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Prima de Lua Blanco conta sobre diagnóstico, agravamento e últimos momentos

Ema Blanco, prima mais nova da atriz e cantora Lua Blanco, que morreu no último domingo (18), aos 39 anos, em decorrência de um câncer no intestino, deu detalhes dos últimos momentos da artista e abriu o jogo sobre a descoberta do diagnóstico e tratamento. As declarações foram compartilhadas em uma série de vídeos publicados no TikTok.

“Eu vou falar sobre a Lua. Obviamente não é a última vez que eu vou falar sobre ela, principalmente porque e preciso honrar o legado dela e esse legado não é nada de trabalho. É um legado de espalhar o amor de Cristo para todas as pessoas. Mas, o luto vem como ondas. Eu vou explicar melhor e, talvez, essa seja a única vez que eu vou falar sobre o processo de doença e nosso processo de luto”, começou.

Na sequência, Ema relatou ter notado que algo estava acontecendo, já que faltando poucos dias para o seu casamento e ninguém da família falava sobre o assunto. “Um dia eu liguei para o meu pai e ele falou assim: ‘Hora de orar pela Lua‘. E eu mandei mensagem para a minha prima, faltando três dias para o meu casamento, que ela viria aqui em São Paulo. É, e falei: ‘olha, eu sei que tem alguma coisa acontecendo, ninguém quer me falar o que é, mas eu não sou a pessoa frágil que vocês acham que eu sou”, continuou.

A jovem relembrou então como ficou sabendo do diagnóstico da prima. “Eu preciso que você seja forte, corajosa e não tenha medo. Eu descobri um tumor. E aí contou toda a história. A Lua descobriu um tumor no intestino grosso com metástase em vários outros órgãos e depois, eu acho, porque eu só fui saber disso alguns dias antes dela falecer, que eu descobri que ela tinha um tumor ósseo no úmero. Eu sei que o tumor primário era esse do intestino”, acrescentou.

Em outro vídeo, Ema explicou como se deu o processo de tratamento e dos momentos que passaram juntas antes do agravamento da doença.

“Ela veio para o meu casamento. Na sexta-feira, é, teve um jantar na casa dos tios do meu marido. É, onde a gente fez karaokê, que é o que a gente mais ama. E ela abriu o karaokê falando: ‘eu quero cantar uma música para minha prima’. E ela cantou para mim, tem uma foto minha tipo chorando, porque eu olhava para aquilo e eu sabia o que estava acontecendo e ninguém mais ali sabia, além da nossa família. E isso foi muito difícil”, recordou.

“A gente preparou uma comida para ela separada, porque ela já não estava podendo comer um monte de coisa. Tinha comida mais leve, então tanto no casamento quanto nesse pré-casamento, a gente fez uma comida separada para ela. Na semana seguinte, minha prima começou o primeiro round de quimio dela e foi ótimo. Eu lembro de conversar com ela durante a primeira sessão de quimio venosa dela. E aí depois, que veio a piora, que ela foi internada”, contou.

De acordo com Ema, a piora de Lua fez com que ela viajasse às pressas para o Rio de Janeiro para a despedida.

Duas semanas atrás, a minha mãe me ligou falando: ‘Filha, você precisa se preparar, a Lua já está muito fraca’. Eu falei: ‘Mãe, você não acha que ela vai sair do hospital?’. Ela falou: ‘Não’. E aí eu tive um choque de realidade um pouco maior. Só que, no dia seguinte dessa ligação, os exames dela melhoraram e conseguiram operá-la e tirar todo o câncer do intestino. Ou seja, estava tudo bem de novo. Os próximos passos são se recuperar da cirurgia, voltar a fazer a quimio, então para mim estava tudo bem, agora era só recuperar da cirurgia e fazer a quimio”.

