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Dono do Politico propôs comprar parte do TikTok europeu

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O presidente executivo e co-proprietário da Axel Springer, grupo detentor do Politico e, mais recentemente, do Telegraph, terá proposto comprar uma participação nas operações europeias do TikTok, segundo o Financial Times.

Mathias Döpfner terá exposto a ideia num almoço com Charles Kushner, embaixador dos EUA em França e pai de Jared Kushner, genro de Donald Trump. O encontro decorreu em janeiro, na sede da Axel Springer em Berlim, e foi apresentado como um debate sobre o antissemitismo nas redes sociais.

O empresário alemão terá proposto um plano semelhante ao acordo mediado por Donald Trump para a divisão norte-americana do TikTok. Nesse acordo, que avaliou o TikTok nos EUA em 14 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros), um grupo de investidores, que incluiu a Oracle de Larry Ellison, criou uma joint venture com a ByteDance, a dona chinesa da aplicação.

Segundo o FT, a proposta insere-se num esforço mais amplo de Mathias Döpfner para se aproximar da administração Trump, que continuou mesmo depois de a Casa Branca ter vedado, em setembro, o acesso a jornalistas do Politico. Em fevereiro, Mathias Döpfner reuniu-se com a chefe de gabinete do presidente norte-americano, Susie Wiles. Em setembro, entregou um prémio da Axel Springer ao investidor Peter Thiel, doador do Partido Republicano e apoiante do vice-presidente JD Vance.

Mathias Döpfner já tinha manifestado em 2022 o seu apoio à ideia, mas nunca disse abertamente que queria ser um dos investidores. No início de setembro, em entrevista à agência alemã DPA, afirmou que o TikTok “deveria ser vendido a acionistas democráticos ou proibido”.

A proposta terá sido discutida com responsáveis da Comissão Europeia, mas não terá avançado devido à falta de entusiasmo, segundo fontes de Bruxelas citadas pelo Financial Times. A ByteDance também não terá demonstrado interesse na ideia, de acordo com o jornal.

Questionada pelo Financial Times, a Axel Springer declarou que, “como fica claro nas suas declarações públicas, Mathias Döpfner sempre defendeu uma solução europeia para o TikTok nos moldes do modelo americano”. “Se tal solução se tivesse concretizado, a Axel Springer teria acolhido com agrado a oportunidade de fazer parte dela como um importante ator do setor dos media na Europa“, acrescentou.

A embaixada dos EUA em Paris recusou comentar. A ByteDance, por seu lado, classificou a notícia como “uma total invenção e nem sequer merece um comentário”.

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Getty Images pede insolvência nos EUA

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A Getty Images, um dos maiores bancos de imagens do mundo, com fotografia editorial, vídeo e música, pediu esta quarta-feira insolvência nos EUA, ao abrigo do Chapter 11 da legislação norte-americana, para avançar com o plano de reestruturação anunciado na semana passada, noticia a Reuters.

O plano prevê retirar a Getty Images de bolsa, passando as entidades afiliadas à família Getty e à Koch Equity Development a deter 100% da empresa reorganizada. As duas partes comprometeram-se a investir até 533 milhões de dólares (474 milhões de euros) em novo capital próprio no âmbito da reestruturação.

A GettyImagesabandonou em julho a fusão de 3,7 mil milhões de dólares (3,29 mil milhões de euros) com a rival Shutterstock, depois de ter decidido, a 30 de junho, não prosseguir com o processo de venda do negócio editorial desta última. A autoridade britânica da concorrência tinha condicionado a aprovação da operação à venda desse negócio. Por trás da reestruturação estão também a dívida elevada e a crescente concorrência de imagens geradas por inteligência artificial (IA), que têm pressionado o negócio da Getty.

A fornecedora de conteúdos visuais afirmou que continuará a operar normalmente durante todo o processo, sem impacto previsto para os contribuidores de conteúdos, parceiros, clientes, trabalhadores ou fornecedores. A reestruturação deverá ficar concluída até ao final do ano.

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Governo confirma vitória da Vasp no concurso de distribuição de jornais

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O Governo adjudicou à Vasp os dois lotes do concurso de apoio à distribuição de jornais em áreas de baixa densidade populacionais, confirmando assim os resultados preliminares conhecidos a 20 de agosto. O ministro da presidência, António Leitão Amaro, já tinha apontado na sexta-feira que o relatório final seria conhecido esta semana.

