❌

Reading view

Presidente e vice-presidente dos bombeiros de Salto renunciam ao cargo

VTM

Contactado pela VTM, Valentim Santos justificou a decisão com um acumular de situações em que deixou de se rever, apesar de ter procurado exercer as funções “com seriedade, calma e dedicação”. Depois de dois atos eleitorais, aceitou continuar a servir a instituição, mas considera que deixou de existir entendimento entre os diferentes responsáveis. “Não remamos todos para o mesmo lado, não estamos em sintonia”, afirmou.

O antigo presidente defende que cada órgão deve respeitar as competências dos restantes e cumprir as suas funções com lealdade institucional. “Cada um deve ocupar o seu lugar e respeitar o espaço de intervenção dos outros”, sustentou, considerando que a associação deve estar acima de divergências pessoais. “Aquilo não é do presidente, não é do comandante. Aquilo é dos bombeiros e da comunidade”, acrescentou.

Segundo Valentim Santos, os desentendimentos com o comandante foram-se agravando ao longo do seu mandato, envolvendo também o vice-presidente. O antigo responsável afirmou ter sentido dificuldades na gestão da instituição e acusou alguns elementos de terem contribuído para o que considerou ser um bloqueio interno. Sobre a assembleia extraordinária, alegou que existiu um “boicote preparado”, apontando responsabilidades ao comandante, ao presidente da mesa da assembleia e a outros participantes.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Presidente e vice-presidente dos bombeiros de Salto renunciam ao cargo appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Alves Roçadas resolve jogo nos minutos finais

VTM

Os academistas entraram bem e inauguraram cedo o marcador, por Renato Lopes. O Montalegre respondeu e chegou ao empate através de João Mendes, mas Nuno Joaquim voltou a colocar a equipa da casa em vantagem. O mesmo jogador bisou ainda na primeira parte, permitindo ao AAR chegar ao intervalo a vencer por 3-1.

Na segunda parte, o AAR procurou gerir o jogo e explorar as transições, mas voltou a desperdiçar várias ocasiões, incluindo uma grande penalidade. O Montalegre manteve-se na discussão e reduziu para 3-2 por Tiago Moura.

A incerteza só terminou a cerca de minuto e meio do final. Com o Montalegre a apostar no cinco para quatro, o Académico Alves Roçadas aproveitou para marcar por duas vezes e fixar o resultado em 5-2, com Mateus Ferreira e Bernardo Melro a assinarem os golos finais, ambos ao minuto 39 da partida.

Nuno Joaquim, autor de dois golos, foi distinguido como homem do jogo.

The post Alves Roçadas resolve jogo nos minutos finais appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Quercus e Associação “Povo e Natureza do Barroso” querem impedir reativação da Mina da Borralha

VTM

A Quercus, em colaboração com a Associação Povo e Natureza do Barroso, está a avançar com uma ação judicial para impedir a reativação e prospeção mineira na Mina da Borralha, localizada no concelho de Montalegre. Esta iniciativa visa proteger os recursos hídricos da bacia do Cávado, que abastece mais de um milhão de habitantes.

O objetivo principal desta ação é declarar nula a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada emitida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para o projeto mineiro. A decisão tem gerado forte contestação pública, incluindo uma petição promovida pelo coletivo Cávado Sem Minas. Apenas o município de Montalegre se manifestou contra o projeto, enquanto os restantes municípios da bacia do Cávado não se pronunciaram.

A Mina da Borralha foi desativada em 1986 e deixou um passivo ambiental significativo, evidenciado pela drenagem ácida e presença de metais pesados nos solos e nas águas. A proposta atual prevê a extração anual de 500 mil toneladas de volfrâmio e outros minerais, o que resultaria na instalação de rejeitados de 2,7 milhões de toneladas à superfície.

A Quercus critica a decisão da APA por violar princípios fundamentais como a prevenção e precaução. O Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresenta lacunas significativas na consideração dos resultados da consulta pública e nas medidas propostas para minimizar impactos ambientais.

Além disso, a DIA admite a possibilidade de libertação de excedentes de efluentes no meio hídrico, apesar das garantias do promotor sobre o uso exclusivo de água reciclada. O relatório síntese revela contradições sobre as descargas previstas na Corga do Caniçó, que poderiam afetar diretamente a albufeira da Venda Nova.

