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A Eclipse solar parcial é hoje

Hoje, dia 12 de agosto, irá decorrer um eclipse solar parcial, com a lua a cobrir até 93,4% do disco solar.

Com previsão para ocorrer das 18h42, com o sol a pôr-se pelas 20h25, ainda eclipsado.

O eclipse é um raro fenómeno natural que ocorre quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, projetando uma sombra na superfície terrestre que transforma o dia em noite.

Para ver o eclipse solar parcial corretamente, deve seguir as seguintes recomendações da Direção Geral de Saúde e da Proteção Civil:

– Nunca olhar diretamente para o sol sem a proteção adequada (óculos certificados – marcação CE e ISSO 12312-2);

– Confirmar que os óculos não apresentam riscos, furos, fissuras ou outros danos;

– Não utilizar óculos danificados ou cuja origem seja desconhecida;

– Não utilizar alternativas aos óculos certificados:

– Os óculos de sol, mesmo muito escuros, não protegem contra os danos causados pela observação direta do Sol;

– Não observar o Sol através de telescópios, binóculos, máquinas fotográficas ou outros equipamentos óticos sem filtros solares especificamente concebidos para esse efeito;

– Manter os óculos colocados durante toda a observação

– Procurar um local com vista completamente desimpedida para oeste-noroeste, sem serras, prédios ou arvoredo.

Para proteger as crianças:

– As crianças pequenas ou bebés não devem observar diretamente o eclipse, mesmo utilizando óculos certificados, uma vez que podem retirá-los inadvertidamente;

– Nas crianças mais velhas, explicar previamente a forma correta de utilização dos óculos e assegurar supervisão permanente durante a observação;

– Pode observar através de outros métodos, como a projeção do eclipse solar parcial utilizando uma folha e uma caixa de sapatos.

Cuidados a ter com equipamentos:

– Não apontar equipamentos como binóculos, máquinas fotográficas e telescópios diretamente ao sol, sem filtros solares específicos na abertura frontal.

Se observar o fenómeno sem os óculos recomendados, a queimadura solar pode provocar, entre outros:

– Visão turva ou desfocada;

– Aparecimento de uma mancha ou ponto cego no centro da visão;

– Alteração da perceção das cores;

– Sensibilidade anormal à luz.

Em caso de sintomas deve ser contactado o SNS 24 para devido aconselhamento e encaminhamento.

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Câmara de Loulé quer esterilizar 500 gatos e controlar colónias

Associação Animais de Rua vai colaborar com o Município.

Com o objetivo de controlar de forma mais eficaz a população de gatos errantes ou de rua, a Câmara Municipal de Loulé vai pôr no terreno o programa CED (Captura-Esterilização-Devolução). Para levar a cabo esta operação, a Autarquia contará com o apoio da Associação Animais de Rua, entidade que tem o know-how e trabalho realizado noutros municípios.

Após a identificação das colónias, os gatos serão capturados, esterilizados e devolvidos à origem. A Autarquia fornecerá a vacina da raiva e os microchips, enquanto que a Associação Animais de Rua será responsável pela esterilização.

Até à data já foram identificadas cerca de 100 colónias e mais de 500 gatos de rua no concelho, uma população tendencialmente crescente, pelo que este processo passará pela esterilização em massa. “Só assim será possível fazer esse controlo”, garante Ana Poeta, responsável da Autarquia pelas questões do Bem-Estar Animal.

O objetivo é que exista uma entidade responsável pela gestão da colónia, acompanhamento sanitário e controlo populacional. O gato não deixa de ser um animal errante; continua a viver na colónia, mas sob um programa oficial de controlo. O CED permitirá diminuir o número de doenças do sistema reprodutivo e doenças contagiosas, redução de ruídos e odores ou diminuição de acidentes. 

Para dar resposta à extensa lista de espera para a esterilização, a Autarquia conta com a Associação Animais de Rua para que este processe seja célere.

O Município está a realizar o levantamento e recenseamento do número de colónias e de animais, bem como uma lista dos cuidadores/as. Face ao aumento dos animais de ruas, a Câmara de Loulé pretende implementar uma estratégia a curto e médio prazo, sendo fundamental promover ações de sensibilização e esclarecimento junto da comunidade, a criação de uma rede de cuidadores/as, bem como a recolha de alimentos. “Os animais errantes são uma responsabilidade municipal”, sublinha Sofia Rois, que considera ser “importantíssima a educação e responsabilização da comunidade”.

Outra das preocupações do Município são as condições existentes no Canil Municipal. Nesse sentido, está em fase de conclusão o projeto de execução do futuro Centro de Recolha e Bem-Estar Animal que irá nascer na freguesia de Benafim. Até lá a aposta passará pela formação de quem aqui trabalha, a melhoria das condições de estadia dos cães e gatos, por exemplo através do enriquecimento ambiental, o apoio do Banco Local de Voluntariado para passear os animais, estando também em marcha uma campanha de adoção. Potenciar a figura do “animal comunitário”, por exemplo, através do apadrinhamento por parte de uma escola ou de um lar são outras das iniciativas que estão previstas.

“O Município de Loulé nunca teve uma visão para o bem-estar animal como está a ter neste momento”, sublinha o presidente, Telmo Pinto.

Após uma reunião entre os responsáveis da Autarquia e a Associação Animais de Rua, prevê-se que as duas entidades possam construir um plano estratégico para o bem-estar animal neste território.

