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20 milhões de euros para construir fábrica de água

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A água será captada da nascente de Gostei e embalada nesta fábrica, um investimento da empresa Maravilha Decimal, que é 50% do Grupo Outeirinho e 50% do jogador Cristiano Ronaldo, e que já vem a ser anunciado há vários anos.

Francisco Ferreira, um dos administradores do Grupo Outeirinho, adiantou que, neste momento, está a ser feita a terraplanagem e a ser construída a base do edificado, que deverá estar em pé “em março ou abril”.

O objetivo, garantiu, é a fábrica estar pronta no “final de 2027” e a operar “de certeza” no início de 2028, com capacidade para embalar “500/600 milhões de litros por ano”.

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Goleada à moda antiga

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O Abambres Sport Club venceu no domingo o ADC Constantim B por uns expressivos 0-15, numa partida disputada no Estádio do Cruzeiro, em Constantim.

A equipa de Sub-16 do Abambres demonstrou uma elevada eficácia ofensiva e total domínio ao longo dos 90 minutos. A marcha do marcador iniciou-se aos 15 minutos por intermédio de Simão Gonçalves. Seguiram-se os golos de Diogo Veiga (21’), José Nóbrega (27’), Vicente Rodrigues (29’), Diogo Veiga (33’), Eduardo Sequeira (40’) e Gonçalo Silva (43’), fixando o resultado ao intervalo num claro 0-7.

Na segunda parte, o Abambres manteve a intensidade e continuou a avolumar o marcador. Vicente Rodrigues bisou aos 46’ e fez o seu terceiro golo aos 56’, intercalado por mais um tento de Diogo Veiga aos 49’. Gonçalo Silva dilatou para 0-10 aos 51’, seguindo-se os golos de Paulo Chaves (62’), Diogo Taveira (75’) e Tomás Fontoura (86’). Um autogolo de Gonçalo Martins aos 90 selou a vitória final em 0-15.


FICHA TÉCNICA
Estádio do Cruzeiro, em Constantim
Árbitro: Rúben Fernandes

CONSTANTIM B: Tiago Oliveira (GR), Gonçalo Martins, Vasco Pereira, André Nogueira, Henrique Alves, Francisco Baptista, Vasco Dinis, 20 Gonçalo Guedes, 22 Oscar Xu, Rodrigo Cortinhas e Luca Will Suplentes: Juan Gomes, Henrique Pinheiro, Rafael Gonçalves, Delfim Aguilar e Vasco Botelho
Treinador: Daniel Alegre

ABAMBRES: António Silva (GR), Rodrigo Silva, Diogo Veiga, Santiago Padilha, Eduardo Sequeira, Salvador Simões, Paulo Chaves, Vicente Rodrigues, José Nóbrega, Simão Gonçalves e Gonçalo Silva Suplentes: Alan Marcelino, Afonso Lopes (GR), Benjamim Abreu, Rodrigo Matos, Diogo Filipe, André Mendes, Tomás Fontoura, Francisco Barreto e Diogo Taveira
Treinador: Tiago Nóbrega

Marcadores: Diogo Veiga (3), Vicente Rodrigues (3), Gonçalo Silva (2), Simão Gonçalves, José Nóbrega, Eduardo Sequeira, Paulo Chaves, Diogo Taveira, Tomás Fontoura e Gonçalo Martins (a.g)

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Alunos do ensino profissional trocaram experiências em viagem a França  

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Entre os dias 6 e 10 de outubro, um grupo de oito alunos, acompanhados pelos professores Miguel Almeida, Luísa Bandeirinha, Hortênsia Quintela e Susana Chaves, participaram numa mobilidade no âmbito do programa Erasmus+ VET, em Châteauroux, França.

Esta ação foi desenvolvida no âmbito do projeto ERASMUS + “Passaporte para o Futuro”, que resulta de um consócio liderado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT) e engloba todas as escolas de ensino e formação profissional do Território, e no qual o Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo está inserido.