Já na sexta-feira (16), Ema disse ter acordado apavorada e foi para o Rio de Janeiro. “Cheguei lá no último segundo do horário de visita de sexta-feira, me deixaram subir, me deram prioridade. Eu entrei na porta do quarto, ela olhou para mim e falou: ‘Priminha, achei que você não vinha'”.

Lua teria chegado a cogitar que a prima estava grávida. “[…] Ela falou assim: ‘Como é que a gente vai chamá-la? Você está grávida’. Não sei se eu estou grávida, não estou planejando estar grávida. Saí de lá, fiquei com os meus pais, liguei para os meus irmãos e falei: ‘É hora de vocês virem para o Brasil’. E aí eu já soube tudo, liguei para minha mãe, falei: ‘O que que aconteceu?’. E ela: ‘Aconteceu'”, completou ela ao relatar o momento da morte de Blanco.

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Julia Stiles faz homenagem a Heath Ledger em competição de dança; assista

A atriz Julia Stiles, 45, emocionou os fãs na última terça-feira (20), durante sua participação no programa “Dancing with the Stars”.

No palco da atração, a artista fez uma homenagem ao amigo Heath Ledger (1979-2008), com quem viveu o par romântico do clássico juvenil “10 Coisas que Eu Odeio em Você”, lançado em 1999.

Ao lado do parceiro, Ezra Sosa, Julia embalou a plateia ao som do hit “Can’t Take My Eyes Off You”, em uma performance de dança contemporânea.  Para tornar a performance ainda mais especial, o elenco do longa subiu no palco e se juntou à atriz.

Assista:

No longa, Patrick Verona, papel de Ledger, tenta conquistar Kat Stratford (Stiles), fazendo uma serenata apaixonada justamente com essa canção, contrando a fanfarra da escola para tocar enquanto ele dança na arquibancada da quadra da escola e depois é perseguido pelos seguranças da instituição.

Hearh morreu em janeiro de 2008, em decorrência de uma overdose acidental de medicamentos controlados. Em 2009, ele venceu o Oscar póstumo, na categoria de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação como o vilão Coringa em “Batman: O Cavaleiro das Trevas”.

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Causa da morte da atriz Eva Marie Saint é revelada, diz site; saiba

A causa da morte da atriz Eva Marie Saint foi revelada por meio de uma certidão de óbito obtida pela revista People. A artista morreu em 6 de outubro, aos 102 anos, em sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

De acordo com o documento, Eva morreu segundos após o início de uma parada cardiorrespiratória. A certidão também aponta demência senil como um fator contribuinte, além de hipertensão, hipertireoidismo e embolia como outras condições significativas relacionadas à morte.

A morte da atriz foi anunciada por um comunicado do representante, que informou que ela estava em casa, cercada pela família e por pessoas próximas. Eva deixa dois filhos, Darrell e Laurette, quatro netos e dois bisnetos.

Quem foi Eva Marie Saint?

Nascida em 4 de julho de 1924, em Newark, Nova Jersey, Eva Marie Saint construiu uma carreira de aproximadamente sete décadas em Hollywood. Ela ficou conhecida por interpretar personagens marcantes em produções que se tornaram clássicos do cinema, trabalhando ao lado de grandes nomes da indústria.

A estreia dela nas telonas aconteceu em 1954, no filme “Sindicato de Ladrões”, dirigido por Elia Kazan e estrelado por Marlon Brando. A atuação como Edie Doyle rendeu à atriz o Oscar de melhor atriz coadjuvante na primeira participação em um longa-metragem.

Em 1959, Eva voltou a ganhar destaque ao interpretar Eve Kendall em “Intriga Internacional”, suspense dirigido por Alfred Hitchcock e protagonizado por Cary Grant.

Ao longo dos anos, a atriz também participou de produções como “Êxodo” (1960), ao lado de Paul Newman, “Grand Prix” (1966), com James Garner, e “Os Russos Estão Chegando” (1966), indicado ao Oscar de melhor filme.