Para assuntos do Bem-Estar Animal no Município de Loulé contactar:

ana.poeta@cm-loule.pt

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Esta igreja guarda uma estátua milagrosa que os pescadores salvaram

No interior da Igreja Matriz de Alvor há uma imagem que, reza a lenda local, deu misteriosamente à costa, tendo sido recolhida e colocada com profunda reverência no altar pelos antigos pescadores. É a esta célebre e milagrosa escultura do “Senhor Jesus” que os fiéis ainda hoje prestam grande devoção.

Leia também: Este barco levou a população de Alvor a declarar ‘guerra’ à Marinha Portuguesa

O grande destaque arquitetónico da Igreja Matriz de Alvor vai por inteiro para o seu pórtico principal. Esta autêntica joia de pedra é legitimamente considerada a mais bela e trabalhado expressão do estilo manuelino em toda a região algarvia.

A estrutura ostenta uma decoração exuberante, repleta de motivos detalhados e inspirados na fauna e flora locais, combinados com cenas bélicas expressivas e uma forte simbologia religiosa.

Erguido originalmente na década de 1520, o monumento afirma-se como o grande ex-líbris histórico desta vila do concelho de Portimão.

A sua construção decorreu sob os auspícios da influente família Ataíde, alcaides-mores da localidade, tendo sido muito provavelmente impulsionada por Álvaro de Ataíde (filho).

A história da edificação está profundamente interligada com as grandes dinâmicas da Coroa Portuguesa, tendo-se seguido à trágica morte do rei D. João II em Alvor, em 1495.

Leia também: A vila de pescadores que conquistou o turismo mundial e viu morrer o “Príncipe Perfeito”

Décadas mais tarde, em 1573, o jovem rei D. Sebastião visitou a localidade para inspecionar as casas outrora habitadas pelo “Príncipe Perfeito”.

Ao longo dos séculos, a gestão do templo cruzou-se com os grandes senhores da terra, desde os condes de Odemira até à poderosa família Távora — cujo condado em Alvor se extinguiu devido ao trágico processo político de Belém, no século XVIII.

Ao longo do tempo, a Igreja de Alvor resistiu a abalos sísmicos, incluindo os de 1755 e 1969, e passou por reconstruções setecentistas, com destaque para a torre sineira e o retábulo de Joaquim José Rasquinho.

Intervenções polémicas nos anos 1970 destruíram elementos originais, como o coro-alto, mas alertas do Museu Nacional de Arte Antiga, em 1977, travaram a destruição da talha dourada e imagens sacras.

Atualmente, a estrutura sobrevive como um testemunho de arte e resiliência, apesar da pressão urbanística.

Para além da famosa escultura e do portal, o interior da igreja guarda tesouros artísticos de enorme valor histórico, como altares em talha dourada, azulejos setecentistas e capelas particulares.

Leia também: Nesta casa algarvia morreu um famoso rei português

Leia todas as notícias da região em: www.algarvemarafado.com

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Museu Municipal de Faro promove visitas guiadas a exposições de referência durante o mês de agosto

O Museu Municipal de Faro (MMF) vai acolher, durante o mês de agosto, um conjunto de visitas guiadas dedicadas a duas exposições que têm marcado a atual agenda cultural e expositiva do Algarve, reforçando a ligação entre património, arte e história num período de forte afluência turística à cidade.

A programação contempla visitas à exposição dedicada à coleção de Miguel Duarte, que reúne um núcleo de obras de arte portuguesa dos séculos XIX e XX. A mostra integra trabalhos de nomes incontornáveis como Silva Porto, Marques de Oliveira, Falcão Trigoso, Aurélia de Souza, José Malhoa, João Vaz, Bernardo Marques, Cruzeiro Seixas e Júlio Pomar, entre outros, distribuídos por vários espaços temáticos, que propõem um percurso por diferentes estilos e momentos da arte portuguesa. Esta exposição contará com duas visitas guiadas no mês de agosto: no dia 8, às 17h00 e no dia 15, às 18h00. Ambas terão a participação da curadora da mostra, Raquel Henriques da Silva, professora jubilada da Universidade Nova de Lisboa e reconhecida especialista em História da Arte, com vasta obra publicada sobre estes períodos.

No dia 15 de agosto, a visita contará ainda com a presença do colecionador Miguel Duarte, que partilhará com o público o seu gosto pela arte, as motivações deste projeto e os critérios que orientaram a aquisição das obras que compõem o acervo.Também nesse dia está prevista a apresentação do catálogo da exposição, uma publicação com um cuidado gráfico bastante elevado e que se assume como documento de estudo, conhecimento e salvaguarda deste espólio, reforçando a ação editorial da autarquia e do museu nas áreas do património e da museologia. Ainda no dia 15 de agosto, às 16h00, o MMF promove uma visita à exposição “Olhar a paisagem a partir das coleções do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)”, com a participação de Marta Carvalho, do MNAA e Samuel Rama, da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. A iniciativa propõe um diálogo entre a perspetiva da historiadora e a visão do artista, ajudando o público a conhecer e interpretar algumas das obras em exposição, que incluem peças das coleções do MNAA e do Museu Municipal de Faro.

Num momento em que o Algarve e a cidade de Faro recebem milhares de visitantes, o MMF reforça, com esta programação, a promoção de um produto cultural do território, associado ao património, à arte e à história.A participação nas visitas é livre, bastando aos interessados comparecer no Museu Municipal de Faro nas datas e horários indicados.Para mais informações, poder-se-á contactar o MMF (email: museu.municipal@cm-faro.pt).

