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“Il principe William verso Harry ha più apatia che rabbia”: la riconciliazione tra i due fratelli si allontana

22 October 2026 at 15:07

Il principe William ormai “prova più apatia che rabbia” nei confronti del fratello Harry. A confidarlo ai tabloid britannici è stata una fonte anonima vicina alla famiglia reale, pronta a rendere pubblico lo stato d’animo dell’erede al trono di fronte ai reiterati appelli del fratello minore.

Harry, qualche settimana fa, è volato a New York e, con l’occasione, si è seduto davanti alle telecamere di GQ Magazine per spiegare le sue ragioni, chiedendo ai suoi parenti di dimenticare il passato, giudicando i tempi per una “riconciliazione” ormai maturi. L’intervista è stata pubblicata solo mercoledì 21 ottobre, ma ha già dimostrato che a corte tira tutta un’altra aria e che l’atteggiamento di William è molto diverso, anche da quello mostrato finora dal padre.

Re Carlo III, la scorsa estate, ha ricevuto Harry e la sua famiglia ad Highgrove, durante un tè organizzato per permettere ai piccoli di casa Sussex di trascorrere del tempo con il nonno e con Camilla. Il patto di segretezza e discrezione su ciò che, almeno da oggi, avviene a porte chiuse tra il figlio ribelle ed il sovrano, è stato rispettato, ma è ancora presto per tirare le somme.

I duchi del Sussex hanno fatto rientro in Inghilterra in settembre e hanno subito ricevuto il monito di Buckingham Palace che, a mezzo stampa, ha ricordato a tutti che i due sono da considerarsi solo “privati cittadini” e che non hanno diritto ai privilegi concessi ai membri della famiglia reale, soprattutto quelli che lavorano per la corona. Sarà per questo motivo che Harry durante quest’ultima intervista, pubblicata mercoledì, ha ribadito due volte di essere “un principe”. Questo titolo, diversamente da quello di “Sua altezza reale”, gli è rimasto, ma a corte c’è molta preoccupazione per ciò che lui e Meghan vorranno farne nei mesi, o forse negli anni che intenderanno trascorrere in Inghilterra.

Ecco perchè, anche l’ultimo passo verso la riconciliazione che Harry ha appena mosso, ha lasciato la monarchia e soprattutto William, in assoluto silenzio.

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Un golden retriever vede il bacon in televisione e inizia a leccare lo schermo con molto gusto – IL VIDEO

22 October 2026 at 14:24

Sui social è diventato virale un video che mostra un cane leccare uno schermo della tv, convinto che il bacon che è lì raffigurato sia reale.

A pubblicare queste immagini, diventate presto diffusissime in rete, è stata l’influencer Ursula Daphne Aitchison, che sulla propria pagina Instagram condivide soprattutto i momenti che condivide con i suoi tre cani, Hugo, Huxley & Henrietta.

Si tratta di tre golden retriever, che hanno ormai preso familiarità con il fatto di trovarsi costantemente di fronte un telefono che li riprende. “Se Hugo ha dovuto vedere questa scena, allora è giusto che anche noi la vediamo” ha scritto l’influncer mostrando il suo cane, che scende dal divano e si avventa verso il televisore, che inizia presto a leccare dal momento che vede del bacon succulente.

Il cane, dunque, almeno inizialmente, ha l’illusione che quello che vede davanti a lui sia del vero bacon, ma presto sicuramente si sarà accorto anche lui che quelle immagini offerte dal televisore lo avevano ingannato.

Credits: profilo Instagram Ursula Daphne Aitchison (@ugoandursula)

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“Los lugares turísticos no pueden expulsar a quienes necesitan para seguir funcionando”, escribe una lectora

22 October 2026 at 04:30

Un destino turístico no se construye únicamente con paisajes, hoteles y visitantes. También necesita a las personas que lo gestionan, limpian las habitaciones y atienden los restaurantes. La falta de vivienda asequible para los trabajadores del Pirineo revela una contradicción: los lugares que generan riqueza gracias al turismo pueden acabar expulsando a quienes necesitan para seguir funcionando. No tiene sentido celebrar el éxito de una temporada si quienes la ponen en marcha deben compartir habitación o renunciar a vivir donde trabajan. Los balances analizan cuántos visitantes llegan y cuánto dinero dejan, pero hace falta preguntarse: ¿Qué condiciones de vida tienen quienes sostienen esa actividad? No se trata de enfrentar a residentes y visitantes, sino de entender que el turismo depende de las personas que lo hacen posible.

