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"Plantadas" lleva las historias de presas políticas cubanas a Colombia

La película Plantadas, inspirada en historias de presas políticas cubanas, inaugurará el Festival Internacional de Cine por la Democracia en Colombia, y su director, Lilo Vilaplana, destaca la relevancia de llevar a universidades y otras ciudades la memoria de la represión en la isla.

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BPC evitou 571 mil mortes e 13 milhões de internações em 30 anos

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O Benefício de Prestação Continuada (BPC), auxílio pago pelo governo federal a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência em situação de pobreza, evitou, em 30 anos, 571 mil mortes e 13 milhões de internações hospitalares pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A conclusão é de um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) publicado em versão preliminar, ou seja, sem revisão de pares. A pesquisa é assinada por 13 cientistas, e a primeira autoria é de Daniella Medeiros Cavalcanti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pesquisadora da Universidade Federal da Bahia (UFBA). 

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Segundo a pesquisa, cada ponto percentual de aumento na cobertura do BPC reduziu em 2,9% as internações hospitalares, em 0,6% as mortes e em 3,9% os anos de vida saudável perdidos, indicador conhecido em inglês como DALY [Disability-Adjusted Life Years].

Esse índice mede a diferença entre a saúde atual da população e a situação ideal em que todos viveriam até a velhice sem doenças ou incapacidade. Na prática, significa que os beneficiários do BPC viveram a velhice com menos doenças. 

O programa também gerou economia ao Estado. Segundo o estudo, cada R$ 1 investido no BPC fez o governo deixar de gastar R$ 3,81. 

Proteção à Infância

A pesquisa mostra ainda uma redução de 5% na mortalidade de crianças de 0 a 4 anos a cada ponto percentual de aumento em beneficiários do BPC. Isso acontece porque os avós são, muitas vezes, os cuidadores principais de crianças na primeira infância, especialmente entre as faixas mais pobres da população.

Há ainda uma melhora na saúde geral de crianças em famílias beneficiadas pelo BPC, o que mostra que o valor do benefício é distribuído em favor de todos os integrantes da casa.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi criado em 1996 e é um dos maiores programas de pensão social não contributiva da América Latina. Os beneficiários recebem, por mês, um salário mínimo de auxílio. Cerca de 6,6 milhões de pessoas recebem benefício atualmente no Brasil, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS). 

Para ter direito, é preciso ter mais de 65 anos ou ser pessoa com deficiência de qualquer idade e ter renda familiar por pessoa menor que um quarto de salário mínimo por mês, o que atualmente equivale a R$ 405,25.

O beneficiário não precisa ter contribuído para o INSS para ter direito ao BPC. 

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Agência Brasil e TV Brasil recebem Prêmio Vladimir Herzog

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O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, e a equipe do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, receberam nesta semana o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Os veículos integram a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Tomaz Silva venceu com o trabalho Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro. A fotografia, feita no Complexo da Penha, em outubro de 2025, retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior.

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"Os jurados e o prêmio Vladimir Herzog reconheceram, nesta fotografia, a história e a dor de tantas pessoas atingidas pela violência policial. Ela foi feita no dia mais difícil que já vivi como repórter, diante de dezenas de corpos. O que mais me marcou naquela manhã não foram os números, mas os rostos, os gritos e o desespero de quem encontrava seus familiares mortos", contou o fotógrafo.
São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Tomaz Silva, fotojornalista da Agencia Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Tomaz Silva, fotojornalista da Agencia Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos ao fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O gerente executivo de Imagem, Arte e Web da EBC, Joédson Alves, ressaltou que a fotografia jornalística tem o papel de documentar a realidade e preservar a memória, sempre com respeito às pessoas retratadas.

"Esse prêmio reconhece não apenas o trabalho do fotógrafo Tomaz Silva, mas também o compromisso coletivo da Agência Brasil com um jornalismo de interesse público, responsável e comprometido com a sociedade", avaliou.

 

Rio de Janeiro - 01/10/2026- Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Rio de Janeiro - 01/10/2026- Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
A foto Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro venceu Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Já o episódio Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão, do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, venceu na categoria vídeo. A produção, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao telespectador histórias de mulheres submetidas a condições análogas à escravidão e discute formas de aprimorar o pós-resgate.

"Receber um prêmio tão importante quanto o Herzog é uma honra para qualquer jornalista. A premiação foi emocionante, principalmente pelo fato de que três mulheres entrevistadas no programa, hoje libertas, puderam comparecer ao evento. O reconhecimento mostra que nosso trabalho jogou luz sobre uma violação, infelizmente, ainda presente no Brasil", destacou a repórter Marieta Cazarré.

O editor de texto do programa, Paulo Leite, comemorou que "é um prazer e uma honra conquistar o prêmio mais valorizado do jornalismo brasileiro".

"Esta foi a 48ª edição do Vladimir Herzog, o que mostra a força, a credibilidade e a resiliência da premiação. Mais uma prova de que jornalismo é um processo coletivo e de que a comunicação pública é essencial para a sociedade", completou.

 

São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Trabalho Escravo da TV Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Trabalho Escravo da TV Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Equipe do Caminhos da Reportagem recebe Prêmio Vladimir Herzog com mulheres resgatadas que foram entrevistadas no programa. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Participaram da equipe de produção do episódio Marieta Cazarré, Paulo Leite, Ana Graziela Aguiar, Ana Passos, Cleiton Freitas, Patrícia Araújo, Gabriel Penchel, JM Barboza, Rogério Verçoza, Sigmar Gonçalves, Alexandre Souza, Marcelo Vasconcelos, Rafael Carvalho, Rivaldo Martins, Aleixo Leite, Caroline Ramos e Wagner Maia.

A diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, celebrou o reconhecimento do talento e da sensibilidade das equipes da empresa.

“Cobrir temas complexos e dolorosos, como a realidade do trabalho escravo doméstico e o impacto humano da violência nas comunidades do Rio, traduzido em uma foto de despedida tão forte, exige coragem, apuro ético e respeito. Esse prêmio reforça o papel da EBC como referência em um jornalismo que não se omite”.

Para o gerente executivo da TV Brasil, Paulo Mondego, o Prêmio Vladimir Herzog representa o reconhecimento ao trabalho de toda a equipe do Caminhos da Reportagem e à vocação do programa de dar visibilidade a temas fundamentais para a defesa dos direitos humanos. 

"Ao abordar o trabalho escravo doméstico, mostramos a importância de um jornalismo comprometido em revelar realidades muitas vezes invisibilizadas e dar voz a pessoas cujas histórias precisam ser conhecidas. Essa conquista reforça o papel da comunicação pública na denúncia de violações de direitos e na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária."

Assista ao episódio premiado do Caminhos da Reportagem

Vladimir Herzog

Desde a sua primeira edição, concedida em 1979, o prêmio celebra a vida e a obra do jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura civil-militar no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em São Paulo.

Em 2026, na 48ª edição, a premiação homenageia e reconhece o trabalho de jornalistas, repórteres fotográficos e artistas do traço que, por meio do trabalho cotidiano, defendem a democracia, a justiça e os direitos humanos.

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Pedro Machado: “Chegaremos a 2035 com 50 milhões de turistas e mais de 53 mil milhões de euros em receitas”

TnewsPedro Machado, secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, revelou que a Estratégia do Turismo 2035 está aprovada e deverá ser apresentada ainda este ano, apontando para a possibilidade de Portugal atingir quase 50 milhões de turistas internacionais e mais de 53 mil milhões de euros em receitas até 2035.
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Rape complainant cross-examined in Phedonos trial

In the trial of furloughed Paphos mayor Phedonas Phedonos, the woman accusing him of rape was on Thursday cross-examined by the defendant’s lawyers.

The complainant was being cross-examined for a second consecutive hearing by Phedonos’ attorneys – Christos Pourgourides and Nondas Korakidis.

Earlier, she had testified during two hearings. During her testimony, Phedonos was not in the courtroom, but in an adjacent room in the court complex.

According to media reports, the complainant’s cross-examination is expected to continue at the next hearing before Paphos criminal court – set for October 27.

The trial is taking place behind closed doors.

Phedonos faces five distinct charges: rape; indecent assault against a woman; indecent assault against a woman by another act (meaning non-physical); assault causing actual bodily harm; and administering a drug or substance to another person with the intent of rendering that person unable to resist.

He has pleaded not guilty to all charges.

Once all witnesses for the prosecution have taken the stand, the court will assess the testimony to decide whether a prima facie case has been established against the defendant.

If the court determines that a prima facie case has not been established, it may acquit the defendant at that stage.

If it decides otherwise, Phedonos will be asked to mount his defence – by summoning witnesses. The defendant himself is not legally obliged to take the stand.

Witnesses for the defence may be cross-examined by prosecutors.

Once the defence wraps up, the two sides will deliver their closing arguments.

The court will assess the entirety of the testimony and the evidence, and then deliver a guilty or not-guilty verdict, followed by sentencing in the event of a guilty verdict.

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Los destinos más terroríficos de Europa para celebrar Halloween

El mes de octubre es sinónimo de una cosa: Halloween. La ‘spoky season’ ha llegado por fin y la época más terrorífica del año supone pasar unos días de terror absoluta disfrutando de historias de miedo. A pesar de que en España no se viva de manera tan intensa como en Estados Unidos, se trata de una festividad que cada año atrae a más personas, e incluso algunas de ellas lo aprovechan para realizar un viaje.

Muchos de los que viven el día más terrorífico del año de manera más intensa buscan visitar destinos que la noche del 31 de octubre celebran este momento tan señalado por todo lo alto o que tengan una historia aterradora detrás, y por ello Euronews ha elaborado una lista con los mejores destinos de toda Europa para vivir un Halloween inolvidable sin perder un ápice de esa esencia sobrenatural que lo caracteriza.

Del hogar de Drácula al subsuelo de París

El primer destino que señala la publicación es, como no podía ser de otra manera, la región de Transilvania, en Rumanía. El ‘hogar’ del conde Drácula en el castillo de Bran domina una zona llena de leyendas relacionadas con el terror, pero ese aura no hace más que aumentar con los pueblos, iglesias y fortalezas que hay repartidos en el corazón del territorio rumano, que además en otoño cobra un esplendor especial.

Otro destino destacado ha sido la urbe de París, y es que la capital de Francia no solo es la ‘Ciudad del amor’ y la ‘Ciudad de la luz’, sino que también esconde una larga historia de lo escalofriante que se puede notar especialmente en las catacumbas, donde descansan los restos óseos de más de seis millones de personas y que cuenta con cementerios envueltos en un aire tenebroso que conforman un París alternativo incomparable con ningún otro lugar.

También puede ser un buen destino para viajar en Halloween la ciudad de Brujas, que poco tiene que ver con conjuros, pero que sí cuenta con varias historias sobre fantasmas que envuelven el precioso casco histórico de la urbe belga en un aura terrorífica, como la del fantasma del agua que aterroriza a quienes se acercan al Lago del Amor en Minnewater Park, entre muchas otras.

