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Indexa/Broadcast: Flávio tem 50,6% dos votos válidos; Lula, 49,4%

Em um cenário estimado para o segundo turno da disputa presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebe 50,6% das intenções de voto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, recebe a preferência de 49,4% dos entrevistados. Os dados foram aferidos pelo instituto Indexa/Broadcast e divulgados nesta quinta-feira (22).

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O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos, assim como no critério adotado pelo TSE. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na última pesquisa divulgada pelo instituto, na semana anterior, Flávio pontuava 51% e Lula 49%.

Resultado do primeiro turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A Indexa/Broadcast entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 20 e 21 de outubro, através de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Agência Estado e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02348/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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PoderData/AYA: Lula é desaprovado por 49%; aprovação é de 46%

Levantamento do instituto PoderData/AYA divulgado nesta quinta-feira (22) aponta que 49% do eleitorado desaprova o desempenho pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo federal. Outros 46%, por outro lado, dizem aprovar o petista.

Questionados, 5% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

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No levantamento anterior, metade dos entrevistados, 50%, diziam desaprovar Lula. Aqueles que o aprovavam eram 44%.

Em um segundo momento, o instituto questionou como os eleitores avaliam o governo de Lula neste terceiro mandato, além da figura pessoal do presidente.

Neste cenário, a desaprovação vai a 50%. Já a aprovação repete a marca de 46%.

Os que não sabem ou não responderam somam 4%.

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Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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PoderData/AYA: Lula é rejeitado por 47%; Flávio, por 45%

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), aponta que 47% dos eleitores rejeitam o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial. Neste índice, o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 45%.

Quando questionados sobre o petista, 46% responderam que o candidato é o único em quem votariam, enquanto 5% disseram que poderiam votar nele e 2% disseram não saber. Já quanto ao postulante do PL, foram 47% os que disseram que somente votariam nele, enquanto 5% afirmaram poder votar e 3% responderam não saber.

Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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PoderData/AYA: Flávio tem 51% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 49%

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), mostra que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos.

Esta é a quinta rodada testada pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Na pesquisa divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 52% ante 48% de Lula, portanto, o candidato do PL oscilou um ponto para baixo enquanto o petista um para cima, variações que ocorrem dentro da margem de erro.

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Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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FCC: Presidente alerta emissoras sobre pesquisas falsas na eleição dos EUA

O presidente republicano da FCC (Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos) está aconselhando emissoras locais a ficarem atentas a “pesquisas falsas”, sem especificar quais considera fraudulentas, enquanto várias sondagens respeitáveis indicam que os democratas podem conquistar avanços importantes nas Eleições de Meio de Mandato.

Brendan Carr, aliado próximo do presidente Donald Trump, fez o alerta às emissoras licenciadas pela FCC na quarta-feira (22), mesmo dia em que duas novas pesquisas nacionais de grande credibilidade mostraram que a aprovação de Trump havia atingido mais uma mínima histórica.

O alerta também foi feito um dia depois de uma empresa que se apresentava como instituto de pesquisas admitir ser uma “entidade fictícia” que havia fabricado dados e enganado veículos de comunicação.

Esse é um problema real — e revoltante —, mas não deveria comprometer a credibilidade das pesquisas de alta qualidade que ajudam a informar o eleitorado.

Afinal, a quais pesquisas Carr se referia? Sua publicação no X não esclareceu a questão, e ele não respondeu ao pedido de comentário da CNN na tarde de quarta-feira, deixando o assunto em aberto. Talvez esse fosse, em parte, o objetivo.

Um grupo de ex-integrantes da FCC classificou a mensagem de Carr como “parte de uma estratégia cada vez mais intensa da Casa Branca para inclinar o campo eleitoral a favor do presidente e contestar resultados eleitorais que não sejam de seu agrado”.

Os ex-integrantes também observaram que “a FCC não tem autoridade alguma para determinar decisões editoriais”.

De fato, o Congresso proibiu a FCC de tentar impedir a transmissão de qualquer ponto de vista. Mas a agência é responsável por conceder licenças a emissoras locais de rádio e televisão em todo o país e por fazer cumprir padrões básicos. Carr tem usado repetidamente esses poderes limitados para pressionar empresas de radiodifusão.

Grupos de defesa da imprensa argumentaram que a publicação mais recente de Carr contraria a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que protege a liberdade de expressão e de imprensa.