O projeto também implica perdas irreversíveis em áreas protegidas, incluindo carvalhais que servem como habitat para espécies ameaçadas como o lobo-ibérico. A mina não está sujeita ao regime de prevenção de acidentes graves, apesar do uso previsto de substâncias químicas perigosas.

Por fim, a povoação da Borralha integra um Sítio Importante do Património Agrícola Mundial e está situada nas proximidades do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A avaliação ambiental conclui que o projeto não afeta solos agrícolas nem pastagens, embora uma parte significativa da área estudada seja agrícola. Os impactos cumulativos sobre as comunidades locais também foram reconhecidos como significativos.

The post Quercus e Associação “Povo e Natureza do Barroso” querem impedir reativação da Mina da Borralha appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Quercus junta-se a ação judicial contra extração de volfrâmio em mina de Montalegre

A associação ambientalista Quercus anunciou hoje que se associou à ação judicial contra a extração de volfrâmio na Mina da Borralha, em Montalegre, interposta em abril pela associação Povo e Natureza do Barroso.

A ação popular tem como objetivo declarar como nula a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada dada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em janeiro, ao projeto da Minerália e que motivou uma petição pública promovida pelo coletivo Cávado Sem Minas, subscrita até às 11:00 de hoje por 499 pessoas.

A Quercus, em comunicado, disse que a reativação desta mina na zona da Borralha, concelho de Montalegre, distrito de Vila Real, pode “significar uma séria ameaça aos recursos hídricos da bacia do Cávado, que servem mais de um milhão de habitantes”, alertando ainda para “peixes ameaçados” e “impactes em carvalhal protegido e habitat do lobo-ibérico”.

A concessionária Minerália tem reiterado que “a operação não captará água em rios, ribeiras, nascentes ou albufeiras, nem descarregará águas utilizadas na operação para o meio natural”, e que “qualquer informação que apresente o projeto como uma operação que retirará água ou lançará efluentes nesses meios não corresponde à realidade do sistema previsto”.

Segundo a Quercus, a Mina da Borralha, desativada desde 1986, “deixou um significativo passivo ambiental, que é ainda hoje comprovável pela drenagem ácida e pelos metais pesados presentes nos solos e na água”.

“Agora, esse impacte pode tornar-se ainda maior com a pretensa extração anual de 500 mil toneladas de matérias-primas como o volfrâmio (tungsténio) e concentrados de cobre e estanho, o que implicará uma instalação de rejeitados de 2,7 milhões de toneladas à superfície”, acrescentou.

Para a associação ambientalista, a decisão favorável da APA “viola claramente os princípios da prevenção e da precaução”, considerando que o “Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresenta lacunas e insuficiente fundamentação sobre como foram tidos em conta os resultados da consulta pública e as medidas de minimização”.

A organização disse que a “própria DIA remete para o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE) decisões fundamentais que deveriam ter sido verificadas ‘a priori’, como a localização e a capacidade da estação de tratamento das águas residuais da mina, estudos hidrológicos, plano de gestão de águas ácidas, avaliação de cenários de derrame, eventos extremos e falhas”.

“Na prática, isto significa que as próprias medidas de minimização e compensação foram definidas com base numa realidade que ainda vai ser estudada, não podendo, portanto, ser consideradas adequadas”, considerou.

Lembrou ainda que a povoação da Borralha integra o “Sítio Importante do Património Agrícola Mundial do Barroso” e situa-se na envolvente do Parque Nacional da Peneda-Gerês e da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés.

A ação judicial, divulgada em junho pela associação Povo e Natureza do Barroso, foi apresentada em tribunal dois meses antes e surgiu em representação de populações e entidades locais preocupadas com os riscos ambientais e hídricos associados ao projeto mineiro, entre as quais o Movimento Não às Minas – Montalegre, Conselho Diretivo dos Baldios de Caniçó, Conselho Diretivo dos Baldios de Linharelhos, Conselho Diretivo dos Baldios de Campos, a Associação Nacional de Ambiente (Iris) e a Associação de Preservação da Identidade da Freguesia de Campos (APIFC).

A Minerália – Minas, Geotecnia e Construções quer explorar tungsténio e propõe uma exploração subterrânea, numa área mineira que esteve ativa até à década de 80 do século passado.