El medio tampoco se olvida de dos maravillosas urbes anglosajonas como son Edimburgo y Derry. La capital de Escocia es uno de los destinos más excepcionales en la temporada otoñal, pero su historia y su folclore local rodeado de mitos hacen que sea un lugar perfecto para vivir la noche más terrorífica del año, mientras que en la urbe norilandesa, ubicada en la ‘frontera’ con Irlanda, se celebra uno de los festivales más grandes relacionados con Halloween fuera de Estados Unidos.

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Mãe Bernadete: Júri condena quarto acusado a 23 anos de prisão

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O tribunal do Júri da Comarca de Salvador condenou Sérgio Ferreira de Jesus a 23 anos e nove meses de prisão por seu envolvimento no assassinato da líder quilombola e ialorixá Maria Bernadete Pacífico Moreira, a Mãe Bernadete. Ele é o quarto condenado por envolvimento com o crime.

A condenação, nesta quarta-feira (21), foi pelo crime de homicídio qualificado, por motivo torpe, emprego de meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e uso proibido de arma de fogo.

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Segundo a acusação, o condenado atuou no planejamento do assassinato, indicando a melhor rota até o local do crime, além de ter ficado com o celular de Mãe Bernadete, que foi levado. 

Os outros réus já condenados são: Arielson da Conceição dos Santos – pena de 40 anos, 5 meses e 22 dias de reclusão; Josevan Dionísio dos Santos, conhecido como BZ ou Buzuin – 28 anos de reclusão; e Marílio dos Santos – 29 anos e 9 meses. Marílio, no entanto, faleceu dois dias após o julgamento.

O crime

Mãe Bernadete foi assassinada em 17 de agosto de 2023 no Quilombo Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, na Bahia. Os assassinos entraram na casa em que ela estava com os netos e dispararam 25 vezes.

Segundo a promotoria, o motivo foi a atuação da líder quilombola contra a expansão do tráfico de drogas na comunidade.  

Direitos dos quilombolas

Mãe Bernadete foi uma ialorixá e líder comunitária respeitada internacionalmente pela luta por direitos dos povos quilombolas. Foi secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Simões Filho.

Havia anos que a líder denunciava que recebia ameaças de morte.

Desde 2017 Mãe Bernadete também lutava por justiça pelo assassinato do próprio filho, Flávio Gabriel Pacífico dos Santos, o Binho do Quilombo. Até hoje o crime não foi esclarecido.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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Retirada una polémica campaña en Irlanda que pide el consentimiento de los nietos a los abrazos de sus abuelos

La escena es cotidiana. Unos abuelos llegan a una casa y abrazan a su nieto con entusiasmo, pero, cuando se acercan a su nieta adolescente, esta los mira con recelo. Así empieza un polémico anuncio para redes sociales que ya ha sido retirado en Irlanda, que ha despertado numerosas críticas pues tras ese momento cotidiciano aparece en pantalla el siguiente mensaje: “No todo el mundo quiere un abrazo. Ni siquiera de las personas que los aman”. También se escucha una voz en off que dice: “¿Incómodo? Tal vez. ¿Importante? Sin duda". Según informan medios británicos como la BBC, la campaña ha sido elaborada por el Centro de Atención a Víctimas de Violación de Dublín (DRCC, por sus siglas en inglés) para “educar a la sociedad, especialmente a los más pequeños, sobre el consentimiento”. Sin embargo, el resultado no ha sido el esperado.

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© Sally Anscombe (Getty Images)

Tener abuelos cariñosos en la vida de un niño es algo sumamente positivo que debemos valorar, ha asegurado el ministro de Justicia irlandés.
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A windowless ground-floor unit for $4,750: the AI boom pushes San Francisco rents skyward

In the heart of the historic working-class and Latino Mission district in San Francisco, the door of a ground-floor unit next to a trendy coffee shop keeps opening. A private shuttle that ferries tech workers to their Silicon Valley headquarters farther south passes by every morning. The 796 sq.ft. (74-square-meter) apartment, recently renovated and furnished, is thoughtfully laid out, from the small open kitchen to the built-in closets. But it gets very little light. Of its two bedrooms, one has no windows. And it costs $4,750 a month.

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© Michael Macor (The San Francisco Chronicle via Getty Images)

People at a showing for a rental apartment in San Francisco.
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Benito Rabal, hijo de Paco Rabal y Asunción Balaguer: "Los dos murieron justo cuando tenían que morir"

Para Benito Rabal es imposible hablar de su padre sin hablar de su madre. Y viceversa. O sea, de Paco Rabal y de Asunción Balaguer. "Ella misma lo decía: 'Él buscaba una mujer fuerte. Buscaba un corazón y me buscaba a mí'. Ella era el corazón de Paco", recuerda Vanesa Benítez, directora y guionista de la película documental 200 vidas. Paco Rabal. De momento, podrá verse en salas de cine, a partir del viernes 23 de octubre, en Madrid (Renoir Princesa) y en Murcia (Neocine Centrofama). A buen recaudo, el filme, como una obra de teatro, girará por todo España. El Independiente habló con Vanesa Benítez Zamora y Benito Rabal Balaguer con motivo del estreno comercial de 200 vidas. Paco Rabal.

Pregunta.- Vosotros, ¿de qué os conocéis?

Respuesta.- (Vanesa Benítez) Yo conozco a Benito de ver sus películas; sabía que era cineasta. Pero no lo conocía personalmente. Sabía que era el hijo de Paco Rabal. Nos conocimos hace casi dos años, cuando empezamos el proyecto; fui al paraíso donde él vive, Calabardina, para conocernos. Hablamos de la idea que yo tenía del proyecto, y le pedí que me diera la mano ayudándome en todo.