O programa teve início com uma visita cultural a Paris, proporcionando aos alunos a oportunidade de conhecer alguns dos lugares mais emblemáticos da capital francesa.

O programa incluiu passeios pelas zonas históricas e monumentais da cidade, com passagem pela Catedral de Notre-Dame, subida ao Arco do Triunfo (284 degraus), almoço panorâmico nos Campos Elísios e passeio pedonal pela área envolvente do Museu do Louvre.

Esta primeira etapa da mobilidade representou também uma oportunidade de aprendizagem fora da sala de aula, incentivando a autonomia, a convivência em grupo e o contacto direto com uma das cidades de maior relevância histórica e cultural da Europa.

Ao longo da semana, o programa integrou atividades de acolhimento e interação na escola parceira Lycée des Métiers “Les Charmilles” com visitas guiadas às instalações e equipamentos, atividades práticas e aprendizagens linguísticas e culturais acompanhadas por momentos de convívio e socialização entre alunos e professores franceses.

O passeio pedonal à zona do centro histórico de Châteauroux, foi orientado por três alunas francesas do Curso Profissional de Turismo, que nos descreveram um pouco do património da Capital da Bas-Berry localizada ao longo do rio Indre. A Porte Saint-Martin, as ruas medievais, o antigo convento de Cordeliers do séc. XIII, o castelo Raoul; a igreja Notre-Dame de estilo neo-românico, com a sua cúpula encimada por uma estátua da Virgem em bronze dourado foram alguns dos locais visitados.

FORMAÇÃO

No âmbito da formação profissional, os alunos tiveram a oportunidade de contactar com diferentes valências da área da saúde e do apoio à pessoa, nomeadamente os cuidados de higiene e bem-estar a bebés, assim como diversas práticas de acompanhamento e apoio à autonomia e qualidade de vida de pessoas idosas e dependentes. Estas experiências permitiram conhecer diferentes contextos de intervenção nas áreas da saúde e ação social e aprofundar competências relevantes para o futuro profissional dos alunos.

Foram igualmente promovidos momentos de aprendizagem e partilha com estudantes franceses da área da saúde, aproximando-os das práticas e dos contextos profissionais franceses.

A mobilidade incluiu ainda atividades de intercâmbio linguístico e cultural, reforçando a comunicação em línguas estrangeiras, a autonomia, a capacidade de adaptação e o respeito pela diversidade.

Para além das aprendizagens técnicas, esta experiência permitiu desenvolver competências sociais e interculturais fundamentais para a formação dos futuros profissionais de saúde, nomeadamente a empatia, a responsabilidade, a cooperação e a valorização da dignidade humana.

A participação nesta iniciativa “reforça o compromisso do Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo com a internacionalização do ensino e da formação profissional, proporcionando aos seus alunos oportunidades concretas de aprendizagem em contexto europeu. Aprender além-fronteiras é também crescer enquanto profissionais e cidadãos europeus”, sublinha a escola em comunicado.

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CCDR NORTE defende reforço da cooperação inter-regional para a competitividade europeia

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Na sua intervenção, a Região Norte defendeu o “reforço do papel das regiões” nas políticas europeias de inovação, destacando a importância das Estratégias de Especialização Inteligente, da articulação de investimentos e do desenvolvimento de novas cadeias de valor industriais através da cooperação inter-regional.

O debate incidiu também sobre o futuro dos Planos de Parceria Nacionais e Regionais, do Fundo Europeu para a Competitividade e do Horizonte Europa.

A CCDR NORTE sublinhou a necessidade de os futuros instrumentos europeus valorizarem as prioridades e especificidades de cada território, promovendo uma articulação efetiva entre inovação, competitividade e coesão territorial. “A Europa será mais competitiva quando transformar a diversidade das suas regiões numa vantagem comum: mais cooperação, mais inovação e mais valor para os territórios”, sintetiza a posição defendida pela Região Norte.