Além do cinema, Eva Marie Saint teve uma trajetória expressiva na televisão. Em 1990, venceu o Emmy pela atuação na minissérie “People Like Us”. Décadas depois, continuou trabalhando em produções audiovisuais, incluindo o filme “Superman: O Retorno” (2006), no qual interpretou Martha Kent, mãe adotiva do herói.

A atriz foi casada com o diretor de televisão Jeffrey Hayden por mais de seis décadas, até a morte dele, em 2016. Juntos, tiveram dois filhos.

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Isabel Teixeira retirou mamas após diagnóstico de síndrome ligada ao câncer

A atriz Isabel Teixeira, 52, adotou uma série de medidas preventivas após descobrir que carregava uma alteração genética que aumenta o risco de desenvolver câncer ao longo da vida.

A declaração foi dada no último domingo (18), durante sua participação no programa “Fantástico”, da TV Globo. Entre as estratégias adotadas ao receber o diagnóstico da síndrome de Li-Fraumeni, a vilã de “Quem Ama Cuida”, fez a cirurgia para a retirada das mamas, mesmo sem apresentar a doença.

O alerta para a artista veio diante do próprio histórico familiar, uma vez que a mãe morreu vítima de câncer em 2006. Um ano antes, a avó também havia morrido pela doença. Ao investigar a possibilidade de existir a predisposição genética hereditária, Teixeira se deparou com o resultado. “Num primeiro momento, eu fiquei sem chão”, contou ela.

Isabel também parou de fumar, deixou de consumir bebidas alcoólicas e passou a praticar atividades físicas regulares. Pouco tempo depois, surgiu outra preocupação: os filhos também poderiam ter herdado a mutação genética.

O resultado, no entanto, mostrou que apenas a filha recebeu a alteração. “Também é outro choque”, acrescentou. “Talvez eu tenha câncer. Esse é um medo que não me paralisa, porque eu acredito que a prevenção também é cura”, concluiu.

Síndrome de Li-Fraumeni

A síndrome de Li-Fraumeni (SLF) é uma condição genética hereditária que aumenta a predisposição ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer ao longo da vida. O portador não herda a doença em si, mas um risco elevado de desenvolvê-la, ainda na infância ou juventude.

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Padre José Edgar Barbosa homenageado em São Miguel de Lobrigos

VTM

A Junta de Freguesia de São Miguel de Lobrigos assinalou, no dia 29 de setembro, as comemorações em honra do seu Padroeiro, São Miguel, numa noite especialmente marcada pela homenagem ao padre José Edgar Barbosa, figura profundamente ligada à vida religiosa e comunitária da freguesia, onde exerceu o seu ministério pastoral entre 1981 e 2025.

Depois da eucaristia celebrada na Igreja Matriz, realizou-se uma homenagem carregada de “significado e emoção”, evocando o percurso, a dedicação e a proximidade do padre Edgar às pessoas e às instituições da freguesia.

Durante a cerimónia, o padre António Luís destacou o trabalho desenvolvido pelo sacerdote José Edgar e a importância da sua ação pastoral ao longo dos anos, recordando a sua presença constante junto da comunidade e o legado que deixou em São Miguel de Lobrigos.

O presidente da Junta de Freguesia, José Afonso Gonçalves, sublinhou a importância de preservar a memória daqueles que marcaram a história da terra e a vida das suas gentes. “Mais do que recordar o padre Edgar, quisemos agradecer-lhe. Agradecer tantos anos de dedicação, de presença, de amizade e de serviço à nossa comunidade. Há pessoas que passam pela nossa terra e há outras que ficam para sempre ligadas a ela. O padre Edgar pertence, sem dúvida, à história e à memória de São Miguel de Lobrigos”.

A homenagem constituiu o ponto central das comemorações de São Miguel, reunindo familiares, comunidade, entidades e muitos daqueles que, ao longo dos anos, conviveram de perto com o sacerdote.

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