O projeto da Mina da Borralha foi selecionado pela Comissão Europeia como um dos 46 novos projetos estratégicos para reforçar o abastecimento da União Europeia (UE) em matérias-primas críticas.

O conteúdo Quercus junta-se a ação judicial contra extração de volfrâmio em mina de Montalegre aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Bloco de Esquerda questiona Governo sobre reabertura da mina da Borralha

VTM

O BE exige avaliações independentes, transparência e garantias de participação das populações.

Em funcionamento entre 1903 e 1985, a mina explorava essencialmente volframite, um mineral de tungsténio, também designado volfrâmio.

Pelo que a eventual retoma da exploração “suscita preocupações quanto à contaminação das águas superficiais e subterrâneas por metais pesados, à ocorrência de drenagem ácida e aos potenciais efeitos sobre os solos, os ecossistemas, a agricultura e a saúde das populações”, frisa o partido, sublinhando que a localização da mina numa região de “elevada sensibilidade ambiental”, integrada na Reserva da Biosfera Transfronteiriça do Gerês-Xurés e próxima de cursos de água das bacias hidrográficas dos rios Cávado e Ave, “torna indispensável uma avaliação rigorosa dos riscos”.

Segundo o BE, a Academia Portuguesa da Água já alertou para estas preocupações e defendeu a realização de um estudo específico sobre os efeitos da exploração na saúde pública, questionando a suficiência dos estudos existentes. Ainda assim, o projeto obteve uma Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada.

Para o Bloco de Esquerda, a exploração de matérias-primas críticas “não pode justificar” a desvalorização dos riscos ambientais e sanitários. “É fundamental garantir a monitorização da qualidade da água para consumo humano, avaliar os potenciais efeitos da exposição a metais pesados e assegurar que as populações têm acesso à informação e participam efetivamente nas decisões que afetam o seu território”.

O deputado do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, questionou também o Governo sobre o destino comercial do volfrâmio, do molibdénio e dos restantes minerais a extrair. Atendendo às aplicações destes materiais na indústria de defesa e de armamento, importa esclarecer se poderão integrar essas cadeias de abastecimento, sem presumir antecipadamente qual será o destino da produção.

Através de perguntas dirigidas aos ministérios do ambiente e da energia e da saúde, o Bloco exige esclarecimentos sobre a suficiência dos estudos existentes, a realização de avaliações independentes, as medidas de prevenção e fiscalização dos riscos e as garantias de participação das comunidades afetadas.

A proteção da saúde pública, dos recursos hídricos e do património natural “tem de prevalecer sobre quaisquer interesses económicos ou estratégicos”, sustenta o partido, acrescentando que as populações “têm o direito de conhecer os riscos, exigir respostas e participar nas decisões que determinam o futuro do seu território”.

The post Bloco de Esquerda questiona Governo sobre reabertura da mina da Borralha appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

GNR deteve casal suspeito de furtos em Salto

VTM

O casal terá entrado na casa de um idoso na localidade de Seara (Salto), tendo levado uma elevada quantia em dinheiro.

A ocorrência foi comunicada pelo Posto Territorial de Montalegre ao Comando em Braga, ao final da tarde de sexta-feira. As autoridades deram início à operação, que envolveu vários militares, que detiveram o casal em Frades, Póvoa do Lanhoso.

O casal tinha em sua posse mais de quatro mil euros em dinheiro.

Os detidos foram ontem presentes ao Tribunal de Valpaços, tendo sido decretada aos dois arguidos como medidas de coação “apresentações periódicas às autoridades”, confirmou à VTM fonte da GNR de Braga.

 

The post GNR deteve casal suspeito de furtos em Salto appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

354 mil euros para apoiar clubes do concelho

VTM

Nas redes sociais, a autarquia explica que o montante representa um “aumento de 83 mil euros face ao período anterior”, traduzindo o “compromisso da autarquia com a promoção da prática desportiva, a formação dos jovens atletas e a valorização do movimento associativo”.

O Centro Desportivo e Cultural de Montalegre é o clube que mais recebe, 156 mil euros, seguindo-se o Grupo Desportivo de Vilar de Perdizes com 89 mil euros, o Grupo Desportivo e Cultural de Salto recebe 75 mil euros, a Academia de Futebol e Futsal “Abelhas Azuis” teve direito a 30 mil euros, a Associação Desportiva de São Romão – Parafita dois mil euros e Associação Desportiva WF Montalegre 50+ recebe também dois mil euros.