Respuesta.- (Benito Rabal) A mí me llamó un contacto que tenemos en común, el productor Carlos Belmonte. Hemos tenido productoras juntos y somos como hermanos. Ya me había hablado de este proyecto que venía de antes, pero luego se frustró. Yo me negué a que esa persona dirigiera la película de mi padre, pero no voy a decir el nombre. Un día me llamó para hablarme de Vanesa Benítez, me vi rápidamente sus películas, que están de puta madre, quedamos y nos caímos muy bien desde el primer momento. Ella me preguntaba quién era quién en las fotografías. Esa ha sido mi labor en la película. Yo soy muy respetuoso, y más cuando sé que el trabajo va a estar bien.

R.- (Vanesa Benítez) Cuando yo estaba documentándome o escribiendo el guion, preguntaba a Benito quién era quién.

R.- (Benito Rabal) Cuando vi el primer montaje, me quedé fascinado.

P.- ¿Quién tiró del hilo?

R.- (Benito Rabal) A mí me ofrecieron participar, pero yo ya había hecho en 1992 una película con mi padre en vida. Y con mi madre en vida. Hay quien la llama documental, y a mi padre le nominaron al premio TP de Oro a mejor actor por hacer de sí mismo. Paco, mi padre.

R.- (Vanesa Benítez) Hay mucho de Paco, mi padre en 200 vidas. Paco Rabal.

R.- (Benito Rabal) Y luego, cuando ya murió mi padre, hice otro documental en el que él contaba su vida a través de entrevistas de televisión. Su discurso era muy coherente. Así que cuando me ofrecieron participar en 200 vidas. Paco Rabal, yo había cumplido y creía que no iba a aportar nada más. Y efectivamente hacía falta una mirada limpia.

P.- ¿Por qué volver a mirar a Paco Rabal? ¿Cuál fue el detonante?

R.- (Vanesa Benítez) El detonante era la celebración del Año Rabal, el centenario que está transcurriendo durante este 2026. A mí me lo propusieron las productoras, y lo primero que pregunté fue: ¿tiene que ser de alguna manera? ¿Hay que darle una vuelta? Este documental tampoco es el documental definitivo de Paco Rabal, ni lo pretende. Es una mirada muy autoral, fruto de mi 'convivencia' con él. Después de estar tantísimo tiempo navegando entre sus archivos, sus cintas, sus películas Super 8mm…, es como si fuera de mi familia; como si estuviera aquí escuchándome.

P.- Porque la voz que escuchamos, todas esas cintas, el material casero; todo eso es suyo.

R.- (Benito Rabal) Sí. Eso está donado. Mi padre siempre viajaba con una cámara Super 8mm y una grabadora. Cuando salía fuera del país o estaba rodando aquí en España, pero en otra ciudad, siempre quería compartirlo después con toda la familia, con todos los amigos íntimos y con el vecino de la calle o con el tendero… Quería compartir lo que él había vivido porque le parecía que era algo extraordinario, sobre todo salir al extranjero de un país en blanco y negro; España era una comisaría más que un país. Entonces había foto fija en todas las películas, así que de cada película hay un álbum, además de correspondencia, más cintas que él grababa, más entrevistas…

Imagino que mi madre pensó que era importante tenerlo, y lo fue archivando y guardando. Lo de mi padre, lo suyo, lo de mi hermana [Teresa Rabal], lo mío, lo de mis hijos… Cuando los dos [Paco Rabal y Asunción Balaguer] se murieron; ese archivo, por deseo expreso de ellos… Mi padre siempre dijo que todo lo que era atesorar tenía que volver a su pueblo. Parte de eso lo aceptaron muy generalmente la Comunidad de Murcia, la Universidad de Murcia, el Instituto Cervantes y el Ayuntamiento de Águilas. Todo eso se está digitalizando.

Lo de las cintas es de cuando a mi padre le encargaron escribir sus memorias, Si yo te contara. Le pidió ayuda a Agustín Cerezales Laforet [hijo de Carmen Laforet], que era mi cuñado entonces y un gran escritor. Agustín, muy profesional, grabó todas las conversaciones. Cuando murió mi padre, Agustín me las dio, y mi madre las metió en una cajita.

R.- (Vanesa Benítez) La famosa cajita. El 85% de lo que escuchamos de Paco son esas memorias. También hay ensayos; él se grababa, ensayando los diálogos de las películas. Hay también algún poema que se graba recitando y fragmentos de la entrevista, muy bonita y muy íntima, que Benito le hizo para la película Paco, mi padre; Y esa cajita… La primera vez que voy a Águilas [Murcia] y me hacen el tour –hay un pequeño museo dedicado a Paco Rabal, con cosas personales, guiones–, había una grabadora. Y si había una grabadora debía de haber una cinta. Y en seguida fuimos a ver donde se custodiaba todo el archivo. Empezaron a salir las fotografías, las películas Super 8mm… Lo último que apareció fue la cinta en una cajita de cartón que tenía escrito a bolígrafo: 'Memorias grabadas, Paco Rabal'. Había unas 80 ó 90 cintas.

Silvia Pinal y Francisco Rabal, en 'Viridiana' (1961), de Luis Buñuel

P.- El 8 de marzo habría cumplido tu padre 100 años. En la película documental se habla del duelo de tu padre por sus padres. Se han cumplido también 25 años de la muerte de tu padre. ¿Tú cómo has llevado estos 25 años de ausencia?