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Novos leitores de microchip para animais chegam a Almancil

A Junta de Freguesia de Almancil esteve presente, na passada sexta-feira, dia 31 de julho, representada pela Secretária do Executivo, Célia Fragoso, na entrega dos novos leitores de identificação eletrónica de animais.

A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Loulé, reuniu as freguesias do concelho neste esforço conjunto pela causa animal.

Com este novo recurso, a freguesia passa a dispor de um meio mais prático para atuar em situações de animais perdidos ou desorientados.

A leitura do microchip permite identificar rapidamente os responsáveis pelo animal, facilitando o seu regresso a casa.

A Junta de Freguesia mantém-se disponível para continuar a contribuir para o bem-estar animal.

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“A arte num mar de histórias” Visita temática e oficina de pintura em Quarteira

O Museu Municipal de Loulé promove, no próximo dia 15 de agosto, pelas 21h30, a iniciativa “A Arte num Mar de Histórias”, integrada na exposição “Com os Pés na Terra e as Mãos no Mar. 6000 anos de História de Quarteira”, patente na Antiga Lota de Quarteira.

A atividade combina uma visita temática orientada com uma oficina prática de pintura em tela, oferecendo ao público uma abordagem dinâmica e criativa ao património histórico da região.

A visita temática visa dar a conhecer o património marítimo de Quarteira, destacando a importância do mar no desenvolvimento económico, na localização geográfica e na identidade cultural local ao longo dos séculos. Durante o percurso, os participantes poderão ficar a conhecer a evolução das embarcações, as principais artes de pesca tradicionais e as espécies marinhas mais emblemáticas da costa.

Como encerramento da experiência, a oficina de pintura convida o público a traduzir em tela as aprendizagens e elementos visuais abordados, utilizando como inspiração o mar e o universo náutico.

A atividade é dirigida ao público em geral, de acesso gratuito e sem necessidade de inscrição prévia. Para mais informações: servicos.educativos@cm-loule.pt / 289 400 611. 

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Grandes concertos no Algarve: Calema, Mariza, Daniela Mercury e muitos mais

O Festival do Marisco de Olhão, um dos maiores e mais emblemáticos eventos do verão algarvio, abriu portas esta segunda-feira, dia 10 de agosto. 

Quem se deslocar ao Jardim Pescador Olhanense até sábado, dia 15 de agosto, poderá apreciar alguns dos mais afamados e populares pratos da gastronomia ligada ao mar, sobretudo os que incluem mariscos e bivalves da Ria Formosa.

A música também marca forte presença no evento.

O primeiro nome de peso a subir ao palco é Matias Damásio, que tem concerto marcado para esta noite.

Amanhã, terça-feira, há a atuação de Deejay Telio e, na quarta-feira, o principal espetáculo musical fica por conta da dupla Némanus.

Para os últimos três dias foram programados os concertos de Calema (5ª feira, 13), Mariza (6ª feira) e da cantora brasileira Daniela Mercury, no sábado.

Novidades desta edição

Segundo informa a Câmara de Olhão, nesta edição, para responder à elevada afluência, a organização estruturou uma nova área de venda de marisco que promete reduzir de forma significativa os tempos de espera e dar uma maior fluidez a todo o serviço de atendimento.

Na zona dedicada à street food, a oferta diversifica-se com a estreia absoluta do Poke Market, trazendo opções frescas e saudáveis que se juntam aos tradicionais hambúrgueres e pizzas.

O paladar regional fica ainda mais doce, com a presença da conhecida pastelaria Kubidoce, que leva ao recinto as suas especialidades inspiradas na tradição e identidade do concelho, com especial destaque para os doces Floripes e Moncarapachense.

A inovação tecnológica também marca esta edição através da distribuição de pulseiras com códigos QR em praias e locais estratégicos da região. Ao ler o código, o público ganha acesso direto a uma comunidade oficial no WhatsApp, que funciona como um guia digital interativo que disponibiliza informações em tempo real sobre estacionamentos disponíveis, acessos rodoviários, portas de entrada e a localização exata dos espaços de restauração.

Esta mesma plataforma servirá, no final do evento, para os visitantes responderem a um inquérito de satisfação focado na melhoria contínua do festival.

Em paralelo, e aproveitando o facto de os icónicos Mercados de Olhão serem semifinalistas nacionais no concurso Novas 7 Maravilhas de Portugal, o recinto acolhe um espaço exclusivo dedicado a esta candidatura, onde os interessados podem aprofundar o conhecimento sobre este património histórico e receber brindes oficiais da campanha.

O preço dos bilhetes

Os ingressos podem ser adquiridos através da Ticketline (aqui) e da respetiva rede de distribuição autorizada, permitindo aos visitantes garantir desde já o acesso a vários dias de música, gastronomia e animação.

Os bilhetes diários custam 13 euros (exceto nos dias em que atuam os Calema e Daniela Mercury, em que sobem para 16 euros) e os passes de 5 dias podem ser adquiridos por 77 euros.