O investimento municipal regista um “crescimento e evidencia a aposta contínua no fortalecimento das estruturas associativas e na criação de melhores condições para a prática desportiva no concelho”, sublinha a autarquia liderada por Fátima Fernandes.

Através deste apoio, a autarquia procura “assegurar condições para o funcionamento das coletividades, incentivar a participação de crianças e jovens nas diferentes modalidades e contribuir para a continuidade do trabalho desenvolvido pelos clubes e associações”.

Para além da vertente competitiva, o município reconhece “o papel fundamental do desporto na promoção de hábitos de vida saudáveis, na inclusão social e na transmissão de valores como a disciplina, a responsabilidade, o espírito de equipa e o respeito”.

Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, destacou a importância do apoio às coletividades desportivas, sublinhando que o investimento municipal pretende “promover estilos de vida saudáveis e incutir nos mais jovens valores fundamentais como o espírito de equipa, a união, a disciplina, o respeito pelas regras e o fair play”.

A autarca salientou ainda o papel dos clubes na promoção do concelho, considerando-os “um excelente cartão de apresentação do município de Montalegre”, pelos resultados alcançados nas diferentes competições.

A presidente deixou ainda uma palavra de reconhecimento a todos os que contribuem para o funcionamento das coletividades, desde dirigentes e equipas técnicas aos voluntários, colaboradores e associados, lembrando que “para além da prática desportiva, há aqui uma formação para a vida que importa salientar”.

 

The post 354 mil euros para apoiar clubes do concelho appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Julgamento de ex-autarcas prossegue com audição de testemunhas

VTM

Os dois antigos autarcas, eleitos pelo Partido Socialista (PS), começaram a ser julgados a 17 de abril, perante um coletivo de juízes da comarca de Vila Real. Ambos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ), em outubro de 2022, no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado aos cargos que exerciam na autarquia.

O processo envolve 59 arguidos, dos quais 40 são pessoas singulares e 19 empresas, e abrange um conjunto de alegados crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevida de vantagem, branqueamento de capitais e fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.

Uma das testemunhas de acusação ouvida foi José Carvalho de Moura, antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, que confirmou ter estado entre os denunciantes do processo. Durante o seu depoimento, apontou alegadas irregularidades na contratação pública, nomeadamente o fracionamento de obras para evitar concursos públicos e a existência de procedimentos que considerou viciados.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Julgamento de ex-autarcas prossegue com audição de testemunhas appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Projeto ibérico vai permitir pastoreio à distância e quer atrair jovens

VTM

O projeto chama-se GEXPOCTEP e une Portugal a Espanha, tendo como objetivo usar novas tecnologias na pecuária extensiva para ajudar na gestão da paisagem, prevenção de incêndios e valorização das raças autóctones.

O projeto prevê implementar um modelo de pecuária extensiva inteligente, que funcionará como um corta-fogo natural para prevenir incêndios, recorrendo ao pastoreio dirigido para controlar, de forma ecológica, a biomassa florestal.

A monitorização do gado vai ser feita através da colocação de 100 coleiras com GPS e um sistema de vedação virtual nas pastagens-piloto, localizadas no território da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, que se estende entre o Norte de Portugal e a Galiza.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Projeto ibérico vai permitir pastoreio à distância e quer atrair jovens appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Montalegre apagou chama do líder

VTM

Barrosões apresentaram grande rigor tático, espírito de sacrifício, muito compactos a defender e competentes no ataque. Bragança muito mal no primeiro tempo, melhorou na segunda parte e não empatou porque na baliza esteve uma parede chamada Dani, guarda-redes dos “Bravos do Barroso”.

Jogo bastante disputado, muito físico, e também por aqui se pode explicar os dez amarelos mostrados pelo árbitro, mais dois vermelhos, um para cada banco de suplentes.