R.- (Benito Rabal) Yo los echo de menos. Están los dos tan presentes que es como si estuvieran ahí. Es la ventaja de haber tenido dos padres actores, con lo cual son eternos. Y además están muy presentes en el cariño que la gente les tiene. Yo creo que los dos murieron justo cuando tenían que morir. Mi padre murió en la cima de su carrera. A partir de ahí hubiera hecho más papeles, claro, pero con una salud… Yo estaba de ayudante de dirección y director de segunda unidad de Los santos inocentes, y mi padre tendría unos 58 años. Los pies que salen al principio de la película son los míos porque él se agotaba. La cortisona, etc.

P.- ¿Has imaginado en algún momento a tu padre en el siglo XXI haciendo cine o una serie tipo Juncal?

R.- (Benito Rabal) Sí, seguro que sí. Lo vimos con mi madre, que, con 86 años, aprendió a bailar claqué para la obra de teatro Follies. Y con 87 años haciendo Las chicas del calendario. Mi padre lo hubiera pasado mal físicamente, y mi madre empezó a perder ya… Murió con 94 años. Con mi padre no pude tener una última conversación porque se murió de repente, pero sí tuve una última conversación con mi madre en el hospital, ya sedada. Ella pensaba que estaba nevando –estábamos en Cercedilla– y que se había caído, rodando conmigo una película. Y me decía: "Lo siento, Benito. Qué caída más tonta". Yo le decía: "No te preocupes. Está nevando. Hemos tenido que cambiar el plan de trabajo". Y ella: "Ay, cómo me alegro. Sabes que no me gusta molestar".

Asunción Balaguer

P.- Es verdad que es una loa a Paco. Es un documental hecho por y para él y su memoria, pero no eludís malos momentos: su problema con el alcohol, su depresión…

R.- (Benito Rabal) Lo importante, como decía José Mujica, es levantarse. Él no escondía nunca nada. A lo mejor ficcionaba alguna parte…

P.- ¿Alguna vez le dijiste a tu padre: "Esto no es verdad, te lo estás inventando"?

R.- (Benito Rabal) ¡Una vez! Un día se lo dije. Yo estaba en Italia. Cuando nació mi hijo mayor, él y mi madre estaban en Argentina, rodando una película basada en un cuento de Borges, El muerto [Cacique Bandeira], de Héctor Oliveira. Estaban la segunda mujer de Perón [Evita] y José López Rega, un nazi medio Rasputín. Mi padre, cuando vino, me contó: "Una vez nos invitó a una cena el Rasputín este y, cuando me fue a dar la mano, le dije: 'Yo no doy la mano a un fascista'". Yo le dije que eso era mentira. Me miró y empezó a llamar a uno y a otro para demostrarme que era verdad.

P.- ¿Era verdad o mentira?

R.- (Benito Rabal) Por supuesto que era verdad.

P.- ¿Qué títulos recomendaríais de él más allá de los clásicos?

R.- (Vanesa Ramírez) A mí La sed [Hijo de hombre; 1961] me dejó impactadísima.

R.- (Benito Rabal) La sed… Y la película El otro [1991], que hizo con el actor francés Bernard Giraudeau.

R.- (Vanesa Ramírez) Uy, El otro es brutal. Aparte es su última etapa, que ya tiene totalmente su nuevo rostro.

R.- (Benito Rabal) Y de la primera parte, de cuando tenía esa fama de galán, solamente Hay un camino a la derecha [1953].

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Direitos Humanos: planos de Lula e Flávio refletem diferença histórica

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Os direitos humanos são uma área que, historicamente, diferenciam de maneira significativa os candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais em 2026: o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). 

Enquanto Lula ascendeu politicamente no fim dos anos 1970, fazendo o enfrentamento à ditadura militar e às graves violações de direitos humanos do regime, Flávio Bolsonaro é herdeiro político de seu pai, Jair Bolsonaro, um notório defensor da ditadura e admirador do coronel Carlos Brilhante Ustra, apontado pela Comissão Nacional da Verdade como responsável por diversos crimes no período ditatorial, incluindo torturas e mortes.

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Os planos de governo dos dois candidatos também refletem suas diferenças. Enquanto Flávio aposta na defesa de direitos endurecendo as penas de quem comete crimes, Lula foca mais na garantia de direitos pelo fortalecimento de políticas públicas e o combate ao crime organizado por meio da asfixia financeira das facções.

Para comparar as propostas relacionadas aos Direitos Humanos do Plano de Governo de cada candidato, a diretora executiva da organização não governamental Conectas Direitos Humanos, Camila Asano, recomenda que a a eleitora e o eleitor pesquisem o que cada candidato já fez ou tem feito ocupando cargos públicos.

Ela ressalta que há elementos concretos dos dois candidatos para se avaliar e não só propostas futuras.

“Por exemplo, a posição deles sobre facilitar ou controlar o acesso a armas, lembrando que mais armas circulando aumentam as chances delas pararem, de forma legal ou ilegal, nas mãos do crime organizado ou até mesmo de agressores que cometem feminicídio.”

Em 2019, projeto de lei apresentado durante o governo de Jair Bolsonaro propôs alterações no Estatuto do Desarmamento. O texto, apoiado por Flávio Bolsonaro, elimina a exigência de identificação dos cartuchos, inclusive os destinados às forças policiais.

Flávio tem sido questionado justamente por ter advogado em favor de um policial acusado de, em 2021, matar a menina Ana Clara, de cinco anos, durante uma operação policial no Rio.

Violência

Uma das grandes preocupações da população hoje é a violência, tema que envolve vários aspectos de direitos humanos, conforme explicou a diretora da Conectas.

“Vemos com extrema preocupação as proposições relacionadas à segurança pública que têm apelo populista e parecem mais como frases de efeito para cortes nas redes do que políticas públicas”.

