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Ex-padre condenado a 5 anos de prisão por burla e violação

Julgamento decorreu à porta fechada desde maio. Ex-sacerdote rejeitou os crimes, mas coletivo de juízes considerou todos provados — e ele já anunciou recurso.

© PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA

Arguido foi condenado esta terça-feira pelo tribunal de Vila Real
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Ex-padre julgado por burla e violação conhece acórdão

Julgamento teve início a 12 de maio, com as alegações finais a realizarem-se no dia 15 de setembro. Defesa pediu a absolvição do arguido e o Ministério Público uma pena de seis anos de prisão.

© PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA

O antigo sacerdote octogenário está acusado pelo MP da prática de um crime de burla qualificada, de usurpação de funções na forma continuada e de violação
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Ex-padre julgado por burla e violação conhece acórdão na terça-feira

VTM

A leitura do acórdão chegou a estar marcada para 30 de setembro, mas foi adiada devido a um pedido de esclarecimentos ao Instituto de Medicina Legal e remarcada para terça-feira, dia 20 de outubro.

O julgamento teve início a 12 de maio, decorreu à porta fechada e no dia 15 de setembro realizaram-se as alegações finais, com a defesa do arguido a pedir a sua absolvição e o Ministério Público (MP) uma pena de seis anos de prisão, em cúmulo jurídico.

O antigo sacerdote octogenário está acusado pelo MP da prática de um crime de burla qualificada, de usurpação de funções na forma continuada e de violação.

O crime de coação sexual, pelo qual estava também acusado, caiu depois de a alegada vítima se ter recusado a testemunhar e ter desistido da queixa já no decorrer do julgamento.

À porta do tribunal, questionado pelos jornalistas, o ex-sacerdote foi negando os crimes e insistido que se sente confiante e tranquilo com o julgamento

O arguido foi detido a 24 de dezembro de 2021 pela Polícia Judiciária (PJ) pelo crime de violação de uma mulher de 47 anos e, depois de presente a tribunal, ficou em prisão preventiva, tendo sido libertado em abril de 2022.

A acusação do MP data de setembro de 2023, mas o ex-sacerdote pediu a abertura da instrução, uma fase facultativa que visa decidir, por um juiz de instrução criminal (JIC), se o processo segue e em que moldes para julgamento, ficando a conhecer-se, a 31 de outubro de 2025, a decisão instrutória.

O juiz de instrução considerou suficientemente indiciado que o arguido, após ter sido expulso como sacerdote da Igreja Católica, desde meados de 1979 e até 24 de dezembro de 2021, continuou a apresentar-se e a vestir-se, quer no seu dia a dia quer nas consultas que dava, como padre e como padre exorcista pertencente à Igreja Católica, o que, inclusivamente, aconteceu em programas televisivos com expressão nacional.

Também considerou que o arguido, no âmbito da atividade de exorcista, aconselhamento e orientação espiritual, recebeu, em dezembro de 2021, no consultório da sua habitação, no concelho de Murça, distrito de Vila Real, duas mulheres que ali se deslocaram acreditando que o arguido era padre da Igreja Católica.

Segundo a acusação, numa dessas consultas o ex-sacerdote ter-se-á aproveitado do facto de uma das mulheres se encontrar vulnerável psicologicamente para praticar atos sexuais com a vítima, o que terá acontecido depois de a “colocar num estado como que de inconsciência, retirando-lhe desse modo toda a capacidade de reação”.

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“Caça às bruxas” a asiáticos nos EUA. O azar de ter o mesmo nome de acusados de violação

Uma mensagem mandava-o “ir para o inferno”. Outras diziam que merecia ser preso. Choveram ameaças de morte. Asiáticos com o mesmo nome de um dos homens acusados de violar uma estudante universitária nos EUA têm sido alvo de uma enxurrada de insultos online. A alegada violação em grupo de uma estudante da Universidade de Cornell em 2024, descrita numa ação judicial recente, provocou uma onda de indignação contra os sete acusados. O caso pôs “detetives da internet “a vasculhar rastos digitais à procura de pistas para os encontrar. Um dos acusados é um coreano identificado pela imprensa norte-americana como Winston

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Patrão detido por tentativa de violação de funcionária

Suspeito era empregador do marido da vítima e após ser constituído como arguido, iniciou uma campanha de terror e coação sobre a vítima, o seu marido e testemunhas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

O suspeito ter-se-á dirigido a casa da vítima para lhe instalar um eletrodoméstico
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PJ detém médico suspeito de violação em unidade de saúde de Albufeira

A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Sul, deteve hoje, no concelho de Albufeira, um homem de 61 anos, suspeito de violação de uma mulher de 52 anos, no decurso de uma consulta num estabelecimento privado de saúde.

Os factos ocorreram no passado mês de junho, em ambiente totalmente controlado pelo arguido, médico de profissão. Este aproveitou-se da sua atividade profissional em regime de ambulatório para, a pretexto de um diagnóstico clínico, sujeitar a vítima à prática de atos sexuais abusivos.

A investigação permitiu esclarecer os factos e apurar que o detido já possui antecedentes policiais e criminais, tendo sido condenado por crimes contra autodeterminação sexual, ocorridos em diferentes unidades hospitalares privadas na região do Algarve.

Em resultado do trabalho de investigação desenvolvido, foram recolhidos relevantes elementos probatórios que viabilizaram a emissão de mandados de detenção pelo Ministério Público, cumpridos por esta Polícia.

O detido aguarda apresentação perante as autoridades judiciárias competentes para interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação. A PJ adianta ainda que o inquérito é dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Albufeira.

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PJ de Portimão detém suspeito de violação no Alentejo. Mulher atacada ao caminhar na estrada

O Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária deteve, fora de flagrante delito, um homem pela presumível autoria de um crime de violação, ocorrido no passado dia 24 de setembro, na zona de Odemira.

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