O Bragança não esteve bem durante os primeiros 45 minutos, tem apenas uma clara oportunidade de golo através de um remate forte de Pipo, um dos mais inconformados do conjunto da casa. O Montalegre defendeu bem e procurava sair para o ataque da mesma forma. Aos 12’, o Montalegre não aproveita um buraco na defensiva contrária e, antes do intervalo, Tiago Correia tem disparo venenoso ao lado do alvo. Ainda nos primeiros 45 minutos, Gonçalo, avançado do Bragança, ficou a queixar-se de agressão. Ao intervalo, 0-0.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Montalegre apagou chama do líder appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Mais de 600 escuteiros reunidos em encontro regional

VTM

Organizado pelo Agrupamento 1115 de Montalegre, o encontro ficou marcado pela “fé, pela amizade e pelo compromisso educativo”, sublinha o CNE da região de Vila Real em comunicado.

A celebração da Eucaristia foi presidida por D. António Augusto Azevedo, bispo de Vila Real, e reafirmou a “dimensão espiritual do Escutismo e a importância da fé na vivência da Promessa e da Lei escutista”.

Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, recebeu os escuteiros e destacou o papel do escutismo na “formação das novas gerações, enquanto movimento que promove valores fundamentais como a solidariedade, a responsabilidade, o respeito pelo próximo, a entreajuda e o compromisso com a comunidade”.

Já António Escudeiro, Chefe Regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE), este encontro foi muito mais do que uma concentração de escuteiros. “É o momento de nos voltarmos a encontrar, fortalecer amizades e renovar os laços que nos unem nesta grande família escutista”, disse o dirigente regional do CNE.

O movimento tem um papel educativo numa sociedade em que os valores e as referências parecem, por vezes, perder importância junto dos mais jovens, realçou António Escudeiro durante o encontro.

O CNE inspira-se na “fé cristã e nos princípios fundamentais de Deus, da Pátria e da família”, procurando “transmitir valores que começam em casa, se fortalecem no escutismo e se revelam nas escolhas e atitudes de cada um”, realça o documento do movimento.

No final desta iniciativa, António Escudeiro agradeceu ao Agrupamento 1115 pelo empenho na organização e ao município de Montalegre pelo apoio prestado, “deixando uma palavra de reconhecimento a todos os que contribuíram para o sucesso da iniciativa”.

The post Mais de 600 escuteiros reunidos em encontro regional appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Empresa garante que trabalhos em mina de Montalegre não vão fazer descargas ou captar água

A Minerália, responsável pela exploração da Mina da Borralha, em Montalegre, disse hoje que a operação não vai captar água em cursos naturais ou fazer descargas para o meio natural, após preocupações da Academia Portuguesa da Água.

“Na sequência da notícia sobre as preocupações manifestadas pela Academia Portuguesa da Água relativamente a um suposto risco de contaminação das águas da bacia do rio Cávado, a Minerália, empresa responsável pelo projeto da Mina da Borralha, esclarece que a operação não captará água em rios, ribeiras, nascentes ou albufeiras, nem descarregará águas utilizadas na operação para o meio natural”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado.

Segundo a empresa, “qualquer informação que apresente o projeto como uma operação que retirará água ou lançará efluentes nesses meios não corresponde à realidade do sistema previsto”.

Na Borralha, a operação vai utilizar “a água acumulada nas antigas galerias alagadas”, bombeada para reservatórios, e funcionará em circuito fechado, sendo a água depois tratada e devolvida para ser reutilizada.

“A Minerália decidiu ainda complementar o projeto apresentado no Estudo de Impacte Ambiental com um sistema de recolha da água da chuva que entre em contacto com a área industrial. Esta água será tratada e integrada no circuito de reciclagem”, acrescentam os promotores.

Risco de contaminação do Cávado

A Academia Portuguesa da Água alertou para os riscos de contaminação da bacia hidrográfica do rio Cávado, face à futura reativação da mina da Borralha, em Montalegre, no distrito de Vila Real, exigindo um estudo epidemiológico feito do zero e a “isenção laboratorial absoluta”.

“Face à recente decisão da Comissão Europeia de classificar a reativação da Mina da Borralha como projeto estratégico da União Europeia, a Academia Portuguesa da Água (APA) vem a público alertar que a urgência geopolítica e económica não pode, sob pretexto algum, atropelar a segurança sanitária das populações e a proteção do património hídrico nacional”, pode ler-se na nota divulgada.

Esta reativação da mina de tungsténio, segundo a academia, pode afetar as linhas de água que “alimentam diretamente a bacia hidrográfica do rio Cávado”, uma “linha vital que assegura o abastecimento público a cerca de 400 mil habitantes nos concelhos de Braga e Barcelos”.