Com um preço base de 3,08 milhões de euros pelos três anos, o concurso foi ganho por 2,29 milhões de euros. Serão então pagos 763 mil euros por ano, pelos dois lotes. O lote Norte e Centro foi adjudicado por cerca de 1,23 milhões de euros, 30% abaixo do preço base de 1,76 milhões. Já o Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve foi adjudicado por 1,06 milhões de euros, 20% abaixo do preço base.

O contrato, obriga a Vasp a assegurar a distribuição em, pelo menos, um posto de venda ao público em cada concelho, com funcionamento mínimo de 300 dias por ano. Nos concelhos de baixa densidade, no Lote 1, a Vasp compromete-se a assegurar um mínimo de cinco postos de venda em cada concelho de baixa densidade.

“O resultado do concurso fica muito abaixo do custo inicialmente estimado: uma redução de 78%, que resulta da opção por um procedimento concorrencial em vez de um apoio direto a um operador. A despesa pública inicialmente estimada era de 3,5 milhões de euros por ano, ou 10,5 milhões de euros em três anos Mas, com este procedimento, o Estado pagará, afinal, cerca de 2,3 milhões de euros pela distribuição nos dois lotes durante os três anos de contrato. São cerca de 763 mil euros por ano, quando o valor inicialmente reclamado pelo incumbente [VASP] apontava para 3,5 milhões de euros por ano“, indica o Governo, em comunicado divulgado esta terça-feira.

Depois de sabido os resultados preliminares, a concorrente Pergaminhoflash pediu ao júri a verificação de locais concretos identificados na proposta da Vasp, bem como os critérios apresentados para a formação do preço. Mais tarde, alegou que a proposta da Vasp devia ser excluída devido à “existência de fortes indícios de atos, acordos, práticas ou informações suscetíveis de falsear as regras de concorrência”.

“Ambos [os concorrentes] colocaram muitas questões sobre a proposta do outro e pedi que houvesse o escrúpulo máximo, exigência máxima, avaliação máxima de todas as observações, para que não subsistam dúvidas nenhumas sobre a integridade da decisão”, explicou o ministro António Leitão Amaro, na passada sexta-feira. “Quisemos lançar um processo que descobrisse o preço certo e não uma renda pedida”, acrescentou sobre o processo que antecedeu este relatório final. O relatório final, agora disponível na plataforma eletrónica de contratação pública, manteve a ordenação das propostas e a proposta de adjudicação dos dois lotes.

O concurso previa que só pudesse ser adjudicado um lote a cada concorrente, exceto se implicasse “um acréscimo de preço superior a 10 % face ao preço da proposta ordenada em 1.º lugar nesse lote“. A Pergaminhos Flash e a Vasp foram as únicas empresas a concorrer. A primeira garantiu, em agosto, ao +M que, caso não ganhasse nenhum dos lotes, continuaria a desenvolver o seu projeto de distribuição de jornais.

O concurso público internacional foi lançado a 2 de junho, sendo que prevê a garantia de pelo menos um ponto de venda em cada concelho do continente, o transporte não discriminatório de diferentes jornais e a prestação mensal de informação detalhada sobre vendas, custos e pontos de venda.

De acordo com o Governo, em resposta à agência Lusa, a preparação do concurso foi “especialmente complexa” devido à existência de um único incumbente no mercado e a “problemas sérios” na informação partilhada por esse operador, situação que este “veio a reconhecer”.

Este apoio à distribuição de publicações periódicas constava no plano de Ação para os Media, apresentado em 2024. No final do ano passado, a Vasp ameaçou deixar de distribuir jornais em oito distritos.

Em causa estava uma “situação financeira particularmente exigente, resultante da continuada quebra das vendas de imprensa e do aumento significativo dos custos operacionais”, dizia a Vasp.

Na altura, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que qualquer solução pública que ajudasse a assegurar a distribuição de imprensa no território nacional implicaria sempre “mecanismos concorrenciais”. No entanto, ressalvou que não quer “criar nenhum instrumento de dependência” que envolva o dinheiro dos contribuintes direcionado para uma empresa em específico. “Não quero passar cheques a nenhuma empresa em concreto”, rematou.

“Depois de realizar pressões públicas (incluindo, em dezembro de 2025, ameaça de interrupção da distribuição em oito distritos), em março de 2026, o operador incumbente VASP reconheceu que tinha enviado à tutela informações financeiras incompletas suscetíveis de distorcer a realidade do mercado e apresentou desculpas ao Governo. Finalmente munido de informação mais rigorosa, o Governo desenhou um modelo e regras concursais promotores de efetiva concorrência e eficiência nos gastos públicos, e lançou em junho de 2026 o concurso público internacional cujas fases de propostas e de avaliação preliminar agora terminaram”, recordava o Governo em agosto.

