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Três incêndios juntam-se e provocam fogo violento com três aldeias na linha de fogo no distrito de Coimbra

📷 Tatiana Fernandes

Um incêndio de grandes proporções e muito violento está a lavrar no distrito de Coimbra.

As chamas resultam da junção de três fogos distintos que deflagraram quase em simultâneo em concelhos diferentes, dois dos quais no lugar de Sabouga, freguesia de Lavegadas (Vila Nova de Poiares), pelas 13h40, e outro em Murganheira, freguesia de Pombeiro da Beira (Arganil), pelas 13h35

Segundo o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Proteção Civil, Carlos Tavares, o fogo está a “progredir livremente” com uma frente em direção a Góis, mantendo três povoações na linha de fogo: Chapinheira, Arroças e Vila Nova de Ceira.

O comandante classificou como “muito estranho” o facto de três incêndios nascerem em simultâneo a pouca distância e acabarem por se fundir num só, aumentando drasticamente a libertação de energia e a gravidade da situação.

A área afetada é maioritariamente composta por eucalipto, pinheiro e mato denso, numa zona sem ordenamento florestal e onde já não ardia há vários anos.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Arganil, Luís Paulo Costa, a proximidade do aparecimento dos focos de incêndio em concelhos limítrofes gera fortes dúvidas.

Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 20h00 estavam mobilizados 711 operacionais e 223 veículos no combate às chamas.

Os meios aéreos já foram retirados devido à falta de visibilidade noturna, concentrando-se agora o combate no terreno para tentar dominar o incêndio durante a noite.

Por: Dino Frazão
19 de Setembro de 2026

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BOMBEIRO helitransportado com ferimentos graves

📷 Direitos reservados

Um camião dos Bombeiros Voluntários de Canha despistou-se, este sábado, na EN251, ao quilómetro 15,440, na zona de Coruche, entre Branca e Fazendas da Arriça, quando a equipa regressava de uma ocorrência de incêndio florestal.

📷 Direitos reservados

Do acidente resultaram quatro bombeiros feridos, sendo que um deles sofreu ferimentos considerados graves e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital Garcia de Orta, os outros três operacionais sofreram ferimentos leves.

📷 Direitos reservados

No local estiveram empenhados 26 operacionais, apoiados por 10 veículos de socorro e 1 meio aéreo.

Segundo Notícias no Local.

Por: Dino Frazão
19/09/2026

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Antigo Escala 4 já é da Câmara e vai acolher incubadora e sede do Campus Tejo

A Câmara de Santarém for­malizou a compra do antigo centro comercial Escala 4, no centro histórico da cidade, por 607 mil euros. O município pre­tende transformar o edifício num pólo de apoio à actividade económica, com uma incuba­dora de empresas, estruturas ligadas à inovação e ao asso­ciativismo e a futura sede do Campus Tejo. A escritura foi realizada na segunda-fei­ra, 7 de Setembro…

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Mais de 500 Detidos e Milhares de Infrações no Balanço Semanal da GNR

A Guarda Nacional Republicana (GNR) levou a efeito, em todo o território nacional, um conjunto de operações de fiscalização entre os dias 11 e 17 de setembro, direcionadas para a prevenção e o combate à criminalidade, o controlo da sinistralidade rodoviária e a fiscalização de matérias contraordenacionais.

Durante este período, as autoridades efetuaram um total de 547 detenções em flagrante delito. O principal motivo esteve relacionado com crimes rodoviários, registando-se 229 detidos por condução sob o efeito do álcool e 107 por falta de habilitação legal para conduzir. No âmbito do combate ao crime, a Guarda deteve ainda 40 cidadãos por tráfico de estupefacientes, 17 por violência doméstica, 11 por posse ilegal de armas ou arma proibida e seis por furto e roubo.

No decorrer das várias ações no terreno, os militares da GNR apreenderam diversas quantidades de substâncias ilícitas, com destaque para 3 715,02 doses de haxixe, 1 482 de cocaína, 113,5 de heroína, 53,152 de liamba e 30,1 de MDMA. Na vertente do armamento e bens materiais, foram apreendidas 15 armas de fogo, 27 armas brancas ou proibidas, 522 munições de diferentes calibres, 4 128 artigos contrafeitos, 35 veículos e 2 055,34 euros em numerário.