“Literalmente, todas as vezes que ele ataca a imprensa, isso acontece por causa de reportagens desfavoráveis a seu chefe, Donald Trump, cujo rosto dourado ele já foi visto usando como broche de lapela”, disse Seth Stern, diretor de defesa da liberdade de imprensa da Freedom of the Press Foundation.

Neste momento, há muitas notícias desfavoráveis sobre as perspectivas eleitorais do Partido Republicano, diante da insatisfação generalizada dos eleitores com a economia e a situação do país.

Trump tem recorrido a acusações de que as pesquisas são “falsas” e, ocasionalmente, ameaçado transformar suas palavras em ações. “Tenho lutado contra os institutos de pesquisa”, disse Trump em um comício na terça-feira.

Mas, se Trump pretendia inibir a divulgação de informações sobre a opinião pública, não teve sucesso.

No mês passado, um juiz de Iowa rejeitou o processo movido pelo presidente contra a pesquisadora J. Ann Selzer, sua empresa de pesquisas, o jornal Des Moines Register e a Gannett. Um porta-voz da equipe jurídica de Trump prometeu recorrer da decisão.

Na quarta-feira, Carr afirmou que esta temporada eleitoral registrou “um aumento significativo de pesquisas totalmente falsas e pesquisas de supressão, concebidas exclusivamente para interferir no funcionamento regular do processo eleitoral e alterar os padrões habituais de participação e entusiasmo dos eleitores”.

Ele disse que “muitos jornalistas e radiodifusores vêm ampliando a divulgação ou transmitindo” essas pesquisas, mas não identificou nenhuma delas nem citou nomes.

Carr então mencionou o poder da FCC de punir emissoras que violem as normas da agência contra “distorção de notícias” e “fraudes na radiodifusão”, embora essas regras tenham aplicação restrita e raramente sejam utilizadas.

“As emissoras são aconselhadas a evitar distorções de notícias ou a veiculação de fraudes na radiodifusão por meio da transmissão de pesquisas que violem suas obrigações regulatórias”, escreveu.

Anna Gomez, única comissária democrata da FCC, contestou imediatamente a mensagem de Carr.

“Institutos de pesquisa que enganam intencionalmente o público devem ser responsabilizados, mas emissoras que divulgam dados de pesquisas publicamente disponíveis nunca deveriam ser punidas quando uma pesquisa está errada”, escreveu Gomez no X. “As regras da FCC sobre distorção de notícias ou fraudes não se aplicam a uma emissora que divulga esses dados de boa-fé.”

Stern apresentou argumento semelhante em um comunicado divulgado na quarta-feira. “As emissoras de notícias têm o direito, garantido pela Primeira Emenda, de divulgar dados de pesquisas, mesmo que eles se revelem imprecisos, assim como têm o direito de noticiar as inúmeras mentiras e distorções do próprio Carr e de Trump, mesmo quando se mostram incorretas”, afirmou.

Ao atacar as “pesquisas falsas”, Carr voltou a adotar a retórica do presidente que o nomeou para a FCC em 2017 e o promoveu ao cargo de presidente da agência no ano passado.

O momento chama a atenção: faltam menos de duas semanas para as Eleições de Meio de Mandato, e as pesquisas mostram os democratas em vantagem em várias disputas importantes.

Muitos leitores e telespectadores questionam a confiabilidade das pesquisas. A realidade é que algumas são mais confiáveis do que outras.

No início desta semana, o site de acompanhamento de pesquisas FiftyPlusOne publicou uma investigação sobre um grupo chamado Wedgewood Polls, que havia divulgado mais de uma dúzia de pesquisas durante a temporada eleitoral.

O FiftyPlusOne havia incluído os dados do grupo em suas médias de pesquisas, mas encontrou indícios de falsificação. Depois que o site solicitou esclarecimentos, a Wedgewood publicou um comunicado afirmando que a iniciativa era um experimento “para demonstrar as vulnerabilidades, a falta de supervisão e as baixas barreiras de entrada no setor moderno de pesquisas eleitorais”.

O cofundador do FiftyPlusOne, G. Elliott Morris, acusou o grupo de tentar encobrir a fraude com a justificativa de que teria sido “um experimento social”.

A Associação Americana de Pesquisa de Opinião Pública condenou a fabricação de dados na quarta-feira.