Segundo a entidade, uma proposta deve ser baseada em evidências e estatística, devem mirar a superação dos fatores que beneficiam a criminalidade. “Ao contrário do que muitos candidatos de extrema-direita pelo mundo afora querem fazer parecer, o endurecimento de penas não é o que efetivamente combate o crime. É algo já provado por estudos feitos em todo o mundo”, aponta Camila Asano.

“Propostas que vão na contramão disso, como redução da maioridade penal ou a simples construção de presídios, fazem parte do plano de governo do candidato Flávio Bolsonaro”, mencionou a especialista. Segundo ela, o Brasil já prende muito, tem mais de 900 mil pessoas presas, e ainda assim os índices de criminalidade no país seguem alarmantes. 

A Conectas ressalta que o uso de inteligência e o desmonte financeiro de facções é o que realmente combate o crime organizado, dentre outras ações mais estruturais. “As operações policiais matam a esmo nas favelas e fazem crianças perderem aula e idosos perderem suas consultas médicas”, lembra.

O plano de governo de Lula, segundo a especialista, aborda a segurança pública trazendo algumas medidas preventivas e de cidadania, para além das medidas de combate direto ao crime. “O plano fala da implementação das metas do Pena Justa, o estímulo ao uso de câmeras corporais pelos agentes de segurança e ao fortalecimento dos mecanismos de controle interno e externo da polícia”, elencou Camila.

“Mas, no geral, elas foram apresentadas sem aprofundamento. Por exemplo, a criação de um Ministério de Segurança Pública precisa ser detalhada para entendermos, por exemplo, se isso não gerará problemas na integração de dados”, ponderou. 

O Pena Justa foi lançado em fevereiro de 2025 com mais de 300 metas a serem cumpridas até 2027, sob coordenação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O plano trata de temas como eliminação da superlotação prisional e garantia de condições básicas de higiene, saúde, acesso à água e alimentação; e ampliação da oferta de estudo e trabalho para pessoas encarceradas e criação de oportunidades para egressos.

Ela acrescentou que um ponto de atenção no plano do candidato Lula é a necessidade de um maior detalhamento sobre as garantias voltadas para os povos indígenas. “Uma descrição mais aprofundada de como o atual presidente, se reeleito, garantiria a demarcação e desintrusão de terras indígenas e a proteção aos seus territórios e modos de vida, como está escrito no documento.”

Flávio Bolsonaro (PL)

As propostas na área de direitos humanos do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, estão presentes em seu plano de governo, denominado Para o Brasil Vencer o Atraso, e pode ser lido, na íntegra, aqui.

O programa de governo, no que tange ao Combate ao Feminicídio e Proteção à Mulher, propõe uma política de tolerância zero para o feminicídio, estabelecendo que os agressores com medida protetiva serão monitorados por tornozeleiras eletrônicas e que assassinos e agressores cumprirão a pena de forma integral.

O texto prevê também a criação de uma plataforma de serviços de acolhimento, saúde, orientação jurídica e financeira por aplicativo. O documento prevê ainda garantir acesso universal a creches para dar suporte às mulheres. Na falta de vagas, a família receberá um voucher-creche para acesso à rede privada. O texto não informa o valor do voucher.

No tópico da Modernização e Integração dos Canais de Denúncia de Violência contra a Mulher, o texto prevê a unificação das ferramentas do Ligue 180, delegacias virtuais, botão de emergência e a assistente virtual (ClarIA) em uma plataforma única.

A respeito da Capacitação e Ensino Gratuito para Mulheres, o candidato propõe a instituição da iniciativa "Escola Brasil por Elas", programa de formação profissional e ensino gratuito focado em áreas tecnológicas, gestão de negócios e empreendedorismo, desenvolvido em parceria com o Sistema S e a iniciativa privada.

No campo da Garantia da Segurança Pública, o programa de governo propõe a criação de um sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais com a instalação de câmeras de vigilância em portos, aeroportos e vias públicas. O documento prevê também fim da progressão de regime para crimes hediondos, o agravamento de penas para roubo, furto e receptação de celulares.

O programa propõe também a implementação da castração química. O texto prevê a aprovação de legislação e a aplicação da medida punitiva para indivíduos condenados por estupro ou abusos sexuais contra mulheres, crianças e adolescentes.

Sobre a Redução da Maioridade Penal, o candidato propõe o apoio e a sanção para a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, prevendo ainda a punição de jovens a partir dos 14 anos que cometerem infrações graves, como estupro, tráfico de drogas, tortura e homicídio.

O documento prevê ainda a criação do Complexo Federal de Segurança Máxima, chamado TREVA. Junto aos atuais cinco presídios, o complexo seria composto por mais cinco novas unidades de segurança máxima no modelo de El Salvador, com restrições e monitoramento de visitas. O candidato pretende ainda criar 500 mil novas vagas na rede prisional em parceria com os estados.

Brasília (DF) 10/04/2024 - Inpeção nos presídios de Goiânia,  em 21/05/2023 - Inspeção da equipe do DMF na Casa de prisão Provisória em Aparecida de Goiânia.
Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ Brasília (DF) 10/04/2024 - Inpeção nos presídios de Goiânia,  em 21/05/2023 - Inspeção da equipe do DMF na Casa de prisão Provisória em Aparecida de Goiânia.
Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ
Brasília (DF) 10/04/2024 - Casa de prisão Provisória em Aparecida de Goiânia (GO). Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ

Também é citado o aumento de penas para furto e receptação de celulares. O plano de governo propõe o enquadramento rígido dessas condutas, determinando a quadruplicação da pena inicial para quem furtar ou revender aparelhos obtidos por meio de atividade criminosa.