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European Excellence Awards 2026 com presença portuguesa na shortlist

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A EDP, o Novobanco, a NOVA FCT e a REN estão entre os finalistas da edição de 2026 dos European Excellence Awards, competição europeia de relações públicas e comunicação. Os prémios distinguem os melhores projetos e profissionais de comunicação da Europa e são considerados uma das principais referências internacionais do setor. Todos os anos, recebem centenas de candidaturas de dezenas de países europeus.

A EDP e a EDP Comercial somam três nomeações. A campanha da EDP Comercial O homem com mais energia do País , criada pela agência Nossa, é finalista em duas categorias: Campanha Multicanal e Energia e Serviços Essenciais.

Segundo a candidatura, a EDP estava a perder quota de mercado e, para recuperar a ligação emocional aos clientes, a marca escolheu para rosto João Baião. Lançou também o mote “A EDP tem muito mais para dar”. A empresa afirma que a campanha melhorou a perceção da marca, o envolvimento do público e o negócio, e “inverteu anos de queda”.

A terceira nomeação, em Experiência Digital, é para o novo site corporativo da EDP. Segundo a candidatura, no primeiro semestre de 2026, registou 368 mil sessões e 750 mil visualizações de página, um desempenho 10% superior ao do mesmo período de 2025.

O Novobanco é finalista em “Change Communications”, categoria que distingue campanhas de apoio à transformação das organizações. A candidatura, “Let Our Journey Begin”, é o programa de comunicação que acompanhou a integração do banco no grupo francês BPCE. Durante um ano, o banco combinou “comunicação da liderança, envolvimento dos colaboradores, experiências imersivas e diálogo contínuo”.

A Corpcom é finalista em Ciência e Educação com “NOVA FCT: Making Science Newsworthy”. O projeto foi desenvolvido para a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT) e tinha como objetivo colocar os investigadores da faculdade em contacto com jornalistas, sempre que um tema que dominavam estava na atualidade. Segundo a candidatura, o projeto gerou mais de 120 peças de earned media e mobilizou mais de 20 especialistas.

“A presença regular na shortlist da competição ao longo destes anos confirma a consistência do trabalho desenvolvido pela equipa. Voltar a competir entre os melhores da Europa nos 20 anos desta competição ganha um gosto especial”, afirma José Franco, managing partner da Corpcom, citado em comunicado. A consultora já venceu três European Excellence Awards, em 2013, 2017 e 2021.

A REN – Redes Energéticas Nacionais é finalista na categoria de relatórios anuais e de responsabilidade social corporativa com o seu Relatório Integrado, assinado pela White Way. O relatório assenta no conceito “Energia com Compromisso – Sustentável no presente, ligada ao futuro”. Segundo a candidatura, o conceito traduz a visão de longo prazo da empresa e o seu papel de operador “estável e responsável” no centro da transição energética.

Na categoria Agência do Ano, estão entre os finalistas a Atrevia e a Team Lewis, duas agências com presença em Portugal.

Os vencedores da edição de 2026 serão anunciados em Berlim, no próximo dia 11 de dezembro, durante a cerimónia que assinalará os 20 anos desta competição internacional. Lisboa já recebeu a final desta competição em 2019.

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Feira Nacional do Cavalo passa a chamar-se Caixa Golegã

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A Feira Nacional do Cavalo passa a chamar-se Caixa Golegã – Feira Nacional do Cavalo, na sequência de uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos (CGD), que passa a namimg sponsor. O acordo coincide com a 50.ª edição do evento e com o ano em que o banco assinala 150 anos.

A associação coloca a marca da CGD num dos eventos de referência do setor equestre português, que, segundo o banco, recebe cerca de um milhão de visitantes ao longo de nove dias. A exposição não se limita ao recinto, aponta, com as transmissões em streaming dos principais momentos a chegarem anualmente a espectadores de cerca de 30 países.

O patrocínio integra a presença da CGD em iniciativas ligadas ao setor agropecuário, juntando-se a eventos como a Feira Nacional da Agricultura, a Ovibeja e a Agroglobal. A estratégia permite ao banco associar-se a atividades económicas e profissionais do setor primário.