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Rede de refúgios climáticos no concelho de Loulé

“Proteja-se do calor! Há um lugar perto de si!”. Este é o mote lançado pela Câmara de Loulé para dar a conhecer a sua rede de Refúgios Climáticos, os espaços pensados para proporcionar conforto e proteção à população, especialmente às pessoas mais vulneráveis, perante as temperaturas elevadas e as ondas de calor

Os Refúgios Climáticos identificados em todo o território já integram a Rede Nacional de Refúgios Climáticos, desenvolvida pelo Turismo de Portugal, e correspondem a espaços interiores e exteriores de acesso público que oferecem condições adequadas para minimizar os efeitos do calor extremo. Nos espaços interiores, os utilizadores encontram ambientes climatizados ou devidamente ventilados. Nos espaços exteriores, beneficiam de áreas com sombra e vegetação. Todos os refúgios dispõem ainda de acesso a instalações sanitárias, água e locais onde é possível descansar e recuperar do calor.

Esta rede do concelho de Loulé é composta pelos seguintes espaços: Alte – Polo da Biblioteca no Polo Museológico Cândido Guerreiro e Condes de Alte (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira) e Parque de Merendas (acesso permanente, todos os dias da semana); Ameixial – Junta de Freguesia do Ameixial (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira) e Fonte da Seiceira (das 10h30 às 21h00, todos os dias da semana); Benafim – Parque de Merendas (acesso permanente, todos os dias da semana); Boliqueime – Antigas instalações da Junta de Freguesia de Boliqueime e Sala da Assembleia de Freguesia de Boliqueime (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira); Quarteira – Auditório do Centro Autárquico de Quarteira (das 09h00 às 16h30, segunda a sexta-feira) e Polo de Quarteira da Biblioteca Municipal de Loulé (das 10h00 às 18h99, de terça-feira a sábado); Querença – Polo Museológico da Água (das 10h00 às 18h00, de segunda a sexta-feira) e Fundação Manuel Viegas Guerreiro (das 9h30 às 17h00, de segunda a sexta-feira), Salir – Polo da Biblioteca José Viegas Gregório (das 09h00 às 17h00 de segunda a sexta-feira), São Clemente – Biblioteca Municipal de Loulé Sophia de Mello Breyner Andresen (das 09h30 às 19h00, de segunda a sexta-feira) e Parque Municipal de Loulé (acesso permanente, todos os dias da semana); e São Sebastião – Junta de Freguesia de São Sebastião(das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira); e Tôr – Junta de Freguesia da Tôr (das 09h00 às 16h00, de segunda a sexta-feira).

Durante os períodos de temperaturas extremas, estes espaços constituem uma resposta essencial para reduzir os riscos associados ao calor, contribuindo para a proteção da saúde e do bem-estar de todos.

A Autarquia deixa alguns conselhos aos munícipes durante as ondas de calor: mantenha-se hidratado, evite a exposição solar, dê especial atenção às crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças crónicas, sempre que possível, acompanhe familiares, vizinhos ou amigos que possam necessitar de apoio.

https://refugiosclimaticos.turismodeportugal.pt
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Loulé é Cidade Candidata a Capital Portuguesa da Cultura

Lídia Jorge, Dino D’Santiago e Ricardo Neves Neves são os embaixadores da candidatura de Loulé. O trabalho desenvolvido nos últimos anos no concelho e a Estratégia Municipal da Cultura 2034 são pontos fortes.Candidatura conta com o apoio da RTA, CCDR, AMAL e UALG.

A candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura foi apresentada dia 6, em reunião interna de trabalho no Cineteatro Louletano que juntou o executivo e os trabalhadores da área da cultura do município, juntamente com os três embaixadores da candidatura: Lídia Jorge, Dino D’Santiago e Ricardo Neves Neves.

“O trabalho já vem de trás, o objetivo é reforçar a atratividade anual do Algarve e ao mesmo tempo fazer da cultura o pilar do desenvolvimento da região. Pretendemos que olhem para nós de uma outra forma e que percebam que a Sul também há cultura todo ano. É também um convite para visitar o Algarve e dar a conhecer a cultura algarvia de janeiro a dezembro de 2028”, destacou Telmo Pinto, o presidente da Câmara Municipal de Loulé.

Durante a reunião, o presidente destacou ainda, como ponto forte, o facto de “ser fruto do trabalho que tem vindo  a ser desenvolvido nesta área, com o objetivo de a cultura fazer parte da vida das pessoas”. Um dos indicadores do impacto do apoio do Município ao movimento associativo cultural é o crescimento do número de associações no concelho, que passou de 19, em 2013, para 42, em 2026.

Outro ponto forte para a candidatura apresentado pelos louletanos, passa pela Estratégia Municipal da Cultura 2034, um projeto participativo iniciado em 2024, para o desenvolvimento cultural do município, que contempla vários investimentos e melhoramentos nas estruturas existentes.

Nomeadamente, a segunda fase do Quarteirão Cultural de Loulé, um projeto de reabilitação urbana que cobre uma área de cinco mil metros quadrados, que engloba o antigo Convento do Espírito Santo ,o Castelo de Loulé e área adjacente, tendo a primeira fase sido inaugurada em 2022 com os Banhos Islâmicos e a Casa Senhorial dos Barreto. Este complexo cultural é uma das âncoras  do Geoparque Algarvensis, Geoparque Mundial UNESCO, um projeto intermunicipal com os concelhos de Silves e Albufeira.