“Organizações profissionais de pesquisa são transparentes, éticas e trabalham arduamente para fornecer informações essenciais ao público e a outras partes interessadas. É importante que não confundamos atividades fraudulentas como essa com pesquisas eleitorais legítimas”, afirmou Mary Losch, presidente da associação.

Mesmo que tenha sido apenas um experimento, a iniciativa causou danos reais e acabou favorecendo figuras públicas que desejam semear desconfiança até mesmo nas fontes de pesquisa mais confiáveis.

“Notícias falsas, pesquisas falsas, tudo é falso”, disse Trump na terça-feira. Em seguida, acrescentou: “Tenho algumas pesquisas excelentes.”

Por que os Estados Unidos não usam urna eletrônica como o Brasil?

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Gerp: Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 47%

A pesquisa do instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos no 2º turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na sequência, registrando 47% da preferência do eleitorado nacional.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, a diferença configura uma vantagem estatisticamente significativa para o candidato do PL.

O cálculo dos votos válidos exclui os eleitores indecisos e aqueles que declaram voto em branco ou nulo, simulando o critério oficial da Justiça Eleitoral.

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Na comparação com a rodada anterior da pesquisa, divulgada em 16 de outubro, os candidatos apresentaram oscilações dentro da margem de erro nos votos válidos.

Flávio Bolsonaro passou de 52% para os atuais 53%, enquanto o atual presidente Lula oscilou de 48% para 47%.

Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Gerp: 48% dos eleitores desaprovam governo Lula; 46%, aprovam

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra um cenário de empate técnico na avaliação de seu governo, segundo dados da pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21).

O levantamento mostra que 48% dos eleitores desaprovam o trabalho realizado pelo Planalto, enquanto a fatia dos que aprovam a gestão é de 46%.

Outros 6% não souberam ou não responderam ao questionamento.

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Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Quaest: em cenário espontâneo, indecisos vão de 7% a 14% em uma semana

O percentual de eleitores indecisos na pesquisa espontânea da Quaest dobrou em uma semana, passando de 7% para 14%. O levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente empatados no quadro, com 40% das intenções de voto cada.

Nessa modalidade, o entrevistador não apresenta os nomes dos candidatos. O eleitor informa espontaneamente em quem pretende votar no segundo turno, marcado para domingo (25).

Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Flávio tinha 43%, e Lula, 42%. Os entrevistados que indicam voto branco, nulo ou dizem que não irão votar passaram de 8% para 6%.

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Metodologia

A Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Quaest: no DF, Flávio tem 50% das intenções de voto; Lula, 39%

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Entre eleitores do estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39%. Do total de entrevistados, 6% afirmam que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 5% não sabem.

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No levantamento anterior, divulgado em 12 de outubro, Flávio também registrava 50%, enquanto Lula tinha 40%. Brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos eram 6% e os que não sabiam, 4%.

Aprovação

O instituto também mediu a aprovação do trabalho de Lula no Distrito Federal.

Segundo o levantamento, 53% desaprovação a gestão, enquanto 41% a aprovam. Outros 6% não sabem.

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Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 1.104 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03163/2026.

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Quaest: 44% têm medo da volta dos Bolsonaro; 42% temem reeleição de Lula

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) indica que 44% do brasileiros têm medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% temem a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

É a primeira vez desde agosto que o índice dos que têm medo da volta de um governo bolsonarista supera os que temem a permanência de Lula no Planalto. Na ocasião, 45% temiam a volta dos Bolsonaro, enquanto 41%, a eleição de Lula.

O resultado atual mostra empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior da Quaest, de 14 de outubro, a maior parte dos entrevistados (44%) diziam ter medo de o atual presidente continuar à frente do cargo, enquanto 42% afirmaram ter medo de Flávio à frente do comando do país.

Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

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Futura: 47,3% rejeitam voto em Lula; 45,2%, em Flávio

A pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quarta-feira (21) avaliou a rejeição que o eleitorado brasileiro tem ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial no próximo domingo (25).

Conforme o levantamento, 47,3% dos entrevistados dizem não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto outros 45,2% dizem o mesmo sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Há ainda 2,1% que dizem rejeitar os dois candidatos e 3,6% que não rejeitam nenhum. Do total de entrevistados, 1,8% não sabe ou não respondeu.