A Feira Nacional do Cavalo tem também uma dimensão económica para a região, com impacto no alojamento, na restauração, no comércio e nos serviços. Em 2026, foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, reconhecimento da sua relevância cultural e da ligação histórica à tradição equestre portuguesa.

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Visapress lança campanha contra uso ilegal de conteúdos jornalísticos

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A Visapress, entidade de gestão coletiva dos direitos de autor dos editores de imprensa em Portugal, está a lançar uma campanha nacional para sensibilizar empresas e instituições para a utilização não licenciada de conteúdos jornalísticos. Com o mote “Na Visapress valorizamos o jornalismo”, a iniciativa decorre durante duas semanas e estará presente na imprensa escrita, no digital e em meios regionais e locais.

Criada pela EdsonTS, a campanha é composta por 15 peças publicitárias que alertam para práticas comuns nas organizações, como a realização de clipping sem licença, a partilha de artigos em newsletters internas e a reprodução de notícias em apresentações. Segundo a Visapress, estas utilizações exigem autorização ou licença, sendo as verbas cobradas entregues aos editores de imprensa, titulares dos direitos sobre os conteúdos.

“Hoje, apenas 16% do mercado potencial está licenciado. Muitas organizações fazem clipping ou partilham artigos sem saber que precisam de licença”, afirma Carlos Eugénio, diretor executivo da Visapress, citado em comunicado. O responsável acrescenta que a campanha pretende esclarecer estas situações e mostrar que o processo de licenciamento é simples, bastando contactar a entidade.

A iniciativa surge num contexto de crescente circulação de conteúdos digitais e de desafios relacionados com a desinformação e a utilização indevida de artigos, fotografias e reportagens, enquadra a entidade. A Visapress pretende, assim, reforçar a proteção dos direitos de autor e a valorização do jornalismo profissional.

“Uma notícia exige tempo, jornalistas e investimento. Quem a reproduz sem licença beneficia desse trabalho sem contribuir para ele. Se ninguém pagar o jornalismo, deixa de haver quem o faça”, defende Isabel Rodrigues, presidente do conselho de administração da entidade.

Para Edson Athayde, responsável criativo da campanha e CEO da agência, o objetivo foi chamar a atenção para gestos quotidianos nos escritórios, como copiar uma notícia para um relatório, evidenciando o trabalho necessário à produção jornalística. “Uma notícia copia-se em segundos, mas exige tempo, talento e investimento para existir”, resume.

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Novos termos da Meta abrem porta ao scraping de notícias

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A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, reviu os novos termos comerciais para contas empresariais depois de críticas que consideraram que a redação inicial poderia permitir à empresa recolher automaticamente (scraping) conteúdos de sites noticiosos para treinar os seus produtos de inteligência artificial (IA). A empresa retirou a palavra “treinar” do texto, mas os especialistas jurídicos ouvidos pelo Nieman Lab consideram que a nova redação continua a permitir uma recolha abrangente de conteúdos. Os termos entram em vigor a 30 de outubro.

Os novos termos comerciais da Meta abrangem quem usa as plataformas para fins empresariais ou comerciais: gerir páginas e grupos, publicar anúncios, enviar mensagens de marketing ou recorrer a ferramentas como o Meta Business Suite. Ao continuarem a usar estas contas, os titulares autorizam a Meta a “aceder, armazenar em cache, analisar, recolher, recuperar ou indexar os domínios, páginas web ou URL (e quaisquer conteúdos disponíveis através dos mesmos)” associados aos seus produtos ou serviços.

O que mudou

Na primeira versão, revelada pelo Nieman Lab na quinta-feira, a Meta reservava-se o direito de usar esses conteúdos para “fornecer, desenvolver, melhorar, realizar investigação, treinar e manter a integridade” dos seus produtos.

Para os especialistas jurídicos, esta redação dava à Meta argumentos para defender que estava autorizada a treinar os seus produtos de IA com conteúdos de sites noticiosos. “Trata-se de uma disposição notável para enterrar nos termos de serviço, tendo em conta que daria à Meta acesso a material que, num mercado de licenciamento, custaria provavelmente muitos milhões de dólares”, afirmou então Matt Topic, advogado especializado em media e propriedade intelectual na Loevy & Loevy.

Na sexta-feira, a Meta reviu a versão inglesa dos termos. A palavra “treinar” desapareceu e a redação do uso dos conteúdos recolhidos passou a “fornecer, desenvolver, melhorar, investigar e manter produtos de publicidade e empresariais” e a “manter a integridade e a segurança” dos produtos da Meta. Até ao momento, a versão portuguesa mantém-se inalterada e continua a incluir a palavra “treinar”.