Bem como a ampliação e renovação da Biblioteca Municipal. A ampliação do Cineteatro Louletano.A criação do Centro de Artes de Loulé dedicado às artes visuais. A ampliação do Conservatório de música Francisco Rosado, em fase de projeto de execução. A reabilitação do Casino Velho de Quarteira, com a criação de estúdios de música para gravação e ensaio, secção de desenvolvimento de videojogos, áreas para bailes e encontros comunitários e intergeracionais.

E ainda a criação  Centro de Educação de Cultura de Quarteira, com uma sala de espetáculos com fosso para orquestra e capacidade para 500 espectadores, na sala principal, uma black box, entre outras facilidades.

Mais informações disponíveis nas páginas da candidatura @loule28.pt no facebook, instagram, tiktok e youtube, ou sugestões através do email: tenhoideias@loule28.pt.

A apresentação de candidaturas termina a 27 de setembro. A cidade escolhida para Capital Portuguesa da Cultura em 2028 vai ser conhecida a 11 de dezembro.

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Esta terra é conhecida como a Santorini do Algarve (com vídeo)

Localizada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a aldeia de Burgau, em Vila do Bispo, deve o seu nome aos pequenos búzios que abundam nas suas rochas.

Conhecida como a “Santorini portuguesa”, esta vila algarvia encanta pelas suas ruelas estreitas e pedonais, ladeadas por casas brancas de contornos azuis e repletas de flores.

O passeio por entre o casario termina invariavelmente no mar, onde barcos de pesca recordam a forte tradição marítima da zona — que, no século XVI, era um ponto estratégico para a faina do atum. 

Atualmente, embora o turismo e o alojamento local sejam o motor económico, Burgau preserva a sua essência.

A praia, situada numa baía protegida por falésias, oferece águas tranquilas e um areal extenso.

Para quem procura a melhor vista, o topo da arriba a nascente revela um cenário deslumbrante que explica por que razão este destino é cada vez mais procurado, sem nunca perder a sua alma típica.

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A igreja que vigia o centro histórico de Lagos há mais de cinco séculos

Situada numa zona nevrálgica de Lagos, encostada às antigas muralhas e com a frente voltada para a Praça do Infante, a Igreja de Santa Maria é um marco incontornável para quem percorre o centro histórico daquela cidade.

A sua história é feita de resiliência: construída originalmente em 1498 como Igreja da Misericórdia, o templo sobreviveu ao devastador sismo de 1755 – que destruiu a antiga igreja paroquial, levando Santa Maria a assumir esse papel – e a um grave incêndio em 1888.

Arquitetonicamente, o edifício que hoje admiramos é um exemplar do estilo neoclássico, fruto das importantes obras de recuperação ao longo dos séculos.

A sua fachada destaca-se pela simetria perfeita, com duas torres sineiras laterais que emolduram o portal central, uma janela de sacada e um nicho para imagem.

No interior, a nave única revela um ambiente de sobriedade e elegância, enriquecido por retábulos da segunda metade do século XVIII e três capelas colaterais.

É um testemunho vivo da evolução de Lagos, onde a arquitetura de defesa das muralhas se cruza com a imponência da fé.

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38.º Festival do Marisco arranca na próxima segunda feira

O Jardim Pescador Olhanense volta a ser palco do maior evento gastronómico a sul do país.

De 10 a 15 de agosto, o 38.º Festival do Marisco reúne o melhor da gastronomia da Ria Formosa, um cartaz musical de excelência e várias novidades que prometem tornar a experiência dos visitantes ainda mais confortável e completa.

A inauguração oficial realiza-se na próxima segunda feira, dia 10 de agosto, pelas 19:30, e contará com a presença do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.

Considerado um dos eventos mais emblemáticos do verão algarvio, o Festival do Marisco volta a afirmar Olhão como capital da gastronomia ligada ao mar, dando destaque aos mariscos e bivalves mais frescos da Ria Formosa, preparados num ambiente único junto à frente ribeirinha.

À componente gastronómica. junta-se um cartaz musical de grande qualidade, com artistas nacionais e internacionais que prometem animar as seis noites do festival:

10 de agosto – Matias Damásio;

11 de agosto – Deejay Telio;

12 de agosto – Némanus;

13 de agosto – Calema;

14 de agosto – Mariza;

15 de agosto – Daniela Mercury.

A edição de 2026 apresenta, ainda, diversas novidades pensadas para melhorar a experiência de quem visita o recinto. Entre elas, destaca-se a criação de um novo espaço dedicado à venda de marisco, permitindo reduzir tempos de espera e proporcionar maior fluidez no serviço.

Na área de street food, para além das já habituais propostas como hambúrgueres e pizzas, estreia-se este ano o Poke Market, alargando a diversidade da oferta gastronómica disponível.

Os visitantes poderão, ainda, encontrar um espaço da pastelaria Kubidoce, que apresentará algumas das suas especialidades inspiradas na tradição e identidade do concelho, como o floripes e o moncarapachense.

Outra das novidades passa pela distribuição de pulseiras com um código QR em praias e outros locais estratégicos. Através desse código, os visitantes poderão aceder a uma comunidade oficial no WhatsApp, onde serão disponibilizadas informações úteis sobre o evento, nomeadamente estacionamentos, acessos, entradas, localização dos espaços de restauração e outras informações práticas. No final, será, igualmente, possível responder a um questionário de satisfação, contribuindo para a melhoria contínua do Festival.