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© Clara Margais (Getty Images)

Un trabajador limpia el balcón de un hotel en Palma de Mallorca, en 2020.

How a Legal Backlash Against Big Tech Is Forcing Big Changes

22 October 2026 at 15:33
A series of lawsuits has created a new de facto regulatory regime as courts order companies like Meta and Google to change their business practices — and pay up.

© Gabriela Bhaskar/The New York Times

Meta’s chief executive, Mark Zuckerberg. On Wednesday, a New Mexico judge ordered Meta to pay a record $25 billion penalty for abusing consumer privacy.

Zurich lança campanha de poupança para a reforma com Fátima Lopes

22 October 2026 at 15:32

A seguradora Zurich Portugal lançou a nova campanha nacional “Zurich PPR 2026”, protagonizada por Fátima Lopes. A iniciativa decorre até ao final do ano e procura incentivar o planeamento financeiro para a reforma e a criação de hábitos de poupança.

Fátima Lopes protagoniza a mais recente campanha da seguradora Zurich.

A campanha parte da ideia de que os imprevistos podem alterar os planos financeiros ao longo da vida, defendendo a importância de começar a poupar cedo para preparar a reforma, explicam em comunicado.

A iniciativa destaca ainda os benefícios fiscais associados aos Planos de Poupança Reforma (PPRs), visto que os montantes aplicados podem dar direito a uma dedução à coleta de IRS de 20% do investimento (dentro dos limites definidos em função da idade do contribuinte a 1 de janeiro do ano em que realiza a aplicação).

A seguradora realça ainda o Zurich PPR, que permite começar a poupar com um investimento inicial mínimo de 250 euros ou através de entregas mensais a partir de 25 euros.

A campanha será divulgada a nível nacional através de publicidade exterior, plataformas digitais, imprensa escrita e mupis nos escritórios dos agentes da seguradora e pretende reforçar a visibilidade da marca no segmento de produtos financeiros.

Emília Sanches, diretora de Marketing da Zurich Portugal, defende, citada em comunicado, que começar a poupar cedo e fazer entregas regulares permite acumular capital ao longo do tempo, mesmo quando os montantes investidos mensalmente são reduzidos.

Cruzar os braços durante uma conversa pode fazer você parecer antipático, mas ajuda no foco e na resiliência; entenda o que diz a psicologia

22 October 2026 at 15:25

Cruzar os braços é um dos gestos humanos mais comuns no dia a dia e, mesmo assim, é um dos mais misteriosos. Ao contrário de coçar o nariz, apoiar o queixo ou passar a mão pelo cabelo, os braços cruzados não têm uma justificativa óbvia: talvez por isso sejam interpretados de tantas formas diferentes pela psicologia e pelo estudo da linguagem corporal.

Por que você sente o impulso de cruzar os braços enquanto conversa com alguém, e qual mensagem isso passa para seu interlocutor? Veja as diferentes perspectivas de especialistas sobre este movimento.

Regulação emocional

Acalmar os nervos e confortar a si mesmo é um dos principais motivos para cruzar os braços, segundo o autor Joe Navarro, precursor do uso da análise de linguagem corporal pelo FBI (Federal Bureau of Investigation do governo dos Estados Unidos). Neste caso, o gesto é como um abraço discreto e pode vir acompanhado de automassagem.

Em situações de maior intensidade emocional, braços cruzados podem ajudar a controlar o medo e podem indicar ansiedade quando acompanhados de gestos como cobrir o pescoço com as mãos.

