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Mega-Sena: quanto rendem R$ 200 milhões na poupança, Tesouro Direto ou CDB

A Mega-Sena realiza nesta quinta-feira (22) o concurso 3073, com prêmio estimado em R$ 200 milhões.

A pedido do CNN Money, Michael Viriato, estrategista da Casa do Investidor, realizou um levantamento mostrando quanto rende uma aplicação do valor integral do prêmio, considerando o atual patamar da taxa básica de juros em 13,75%.

A poupança segue com o “menor” retorno, tanto no curto quanto no longo prazo: em um mês, a aplicação renderia pouco mais de R$ 1 milhão e, após um ano, o ganho seria de R$ 16 milhões.

A melhor opção estaria nos CDBs de bancos médios, considerando uma remuneração de 110% do CDI.

Neste caso, os mesmos R$ 200 milhões renderiam R$ 1,8 milhão em apenas um mês e R$ 24,7 milhões em um ano.

O levantamento apresenta os ganhos em percentuais e em reais da poupança, do Tesouro Direto (considerado o título pós-fixado, o Tesouro Selic), CDBs e fundos DI, que acompanham o CDI e a taxa Selic.

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As contas já consideram os rendimentos líquidos, ou seja, descontados do Imposto de Renda que incide sobre os ganhos. Apenas a poupança é livre de cobranças.

A simulação considera taxa de administração de 0,5% para os fundos DI e de 0,2% para Tesouro Selic, embora a cobrança varie entre fundos e corretoras.

O sorteio da Mega-Sena será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

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Mega-Sena 3073: sorteio desta quinta (22) pode pagar R$ 200 milhões

A Caixa Econômica Federal realiza nesta quinta-feira (22) o concurso 3073 da Mega-Sena.

Sem vencedores na terça-feira (20), a loteria acumulou e o prêmio máximo pode pagar R$ 200 milhões esta noite.

O sorteio será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

Como apostar

Para concorrer, os apostadores podem registrar seus jogos até uma hora antes do sorteio, às 20h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, pelo site ou aplicativo do banco. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Para os jogos feitos pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.

Para fazer uma aposta maior, com sete números, o preço sobe para R$ 35. A seguir, confira os valores para se jogar e probabilidades de ganhar a Mega-Sena:

 

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Bolão

Uma forma de apostar na Mega-Sena, além dos jogos individuais, é formar um grupo para escolher os números, o chamado bolão.

Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante, que pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.

Os bolões têm valor mínimo de R$ 15 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 6, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.

Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Premiação

O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:

  • 45% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena);
  • 13% entre os acertadores de 5 números (Quina);
  • 15% entre os acertadores de 4 números (Quadra);
  • 17% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5;
  • 10% ficam acumulados para a primeira faixa — sena — do último concurso do ano de final 0 ou 5 (Mega da Virada).

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

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Justiça rejeita ação do MPT contra Uber sobre pontos de apoio a motoristas

A 64ª Vara do Trabalho de São Paulo julgou improcedentes os pedidos apresentados pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) em ação civil contra a Uber relacionada à disponibilização de pontos de apoio aos motoristas, segundo decisão de terça-feira (20).

Na ação, o Ministério Público buscava obrigar a plataforma a disponibilizar pontos de apoio aos motoristas em todo o Brasil, com instalações sanitárias, água potável e espaços adequados para espera, repouso e alimentação. Além disso, o órgão solicitou o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos.

A avaliação da Justiça é de que o processo não tratava do reconhecimento de vínculo empregatício, mas da garantia de condições adequadas de saúde, higiene e segurança aos motoristas, deliberou a juíza do Trabalho substituta Camila Ascenção Queiroz Freitas.

A decisão, contudo, entendeu que as Normas Regulamentadoras são aplicáveis a outras relações jurídicas quando houver previsão legal expressa, não sendo possível estender suas obrigações aos motoristas de aplicativos por analogia.

A sentença também considerou que a implementação de medidas de proteção exige a definição das responsabilidades do poder público, das plataformas e de outros agentes envolvidos.

Entre os fundamentos apresentados, a juíza abordou a existência de iniciativas nos âmbitos legislativo e municipal, além de parcerias para a criação de pontos de apoio.

A magistrada também avaliou que a imposição de obrigações exclusivamente à Uber poderia gerar desequilíbrio concorrencial. Ressaltou, ainda, as diferenças regionais que dificultariam a adoção de uma solução única em âmbito nacional.

Com base nesse entendimento, foi afastada a indenização por danos morais coletivos, uma vez que a juíza concluiu que não houve conduta omissiva por parte da empresa nem responsabilidade que justificasse a reparação.