Atendendo ao facto de os Mercados de Olhão serem semifinalistas nacionais da iniciativa Novas 7 Maravilhas de Portugal, o recinto contará, igualmente, com um espaço dedicado à divulgação da candidatura, onde os visitantes poderão conhecer melhor este património emblemático do concelho e receber brindes alusivos à campanha.

Os bilhetes encontram-se disponíveis na Ticketline, nos pontos de venda habituais e também nas bilheteiras do recinto durante os dias do evento.

Durante seis dias, o Festival do Marisco volta a reunir os sabores únicos da Ria Formosa, a melhor música e milhares de visitantes, reforçando o seu estatuto como um dos maiores e mais importantes eventos turísticos e gastronómicos de Portugal.

Mais do que um festival, o Festival do Marisco é uma celebração da identidade marítima de Olhão, da excelência da sua gastronomia e da hospitalidade do concelho.

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Esta praia de Portimão dispensa apresentações

Ícone incontornável do Algarve, a Praia da Rocha é muito mais do que um destino, é uma experiência completa.

Com um areal imenso que se estende por mais de um quilómetro, se não aprecia particularmente a areia sob os pés, pode, ainda assim, percorrê-la em toda a sua extensão através de um passadiço.

Se o esforço abrir o apetite pode entrar num restaurantes que vai encontrar pelo caminho.

Destaque, também, para a Área Desportiva, onde se realizam jogos e torneios das mais variadas modalidades desportivas de praia.

O extenso areal é, igualmente, um cenário ideal para a realização de grandes concertos musicais.

E é isso que acontece todos os anos, com os muitos que compõem o festival AfroNation.

A energia da marginal é contagiante: entre hotéis, o Casino e uma vida noturna de referência, as opções são quase infinitas.

Pode ainda aproveitar para dar um saltinho à marina ou, então, subir à Fortaleza de Santa Catarina, um dos miradouros mais fantásticos do Algarve.

Mas o verdadeiro segredo da Rocha continua a ser a sua beleza natural.

Por isso, não espanta que seja uma das praias mais procuradas do Algarve.

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A praia secreta que vai testar o seu fôlego (e recompensar a alma)

Se procura aquele Algarve que ainda se sente virgem e selvagem, a Praia de Vale dos Homens, perto do Rogil, no concelho de Aljezur, é o seu destino.

Mas prepare-se: o acesso não se faz por um caminho qualquer. É através de uma imponente escadaria de madeira com quase 300 degraus que se desce até este areal dourado.

Como diz o ditado, “para baixo todos os santos ajudam”, mas é na subida que o corpo sente o esforço.

Felizmente, a autarquia pensou nisso e instalou bancos estratégicos onde pode descansar enquanto enche os pulmões com o perfume da maresia e das estevas.

Ao chegar lá abaixo, a recompensa é absoluta.

Rodeada por enormes arribas de xisto que parecem muralhas naturais, esta praia no concelho de Aljezur é o refúgio perfeito para quem foge das multidões.

Quando a maré vaza, o cenário transforma-se e surgem pequenas piscinas entre as rochas, ideais para explorar com calma.

É um daqueles recantos onde o tempo parece parar e onde a natureza manda em tudo.

Embora o acesso exija algum preparo físico, a vista panorâmica durante o percurso e o sossego que encontra no areal fazem de Vale dos Homens uma experiência obrigatória.

É o Algarve no seu estado mais puro: exigente, deslumbrante e profundamente revigorante.

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Esta igreja é dos pescadores

No coração da zona histórica de Olhão, onde hoje se cruzam turistas de todo o mundo, ergue-se um monumento que conta a história de um povo que transformou a humildade em grandeza: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

A sua construção, iniciada em 1698, é um verdadeiro testemunho da força da comunidade local. Na fachada, uma inscrição imortaliza a origem do templo: “À custa dos homens do mar deste povo se fez este templo novo, no tempo em que só haviam umas palhotas”.

O que começou como uma pequena capela de pescadores evoluiu para a atual Igreja Matriz, um edifício barroco de planta longitudinal que hoje domina a baixa da cidade.

Ao entrar, somos recebidos por uma nave única e imponente, onde se destacam cinco altares e uma capela-mor quadrangular coberta por uma cúpula oitavada. O interior é um tesouro de arte sacra, exibindo um retábulo e arco triunfal em talha dourada, obra do prestigiado entalhador Manuel Francisco Xavier. No teto, um fresco delicado e a imagem da padroeira, Nossa Senhora do Rosário, completam o cenário de devoção.

A fachada principal, reformulada na segunda metade do século XVIII com um impressionante coroamento triangular, é considerada uma das mais belas de todo o Algarve. Classificada como Imóvel de Interesse Público, a Igreja Matriz não sobreviveu apenas ao terramoto de 1755, mas tornou-se o símbolo máximo da identidade de Olhão, unindo o mar, a fé e a arquitetura barroca num só lugar.

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EXISTIR SUMMER 2026 – Loulé volta a celebrar a solidariedade com dois dias de música, convívio e inclusão

“Depois do sucesso das edições anteriores, que reuniram milhares de visitantes e dezenas de parceiros, o Existir Summer regressa em 2026 com um programa renovado e a mesma missão: transformar momentos de convívio em oportunidades para apoiar quem mais precisa.”

Nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, o Largo do Salão de Festas de Loulé volta a receber um dos eventos solidários mais aguardados do verão algarvio. A Existir – Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavorecidas promove mais uma edição do Existir Summer, uma iniciativa que une música, animação, gastronomia e responsabilidade social, proporcionando dois dias de convívio, partilha e alegria para toda a comunidade.