Em declarações ao Nieman Lab, um porta-voz da Meta afirmou que a revisão ocorreu porque “não estava claro, na consolidação inicial dos termos, que as preferências definidas no robots.txt são respeitadas”. O robots.txt é um ficheiro que indica aos robôs que partes de um site podem visitar. “Os sites noticiosos, tal como todos os outros proprietários de conteúdos, continuam a poder desativar o crawler através de instruções no robots.txt. Sempre foi assim, e isso não mudou.”

Em comunicado, a empresa acrescentou que “não se trata de fazer scraping de sites noticiosos” e que as atualizações não lhe dão “novos direitos que se sobreponham a essas preferências”. A Meta garante ainda que a atualização apenas reúne num só documento disposições que estavam dispersas por vários termos de utilização.

Especialistas mantêm dúvidas

Apesar da alteração, os especialistas ouvidos pelo Nieman Lab considera que os termos revistos continuam a permitir o scraping generalizado de sites. “A versão revista dos novos termos continua a permitir que a Meta use os conteúdos recolhidos para desenvolver qualquer ‘produto empresarial’. Não parece ser um termo definido, e é de presumir que a Meta esteja a desenvolver produtos empresariais de IA. Penso que ‘desenvolver’ é suficientemente amplo para incluir ‘treinar’”, argumentou Matt Topic.

James Grimmelmann, professor na Universidade de Cornell, considera que a expressão “desenvolver… produtos de publicidade e empresariais” continua “tão ampla que cabe lá tudo”. Além disso, a revisão “não restringe em nada” a referência a sites “associados” às contas, “que permitiria à Meta fazer scraping de sites inteiros”.

Segundo o Nieman Lab, os termos ainda em vigor previam a recolha de conteúdos de sites associados às contas empresariais quando estas utilizavam funcionalidades de IA generativa para criar anúncios, permitindo que os conteúdos recolhidos fossem usados para otimizar a publicidade. A nova versão alarga os usos previstos a todos os produtos de publicidade e empresariais.

Os termos revistos também não fazem qualquer referência ao robots.txt. Benjamin Sobel, professor na Universidade do Wisconsin, lembra que respeitar estas instruções é voluntário. “A menos que seja uma preferência legalmente vinculativa, pode continuar a ser ignorada na mesma”, argumentou.

Na versão revista, mantém-se a possibilidade de criar “credenciais de teste” para aceder aos sites. Segundo James Grimmelmann, isso permitiria à empresa “registar-se como um utilizador falso” para contornar barreiras de registo. A Meta não esclareceu se estas credenciais também poderiam ser utilizadas para ultrapassar paywalls.

Atualmente, não existe qualquer opção para as contas empresariais recusarem estes novos termos e manterem as contas. “Se não concordar com os termos atualizados, pode cessar todo o acesso ou utilização dos nossos produtos para fins empresariais ou comerciais”, pode ler-se.

Reações do setor

Antes da revisão, o Conselho Europeu de Editores (EPC na sua sigla em inglês), anunciou que ia pedir formalmente às autoridades reguladoras europeias e à Comissão Europeia que analisassem os termos “com urgência, incluindo as suas implicações em matéria de direitos de autor, equidade contratual e abuso de poder de mercado”.

No Reino Unido, a News Media Association pediu a intervenção do Governo. O presidente executivo, Theo Bamber, classificou a medida como “uma tentativa descarada” da Meta de se apropriar dos conteúdos dos editores. Nos EUA, a News/Media Alliance considerou a atualização “escandalosa e provavelmente ilegal”.

A alteração surge pouco depois do lançamento do Meta One, um serviço de subscrição da Meta que inclui funcionalidades adicionais para utilizadores, criadores e empresas. Em paralelo, a empresa está a testar um limite ao número de links externos que algumas contas do Facebook e do Instagram podem publicar sem subscrição. Segundo a Press Gazette, que diz não ter confirmação da Meta, alguns editores de notícias estão, para já, isentos desse limite, embora já haja publicações de menor dimensão que o tenham atingido.

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Changan promove com a Seleção gama de pick-ups usada pela Rússia para lançar drones contra a Ucrânia

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A campanha “Stay in the Game!”, com que a fabricante chinesa Changan Automobile promove o patrocínio à Seleção Nacional, inclui a gama de pick-ups Hunter. Viaturas desta gama estão a ser usadas pelas forças russas para lançar drones contra a Ucrânia, segundo a Slidstvo.Info, agência ucraniana de jornalismo de investigação independente.