A sentença também não afastou a necessidade de proteção aos motoristas colaboradores, mas concluiu que as medidas solicitadas não poderiam ser impostas à plataforma nos termos apresentados pelo MPT.

SP: Entenda treta sobre serviço de mototáxi entre Justiça, 99 e Uber

 

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INSS: Justiça libera R$ 2,9 bilhões para atrasados; veja como consultar

O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou na terça-feira (20) R$ 3,5 bilhões para o pagamento de valores atrasados a pessoas que venceram ações contra órgãos federais.

Desse total, R$ 2,9 bilhões serão destinados a ações relacionadas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e a benefícios assistenciais, incluindo revisão de aposentadorias, pensões, auxílio por incapacidade, entre outros.

Ainda segundo a decisão, os recursos atendem 313.181 beneficiários em 243.718 processos.

Como ocorrerão os pagamentos?

O CJF afirmou que cabe aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) realizarem os depósitos.

O valor será depositado em uma conta específica, aberta por cada beneficiário no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.

Para obter informações sobre o dia em que o saque será liberado, o beneficiário terá de consultar as RPVs (Requisições de Pequeno Valor) disponíveis no portal do TRF responsável.

Quanto cada TRF recebeu?

Quem tem direito a receber os atrasados?

Ter um pedido de aposentadoria ou benefício negado pelo INSS não é suficiente para receber os valores atrasados. É necessário ter vencido uma ação judicial contra o órgão e ter uma RPV incluída no lote.

Confira o passo a passo para verificar se o pagamento está disponível:

  • Consulte o andamento do seu processo na Justiça Federal;
  • Verifique se há informações sobre a expedição da RPV ou a liberação do pagamento;
  • Acesse o site do TRF responsável pelo processo. O tribunal informa quando o dinheiro estará disponível para saque;
  • Tenha em mãos o número do processo ou do CPF, conforme os dados exigidos pelo sistema de consulta do tribunal.

 

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Ação da WEG cai 4,6% após balanço do 3º tri

A ação da WEG se desvalorizava nesta quarta-feira (21) após o grupo publicar um desempenho, segundo analistas, abaixo do esperado para o terceiro trimestre.

Às 11h, os papéis se desvalorizavam 4,6% a R$ 46,53, a maior queda do índice Ibovespa. No acumulado do ano, as ações da WEG mostram queda de cerca de 3,6%.

A fabricante de motores elétricos e equipamentos de geração de energia teve lucro líquido de R$ 1,67 bilhão no terceiro trimestre, crescimento de 1% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado antes da abertura do mercado nesta quarta-feira.

A companhia apurou um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 2,35 bilhões para o período, expansão de 3,1% ano a ano.

Analistas esperavam lucro líquido de R$ 1,71 bilhão e Ebitda de R$ 2,40 bilhões no período, de acordo com dados da LSEG.

Segundo a UBS BB, a reação negativa do mercado ocorre devido a uma queda da margem Ebitda mais forte que a esperada, já que o mercado havia antecipado recuo de 0,4 ponto percentual.

A WEG teve margem Ebitda de 21,6% no terceiro trimestre, recuo de 0,6 ponto percentual. A companhia citou como fatores o aumento nos custos de matérias-primas como cobre, além de um câmbio desfavorável e impactos das tarifas de importação implementadas pelos Estados Unidos.

Já os analistas da Citi destacaram que tanto o Ebitda como o lucro líquido ficaram cerca de 1% abaixo do esperado.

A empresa teve receita líquida de R$ 10,86 bilhões, expansão de 5,7% na comparação anual, ante expectativa média do mercado de faturamento de R$ 10,92 bilhões, segundo a LSEG.

A receita cresceu 1,8% no mercado interno e 8,3% no externo. Atualmente, o faturamento no Brasil representa 37,5% da receita do grupo, enquanto o mercado externo é responsável por 62,5%.

A WEG citou no balanço que o desempenho internacional foi “sustentado pela boa demanda por produtos e serviços nos principais segmentos de atuação, apesar do impacto da valorização do real no período”.

Para a equipe de analistas do Santander liderada por Lucas Barbosa, o grupo apresentou um resultado sólido de rentabilidade apesar das despesas com pessoal mais elevadas e do impacto das tarifas dos EUA.

A WEG disse que investiu R$ 905,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva no trimestre, acima dos R$ 672,6 milhões do terceiro trimestre de 2025. Do total, 39,8% foram destinados às unidades produtivas no Brasil e o restante ao exterior.

A empresa anunciou anteriormente que prevê investir em 2026 cerca de R$ 3,54 bilhões, acima do nível de 2025.

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