Esta participação reafirma o compromisso da CCDR NORTE com a cooperação europeia e a internacionalização do ecossistema regional de inovação, promovendo a valorização das capacidades científicas, tecnológicas e empresariais da Região e a sua integração em redes de colaboração europeias.

A Vanguard Initiative é uma rede de 25 regiões europeias que promove a cooperação inter-regional, com base nas Estratégias de Especialização Inteligente, para impulsionar a inovação industrial e desenvolver novas cadeias de valor. A Região Norte faz parte da iniciativa desde 2013, participando neste esforço conjunto de reforço da competitividade e da capacidade de inovação da indústria europeia.

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Tua Festival de Percursos Pedestres reforça impacto turístico e económico no Vale do Tua

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O TFPP terminou este fim de semana, em Mirandela, a edição 2026 novamente com inscrições esgotadas . Ao longo de cinco fins de semana, o festival percorreu os cinco municípios do Vale do Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor), com forte envolvimento das comunidades locais e uma aposta crescente na sustentabilidade e no  conceito turismo em família.

Promovido pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT) e organizado em parceria com os Municípios e o serviço especializado da  PORTUGALNTN, o festival volta a afirmar-se como uma referência nacional no turismo de natureza e no pedestrianismo, conjugando a descoberta da paisagem com a valorização da identidade, da cultura e dos produtos de base local.

Para António Luís Marques, diretor do PNRVT, esta edição confirma a dimensão e a capacidade de atratividade do evento, o maior festival de percursos pedestres de Portugal. “Falamos de cinco fins de semana, cinco municípios e 1250 participantes, com inscrições esgotadas em todos os momentos. É um sinal muito claro do interesse que o festival desperta e da capacidade do Vale do Tua para atrair visitantes de norte a sul do país. Um produto que não sofre de sazonalidade”, destaca.

Mais do que caminhar, participar no TFPP é conhecer o território através de quem nele vive. O envolvimento das comunidades locais constitui uma das principais marcas do evento, com as localidades anfitriãs a assumirem um papel ativo no acolhimento dos visitantes e na dinamização de atividades complementares.

Workshops dedicados aos saberes tradicionais, visitas guiadas ao património, histórias contadas pelos residentes, apresentação e venda de produtos da terra e participação de produtores, empresários e associações locais contribuem para criar uma experiência autêntica, ao mesmo tempo que geram oportunidades económicas para as comunidades.

“O festival tem vindo a fortalecer a identidade das comunidades e é cada vez mais evidente a proximidade entre quem recebe e quem participa”, sublinha Domingos Pires, da PORTUGALNTN, empresa parceira envolvida na organização desde a primeira edição.

Esta dinâmica tem um impacto direto forte na economia do território. Mais de 60% dos participantes são provenientes de fora da região e muitos aproveitam o festival para permanecer no Vale do Tua durante dois ou três dias, numa época do ano em que a atividade turística é habitualmente mais reduzida. A procura chega, em alguns municípios, a esgotar a capacidade de alojamento local, estendendo-se mesmo a concelhos vizinhos.

A restauração, o alojamento, o comércio e os produtores locais beneficiam desta procura, num modelo que procura fazer com que o valor gerado pelo turismo permaneça no território. Para além de participarem nas caminhadas, muitos visitantes aproveitam a estadia no Vale do Tua para descobrir a gastronomia, os vinhos, o património e outras propostas de turismo de natureza disponíveis na região.

Famílias

A edição deste ano ficou também marcada por uma novidade: a criação de oficinas criativas e pedagógicos destinados aos mais pequenos. Enquanto os pais participavam nos percursos pedestres, os mais novos podem aprender, brincar e descobrir novas experiências ligadas ao território, acompanhados por uma equipa dedicada. A iniciativa reforça a dimensão familiar que o festival pretende consolidar, alargando as possibilidades de participação e tornando o evento mais acessível a diferentes públicos e gerações.