Fruto do contrato assinado em maio com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a imagem de cinco jogadores, entre os quais Cristiano Ronaldo, está a ser utilizada para promover cinco modelos de automóveis. Num vídeo divulgado em julho pelo propagandista russo Vladimir Solovyov, uma pick-up Hunter surge a ser utilizada como plataforma de lançamento de drones de ataque.

Segundo o Organized Crime and Corruption Reporting Project (OCCRP), que também publicou a investigação em parceria, foram importadas para a Rússia 327 pick-ups Hunter em 2024, com mais 145 a terem chegado durante os primeiros três meses de 2025. De acordo com dados do grupo de análise automóvel Inovev citados pelos jornalistas, a Changan aumentou as exportações para o mercado russo após a saída de fabricantes europeus e norte-americanos, na sequência da invasão em larga escala da Ucrânia.

Questionada pela Slidstvo.Info, a FPF afirmou que o contrato de patrocínio passou por um processo de compliance “rigoroso”. Já a Changan Automobile não respondeu ao pedido de comentário.

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SIC e Expresso lançam movimento em homenagem a Balsemão

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O legado de Francisco Pinto Balsemão está na origem do movimento Deixar o Mundo Melhor, uma iniciativa da SIC com o apoio do grupo DST que pretende reconhecer pessoas, projetos e ideias com impacto positivo na sociedade.

Entre as iniciativas está o Prémio Deixar o Mundo Melhor, com uma componente monetária de 70 mil euros, destinado a distinguir pessoas, projetos ou ideias que concretizem os objetivos do movimento. O júri será presidido por Mónica Balsemão e integra José Teixeira, Cardeal Tolentino Mendonça, Diana Priscila Pires, António Miguel e Sara Leitão Barros. Os detalhes sobre as candidaturas e o processo de seleção serão divulgados posteriormente.

A iniciativa contará também com reportagens no “Jornal da Noite”, da SIC, conteúdos editoriais no Expresso e um podcast. As diferentes plataformas vão dar a conhecer histórias de pessoas e projetos que procuram responder a desafios concretos e contribuir para a melhoria das comunidades.

A partir de 21 de outubro, o “Jornal da Noite” começa a emitir reportagens da autoria de Lúcia Gonçalves sobre projetos nas áreas da saúde, inclusão, ambiente, habitação e integração. O podcast tem estreia prevista para janeiro de 2027, assim como os conteúdos editoriais no Expresso.

O movimento inspira-se numa frase de Francisco Pinto Balsemão, citada no final do seu livro “Memórias”: “Hoje e sempre, a única obrigação moral que pode ser exigida ao Homem é que procure deixar o Mundo onde nasceu melhor do que o encontrou”.

“Francisco Pinto Balsemão deixa-nos a todos uma grande responsabilidade: continuar a construir uma sociedade livre, na qual se valorize a cultura e a inovação e se pratique a empatia e o respeito pelo outro”, afirma em comunicado Francisco Pedro Balsemão, chairman e CEO da Impresa, acrescentando que o movimento pretende dar continuidade aos valores e princípios do fundador do grupo.

Também Mónica Balsemão destaca o propósito de reconhecer quem contribui para uma sociedade “mais livre, mais justa e mais plural”.

“O convite da família Balsemão honra-nos, desafia-nos e responsabiliza-nos a continuar a fazer o caminho em torno do bem, do belo e da verdade (…) É um desafio que nos remete para o dever de fazer para um dia não nos arrependermos do que deixamos de fazer”, acrescenta José Teixeira, presidente do Grupo DST.

“Sempre dissemos desde a sua morte que queríamos preservar e reforçar o seu legado, tendo surgido a ideia de fazer este projeto multimédia e multiplataforma. A ideia parte da minha irmã Mónica Balsemão, que tem sido a pessoa mais envolvida e ativa nesta frente relacionada com reforçar e preservar o legado do nosso pai”, avançava já em setembro Francisco Pedro Balsemão.

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Judite Mota é candidata à direção do Clube da Criatividade de Portugal 18 anos depois

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Judite Mota, CCO da Publicis e desde 2024 vogal da direção do Clube da Criatividade de Portugal (CCP), é candidata à presidência da associação, encabeçando a única lista apresentada para o biénio 2026-2028. As eleições realizam-se online a 22 de outubro, depois de o prazo para a apresentação de candidaturas ter terminado a 15 de outubro.

