirei esses dias para poder justamente cuidar de mim”, finalizou.

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Rotina de perfumação na primavera: como escolher a fragrância certa para cada ocasião

Uma manhã fresca, um deslocamento sob o sol e um encontro ao fim da tarde podem fazer parte do mesmo dia de primavera. Nesse cenário, a escolha de uma fragrância depende menos de uma regra fixa para a estação e mais da combinação entre preferência pessoal, temperatura, ambiente e proximidade com outras pessoas.

Uma rotina de perfumação bem planejada permite apreciar diferentes aromas sem transformar cada compromisso em uma troca obrigatória de perfume. O ponto de partida é reconhecer quais características agradam, observar a evolução da composição na pele e ajustar a aplicação à ocasião. Frescor, presença e conforto podem coexistir, desde que a intensidade faça sentido para o contexto.

Preferências olfativas e conforto na primavera

As famílias olfativas ajudam a organizar a escolha, mas não funcionam como compartimentos fechados. Composições cítricas podem lembrar cascas de frutas; florais remetem a flores com perfis variados; amadeiradas evocam madeiras secas, cremosas ou terrosas. Uma mesma fragrância costuma reunir elementos de diferentes grupos, com resultados bastante distintos.

Para quem aprecia uma sensação de frescor, acordes cítricos, verdes ou aquosos podem ser pontos de partida. Já notas florais, especiadas e amadeiradas também cabem na primavera, especialmente quando a composição e a quantidade aplicada oferecem conforto. Nenhuma família precisa ser excluída apenas por causa do calendário.

O benefício dessa leitura é tornar a escolha mais precisa. Em vez de procurar simplesmente um “perfume de primavera”, vale identificar descrições concretas: floral delicado, cítrico seco, madeira suave ou doçura discreta. Essas referências ajudam a comparar opções sem depender apenas da primeira impressão.

Checklist de escolha antes da compra

A avaliação começa pelo destino principal da fragrância: escritório, passeios, encontros ou uso doméstico. Depois entram as preferências por aromas mais próximos da pele ou mais perceptíveis ao redor. Também importa considerar a convivência em espaços compartilhados, sobretudo quando há pessoas sensíveis a cheiros.

Na experimentação, a fita olfativa permite uma triagem inicial. O teste na pele, quando não há histórico de reação ou contraindicação, acrescenta outra informação: como a composição evolui ao longo do tempo. As notas percebidas logo após a aplicação podem diferir daquelas que permanecem mais tarde. Testar muitas opções em sequência dificulta a comparação.

Antes da decisão, três perguntas ajudam: o aroma continua agradável depois da saída inicial? A intensidade combina com a ocasião prevista? A aplicação é confortável? Termos como perfume e colônia oferecem pistas, mas não garantem duração ou projeção idênticas entre produtos. Formulação, quantidade aplicada e condições de uso também influenciam a experiência.

Fragrâncias para trabalho e compromissos diurnos

No trabalho, em consultas ou em reuniões presenciais, a proximidade entre pessoas costuma ser mais importante que o tamanho do ambiente. Uma fragrância agradável individualmente pode ocupar espaço demais em uma sala pequena. Por isso, a escolha deve considerar tanto o aroma quanto a presença que ele cria.

Conhecer diferentes composições amplia as possibilidades de uso. Comparar famílias, descrições de notas e formatos ajuda a distinguir frescor de baixa intensidade, características que não são sinônimas. Nesse processo, explorar opções de perfumaria permite relacionar preferências olfativas às situações da rotina. A descrição orienta a seleção inicial, enquanto a experimentação confirma a afinidade com cada composição.

Para compromissos diurnos, uma aplicação discreta pode ser suficiente, conforme as instruções do produto. Reaplicar automaticamente, apenas porque o aroma deixou de ser percebido por quem o utiliza, pode aumentar a intensidade sem necessidade. A familiaridade com o cheiro não significa, necessariamente, que ele desapareceu para outras pessoas.

Passeios ao ar livre e encontros à noite

Em passeios, almoços em varandas e atividades externas, a fragrância acompanha movimento, variações de temperatura e exposição ao ambiente. A escolha pode privilegiar uma composição confortável, sem exigir reaplicações constantes. Perfume não substitui higiene nem proteção solar, e as instruções de uso devem ser respeitadas.

À noite, notas amadeiradas, florais mais encorpadas ou nuances doces podem interessar a quem procura maior presença. Isso não torna essas opções obrigatórias: uma composição fresca também pode combinar com um jantar ou uma celebração. O critério continua sendo a preferência, ajustada ao local.

Restaurantes pequenos e encontros próximos pedem atenção à quantidade, independentemente do horário. Já uma festa em espaço amplo permite outra experiência de uso. O ajuste mais útil costuma estar na aplicação, não na obrigação de manter um perfume diferente para cada compromisso.

Autocuidado sem excesso de camadas aromáticas

Sabonete, hidratante e fragrância podem participar do mesmo ritual, mas a soma de aromas nem sempre produz uma combinação agradável. Quando o perfume é o protagonista, produtos com cheiro discreto ajudam a preservar a identidade da composição. Hidratação deve atender às necessidades da pele, não servir como promessa de fixação.

Fragrâncias podem causar dermatite de contato em pessoas suscetíveis, conforme explica a DermNet. Produtos de origem natural também podem conter substâncias alergênicas. Diante de coceira, ardor ou vermelhidão, a orientação é suspender o uso e procurar avaliação dermatológica, especialmente quando os sintomas persistem.

Conservação e ajustes na rotina

A fragrância escolhida precisa de armazenamento adequado. A FDA informa que calor e exposição à luz solar podem comprometer a qualidade dos cosméticos. Armários protegidos dessas condições costumam ser mais apropriados que carros ou prateleiras ensolaradas. Validade e recomendações do fabricante devem orientar a conservação.

Mudanças inesperadas de cheiro, cor ou aparência merecem atenção. Para transportar o produto, embalagens próprias e bem fechadas reduzem o risco de vazamentos. Uma rotina simples, com escolhas conscientes e aplicação moderada, tende a ser mais prática que uma coleção usada sem critério.

Conclusão: a fragrância certa para a primavera

Na primavera, a fragrância certa é aquela que combina prazer sensorial, conforto e respeito ao ambiente. A ocasião orienta a intensidade; a preferência pessoal dá identidade à escolha.

Referências

DERMNET. Fragrance allergy. [s. d.]. Disponível em: https://dermnetnz.org/topics/fragrance-allergy.

UNITED STATES FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Shelf life and expiration dating of cosmetics. 2022. Disponível em: https://www.fda.gov/cosmetics/cosmetics-labeling/shelf-life-and-expiration-dating-cosmetics.

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