Criticando o “silêncio administrativo das entidades oficiais”, a presidente da academia, Rosário Norton, enviou exposições aos ministérios da Saúde e do Ambiente, além da Agência Portuguesa do Ambiente, para exigir a ativação destas salvaguardas.

Na sexta-feira, o Movimento Não às Minas – Montalegre considerou que “não é aceitável” que a importância estratégica do tungsténio “se sobreponha” ao direito das pessoas e à segurança nas próprias aldeias.

Projeto selecionado pela Comissão Europeia como estratégico

O projeto da Mina da Borralha foi selecionado pela Comissão Europeia como um dos 46 novos projetos estratégicos para reforçar o abastecimento da União Europeia (UE) em matérias-primas críticas, anunciou no final da semana passada essa instituição.

A área de exploração situa-se na freguesia de Salto, em plena Reserva da Biosfera Transfronteiriça do Gerês-Xurés pela UNESCO e na região de Barroso, território classificado desde 2018 como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (SIPAM).

“A área do projeto mineiro insere-se num planalto montanhoso, na serra da Cabreira, onde nasce a água de várias bacias hidrográficas, como a do Cávado e a do Ave, que abastecem grande parte do norte do país”, referiu o movimento, salientando que a sua “proteção não pode ser tratada como uma questão secundária perante os interesses da exploração mineira”.

A mina da Borralha obteve em janeiro uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionado, pela Agência Portuguesa do Ambiente, e a concessão está a cargo da Minerália, que viu a decisão europeia como uma “conquista” e oportunidade.

A empresa propõe uma exploração subterrânea, numa área mineira que esteve ativa até à década de 80 do século passado.

O conteúdo Empresa garante que trabalhos em mina de Montalegre não vão fazer descargas ou captar água aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Sorte distinta para as quatro equipas transmontanas no Campeonato de Portugal

VTM

A quinta jornada da Série 1 do Campeonato de Portugal trouxe mudanças na classificação, com o Chaves B a assumir a liderança isolada e o Montalegre a sair vitorioso do dérbi transmontano diante do Bragança, que sofreu a primeira derrota na competição.

No confronto entre brigantinos e barrosões, o Montalegre venceu por 0-2, graças aos golos de Diogo Carvalho e Tiago Correia. O resultado pôs fim à invencibilidade do Bragança, que até esta jornada liderava o campeonato sem derrotas. Apesar do triunfo fora de portas, o Montalegre mantém-se igualmente invicto, confirmando o bom arranque de temporada.

A derrota do Bragança abriu caminho à subida do Chaves B ao primeiro lugar. A equipa flaviense aproveitou a deslocação ao terreno do Brito para conquistar uma vitória expressiva por 0-4. Eurio, Adílio, Pedro Silva e Carlinhos assinaram os golos que permitiram aos transmontanos somar três pontos e isolar-se no topo da tabela classificativa.

Em sentido contrário, o Vinhais continua sem conseguir pontuar nesta edição da prova. A formação vinhaense perdeu por 1-2 na receção ao Limianos, prolongando o ciclo negativo e mantendo-se à procura dos primeiros pontos no campeonato.

Concluída a quinta jornada, o Chaves B lidera isolado a Série 1, enquanto o Montalegre permanece invicto e o Bragança procura reagir a primeira derrota da temporada. Já o Vinhais terá de procurar nas próximas jornadas uma mudança de resultados que lhe permita sair da situação difícil em que se encontra.

The post Sorte distinta para as quatro equipas transmontanas no Campeonato de Portugal appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Mina em Montalegre como projeto estratégico da UE é “uma conquista” para Portugal

A seleção da mina de tungsténio da Borralha, prevista para Montalegre, como projeto estratégico da União Europeia é “uma conquista” e uma oportunidade de “grande importância” para Portugal, afirmou hoje à agência Lusa a empresa Minerália.

“Somos o único projeto português incluído nesta nova seleção de 46 projetos, o que reforça a relevância dos nossos recursos minerais para a segurança do abastecimento europeu”, afirmou hoje à agência Lusa a empresa Minerália – Minas, Geotecnia e Construções, que quer explorar tungsténio (volfrâmio) na Borralha, no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real.