A sustentabilidade é outro dos pilares do TFPP, traduzindo-se em medidas concretas para reduzir o impacto ambiental do evento e incentivar comportamentos responsáveis. Por exemplo, todos os participantes recebem uma garrafa e uma caneca reutilizáveis. A organização aboliu a utilização de garrafas de água descartáveis, assegurando pontos de reabastecimento ao longo dos percursos. A gestão dos resíduos é igualmente uma preocupação, com a organização a recolher o lixo encontrado durante a passagem pelos trilhos. Nos reforços alimentares e nas refeições, privilegiam-se produtos de origem local e, sempre que possível, o envolvimento de empresários e associações das próprias localidades.

A avaliação dos participantes é uma componente importante da melhoria contínua do festival. Em cada etapa, os caminhantes são convidados a responder a inquéritos de satisfação, podendo partilhar opiniões, sugestões e eventuais reparos sobre a organização e as atividades e, segundo a organização, as avaliações confirmam o bom caminho que se está a seguir.

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Centro Católico de Cultura inicia terceiro ano do Curso Básico de Teologia

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A sessão decorreu no Auditório do Seminário de Vila Real, no penúltimo dia da Semana Nacional da Educação Cristã, que este ano decorre sob o lema “Artífices de uma nova humanidade”. Estiveram presentes alunos do curso, bem como leigos e sacerdotes da Diocese.

Jorge Teixeira da Cunha, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa e pároco da Foz do Douro, no Porto, apresentou a conferência “A Inteligência Artificial na visão da ‘Magnifica Humanitas’”.

A reflexão centrou-se nos desafios colocados pela tecnologia e pela inteligência artificial à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja, tendo como referência a encíclica “Magnifica Humanitas”, publicada pelo Papa Leão XIV a 15 de maio de 2026. O tema esteve também em destaque no diálogo que se seguiu à intervenção do conferencista.

D. António Augusto Azevedo encerrou a sessão, agradecendo a presença dos participantes e destacando a atualidade do tema, assim como a profundidade e pertinência da abordagem apresentada. Sublinhou ainda a importância da formação permanente promovida pelo Centro Católico de Cultura, apelando à participação nas iniciativas formativas disponibilizadas anualmente pela instituição.

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IC5 reaberto após despiste de camião que provocou um morto

VTM

A estrada, que estava encerrada desde as 7h40, hora do acidente, reabriu esta tarde, pelas 15h30.

O pesado de mercadorias, que seguia no IC5 no sentido Lodões-Vila Flor, despistou-se, esta manhã, por razões ainda por apurar, e o reboque tombou para cima de duas viaturas ligeiras, que seguiam no sentido contrário.

O acidente provocou a morte ao condutor de uma das viaturas ligeiras, um jovem de 19 anos, João Dinis Ramos.

O óbito foi declarado no local pela equipa médica do helicóptero do INEM, sediado em Macedo de Cavaleiros.

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Bombeiros de Mogadouro lançam concurso para nova unidade de formação

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A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.

João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.

O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.

De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.

O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.

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Comunidade Intermunicipal edita livro que “é uma viagem inédita” à essência do Douro

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A CIM Douro – Comunidade Intermunicipal do Douro edita o livro Douro Intenso, uma obra contemporânea sobre a região na sua diversidade, do rio aos seus afluentes, da paisagem Património Mundial ao que raramente se revela.

Entre o ensaio e o álbum, o livro reúne fotografia de 35 autores, a maioria de percurso reconhecido nas áreas do fotojornalismo e da fotografia de autor, propondo uma nova forma de apresentar e promover o território, aproximando a sua linguagem à dos grandes livros de viagem, cultura e arte, num registo de rigor e de leveza a um só tempo. A concepção e direção editorial é da responsabilidade da Greengrape, empresa especializada na comunicação e organização de eventos, nas áreas da gastronomia e vinhos.