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Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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Futura: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%

Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% das intenções de voto em uma simulação do segundo turno à Presidência, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontua 48,9% nesta rodada.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior do levantamento, divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 50,4%, ante 49,6% de Lula, variações que ocorrem dentro da margem.

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Resultado do primeiro turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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Quaest: Flávio é rejeitado por 52% dos eleitores; Lula, por 47%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 52% dos eleitores, enquanto 47% dizem não votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

Os dois candidatos disputam no próximo dia 25 o segundo turno à Presidência da República.

Em comparação com o último levantamento, divulgado na semana passada, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%, oscilação fora da margem de erro de dois pontos percentuais. Já a de Flávio caiu dois pontos, de 54% para 52%, variação dentro da margem.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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Quaest: governo Lula é desaprovado por 47% e aprovado por 46% dos eleitores

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que 47% dos entrevistados desaprovam o governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% dos eleitores aprovam. Os que não souberam ou não quiseram responder à pergunta somam 7%.

No último levantamento, 48% dos entrevistados desaprovavam o governo, os que aprovavam a gestão de Lula eram 45%.

Avaliação do governo Lula

Ainda no mesmo levantamento, a Quaest questionou como os eleitores avaliam a gestão de Lula neste terceiro mandato. Para 38%, o desempenho do petista é negativo. O índice variou dois pontos para baixo desde o levantamento divulgado na semana anterior. Aqueles que classificam o governo como positivo são 34%, o mesmo percentual de antes.

Aqueles que dizem que o governo é regular representam 26%, enquanto outros 2% não sabem ou não responderam.

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Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

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Quaest: Flávio tem 45% no 2º turno; Lula, 44%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto. Já o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 44% da preferência do eleitorado.

Votos em branco, nulos e aqueles que não manifestaram predileção por nenhum dos candidatos somam 9%. Indecisos são 2%.

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Este é o primeiro levantamento realizado pela Quaest após o primeiro debate entre Lula e Flávio exibido pela TV Band no último domingo (18). O cenário apresentado pela sondagem é de empate técnico entre Flávio e Lula dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No primeiro turno da corrida eleitoral, Flávio conquistou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. O segundo turno da eleição presidencial ocorre no próximo dia 25.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

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Ideia: Flávio lidera entre eleitores de Caiado, Zema e Renan; Lula, de Cury

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem a preferência da maioria dos entrevistados que votaram em Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) no primeiro turno. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, lidera entre os eleitores de Augusto Cury (Avante).

A maior vantagem de Flávio aparece entre os entrevistados que escolheram Renan: 90,9% dizem que votarão no senador, enquanto 9,1% optam por Lula.

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Entre os eleitores de Zema, os percentuais são de 77,8% e 22,2%, respectivamente.

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No grupo que votou em Caiado, Flávio marca 53,8%, contra 30,8% de Lula. Outros 10,3% indicam voto branco ou nulo, e os demais não sabem.

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Entre os eleitores de Cury, Lula tem 48,3%, enquanto Flávio registra 36,2%. Os que pretendem votar em branco ou anular somam 15,5%.

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Como ficam os quatro grupos somados

Considerando conjuntamente os entrevistados que escolheram Cury, Caiado, Zema ou Renan no primeiro turno, Flávio alcança 58,1% das intenções de voto, e Lula, 31,8%. Outros 8,8% indicam voto branco ou nulo, e o restante não sabe.

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O cruzamento reúne 148 entrevistados: 58 eleitores de Cury, 39 de Caiado, 33 de Renan e 18 de Zema.

Metodologia

A Meio/Ideia entrevistou 1.500 eleitores, entre os dias 15 e 19 de outubro, por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08251/2026.

Veja o levantamento na íntegra abaixo:

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que, em simulação de segundo turno para as eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem em empate técnico nos votos válidos, considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Segundo o levantamento, Flávio registra 51,1% das intenções, enquanto Lula marca 48,9%.

A pesquisa, que exclui brancos, nulos e indecisos neste recorte, aponta uma diferença de apenas 2,2 pontos entre os candidatos.

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O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 eleitores, entre os dias 15 e 19 de outubro, por meio de pesquisa telefônica. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada pelo Meio/Ideia está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08251/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Saiba como funcionam e quando sairão as últimas pesquisas antes do 2º turno

A véspera do segundo turno, neste sábado (24), terá uma sequência de pesquisas nacionais sobre a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os levantamentos oferecem um retrato próximo da votação de domingo (25), mas precisam ser interpretados considerando o período das entrevistas, a metodologia e possíveis mudanças de última hora.