Com entrada livre, o evento decorrerá entre as 19h00 e a 01h00, convidando famílias, visitantes e turistas a viver uma experiência onde a diversão se alia à solidariedade. Mais do que um evento de verão, o Existir Summer é uma iniciativa que pretende sensibilizar a comunidade para a importância da inclusão e apoiar o trabalho diário desenvolvido pela Associação Existir na promoção da autonomia, da dignidade e da qualidade de vida das pessoas com deficiência e das suas famílias.

Um cartaz pensado para todas as gerações

A edição de 2026 apresenta um programa musical diversificado, reunindo artistas que prometem proporcionar duas noites memoráveis.

14 de agosto

  • Ruben Filipe
  • “Obrigado Marco Paulo”, espetáculo de homenagem interpretado por Luís Guilherme

15 de agosto

  • Melissa Simplício
  • Nuno & Soraia

Ao longo das duas noites, os visitantes poderão ainda desfrutar de uma ampla zona de comes e bebes, ideal para reunir familiares e amigos, bem como de um espaço dedicado aos mais pequenos, com várias atividades e momentos de diversão, tornando o Existir Summer um evento pensado para todas as idades.

Muito mais do que um evento

O Existir Summer nasceu com um objetivo muito claro: unir a comunidade em torno de uma causa solidária. Todas as receitas obtidas durante o evento revertem integralmente para o desenvolvimento das respostas sociais da Associação Existir, contribuindo para a continuidade dos projetos, atividades e serviços prestados diariamente aos seus utentes.

Ao longo das últimas edições, o Existir Summer afirmou-se como uma referência no calendário de verão do concelho de Loulé, reunindo milhares de visitantes, parceiros, voluntários e entidades que acreditam que a inclusão se constrói através da participação de todos.

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Lagoa acolhe Sunset Sessions, a 7 de agosto, no Jardim 5 de Outubro,com entrada livre

O Jardim 5 de Outubro, no centro de Lagoa, recebe no dia 7 de agosto, entre as 18h00 e as 21h00, a primeira edição das Lagoa Sunset Sessions.

A entrada é livre e o cartaz musical junta as atuações de Daniel Sax e de Deejay Cabrita, prometendo animar o final de tarde para quem vive ou visita a cidade.

O evento é organizado pela União das Freguesias de Lagoa e Carvoeiro (UFLC), com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa, e junta-se a um verão onde têm sido realizadas várias iniciativas que procuram valorizar os espaços públicos locais. Depois do sucesso das Carvoeiro Sunset Sessions, no passado dia 25 de julho, e do ciclo de concertos que decorreu ao longo de julho no Passadiço da Praia do Carvoeiro, onde a música se cruzou com provas de vinhos e produtos locais, chega agora a vez do centro de Lagoa acolher este novo momento de convívio.

Para o presidente da UFLC, José Manuel Fernandes, trazer esta primeira edição das Sunset Sessions ao Jardim 5 de Outubro faz todo o sentido: “Queremos que os nossos espaços mais queridos sejam também palco de bons momentos. O Jardim 5 de Outubro é um lugar de todos, e nada melhor do que estrearmos aqui esta iniciativa, com música a juntar residentes e turistas num final de tarde diferente”

Com este novo evento, a UFLC continua a apostar em levar cultura e lazer a diferentes pontos da freguesia, tornando estes espaços mais vividos e acessíveis a todos.

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A vila de pescadores que conquistou o turismo mundial e viu morrer o “Príncipe Perfeito”

// Se já estiver a falar, para o áudio e repõe o botão
if (window.speechSynthesis.speaking) {
window.speechSynthesis.cancel();
botao.innerHTML = "🔊 Ouvir este artigo";
return;
}

// 1. Seleciona o bloco de texto do artigo (lógica original do Guia Algarve)
const artigo = document.querySelector('.entry-content') || document.querySelector('.post-content') || document.body;

// 2. Guarda o texto na memória
let textoFinal = artigo.innerText;

// 3. Remove a frase do botão para ela não ser lida
textoFinal = textoFinal.replace("🔊 Ouvir este artigo", "").replace("Ouvir este artigo", "");
textoFinal = textoFinal.trim();

if (textoFinal.length === 0) return;

// 4. Configura a voz
const mensagem = new SpeechSynthesisUtterance(textoFinal);
mensagem.lang = 'pt-PT';

// 5. Quando o áudio terminar sozinho, o botão volta ao normal
mensagem.onend = function() {
botao.innerHTML = "🔊 Ouvir este artigo";
};

// 6. Muda o texto do botão para indicar que se pode parar
botao.innerHTML = "⏹ Parar Áudio";

// 7. Começa a ler
window.speechSynthesis.speak(mensagem);
}

// Garante que o áudio para se o utilizador fechar ou mudar de página
window.onbeforeunload = function() {
window.speechSynthesis.cancel();
};

Muito antes de ser o refúgio balnear que hoje atrai milhares de turistas, Alvor foi o cenário de um dos momentos mais marcantes da História de Portugal.

Foi ali que o rei D. João II faleceu, em 1495, após falharem os tratamentos nas Caldas de Monchique.

Este trágico episódio mudou o destino da terra que, por vontade expressa do “Príncipe Perfeito”, foi elevada a vila pelo seu sucessor, D. Manuel I.