Este Projeto da Mina da Borralha foi selecionado pela Comissão Europeia como um dos 46 novos projetos estratégicos para reforçar o abastecimento da União Europeia (UE) em matérias-primas críticas, anunciou hoje a instituição.

“Para reforçar as cadeias de abastecimento da UE e diversificar as fontes de matérias-primas críticas, a Comissão Europeia anunciou hoje a seleção de 46 novos projetos estratégicos em 16 Estados-membros”, divulgou o executivo comunitário.

A mina da Borralha obteve em janeiro um parecer favorável condicionado, pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e a concessão está a cargo da Minerália.

A empresa quer explorar tungsténio e propõe uma exploração subterrânea, numa área mineira que esteve ativa até à década de 80 do século passado.

“O tungsténio é essencial para ferramentas industriais, componentes aeroespaciais, semicondutores e aplicações de defesa. Garantir fontes de abastecimento seguras e diversificadas é, por isso, uma questão de competitividade industrial, mas também de segurança económica e estratégica para a Europa e para os países da NATO”, realçou a Minerália.

A empresa considerou que “Portugal pode assumir um papel mais relevante como fornecedor de uma matéria-prima de que os seus parceiros europeus e transatlânticos necessitam”.

“A nossa tradição mineira, o conhecimento técnico e os projetos em desenvolvimento dão-nos uma base concreta para contribuir para cadeias de abastecimento mais resilientes, incluindo as que sustentam as indústrias de defesa dos países aliados”, acrescentou.

A empresa disse que a sua “ambição passa também por criar mais valor em Portugal”.

“Estamos a estudar a possibilidade de desenvolver capacidade de refinação e transformação de tungsténio no país, articulada com os projetos da Borralha e de Vila Verde. Esta visão poderá permitir atrair indústria e tecnologia, criar emprego qualificado e gerar exportações de maior valor acrescentado, com benefícios duradouros para o interior”, realçou.

Sublinhando que tem a “oportunidade de transformar uma vantagem geológica numa vantagem industrial e estratégica para Portugal”.

“O reconhecimento europeu da Borralha reforça essa oportunidade e deve servir de impulso para uma articulação próxima entre empresas, instituições, comunidade científica e parceiros industriais”, salientou.

Neste momento, explicou que prosseguem os procedimentos de licenciamento e que se pretende que “a importância estratégica da Borralha se traduza em desenvolvimento responsável e em benefícios concretos para o território e para o país”.

Ao nível da UE, os 16 projetos selecionados estão entre 102 candidaturas recebidas e vão permitir “reforçar a competitividade, aumentar a resiliência e reduzir a dependência de um único fornecedor”, de acordo com Bruxelas.

Os projetos escolhidos abrangem 15 das 17 matérias-primas estratégicas identificadas no Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas, incluindo o lítio, o níquel, o cobalto, o manganês, a grafite, o magnésio, o tungsténio e as terras raras.

Na primeira lista de projetos estratégicos ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas, anunciada em 25 de março de 2025, Portugal teve quatro projetos selecionados, três ligados ao lítio e um ao cobre.

O conteúdo Mina em Montalegre como projeto estratégico da UE é “uma conquista” para Portugal aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Julgamento de ex-autarcas de Montalegre já tem sessões agendadas até março

O julgamento do ex-presidente e vice-presidente da Câmara de Montalegre Orlando Alves e David Teixeira, que está a decorrer em Murça, já tem sessões agendadas até 19 de março, disse hoje fonte judicial.

O ex-presidente Orlando Alves e o ex-vice-presidente David Teixeira, eleitos pelo PS, começaram a ser julgados a 17 de abril no Tribunal de Murça, pelo coletivo de juízes da comarca de Vila Real, depois de terem sido detidos em outubro de 2022 pela Polícia Judiciária (PJ), no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado ao cargo.

O mega julgamento envolve 59 arguidos (40 singulares e 19 empresas) e vários crimes, com diferente participação pelos envolvidos, como prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevidos de vantagem, branqueamento e, ainda, crimes de fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.

Depois das férias judiciais, o julgamento foi retomado em setembro e, segundo disse hoje uma fonte judicial, as sessões, que decorrem semanalmente às quintas e sextas-feiras, estão agendadas até 19 de março de 2027, o que não quer dizer que termine nessa altura.