“Pessoas que se sentem inseguras podem cruzar os braços para não se sentirem tão expostas”, escreve Navarro em seu blog pessoal. Ele também afirma que o movimento pode ajudar no autocontrole, restringindo uma reação mais explosiva. “As crianças fazem isso o tempo todo. Quando pedimos que façam algo que não querem fazer, elas cruzam os braços, às vezes empunham as mãos e as pressionam firmemente contra o corpo. De várias formas, isso comunica claramente como elas se sentem, sem dizer uma palavra.”

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Demonstração de poder

O especialista chama os braços cruzados de “power pose”: uma pose escolhida para indicar poder. “Especialmente homens usam este gesto para parecerem maiores”, afirma. “O Super-Homem é frequentemente apresentado desta maneira. Em escolas, é o que professores infelizmente chamam de ‘pose de valentão'”.

Outra possibilidade é adotar a pose para “criar uma barreira física e psicológica” entre você e alguém com quem você não deseja interagir, “criando distância”.

Outras explicações

Embora frequentemente lido como um gesto rude ou agressivo, cruzar os braços pode ser um movimento completamente inofensivo e involuntário. Navarro conta que pode se tratar simplesmente de um espelhamento da postura do interlocutor:

“Como analisar dois homens que estão de braços cruzados, cada um apoiado com as costas na parede e suas pernas também cruzadas? É sinal de conflito entre os dois? A resposta é não”, exemplifica. “O fato de estarem se espelhando, com as pernas cruzadas, diz que está tudo bem. Só cruzamos as pernas quando nos sentimos confortáveis o bastante com a outra pessoa.”

Uma explicação alternativa é, simplesmente, o frio. Cruzar os braços pode ajudar a aquecer a região do torso e controlar tremores causados pela temperatura.

O que dizem os psicólogos

A postura de braços cruzados em frente ao tronco foi estudada por neurologistas e psicólogos, para além da linguagem corporal. Os resultados sugerem que o gesto pode ser benéfico para quem o faz, seja em conversas ou outras atividades.

Em 2007, um experimento prático na Universidade de Rochester, Estados Unidos, fez diferentes participantes resolverem desafios de lógica com braços cruzados e descruzados, posicionados sobre as coxas. Os voluntários induzidos a cruzar os braços passaram mais tempo tentando solucionar os anagramas apresentados, e tiveram taxa de sucesso maior; não foram identificadas mudanças de humor, nível de conforto ou respeito às instruções da equipe de pesquisa.

Em 2016, foi a vez de um estudo de neuroimagem no Japão verificar os efeitos da pose no corpo. Uma análise de mil participantes revelou que cruzar os braços altera a atividade cerebral na região responsável pelo foco interno e pela percepção do corpo no espaço, além de aumentar a conexão entre diferentes locais do órgão.

Ou seja: de braços cruzados, as áreas associadas ao foco, à reflexão, à autopercepção, à tomada de decisões e ao foco externo conversam mais entre si. Mas há um efeito colateral: ao posicionar os braços e mãos do outro lado da “linha média” do corpo, as referências anatômicas e espaciais se confundem, o que pode afetar a compreensão de estímulos táteis.

Cruzar os braços durante uma conversa pode, então, ajudar no foco e na resolução de problemas, o que é útil em discussões e debates. No entanto, como existem leituras negativas do gesto sob a perspectiva da linguagem corporal, o interlocutor pode intuir insegurança, indisposição ou estresse que, por vezes, não são reais.

“Isso é mais comum entre estranhos”, diz Joe Navarro. “Se você estiver com amigos ou conhecidos, isso pode não ser visto como um distanciamento. Na verdade, muitos interpretam como uma demonstração de interesse e engajamento em um tópico. Isso pode explicar por que vemos esse gesto tão frequentemente entre colegas de trabalho.”