Em formato generoso e capa dura, no clássico género do ‘coffee table book’, este objeto editorial de forte identidade, original na literatura da região, divide-se em dois capítulos, Essência Douro e Além Douro, propondo, nas suas 204 páginas, um olhar sobre a região que o rio Douro e os seus afluentes abarcam.

“Como um coração que se ramifica em afluentes de boa saúde, o Douro é também gastronomia e produtos agrícolas, património e cultura, pessoas”, comenta o presidente da CIM Douro, João Gonçalves. Esta Comunidade Intermunicipal “está a trilhar esse caminho”, acrescenta: “Queremos deixar um legado para que as novas gerações possam criar valor no Douro, tecer essa teia de valorização dos nossos ativos. Preservar o património é importante, mas o património só é economicamente poderoso quando continua a ser produzido, consumido e remunerado”.

Essa é também a lógica que atravessa o livro, contrariar a ideia de que o Douro “é vinho e o resto é paisagem”, refere ainda o presidente da CIM Douro: “O tomate coração de boi, a amêndoa do Douro Superior, a castanha de Sernancelhe, a maçã de Armamar ou os produtos de Carrazeda de Ansiães e Moimenta da Beira podem fazer, pela via da gastronomia e da bioeconomia local, muito mais pelo desenvolvimento da região do que geralmente se supõe”. É essa sofisticação simples, feita de tradição, de horta e de mesa, que o livro procura também registar.

Com edição em português e inglês (3000 unidades em cada língua), o livro Douro Intenso será distribuído pelos hotéis e unidades de enoturismo da região, bem como junto de parceiros nacionais e internacionais na divulgação e promoção do Douro.

A CIM Douro – Comunidade Intermunicipal do Douro integra 19 municípios da região duriense: Alijó, Armamar, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Murça, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Vila Real. Tem como propósitos impulsionar o desenvolvimento sustentável, a coesão e a competividade económica do território. Localizada numa região de beleza singular e marcada pelo património da UNESCO, a CIM Douro procura valorizar a identidade duriense, atrair visitantes e investidores e elevar a qualidade de vida de quem habita na região.

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Interrupção da circulação na Linha do Douro entre Marco e Régua

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A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que a interrupção da circulação ferroviária na Linha do Douro ocorrerá entre os dias 3 de novembro e 24 de março. Durante este período, será assegurado um transporte rodoviário alternativo, com paragens nas localidades servidas pela linha do comboio.

As obras visam a modernização e eletrificação do troço entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, tendo já iniciado em 2025. Este projeto inclui uma suspensão anterior da circulação por cinco meses e foi programado para o inverno, época de menor procura pelo serviço ferroviário.

O investimento total na empreitada é de 110 milhões de euros, prevendo-se a eletrificação integral dos cerca de 47 quilómetros deste troço. Os trabalhos estão estimados para durar três anos, com três períodos distintos de interrupção da circulação ferroviária.

Atualmente, a eletrificação da Linha do Douro está concluída até ao Marco de Canaveses. A IP expressou agradecimento pela compreensão dos utilizadores face aos constrangimentos causados por estas intervenções, que considera essenciais para modernizar e reforçar a segurança na infraestrutura ferroviária.

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Temperaturas máximas vão atingir os 30 graus

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As temperaturas máximas vão subir a partir de terça-feira, podendo atingir os 30 graus na maior parte do território. Em declarações à agência Lusa, a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Maria João Frada, adiantou que na terça e quarta-feira está prevista uma subida gradual das temperaturas, em especial da máxima, que estará acima da média para a época do ano.

Maria João Frada afirmou que “com a subida da temperatura, teremos máximas que vão variar entre os 24/25 e os 30 graus”. Em algumas áreas do interior do Alentejo e Vale do Tejo, as temperaturas poderão ser ainda mais elevadas, atingindo valores entre 31 e 34 graus.

