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A Garantia Jovem só serviu para inflacionar as casas?

O governo quis agradar aos jovens, mas só conseguiu o oposto. Já nas escolas, alunos estão mais atentos com proibição dos telemóveis e na política os doadores partidários ficam no segredos dos deuses.

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A nova lei do arrendamento vai resolver crise na habitação?

A proposta do Governo divide inquilinos e proprietários. Pedro Ventura alerta para agravamento das dificuldades das famílias, enquanto Luís Menezes Leitão critica medidas dos governos de António Costa

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De Tom Cruise a Pedro Sánchez: el eterno mito del hombre que no sabe (o no puede) bailar

Si la escritora Vicki Baum estaba en lo cierto al decir que uno de los atajos hacia la felicidad es el baile, muchos hombres agradecerán saber que no es necesario que esa danza sea especialmente memorable. De ser así, ese trayecto se volvería mucho más complicado. ¿Por qué hay tantos hombres que temen bailar? ¿Y por qué a tantas mujeres a las que un mal baile les genera verdadero rechazo? En Sorry I Don’t Dance: Why Men Refuse to Move (Perdona, pero yo no bailo: por qué los hombres se niegan a mover el esqueleto) (Oxford University Press), Maxine Leeds Craig se pregunta precisamente cómo, tras haber estado asociada la masculinidad durante un tiempo con la gracia, la danza y el movimiento, en la actualidad se considera el baile y la masculinidad se han vuelto incompatibles. “La razón por la que tantos hombres evitan bailar tiene que ver con cómo se percibe su sexualidad. Evitar parecer gay es central a la hora de representar la masculinidad normativa. El miedo a parecer homosexuales les limita a la hora de andar y de gesticular. Determina cómo bailan y evita que algunos bailen jamás”, asegura. En muchísimas películas estadounidenses, especialmente adolescentes, hay una escena primordial en la que el protagonista es pillado en su habitación haciendo algo que considera humillante e íntimo: bailar al ritmo de su canción favorita.

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© Warner Bros. TV (Getty Images)

Tom Cruise, superestrella global, reinterpretando el célebre baile de 'Risky Business' en el programa estadounidense de Jennifer Hudson. No gustó a todo el mundo.
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Moedas ataca PS por gastos de 885 milhões em Lisboa

No debate do estado da cidade, o presidente da Câmara de Lisboa respondeu à acusação socialista sobre habitação com números e perguntas sobre o dinheiro gerido pelo PS.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Carlos Moedas respondia a uma questão da deputada municipal do PS Carla Rothes, no encerramento do debate do estado da cidade, que decorreu esta terça-feira na Assembleia Municipal de Lisboa (AML)
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Cerca de 1 em cada 8 casas em Portugal é vendida em menos de 7 dias

Cerca de uma em cada oito casas anunciadas para venda em Portugal foi vendida em menos de sete dias no terceiro trimestre de 2026. A percentagem, de 12%, mostra que uma parte da oferta continua a encontrar comprador rapidamente, embora a maioria dos imóveis permaneça mais tempo no mercado.

Os dados são de uma análise do idealista, que conclui que 18% das casas foram vendidas entre uma semana e um mês e 27% entre um e três meses. Já 37% demoraram entre três meses e um ano a encontrar comprador, enquanto 6% permaneceram no mercado durante mais de um ano.

As diferenças entre cidades são significativas. Ponta Delgada lidera entre as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, com 16% das casas vendidas em menos de sete dias. Aveiro surge em segundo lugar, com 15%, seguida do Porto, com 14%.

Braga, Funchal, Portalegre e Viana do Castelo registam uma proporção de 12%. No extremo oposto está Beja, onde apenas 4% dos imóveis foram vendidos em menos de uma semana.

Lisboa também apresenta uma percentagem relativamente baixa: 7% das casas foram vendidas neste prazo, menos de metade do valor registado em Ponta Delgada. A capital não está, assim, entre as cidades com maior peso de vendas particularmente rápidas.

São Miguel destaca-se entre os territórios

A análise por distritos e ilhas confirma a importância dos mercados insulares e do Norte do país nas vendas mais rápidas. A ilha de São Miguel ocupa o primeiro lugar, com 19% dos imóveis vendidos em menos de sete dias. Seguem-se Viana do Castelo, com 18%, e o Porto, com 17%.

A ilha da Madeira, Braga e Aveiro apresentam igualmente percentagens elevadas, de 15% em cada caso.

No caso do distrito de Lisboa, a proporção de vendas concluídas em menos de uma semana é de 9%, abaixo da média nacional. Bragança regista o valor mais baixo entre os territórios analisados, com 5%.

O tempo necessário para vender uma casa varia também quando se alarga o horizonte de análise. Nas cidades, Portalegre destaca-se pela percentagem de imóveis vendidos entre um e três meses, que chega aos 43%. Seguem-se Évora, com 35%, Setúbal, com 34%, e Braga, com 32%.

Já no intervalo entre três meses e um ano, Santarém apresenta a maior proporção, de 48%, à frente de Viseu (46%), Beja (45%), Leiria (44%) e Lisboa (42%).

A tendência repete-se na análise por distritos e ilhas. Évora lidera nas vendas realizadas entre um e três meses, com 36%, enquanto Bragança regista a maior proporção de imóveis que demoram entre três meses e um ano a ser vendidos, com 45%. Viseu surge logo depois, com 44%.

Os dados mostram, assim, mercados imobiliários com ritmos de venda distintos. Embora 12% das casas anunciadas em Portugal tenham encontrado comprador em menos de uma semana, a maior fatia dos imóveis vendidos no terceiro trimestre precisou de vários meses para concluir a transação.

Fonte: Idealista

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Lei da habitação: afinal as casas nascem no Parlamento?

Com a nova lei das rendas, o Parlamento provou ser especialista em erguer decretos no papel. Enquanto isso, a irrisória coima de 255€ a CR7 obriga-o a trabalhar quase um minuto inteiro para a pagar.

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Habitação, tendas e confrontos com a polícia — Debate

O Porto já tem tendas e Lisboa pode seguir-lhe os passos, um movimento inspirado na Espanha. Mas quem são as pessoas e organizações por trás destas manifestações? E o que querem realmente mudar?

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Sem casas para ninguém quando é que a habitação vai abaixo?

Há tendas a fechar ruas na habitação, a TAP gerida pelo WhatsApp e o SIRESP desmantelado na emergência. Será que alguém assume as culpas neste Governo ou ficam só a assistir até a casa vir abaixo?

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A publicidade do Benfica aos ovos foi ingenuidade ou azar?

Encarnados deram um tiro no pé com a publicidade às galinhas na Luz. Já Haaland comprou casa no Dubai, mas há suspeitas que tenha sido oferecida. E Vinícius Júnior foi expulso e ainda ficou solteiro.

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O mundo da política já não espera por Passos Coelho?

PSD e Chega mudaram tanto que o comboio de Passos já passou. Demissões e suspeitas de pressões no SIRESP, o MAI não tem um dia de sossego. Costa preocupa-se com casas na UE e Chega invade Coimbra.

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