Em matéria de fiscalização rodoviária, as operações culminaram na detetação de 7 773 infrações ao Código da Estrada. Entre as incumprições mais frequentes sobressaem 1 204 excessos de velocidade e 983 viaturas a circular sem a verificação periódica obrigatória. Foram igualmente registadas 453 anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 373 faltas ou uso incorreto do cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças, 342 condutores com taxa de álcool no sangue acima do limite permitido, 331 irregularidades no uso de tacógrafos, 297 faltas de seguro de responsabilidade civil e 294 infrações pelo uso indevido do telemóvel ao volante.

Segundo a GNR, estes números refletem os dados operacionais provisórios da atividade desenvolvida ao longo da última semana em todo o país.

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Por: Dino Frazão
Data: 19/09/2026

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Festas do Concelho de Sardoal regressam para celebrar os 495 anos da vila

As Festas do Concelho de Sardoal regressaram esta sexta-feira, 18 de setembro, para assinalar os 495 anos da elevação da localidade à categoria de vila. A abertura oficial do certame decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho e contou com a presença do presidente do município, Pedro Rosa, do secretário de estado das florestas, Rui Ladeira, e demais entidades oficiais. O autarca salientou a…

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Despiste Mortal em Alcanede Tira a Vida a Jovem de 19 Anos

Um grave despiste de uma viatura ligeira ocorrido na noite de sexta-feira, 18 de setembro, provocou uma vítima mortal no lugar de Pé da Pedreira, na freguesia de Alcanede, concelho de Santarém.

O acidente ocorreu na Estrada 5 de Outubro antes da Capela no sentido Pé da pedreira Barreirinhas, tendo obrigado ao corte total da circulação rodoviária naquela via durante as operações de socorro. A vítima mortal é um jovem de 19 anos, residente em Vale Florido, uma localidade pertencente à Freguesia vizinha de São Bento (Porto de mós).

O município já dez saber que em virtude de tal tragédia todas as atividades do evento Festival Viver São Bento, previstas para os dias 19 e 20 de setembro, foram canceladas.


Segundo os Bombeiros, no local estiveram empenhados 14 operacionais apoiados por 6 viaturas das forças de socorro e emergência. O alerta para a ocorrência foi registado às 21:13.

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Por: Dino Frazão
Data: 18/09/2026
Notícia Atualizada.
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Município de Lagoa promove Mês Sénior com atividades dedicadas à população idosa

O Município de Lagoa vai promover, durante todo o mês de outubro, o Mês Sénior 2026, uma iniciativa que reúne um conjunto diversificado de atividades especialmente dirigidas à população sénior, assinalando o Dia Internacional do Idoso, celebrado a 1 de outubro.

A programação pretende incentivar um envelhecimento ativo e saudável, através de iniciativas nas áreas da saúde, cultura, lazer, participação cívica e intergeracionalidade, promovendo simultaneamente o bem-estar físico e mental dos participantes.

Mais do que assinalar apenas o Dia Internacional do Idoso, o Município de Lagoa pretende transformar outubro num mês dedicado à valorização das pessoas mais velhas, criando oportunidades de participação, convívio e envolvimento na comunidade. A iniciativa procura também contribuir para a redução do isolamento social e reforçar o sentimento de pertença e de utilidade social.

O Dia Internacional do Idoso, celebrado a 1 de outubro, assume assim um papel simbólico como ponto de partida para uma programação que se prolonga ao longo de todo o mês. Através deste conjunto articulado de iniciativas, o Município pretende dar maior visibilidade aos contributos das pessoas idosas para a sociedade e promover uma mudança positiva na forma como o envelhecimento é encarado.

A programação do Mês Sénior 2026 inclui diversas atividades, algumas das quais sujeitas a inscrição prévia. Os interessados podem consultar o programa completo e verificar as iniciativas que necessitam de inscrição online na página oficial do evento.

O Município de Lagoa convida, assim, a população sénior a participar neste mês de atividades, convívio e partilha, promovendo uma cidadania mais ativa, participativa e inclusiva em todas as fases da vida.

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Inaugurada Feira do Autor da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo

Arrancou na manhã de hoje, sexta-feira, na Chamusca, a 6.ª edição da FACIL – Feira do Autor da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo. A inauguração marcou o início de dois dias dedicados ao livro, à leitura e aos autores dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). Ao longo da manhã, realizaram-se várias apresentações de livros…

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Oito detidos nas últimas 48 horas na cidade de Santarém

O Comando Distrital de Santarém da Polícia de Segurança Pública (PSP), através da Esquadra de Santarém, deteve oito homens, com idades compreendidas entre os 22 e 46 anos, na sequência de várias operações na cidade. As detenções deveram-se a roubo na via pública com recurso a arma branca (uma), imigração ilegal (três), tráfico de estupefacientes (duas) e condução sem habilitação legal (duas).