A Lista A propõe uma combinação de continuidade e renovação, com João Madeira, diretor criativo executivo da Fuel, como vice-presidente.

A direção integra ainda Mafalda Quintela, diretora criativa da Mafalda&Francisco, Margarida Borges, designer e cofundadora da Desisto, Daniel Caeiro, diretor de estratégia da Uzina, como vogais e José Maria Machado, diretor de contas da BBDO, como tesoureiro.

No Conselho Fiscal, Mário Mandacaru mantém-se como presidente, acompanhado por Anabela Vaz Borges, em representação da BDO, e Maria Magalhães. A Mesa da Assembleia Geral conserva igualmente a composição atual, com Luís Alvoeiro na presidência, Luís Mileu como vice-presidente e José Ricardo Monteiro como secretário.

O programa da Lista A estabelece oito prioridades para o próximo biénio, entre as quais o reconhecimento do talento nacional, a formação de uma nova geração de criativos e a internacionalização da criatividade portuguesa.

A candidatura pretende também reforçar a ligação às escolas de criatividade, manter os programas dirigidos aos jovens profissionais e dar continuidade às relações com o Art Directors Club of Europe e o One Club of Creativity.

A dignificação da profissão é outra das linhas de atuação propostas, incluindo a procura de uma sede permanente para o Clube e o desenvolvimento de parcerias que promovam a reflexão sobre inovação, ética, sustentabilidade, cultura laboral e responsabilidade social.

A lista propõe ainda continuar a descentralizar as atividades do CCP, com a realização de eventos fora de Lisboa e uma maior integração de profissionais de outras regiões, bem como aprofundar a relação com os anunciantes e promover um mercado mais inclusivo, equitativo e participativo.

A relação com as agências associadas, através de contactos regulares com os seus diretores criativos, integra igualmente o programa, com o objetivo de responder aos desafios do setor em matéria de representação e formação.

Sob o lema “Uma nova Direção na mesma direção”, a candidatura defende a continuidade dos princípios do Clube, acompanhada pela entrada de novos membros e ideias. O programa pretende também prosseguir a transformação do Clube dos Criativos num Clube da Criatividade, alargando a representação às diferentes disciplinas que trabalham a criatividade em comunicação.

Judite Mota, foi presidente do então Clube da Criatividade de Portugal entre 2004 e 2008 e sucede a Susana Albuquerque, presidente do CCP nos últimos quatro mandatos.

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Sérgio Leal é o novo diretor de inovação da Sumol Compal

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A Sumol+Compal, empresa portuguesa de bebidas não alcoólicas, passou a contar com Sérgio Leal como diretor de inovação. O ex-McDonald’s assumiu o cargo em setembro, de acordo com o seu perfil do Linkedin.

Sérgio Leal, que esteve cerca de 20 anos na McDonald’s, os últimos sete como diretor de marketing e comunicação, saiu da empresa no final de março. Na sequência dessa saída, João Pedro Machado, diretor de transformação digital da McDonald’s Portugal desde outubro de 2024, assumiu a liderança da nova direção — que junta essa área ao marketing.

O novo responsável da Sumol Compal integrou, em julho, a direção da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing (APPM), assumindo também a presidência dos APPM Marketing Awards 2026, atribuídos na última semana.

O português foi um dos dez finalistas da edição deste ano dos European Marketer of the Year, uma das mais prestigiadas distinções europeias na área do marketing.

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Casio junta-se ao treinador Rui Borges para edição limitada solidária

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A Casio Portugal e Rui Borges juntaram-se para lançar uma edição limitada do Timeless F-91W, modelo do relógio que o treinador do Sporting usa nos jogos.

A edição tem apenas 250 unidades e metade do valor das vendas reverte para a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Mirandela, terra natal do treinador. A caixa traz a frase “Quando faltar inspiração, que não falte a atitude”, que marcou o seu percurso no clube de Alvalade.

“Como o próprio já partilhou publicamente, o F-91W representa também uma ligação às suas origens e ao caminho percorrido desde Mirandela, onde já usava este modelo. É essa dimensão pessoal, marcada pelas memórias e pela importância de não esquecer a proveniência, que confere um significado especial a esta colaboração“, escreveu a marca, em comunicado.

A Casio alude à conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Athletic Bilbao, a 27 de janeiro deste ano, em que o treinador contou que o seu Casio o acompanhou ao longo da carreira. “Lembra-me aquilo que foi o meu trajeto, de onde vim e o quanto me custou chegar aqui. Não é por estar aqui agora que vou ter um relógio de mil euros”, disse na altura.