A meteorologista destacou que este aumento das temperaturas está a contribuir para uma onda de calor em grande parte das estações do IPMA, principalmente a partir de dia 13. No entanto, a Faixa Costeira ou o litoral a norte do Cabo da Roca e Cabo Carvoeiro deverá ter condições diferentes devido à presença de nebulosidade baixa e neblinas.

Nesses locais costeiros, onde se espera persistência de neblinas ou nevoeiros, as temperaturas máximas não deverão ultrapassar os 22 graus. Maria João Frada referiu que nestes casos as temperaturas devem variar entre os 20 e os 22 graus.

Quanto às temperaturas mínimas, estas serão relativamente baixas durante a noite e pela manhã, variando entre os 10 e os 14 graus. Na costa sul do Algarve, as mínimas poderão ser ligeiramente superiores, situando-se entre os 15 e os 17 graus.

Este cenário deverá manter-se ao longo da semana. Contudo, Maria João Frada alertou que a partir de sexta-feira ou sábado poderá ocorrer uma descida das máximas com possibilidade de instabilidade atmosférica, incluindo aguaceiros e trovoadas. “Temos de aferir se este cenário se vai verificar”, concluiu.

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Museu da Terra de Miranda reabre hoje com programa gratuito

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O Museu da Terra de Miranda, localizado em Miranda do Douro, reabre as suas portas ao público hoje, após um período de encerramento para obras de requalificação e ampliação que durou quatro anos. O programa de reabertura é gratuito e irá decorrer até domingo.

As obras realizadas incluíram a aquisição de três imóveis adjacentes e tiveram um custo aproximado de dois milhões de euros, maioritariamente financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), conforme recordou Celina Pinto, diretora do museu, à agência Lusa no final de setembro.

A nova experiência museológica destaca a língua mirandesa, que assume um papel central ao lado do português. Segundo a Museus e Monumentos de Portugal, “o novo percurso valoriza o património material e imaterial” e coloca em evidência não apenas os objetos, mas também as pessoas e as práticas que lhes conferem significado.

Os temas abordados na nova experiência incluem a língua e o território, a história, as artes e ofícios, o espaço doméstico, os trajes, a dança e a música. O programa inicia-se às 16:00 com uma performance comunitária intitulada “L’AMPEÇO”, desenvolvida em colaboração com as comunidades locais sob a orientação artística da Ondamarela.

Além disso, será apresentada uma exposição temporária chamada “Ramos de Oferenda da Terra de Miranda”, que se dedica à tradição associada ao ciclo agrícola e à celebração comunitária do pão. Entre as 18:00 e as 23:00 ocorrerá uma festa na Praça D. João II.

No domingo, às 16:00, está agendada uma visita guiada denominada “Loas cantadas”, conduzida pelo Grupo Etnográfico do Centro Cultural de Sendim. Fundado em 1982 por António Maria Mourinho, o Museu da Terra de Miranda possui coleções provenientes dos municípios vizinhos como Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.

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São João da Pesqueira atinge 75% de área identificada no BUPi

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Os dados mais recentes do Balcão Único do Prédio indicam que, até quinta-feira, no continente, foram identificadas 3.725.113 matrizes, o que representa 44% das 8.451.367 registadas na Autoridade Tributária. Esta identificação corresponde a uma área total de 1.859.770 hectares, ou seja, 47% da área total de 3.947.349 hectares dos municípios sem cadastro predial.

Na Madeira, foram identificadas 32.388 matrizes, correspondendo a 12% das propriedades inscritas na Autoridade Tributária das 267.867 que precisam ser identificadas em cinco municípios sem cadastro predial. A área total identificada na Madeira é de 14.429 hectares, representando 37% da área total de 38.500 hectares.