Estão previstas divulgações de sondagens da AtlasIntel, Datafolha, Quaest, Futura/100% Cidades, MDA, Nexus, Palver e Veritá.

Não existe um horário único determinado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), já que a programação depende de cada instituto e dos responsáveis pela publicação. O registro permite a divulgação, mas não obriga a empresa a publicar os resultados.

O que precisa ser registrado

A Lei das Eleições exige o cadastro no PesqEle com antecedência mínima de cinco dias da divulgação. Devem constar contratante, financiamento, metodologia, período de coleta, plano amostral e questionário.

Segundo o TSE, esta segunda-feira (19) foi o último dia para registrar pesquisas destinadas à divulgação no dia da votação.

Na publicação dos resultados, é obrigatório informar período da coleta, número de entrevistas, margem de erro, nível de confiança, instituto responsável, eventual contratante e número de registro. Os dados permitem identificar quando e como o levantamento foi feito, além dos percentuais dos candidatos.

Em 2026, o Tribunal aprimorou o sistema, com detalhamento da amostra, dos procedimentos de campo e da ordem das perguntas. Segundo o TSE, a atualização melhora a apresentação de informações já exigidas.

Por que a data das entrevistas importa

Publicar no sábado não significa que todas as entrevistas tenham sido feitas naquele dia. Para avaliar se uma pesquisa pode refletir um acontecimento recente, é necessário conferir quando ocorreu a coleta.

Neste segundo turno, o debate da Globo está previsto para sexta-feira (23), também último dia da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Portanto, se a coleta foi feita na própria sexta, não terá reflexos do encontro na emissora.

Para Leonardo Paz, cientista político e professor do Ibmec-RJ (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro), os levantamentos finais são relevantes para indecisos e pessoas que cogitam não comparecer.

Ao perceber que um candidato rejeitado pode vencer, parte desse eleitorado pode se mobilizar para tentar impedir o resultado.

“A gente tem uma máxima na política de que, no primeiro turno, você vota em quem você quer; no segundo turno, você vota contra quem você não quer”, explica.

“Tradicionalmente, as pesquisas de última hora são o último termômetro”, afirma. Ele as define como “o último retrato da percepção de como o povo, o eleitorado, está efetivamente inclinado naquela eleição”.

Paz ressalta, porém, que informações nas redes sociais podem alterar escolhas. “Hoje, o indivíduo sai no dia para votar e recebe uma quantidade incrível de informação via Instagram, via corrente de WhatsApp, via Facebook, via e-mail ou coisa parecida”, aponta.

Retrato e influência sobre o voto

Leandro Consentino, cientista político do Insper, identifica dois efeitos: a capacidade de retratar uma escolha mais consolidada e a possibilidade de os próprios resultados influenciarem o eleitor.

“Uma pesquisa realizada um dia antes vai poder captar algo mais próximo do que vai ser o eleitor na urna do que uma pesquisa realizada muito antes”, afirma. A proximidade reduz o intervalo entre entrevista e voto, embora não elimine mudanças.

O especialista também repete o pensamento de Paz ao observar que os números podem estimular uma escolha estratégica. “Uma das coisas que podem mudar, curiosamente, a decisão do eleitor entre essa divulgação da pesquisa e a ida à urna é a própria pesquisa.”

Na avaliação dele, isso ajudou a explicar migrações para candidaturas consideradas mais competitivas, como ocorreu com Flávio Bolsonaro em relação às candidaturas de terceira via no primeiro turno, e pode ter influência no segundo pleito.

Pode divulgar pesquisa no domingo?

Sim. A Resolução TSE nº 23.600/2019 permite divulgar, inclusive no domingo, pesquisas feitas antes da eleição, respeitados o registro prévio e as informações obrigatórias. Levantamentos realizados no próprio dia da votação, como as pesquisas de boca de urna, só podem ser publicados a partir das 17h, no horário de Brasília.

Ministério Público, candidatos, partidos, coligações e federações podem contestar pesquisas na Justiça Eleitoral por descumprimento das regras. Para o eleitor, a consulta pública ao PesqEle permite conferir o registro e confrontar suas informações com os números que circulam nas redes.

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