A edição estará à venda apenas em revendedores oficiais selecionados pela Casio Portugal, sem venda online. O preço ainda não foi revelado.

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Morreu o jornalista e escritor Joaquim Letria

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Joaquim Letria, jornalista e escritor, morreu esta sexta-feira, 16 de outubro, aos 82 anos, em casa. A notícia foi avançada pela agência Lusa, que cita fonte familiar.

Nascido em Lisboa a 8 de novembro de 1943, Joaquim José da Conceição Letria iniciou a carreira no Diário de Lisboa, tendo trabalhado também na revista Flama e no Rádio Clube Português. Foi repórter internacional da Associated Press e correspondente da agência alemã Deutsche Presse-Agentur, tendo passado ainda por Londres, onde trabalhou na BBC.

Regressou a Portugal em 1974, após a Revolução de Abril, para assumir funções na direção de informação da RTP. Na televisão pública, apresentou programas de informação e criou formatos que marcaram o percurso da estação, como Tal & Qual. Foi também um dos jornalistas ligados ao histórico debate televisivo entre Mário Soares e Álvaro Cunhal, em 1975, que ficou na memória coletiva pela expressão “Olhe que não, olhe que não”.

Joaquim Letria integrou a equipa fundadora do Expresso e esteve na origem de O Jornal, lançado em 1975, e do semanário Tal & Qual, fundado em 1980. Em 1988, assumiu a direção da revista Sábado, função que exerceu até 1992.

Foi ainda presidente do Sindicato dos Jornalistas e porta-voz do então Presidente da República, Ramalho Eanes. Foi também autor e apresentador de vários programas de rádio e televisão e dedicou parte da sua atividade ao ensino das Ciências da Comunicação.

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Quem são os grandes vencedores dos APPM Marketing Awards 2026?

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A BBDO/TBWA é Agência de Publicidade do Ano e a OMD a Agência de Meios do Ano. A LPM recebeu o prémio de Agência de Comunicação & RP do Ano, a Desafio Global foi distinguida como Agência de Eventos do Ano e a SAMY conquistou o título de Agência de Influencers do Ano. Estas são as agências vencedoras dos APPM Marketing Awards 2026, prémios da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing (APPM) cujos vencedores foram conhecidos na noite desta quinta-feira.

A McDonald’s foi uma das grandes vencedoras da noite, ao conquistar o Grande Prémio e o título de Marca do Ano.

Já o Grande Prémio Solidário foi atribuído à APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, pelo seu contributo na área da responsabilidade social.

Nos prémios individuais, Filipa Afonso, diretora de marketing do Lidl, foi distinguida como Marketer do Ano, numa escolha dos seus pares. Com esta distinção, recorda a APPM, passa também a ser candidata ao prémio European Marketer of the Year, promovido pela European Marketing Confederation (EMC).

Já o prémio Marketer Revelação do Ano foi atribuído a Diana Teixeira Pinto, diretora de marketing B2C da Sonae Sierra.

José Fortunato, administrador da MC, responsável pelos pelouros de Cliente e Operações, e presidente da Missão Continente, recebeu o Prémio Carreira APPM 2026 a A distinção reconhece o seu percurso profissional e o contributo que tem dado ao marketing em Portugal.

Destaque ainda para a Vigor, que conquistou o Prémio Inovação, enquanto o Continente recebeu o Prémio Martech, uma das novidades desta edição, que reforça a importância crescente da tecnologia nas estratégias de marketing.

A edição deste ano contou com 290 candidaturas, das quais 164 integraram a shortlist, “refletindo a diversidade de projetos e estratégias que estão a marcar a evolução do setor”, aponta a APPM.

“O que procuramos reconhecer nestes prémios não são apenas boas campanhas ou ideias criativas. São estratégias que fazem a diferença, que apresentam resultados e que mostram o verdadeiro valor do marketing para as organizações e para a sociedade. Esta edição trouxe-nos projetos muito distintos, mas com algo em comum: a capacidade de responder a desafios reais com visão, criatividade e eficácia. É esse trabalho que queremos valorizar e dar a conhecer, porque reconhecer os melhores é também uma forma de desafiar todo o setor a evoluir”, comenta citado em comunicado Sérgio Leal, presidente dos APPM Marketing Awards 2026.

Pode consultar todos os trabalhos vencedores aqui.

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