Em relação à Assistência e Direitos das Vítimas de Crimes, o candidato propõe que os recursos hoje direcionados às famílias de detentos sejam redirecionados às famílias das vítimas de crimes.

Quanto aos Povos Indígenas e Quilombolas, o programa de governo propõe conferir às comunidades tradicionais autonomia para decidir sobre as atividades produtivas em suas terras, garantindo, segundo o texto, desenvolvimento sustentável, o cumprimento das regras ambientais e a previsão de indenizações ou compensações financeiras em casos de restrição de uso.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

As propostas do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para os Direitos Humanos estão presentes em quase todos os itens do seu programa de governo, chamado Programa de Transformação do Brasil: Um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo, apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponível, na íntegra, aqui.

Em relação aos Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais, o texto propõe a garantia de direitos territoriais para indígenas, quilombolas e ribeirinhos, com ações para demarcação e desintrusão de terras, além da proteção de suas culturas e modos de vida. Segundo o documento, são previstos também a implantação plena da Universidade Indígena, criada em 2026, e um modelo de atenção diferenciada à saúde indígena, com participação ativa dos próprios povos originários em sua gestão.

No que tange aos Direitos das Mulheres, o texto prevê a expansão das políticas de combate ao machismo, sexismo e feminicídio, utilizando a manutenção do Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio como guia estratégico. Além disso, o documento estabelece que serão fortalecidos o monitoramento de agressores e a capacitação das forças de segurança. Segundo o plano, serão asseguradas ainda políticas que apoiem a inserção das mulheres em diversas atividades laborais e o cumprimento da Lei de Igualdade Salarial entre homens e mulheres.

Quanto aos Direitos da População LGBTQIAP+, o programa de governo propõe o planejamento de políticas públicas inclusivas que considerem as dimensões de gênero, identidade, orientação sexual, aspectos étnico-raciais e de classe social. Segundo o documento, serão fortalecidas as ações de combate às discriminações racial, étnica, de classe, ao capacitismo e contra a população LGBTQIAP+ no acesso ao trabalho decente e na segurança pública.

Brasília (DF), 07/12/2025 - O Levante Mulheres Vivas realiza ato na área central de Brasília para denunciar o feminicídio e todas as formas de violência contra mulheres. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Brasília (DF), 07/12/2025 - O Levante Mulheres Vivas realiza ato na área central de Brasília para denunciar o feminicídio e todas as formas de violência contra mulheres. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/12/2025 - Ato para denunciar o feminicídio e todas as formas de violência contra mulheres. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

No tópico dos Direitos da Criança e do Adolescente, o texto prevê a ampliação da proteção à infância por meio de benefícios especiais do Bolsa Família, expansão da educação em tempo integral, investimentos na construção de creches, proibição do uso de celular nas escolas e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) digital. O plano estabelece que serão intensificadas as ações de enfrentamento à pobreza infantil e de erradicação do trabalho infantil em todas as suas formas.

Em relação a Migrantes, Refugiados e Apátridas, o candidato propõe a implementação plena da Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (PNMRA). O documento destaca que serão garantidos o acolhimento digno, o combate à xenofobia e o ampliação do acesso a serviços públicos e direitos fundamentais.

No âmbito dos Direitos Trabalhistas, Erradicação do Trabalho Escravo e Jornada, o programa prevê o combate rigoroso ao trabalho análogo ao escravo, ao trabalho infantil e à precarização laboral, incluindo a garantia de proteção previdenciária e trabalhista para quem atua em plataformas digitais. Segundo o documento, o candidato fará a defesa da aprovação do fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução salarial.

A respeito das Ações Afirmativas (Cotas) e Enfrentamento às Desigualdades Étnico-Raciais, o plano propõe a manutenção e o aperfeiçoamento das cotas no ensino superior e em concursos públicos, com especial atenção à inclusão de quilombolas. O texto prevê a aceleração da Política Nacional de Equidade e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), a ampliação de campi quilombo em Institutos Federais e a continuidade da titulação de territórios quilombolas, além de desapropriações por interesse social.

Em relação à Política de Habitação e Redução da Pobreza, o texto prevê a expansão do programa Minha Casa Minha Vida para todas as faixas de renda e preservando seu foco nas famílias de mais baixa renda. Segundo o documento, haverá continuidade de investimento em urbanização de favelas (programa Periferia Viva) e destinação de imóveis da União (Imóvel da Gente) para habitação social, além de regularização fundiária em ambos os programas.

O plano de governo cita ainda o fomento às lavanderias públicas, cozinhas solidárias e aos restaurantes populares, no âmbito da Política Nacional de Cuidados. O objetivo é garantir equipamentos públicos que ampliem os cuidados indiretos e comunitários.

Sobre o Combate a Ilegalidades e Gestão do Sistema Prisional, o candidato propõe atuar no sistema penitenciário com foco na garantia de direitos, redução da reincidência e combate ao crime organizado, além do apoio à modernização das penitenciárias estaduais. O texto prevê o cumprimento das metas do Plano Pena Justa e a instituição do Pacto Nacional de Execução Penal, fortalecendo a governança e estabelecendo padrões nacionais de gestão carcerária.

Em relação ao Uso de Câmeras Corporais na Atuação Policial, o documento estabelece o incentivo ao uso do equipamento pelas forças de segurança pública, acompanhado da definição de diretrizes nacionais para a gestão das imagens. Segundo o texto, haverá também incentivo ao fortalecimento dos mecanismos de controle interno e externo da atividade policial.