Em termos de percentagem de matrizes identificadas por município, Miranda do Douro lidera com 74%, seguido por São João da Pesqueira com 68%. Alfândega da Fé, Amares e Penedono apresentam todos uma taxa de identificação de 67%. Em valores absolutos, Pombal lidera com um total de 99.598 identificações.

Relativamente à área identificada, São João da Pesqueira atingiu os 75%, com um total de 10.607 matrizes e uma área correspondente a 19.834 hectares. Marinha Grande e Alfândega da Fé seguem com taxas de identificação de 72%, enquanto Miranda do Douro apresenta uma taxa de 71%.

O decreto-lei n.º 87/2026, publicado a 15 de abril, alargou os procedimentos e prorrogou a gratuitidade da georreferenciação para propriedades com área inferior a 50 hectares até ao dia 30 de setembro. Desde o dia primeiro de outubro, cada representação gráfica georreferenciada tem um custo associado.

Eugénia Amaral, coordenadora da eBUPi-Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, afirmou que o decreto regulamentar “introduz regras que tornam mais claros e previsíveis vários procedimentos associados à identificação dos prédios e à sua posterior regularização jurídica”.

As alterações permitem definir com maior clareza os passos a seguir em situações que podem atrasar a regularização dos prédios, como sobreposições ou dúvidas quanto às estremas das propriedades.

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António José Seguro destaca importância da cultura no interior

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Durante um discurso na Casa de Mateus, António José Seguro afirmou que “a cultura tem neste caminho um papel decisivo”. O Presidente destacou que a cultura dá visibilidade aos territórios, mobiliza comunidades, atrai visitantes e estimula a economia.

A visita de António José Seguro começou em Chaves, onde esteve no museu Nadir Afonso, projetado pelo arquiteto Siza Vieira. A cerimónia de entrega do prémio D. Diniz à escritora Djaimilia Pereira de Almeida ocorreu em Vila Real.

O Presidente sublinhou que “o interior não é uma margem de Portugal”, mas sim parte integrante do seu centro histórico, cultural, económico e humano. Ele reiterou que “um país que desvaloriza o interior empobrece-se a si próprio” e que investir no interior fortalece a coesão nacional.

António José Seguro defendeu que Portugal deve transformar esta convicção numa prioridade permanente. Ele apelou à mobilização do Estado, autarquias, universidades e sociedade civil para desenvolver as potencialidades de cada território.

O Presidente enfatizou que “um país mais coeso é um país em que o código postal não determina as possibilidades de cada cidadão”. A sua presença em Trás-os-Montes visa reafirmar a importância de valorizar plenamente o interior do país.

Seguro referiu ainda que os momentos culturais vividos durante o dia estão unidos pela ideia de que “a cultura é uma forma de afirmar a identidade”. Ele destacou que tudo isso acontece em Trás-os-Montes como demonstração de que o talento e a criatividade não estão restritos aos grandes centros urbanos.

Após elogiar a obra da escritora Djaimilia Pereira de Almeida, António José Seguro considerou-a merecedora do prémio na Casa de Mateus. A autora luso-angolana dedicou o prémio ao marido, expressando gratidão pelo seu apoio incondicional ao longo da sua carreira literária.

O prémio D. Diniz conta com um valor de 7.500 euros e tem o apoio da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. O júri é composto por Fernando Pinto do Amaral (presidente), Pedro Mexia e Mário Cláudio.

A diretora delegada da Fundação da Casa de Mateus, Teresa Albuquerque, aproveitou a presença da ministra da Cultura para agradecer a confirmação do protocolo que assegura a continuidade do apoio ministerial ao prémio.

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Concurso para estrada Vinhais-Bragança volta a ficar deserto

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O presidente da Câmara de Vinhais, Luís Fernandes, revelou que o segundo concurso público para a construção da estrada que liga Vinhais a Bragança ficou novamente deserto. Apesar do aumento de financiamento do Governo, as propostas apresentadas ultrapassaram o valor estipulado.