Com raízes que recuam a um entreposto fundado por Aníbal Barca (Portus Hannibalis) e a um posterior castro celtibérico, a localidade soube reinventar-se ao longo dos séculos sem perder a sua profunda ligação ao mar.

A evolução do mar para o turismo

Historicamente, Alvor consolidou-se como um lugar de forte vocação marítima e piscatória.

Durante séculos, a subsistência da população dependeu do mar, da pesca e das suas salinas.

Nas últimas décadas, a terra operou uma transição extraordinária: de uma pacífica comunidade de pescadores, transformou-se numa importante estância turística internacional. Este crescimento foi impulsionado por um contínuo desenvolvimento económico e social que devolveu à localidade a importância dos seus tempos áureos.

As pragas de Alvor são uma das imagens de marca desta terra e das gentes.

Nascidas no seio da comunidade piscatória tradicional, os chamados “Alvoreiros”, estas pragas eram expressões e dizeres utilizados habitualmente durante discussões, picardias ou desavenças entre vizinhos e familiares.

Herança histórica e artística

A era de grande prosperidade deixou marcas profundas no património.

O maior exemplo é a sua deslumbrante Igreja Matriz, erguida no século XVI.

Este templo é célebre por exibir portais de estilo manuelino incrivelmente trabalhados, repletos de pormenores decorativos que testemunham a riqueza artística da época dos Descobrimentos.

Leia também: Este barco levou a população de Alvor a declarar ‘guerra’ à Marinha Portuguesa

A zona ribeirinha e o esplendor da ria

Hoje, a alma de Alvor continua ligada às suas águas, mas com foco no lazer.

A requalificada zona ribeirinha é o ponto de encontro por excelência, convidando a passeios junto aos barcos tradicionais.

Daí abre-se o cenário idílico da Ria de Alvor, uma das zonas húmidas mais importantes do Algarve.

Este ecossistema estende-se num labirinto de canais e sapais, servindo de refúgio a várias espécies de aves e bivalves.

A poucas centenas de metros do centro da vila, a paisagem transforma-se num cenário balnear de excelência. Alvor é emoldurada por praias de areias douradas, como a vasta Praia de Alvor e a icónica Praia dos Três Irmãos, famosa pelas suas falésias.

Para unir este património de forma sustentável, foi construído o famoso passadiço de madeira de Alvor, que serpenteia ao longo das dunas, ligando a zona ribeirinha à praia com vistas deslumbrantes sobre o oceano.

Leia todas as notícias da região em: www.algarvemarafado.com

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A Guerra dos Sete Anos chegou a esta praia

Situada na costa sul de Vila do Bispo, a Praia do Zavial deslumbra pelo seu enquadramento natural, onde o areal de média extensão é abraçado por imponentes arribas calcárias cobertas de vegetação mediterrânica.

Inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, esta praia combina a serenidade da paisagem com um passado de grande importância estratégica e histórica.

Desde o século XVI, o Zavial foi palco de uma relevante armação de pesca do atum, protegida pelo Forte de Santo Inácio do Zavial, erguido na década de 1630.

Mas o segredo mais dramático destas águas repousa no fundo do mar: em 1759, durante a Guerra dos Sete Anos, o navio francês Redoutable afundou-se aqui após uma intensa batalha naval contra a esquadra inglesa.

Hoje, o Zavial é um refúgio que preserva tanto a sua herança militar quanto a sua beleza selvagem.

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Vir a esta vila e não comer frango assado é quase um crime

A Guia é a verdadeira capital do frango assado, famosa em todo o país por esta especialidade gastronómica deliciosa e estaladiça.

Situada em pleno coração do Algarve, no concelho de Albufeira, junto à estrada EN125, esta vila consegue a proeza de juntar tradição, lazer e ótimas compras num único lugar.

Visitar a Guia e não comer um frango assado é quase um pecado. É o grande ex-líbris da terra e as dezenas de restaurantes locais servem-no como ninguém.

Antes ou depois de provar este prato típico, pode dar uma volta pela localidade para apreciar, sobretudo, os seus monumentos religiosos.

Igreja Matriz da Guia

A Igreja Matriz é dedicada a Nª Sra. da Visitação. Foi edificada no século XVII e no seu interior podem ser admirados o retábulo da Capela-Mor, uma imagem de Nossa Senhora da Visitação, provavelmente do século XVIII, as imagens de Santo António e de Cristo Crucificado.

A Ermida de Nossa Senhora da Guia é mais antiga, data do século XV, mas teve de ser reconstruída depois do terramoto de 1755 Terá, inclusivamente, estado na origem da povoação e, reza a lenda que naquele local apareceu a Virgem.

A umas centenas de metros encontramos outra ermida, a de São Sebastião, feita com o objetivo de ajudar a afastar a peste negra.

A Guia é, também, um ponto de paragem obrigatório para quem gosta de fazer compras. A poucos quilómetros do centro da vila, fica um enorme espaço comercial que serve toda a região. O grande destaque vai para o famoso Algarve Shopping, um centro comercial ao ar livre onde pode encontrar lojas para todos os estilos e gostos, um grande supermercado e uma ampla zona de restauração.

Se for em direção ao mar, encontra, também, a cerca de 6 quilómetros, praias famosas, como a da Galé e a dos Salgados.

Ermida de Nª Sra. da Guia
Ermida de São Sebastião

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