Hoje, acabou de ser ouvida uma das testemunhas de acusação, um antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, José Carvalho de Moura, que assumiu ter sido um dos denunciantes do processo e apontou o dedo a “fracionamento de obras para evitar concursos públicos” e ainda “concursos públicos viciados”.

Questionada pelos advogados de defesa sobre a obra numa estrada na serra do Larouco, a testemunha afirmou que esta intervenção “foi fracionada em três partes para evitar o concurso público”, mas sem concretizar factos concretos que suportassem a acusação, referindo ainda que não foi ao terreno verificar porque da sua casa se vê a estrada.

Sobre David Teixeira, Carvalho de Moura escreveu, num artigo de jornal, que “encheu os bolsos” à “custa do cargo que ocupava”, e confrontado com esta acusação disse que “se calhar foi uma forma de expressão um bocadinho excessiva”, mas que queria “mostrar que houve corrupção”.

Também a propósito do ex-vice-presidente, a testemunha afirmou que era sócio de uma empresa e, perante documentos oficiais onde não constava o seu nome, reconheceu que não foi confirmar com a conservatória, repetindo expressões como “toda a gente sabe que ele está por trás”.

À saída do tribunal, Ricardo Sá Fernandes, advogado do ex-vice-presidente, considerou que o depoimento desta testemunha “do ponto de vista probatório, não tem grande interesse”, apontando para “um combate político” de Carvalho de Moura com os acusados que já “vem de trás”.

“Houve coisas que o senhor disse no quadro do combate político, mas nós aqui estamos a fazer uma avaliação de provas sobre factos concretos e, sobre isso, ele não trouxe nada de relevante”, referiu.

Sá Fernandes explicou ainda que pediu a extração de certidões a propósito das afirmações de duas testemunhas, na semana passada, que relataram um alegado condicionamento nos seus depoimentos, durante as inquirições, “que são suscetíveis de poder integrar crimes de abuso de poder por parte das pessoas que os ouviram”.

Alegadamente, segundo o advogado, os documentos sobre os depoimentos que lhes foram apresentados para assinar “não correspondiam àquilo que tinham dito” e “isso tem que ser apurado”.

Os ex-autarcas são acusados, pelo MP, do favorecimento de amigos e familiares em centenas de concursos públicos, do recurso sistemático ao ajuste direto ou ao ajuste simplificado, à divisão artificial dos trabalhos ou serviços e fracionamento da despesa, num esquema que a acusação suspeita que se tenha prolongado de 2014 a 2022.

A tese do MP é que terão acordado um plano, que envolvia ainda o ex-chefe de divisão de Obras Públicas, também, detido na altura, violando as regras legais da contratação pública, da concorrência, da imparcialidade e da transparência.

O conteúdo Julgamento de ex-autarcas de Montalegre já tem sessões agendadas até março aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Dani Sordo estreia-se no ralicross em Montalegre

VTM

O espanhol Dani Sordo, um dos nomes de referência do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), vai estrear-se oficialmente no ralicross durante a RallyX Global Final, que decorre de 23 a 25 de outubro, no Circuito Internacional de Montalegre.

Com três vitórias no WRC e uma carreira de mais de duas décadas ao mais alto nível, Dani Sordo chega a Montalegre para enfrentar um novo desafio, ao volante de um FC1 Hypercar, um veículo 100% elétrico com 1.100 cv de potência, capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 1,4 segundos.

“Estrear-me no ralicross em Montalegre torna tudo ainda mais especial, pois é uma pista que conheço bem e que normalmente atrai milhares de adeptos espanhóis e portugueses”, destacou o piloto espanhol.

A competição reúne alguns dos melhores pilotos europeus e norte-americanos, que vão disputar os títulos da “Final dos Campeões” em oito categorias, num programa que contempla cerca de 55 corridas ao longo do fim de semana. Entre os momentos mais aguardados está a realização, no sábado, 24 de outubro, da primeira prova noturna da história do Circuito Internacional de Montalegre, com corridas disputadas sob iluminação artificial.

O evento internacional promete atrair milhares de adeptos ao concelho e reforçar a projeção de Montalegre como território de referência no panorama mundial do ralicross.

The post Dani Sordo estreia-se no ralicross em Montalegre appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  
❌