Em agosto, o Governo lançou este segundo concurso com um valor de 82,5 milhões de euros e uma margem financeira aumentada em 10%, permitindo propostas até aos 90 milhões de euros. No entanto, as candidaturas apresentadas foram consideradas inválidas.

Luís Fernandes explicou que “mesmo que o aumento tivesse sido de 20% nenhuma das propostas se encaixava nesse aumento”. O autarca referiu ainda que no primeiro concurso, se houvesse um aumento de 10%, várias propostas teriam sido viáveis.

O presidente da câmara considera que existe um aproveitamento por parte das empresas em relação aos concursos públicos. Embora reconheça a subida dos preços, especialmente dos combustíveis, afirma que “nada justifica este disparar destes valores”.

Perante os resultados insatisfatórios, Luís Fernandes já solicitou uma reunião ao ministro das Infraestruturas para discutir a abertura de um terceiro concurso com “valores reais”. O autarca acredita que o ministro cumprirá o compromisso assumido anteriormente.

“Terão de ser tomadas outras medidas no sentido de aumentar o valor”, afirmou Luís Fernandes, sublinhando que a obra deve avançar. Contudo, este processo irá atrasar-se devido à necessidade de reformular todo o concurso e os valores envolvidos.

No Orçamento do Estado para 2027 está prevista a ligação rodoviária entre Vinhais e Bragança. Esta fase da obra inclui a construção de uma variante na localidade de Vila Verde, com quatro quilómetros de extensão e duas ligações à Estrada Nacional (EN) 103.

Além disso, está prevista a construção de um viaduto sobre Vale de Cabrões e outro sobre Vale do Tuela. A obra seria inicialmente financiada pelo PRR, mas como não foi concluída até junho, o Governo comprometeu-se com seu financiamento direto. A conclusão da obra estava prevista para 2029.

A primeira fase da estrada já foi finalizada desde o final de 2025 e consistiu na melhoria do troço existente e na redução das curvas. Esta fase custou 16,9 milhões de euros e foi financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

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Município promove “Outubro: Mês da Pessoa Idosa” com várias iniciativas

VTM

Valorizar quem tanto nos deu é um compromisso de todos os dias. Ainda assim, outubro assume um significado especial, convidando-nos a celebrar a experiência, a sabedoria e o contributo das pessoas idosas, reforçando a importância de uma comunidade mais inclusiva, solidária e promotora do seu bem-estar.

Entre as iniciativas programadas, destaca-se o Fórum do Envelhecimento 2026, que terá lugar no dia 14 de outubro, no Teatro Auditório Municipal de Alijó, sob o tema “Longevidade e Envelhecimento: Desafios e Oportunidades”.

Integrado neste fórum, o seminário “EnvelheSer: Ser na Idade Maior” será um espaço de reflexão e partilha sobre os desafios e as oportunidades associados à longevidade. O programa inclui a apresentação de dados estatísticos sobre o concelho de Alijó, uma reflexão sobre o tempo como oportunidade, conduzida por António M. Fonseca, professor da Universidade Católica Portuguesa, e uma abordagem à temática da idade sem prazos, por José Carreira, presidente da Associação STOP Idadismo.

Dirigido a pessoas idosas, profissionais das áreas social e da saúde, cuidadores, representantes de instituições e autarquias, empresários e à população em geral, o fórum pretende estimular o debate, aprofundar conhecimentos e promover uma visão do envelhecimento centrada na dignidade, na autonomia e na participação ativa na sociedade.

Porque envelhecer deve significar continuar a viver com dignidade, oportunidades e qualidade de vida, o Município de Alijó convida toda a comunidade a associar-se a estas iniciativas.

As inscrições para o Fórum do Envelhecimento 2026 são gratuitas e podem ser feitas no site do Município de Alijó, através do Balcão Virtual.

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