A Garantia Jovem só serviu para inflacionar as casas?



Si la escritora Vicki Baum estaba en lo cierto al decir que uno de los atajos hacia la felicidad es el baile, muchos hombres agradecerán saber que no es necesario que esa danza sea especialmente memorable. De ser así, ese trayecto se volvería mucho más complicado. ¿Por qué hay tantos hombres que temen bailar? ¿Y por qué a tantas mujeres a las que un mal baile les genera verdadero rechazo? En Sorry I Don’t Dance: Why Men Refuse to Move (Perdona, pero yo no bailo: por qué los hombres se niegan a mover el esqueleto) (Oxford University Press), Maxine Leeds Craig se pregunta precisamente cómo, tras haber estado asociada la masculinidad durante un tiempo con la gracia, la danza y el movimiento, en la actualidad se considera el baile y la masculinidad se han vuelto incompatibles. “La razón por la que tantos hombres evitan bailar tiene que ver con cómo se percibe su sexualidad. Evitar parecer gay es central a la hora de representar la masculinidad normativa. El miedo a parecer homosexuales les limita a la hora de andar y de gesticular. Determina cómo bailan y evita que algunos bailen jamás”, asegura. En muchísimas películas estadounidenses, especialmente adolescentes, hay una escena primordial en la que el protagonista es pillado en su habitación haciendo algo que considera humillante e íntimo: bailar al ritmo de su canción favorita.

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Cerca de uma em cada oito casas anunciadas para venda em Portugal foi vendida em menos de sete dias no terceiro trimestre de 2026. A percentagem, de 12%, mostra que uma parte da oferta continua a encontrar comprador rapidamente, embora a maioria dos imóveis permaneça mais tempo no mercado.
Os dados são de uma análise do idealista, que conclui que 18% das casas foram vendidas entre uma semana e um mês e 27% entre um e três meses. Já 37% demoraram entre três meses e um ano a encontrar comprador, enquanto 6% permaneceram no mercado durante mais de um ano.
As diferenças entre cidades são significativas. Ponta Delgada lidera entre as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, com 16% das casas vendidas em menos de sete dias. Aveiro surge em segundo lugar, com 15%, seguida do Porto, com 14%.
Braga, Funchal, Portalegre e Viana do Castelo registam uma proporção de 12%. No extremo oposto está Beja, onde apenas 4% dos imóveis foram vendidos em menos de uma semana.
Lisboa também apresenta uma percentagem relativamente baixa: 7% das casas foram vendidas neste prazo, menos de metade do valor registado em Ponta Delgada. A capital não está, assim, entre as cidades com maior peso de vendas particularmente rápidas.
A análise por distritos e ilhas confirma a importância dos mercados insulares e do Norte do país nas vendas mais rápidas. A ilha de São Miguel ocupa o primeiro lugar, com 19% dos imóveis vendidos em menos de sete dias. Seguem-se Viana do Castelo, com 18%, e o Porto, com 17%.
A ilha da Madeira, Braga e Aveiro apresentam igualmente percentagens elevadas, de 15% em cada caso.
No caso do distrito de Lisboa, a proporção de vendas concluídas em menos de uma semana é de 9%, abaixo da média nacional. Bragança regista o valor mais baixo entre os territórios analisados, com 5%.
O tempo necessário para vender uma casa varia também quando se alarga o horizonte de análise. Nas cidades, Portalegre destaca-se pela percentagem de imóveis vendidos entre um e três meses, que chega aos 43%. Seguem-se Évora, com 35%, Setúbal, com 34%, e Braga, com 32%.
Já no intervalo entre três meses e um ano, Santarém apresenta a maior proporção, de 48%, à frente de Viseu (46%), Beja (45%), Leiria (44%) e Lisboa (42%).
A tendência repete-se na análise por distritos e ilhas. Évora lidera nas vendas realizadas entre um e três meses, com 36%, enquanto Bragança regista a maior proporção de imóveis que demoram entre três meses e um ano a ser vendidos, com 45%. Viseu surge logo depois, com 44%.
Os dados mostram, assim, mercados imobiliários com ritmos de venda distintos. Embora 12% das casas anunciadas em Portugal tenham encontrado comprador em menos de uma semana, a maior fatia dos imóveis vendidos no terceiro trimestre precisou de vários meses para concluir a transação.

Fonte: Idealista






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