❌

Reading view

Quaest no DF: Celina Leão tem 50% no 2º turno; Leandro Grass, 35%

A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição Celina Leão (PP) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Buriti, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Por sua vez, o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT) surge com 35% da preferência do eleitorado.

Aqueles que manifestaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos são 7%. Os que não souberam responder ao levantamento somam 8%.

chart visualization

Em relação à última rodada da sondagem, publicada no dia 12, Celina oscilou três pontos percentuais para baixo; e Grass, dois para cima. Os movimentos estão dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Aprovação e avaliação do governo Celina

A sondagem desta quarta-feira também apresenta dados de aprovação e avaliação da gestão de Celina Leão (confira os detalhes abaixo).

Aprovação

  • Aprova: 51% (eram 57% em 12/10)
  • Desaprova: 35% (eram 33% em 12/10)
  • Não sabe: 14% (eram 10% em 12/10)

Avaliação

  • Ótima ou boa: 34% (eram 39% em 12/10)
  • Regular: 35% (eram 30% em 12/10)
  • Ruim/Péssima: 25% (eram 25% em 12/10)
  • Não sabe: 6% (eram 6% em 12/10)

Metodologia

Foram ouvidas 1.104 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O estudo foi contratado pela Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protoclo DF-00402/2026.

  •  

PT critica possível veto a canais no WhatsApp e fala em medidas jurídicas

O presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Edinho Silva, criticou a possibilidade de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proibir o funcionamento de canais no Whatsapp nas últimas 48 horas antes das eleições e falou em adotar “medidas jurídicas”. A fala aconteceu em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (21).

Edinho, que é coordenador-geral da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, afirmou, contudo, que teve uma audiência com o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, que teria garantido que a reta final do pleito não teria “surpresas”.

“Você não pode mexer nas regras do jogo com ele em andamento. E nós, infelizmente, poderemos tomar medidas jurídicas. Nós não queremos privilégio algum, queremos que não haja favorecimento a nenhum candidato”, afirmou Edinho.

A crítica é de que a decisão impactaria especialmente o canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), que conta com mais de 7 milhões de membros.

A possibilidade de o TSE ampliar o cerco a canais de WhatsApp nas 48 horas que antecedem o segundo turno divide ministros, mostrou apuração da CNN Brasil.

O assunto foi tratado ao menos duas vezes na última semana pelos ministros. A discussão mais recente aconteceu brevemente nesta terça-feira (20) na sala de togas do Tribunal.

Uma ala do TSE, contrária a um eventual avanço das discussões, atribui aos ministros André Mendonça e Nunes Marques a iniciativa de ofensiva contra canais do aplicativo de troca de mensagens.

O presidente do TSE rechaça essa tese e tem dito a pessoas próximas não ser favorável a alterações em resoluções de última hora. O ministro tem afirmado ainda que não convocou reuniões para tratar sobre o assunto e nem pretende convocar.

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo sustenta que André Mendonça, vice-presidente do TSE, é autor de uma minuta de resolução que propõe o bloqueio de todos os canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição.

 

  •  

Alckmin diz que Flávio dá “desculpa” para não abrir sigilos

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato a vice na chapa à reeleição de Lula (PT), afirmou que Flávio Bolsonaro, candidato do PL (Partido Liberal), está “dando uma desculpa” ao condicionar a abertura dos sigilos à divulgação de informações sobre os gastos do governo Lula e os registros de visitas ao Palácio do Planalto.

A fala foi durante agenda de campanha em Campinas (SP), ao lado do ex-ministro Fernando Haddad (PT).

Para Alckmin, o senador deve explicações tanto sobre a suposta sociedade com o advogado investigado Willer Tomaz quanto pelos R$ 134 milhões pedidos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

“Ele tá dando uma desculpa, né? Vida pública é vida pública. Não dá para ser candidato à Presidência da República e não querer prestar contas”, disse o vice.

A troca de acusações começou durante o debate presidencial da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a autorizar a quebra dos sigilos bancário e telefônico dos dois candidatos e de seus familiares.

Flávio afirmou que não tinha nada a esconder, mas não confirmou se aceitaria a proposta. O senador também acusou Lula de movimentar recursos fora de suas contas bancárias.

Na terça-feira (20), Lula apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal) um documento autorizando a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico e os de familiares, incluindo a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e os cinco filhos do presidente.

A autorização, porém, está condicionada a que Flávio faça o mesmo, assim como Jair Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL). O pedido prevê a divulgação de informações referentes aos últimos oito anos, inclusive de contas e empresas registradas em nome dos candidatos.

Aliados de Flávio consideram a iniciativa uma armadilha política e orientaram a campanha a ignorar o desafio. A avaliação é de que responder ao tema prolongaria a repercussão da estratégia petista, que busca desgastar o adversário com cobranças de transparência.

A equipe do senador pretende concentrar o discurso em críticas ao PT e, quando abordar o assunto, questionar Lula sobre investigações envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

  •  

Veritá: Flávio tem 50,7% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 49,3%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% dos votos válidos no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Veritá divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na sequência com 49,3% da preferência do eleitorado.

O levantamento aponta empate técnico entre os candidatos, dentro da margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos. Em relação à última rodada da sondagem, publicada no sábado (17), Flávio oscilou 0,4 ponto percentual para baixo; e Lula, 0,4 ponto percentual para cima.

chart visualization

O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

Foram ouvidas 15.554 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06396/2026.

  •  
❌