No que refere à Reestruturação das Polícias, o programa prevê a valorização e qualificação dos agentes, como forma de fortalecer a atuação policial, assegurar o uso legítimo da força e ampliar a confiança da população nas instituições. Haverá ainda estímulo ao modelo de policiamento de proximidade junto aos estados e municípios. O texto prevê a criação do Ministério da Segurança Pública para coordenar a execução das políticas nacionais de segurança pública e a prevenção da violência no país.

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El pueblo medieval que Aitana Sánchez-Gijón y Maxi Iglesias han elegido

Maxi Iglesias y Aitana Sánchez-Gijón han encontrado en una localidad con encanto medieval el escenario perfecto para disfrutar de una escapada romántica lejos del foco mediático. Así, las imágenes publicadas por Diez Minutos y ¡Hola! en las que se les ve cargando el coche con maletas y protagonizando un apasionado beso, han vuelto a poner el foco en una relación que sorprendió y despertó gran interés desde que salieron a la luz sus primeras fotografías juntos.

Concretamente, los actores han elegido Sigüenza, en la provincia de Guadalajara, para disfrutar de unos días de desconexión. El pueblo permite dar paseos por calles empedradas, visitar rincones llenos de historia y disfrutar de una tranquilidad difícil de encontrar en la capital. Y como alojamiento, han optado por Molino de Alcuneza, un hotel boutique de 4 estrellas en un antiguo molino harinero del siglo XV.

Una catedral de aspecto fortificado

Sigüenza es una auténtica joya medieval en el corazón de Castilla-La Mancha. Su casco histórico, declarado Conjunto Histórico-Artístico, refleja el paso de distintas civilizaciones, desde los celtíberos y los romanos hasta los musulmanes y los cristianos. Uno de sus puntos imprescindibles es la Catedral de Santa María la Mayor, cuya construcción comenzó en el siglo XII y se prolongó durante varios siglos.

El aspecto fortificado del templo, con dos torres almenadas en la fachada principal, combina elementos románicos, góticos y renacentistas. En su interior destaca la Capilla de los Arce, donde se encuentra el célebre sepulcro del Doncel de Sigüenza. También merece la pena contemplar la Sacristía de las Cabezas, el claustro, el coro y la colección de tapices, así como visitar el Museo Diocesano de Arte Sacro para conocer mejor la riqueza artística de la villa.

De la plaza mayor al castillo

La visita puede continuar en la Plaza Mayor, creada a finales del siglo XV. Su arquitectura castellana, las galerías porticadas y los edificios históricos, como el Palacio de los Deanes, actual Ayuntamiento, le confieren un encanto especial. Desde allí, la calle Mayor invita a recorrer el entramado medieval y descubrir monumentos como las iglesias de Santiago y San Vicente, ambas de origen románico y del siglo XII. También destaca la Casa del Doncel, una construcción gótica adornada con escudos y almenas, vinculada a la familia de este célebre personaje histórico.

En lo alto del pueblo se alza el Castillo de Sigüenza, una imponente fortaleza construida en el siglo XII como residencia de los obispos y señores de la localidad. En la actualidad, el edificio alberga un Parador de Turismo y su ubicación privilegiada brinda unas vistas únicas del conjunto urbano y el paisaje que lo rodea. Para completar el recorrido monumental, también se pueden visitar el Monasterio de Nuestra Señora de los Huertos, el Palacio Episcopal y la Ermita del Humilladero.

Naturaleza, gastronomía y fiestas locales

Además de sus monumentos, Sigüenza ofrece espacios perfectos para disfrutar de un ambiente tranquilo y de la vida local. El Paseo de la Alameda, junto al río Henares, es un lugar ideal para descansar y pasear, mientras que los alrededores de la villa permiten descubrir paisajes naturales de gran belleza. Entre ellos destaca el Parque Natural del Barranco del Río Dulce, un enclave perfecto para practicar senderismo, observar aves y disfrutar de la naturaleza.

La gastronomía local es otro de sus atractivos: en los bares y restaurantes del casco histórico se pueden degustar especialidades tradicionales, como el fino seguntino, el perdigacho y los torreznillos. Por último, merece la pena conocer las fiestas y tradiciones de Sigüenza, entre las que destacan las Hogueras de San Vicente, en enero; las fiestas de San Juan, en junio, y las Jornadas Medievales, en julio.

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US midterms start with record early voting turnout

The mobilization of American voters in the midterm elections is already making an impact with fewer than two weeks to go until Election Day on November 3. Early voting, which has begun in more than 30 states, is setting records in some of them. More than 16 million voters have already cast their ballots, most of them by mail.

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© Jonathan Ernst (REUTERS)

Voters participate in the first day of early voting in Atlanta, October 13.
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10 anos JE: o que falta a Portugal na era da IA?

O Jornal Económico assinalou o seu 10.º aniversário com uma conferência na Alfândega do Porto. O encontro reuniu personalidades de diferentes áreas, para pensar a década que transformou Portugal, e os desafios e oportunidades que o país e o mundo vão enfrentar nos próximos 10 anos.

A inteligência artificial (IA) foi uma das temáticas debatidas no evento. Mas como está Portugal posicionado nesta área? Será criador ou apenas consumidor desta tecnologia?

O que nos falta para transformar o conhecimento produzido nas universidades e centros de investigação em mais tecnologia criada no país e com capacidade para competir internacionalmente?

E daqui a 10 anos, pode a tecnologia ser o motor de um novo modelo económico para o país?

Conheça as respostas de João Paulo Firmeza, General Manager da Altice Labs e um dos convidados da conferência, a estas questões:

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