Belgium Storm Alert: 100 km/h Winds Spark Emergency Response, Brussels

22 October 2026 at 15:16

BRUSSELS, 22 October, (Brussels Morning Newspaper) – Belgium is preparing for potentially damaging winds reaching 100 km/h on Friday, 23 October, as the Royal Meteorological Institute (RMI) forecasts heavy rainfall and stormy conditions. The Belgium storm warning has … Read more

Equipa austríaca vence EuRoC 2026 pela terceira vez em ano de estreias

22 October 2026 at 15:16
EuRoC 2026

A Aerospace Team Graz (ASTG) venceu o EuRoC Award, galardão atribuída à equipa com o melhor desempenho global nas diferentes dimensões avaliadas, incluindo a conceção do veículo, documentação técnica, o trabalho de equipa e o desempenho em voo.

A equipa austríaca, que já tinha vencido o EuRoC em 2023 e 2025, arrecadou ainda o prémio de melhor voo na categoria de propulsão líquida de 9.000 metros.

A 7.ª edição do European Rocketry Challenge (EuRoC), competição universitária organizada pela Agência Espacial Portuguesa decorreu em Constância  entre 15 e 21 de outubro, com cerca de 700 estudantes de 13 universidades europeias. Ao longo de quatro dias saíram das rampas de lançamento um total de 12 foguetes.

A edição de 2026 ficou marcada pela estreia da categoria Rookie, destinada a novas equipas, pela diversidade tecnológica dos projetos apresentados.

Em destaque esteve também a equipa White Noise, da Grécia, que conquistou dois prémios na sua primeira participação na competição: Rookie of the Year, atribuído à melhor equipa estreante, e Payload Award, que distingue a melhor carga útil, valorizando a inovação, a fiabilidade e o potencial de aplicação da tecnologia desenvolvida.

“Esta edição demonstrou que é possível abrir a competição a novas equipas sem comprometer a exigência técnica que caracteriza o EuRoC. Para estes estudantes, foi primeira  oportunidade de transformar meses de desenvolvimento num projeto real, sujeito aos mesmos desafios técnicos e de segurança que encontram na indústria”, destaca Marta Gonçalves, gestora dos programas de Educação e Ciência da Agência Espacial Portuguesa.

Para Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, a competição representa hoje um dos exemplos mais concretos da capacidade de Portugal de desenvolver iniciativas de referência no setor espacial europeu.

“O EuRoC tornou-se uma referência europeia porque conseguimos criar um ambiente em que  as novas gerações desenvolvem tecnologia em condições próximas da indústria. Muitos dos estudantes que passaram pelo EuRoC estão hoje a trabalhar em empresas do setor ou criaram os seus próprios negócios. É esse o impacto da competição: formar o talento de que a indústria espacial europeia precisa, tornando-a mais forte e mais autónoma”, afirma Ricardo Conde.

Duas equipas portuguesas

Com sete equipas selecionadas, Portugal esteve representado na fase final do EuRoC por duas equipas universitárias. A Minho Aerospace Students’ Team (MAST), da Universidade do Minho, levou o foguete Mirage ao objetivo de 3.000 metros de altitude. A equipa, fundada em 2024, tornou-se a primeira formação portuguesa a conseguir um lançamento com recuperação na sua estreia no EuRoC.

Já a Rocket Experiment Division (RED), do Instituto Superior Técnico, que participa na competição desde 2021 sem interrupção, não conseguiu realizar o lançamento devido a problemas técnicos que não foram resolvidos dentro do prazo da competição.

A North Space, que reúne estudantes de várias faculdades da Universidade do Porto e da Universidade de Lisboa, apesar de selecionada, ficou de fora da fase final, devido a diversos contratempos no desenvolvimento do rocket.

Prémios por categoria

EuRoC Award: Aerospace Team Graz (Áustria)

Technical Award: ARIS (Suíça)

Design Award: Skyward Experimental Rocketry (Itália)

Payload Award: White Noise (Grécia)

Team Award: BME Suborbitals (Hungria)

Flight Award Líquido 9K: Aerospace Team Graz (Áustria)

Flight Award Líquido 3K: Skyward Experimental Rocketry (Itália)

Flight Award Sólido 3K: LEEM-UPM (Espanha)

Flight Award Híbrido 3K: CTU Space Research (Chéquia)

Rookie of the Year: White Noise (Grécia)

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