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Vagos – Detido por uso fraudulento de Cartão de Tacógrafo

O Comando Territorial de Aveiro, através do Destacamento de Trânsito de Aveiro, no dia 16 de setembro, constituiu arguido um condutor de 49 anos, por falsificação de notação técnica, no concelho de Vagos, segundo a Guarda Nacional Republicana.

No âmbito de uma ação de fiscalização de trânsito a um transporte rodoviário de mercadorias, os militares da Guarda detetaram que o condutor fazia utilização do cartão de tacógrafo pertencente a terceiro.

No decorrer da ação, o condutor foi constituído arguido, tendo também sido identificadas diversas infrações no âmbito rodoviário, designadamente a falta de autorização especial de trânsito, a falta de licenciamento para o transporte rodoviário de mercadorias e a falta da guia de transporte.

Da ação resultou a apreensão do seguinte material:

* Um cartão de condutor (usado para a prática do crime)

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Aveiro.

A Guarda Nacional Republicana relembra que esta prática falseia os tempos de condução, compromete o controlo da atividade e coloca em risco a segurança rodoviária, a concorrência leal no setor e a integridade de todos os utentes da via.

Data: 18 de setembro de 2026 
Por: Dino Frazão

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Condutor identificado e semi reboque apreendido

O Comando Territorial de Aveiro, através do Destacamento de Trânsito de Aveiro, no dia 17 de setembro de 2026, identificou um condutor de 40 anos, por falsificação de documentos, no concelho de Estarreja, segundo a Guarda Nacional Republicana.

No âmbito de uma ação de fiscalização de trânsito a um transporte rodoviário de mercadorias, os militares da Guarda detetaram um veículo pesado de mercadorias a circular com matrículas falsas.

No decorrer da fiscalização, foi possível confirmar a irregularidade, tendo sido identificado o condutor.

Da ação resultou a apreensão do seguinte material:

* Matrícula falsa
* Semi-reboque

O suspeito foi identificado e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Estarreja.

A Guarda Nacional Republicana relembra que a chapa de matrícula colocada num veículo a motor é, para efeitos penais, um documento com igual força à de um documento autêntico, pelo que a sua alteração dolosa consubstancia a prática de um crime de falsificação ou contrafação de documento.

Data: 18 de setembro de 2026 
Por: Dino Frazão

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Nove distritos sob aviso amarelo devido ao calor

Nove distritos de Portugal continental vão estar domingo e segunda-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa e Setúbal, vão estar sob aviso amarelo entre as 09:00 de domingo e as 08:00 de segunda-feira devido à persistência…

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Utentes levam protesto contra unidade de biometano às ruas do Entroncamento

As Comissões de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo promovem hoje uma arruada no Entroncamento contra a localização de uma unidade de biometano em Árgea, Torres Novas, prometendo manter a contestação enquanto aguardam uma decisão sobre o projeto. “Sabíamos que ia ser duro e longo. O que dizemos é que não podemos desistir nem baixar a guarda”, disse à Lusa o porta-voz das comissões de…

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Preços dos combustíveis sobem na próxima semana e atingem o valor mais alto de sempre em Portugal

Os preços dos combustíveis vão voltar a subir significativamente na próxima semana, de 21 a 27 de setembro de 2026. Segundo o Contas Poupança, esta subida colocará o valor médio por litro no nível mais alto de sempre em Portugal.

A gasolina vai sofrer um aumento de 6,5 cêntimos por litro, enquanto o gasóleo terá uma subida ainda mais expressiva, de 8,5 cêntimos por litro.

Segundo o CONTAS POUPANÇA, os preços médios por litro dos combustíveis na próxima semana deverão ser os seguintes:

Gasóleo: 2,242 €/L (subida de 58 cêntimos/L face aos 1,659 € de 01/02/2026)
Gasolina: 2,134 €/L (subida de 37 cêntimos/L face aos 1,764 € de 01/02/2026)

Com estes novos valores, o custo total para encher um depósito médio de 50 litros passa a ser de:

Depósito de 50 L de gasóleo: 112 €
Depósito de 50 L de gasolina: 106 €

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Por: Dino Frazão
18 de setembro de 2026

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Over a decade of war in Yemen and the rise of Ansar Allah

In July, Saudi Arabia joined the US-Israeli war on the West Asia region with strikes on Yemen. The Ansar Allah-led Yemeni Armed Forces retaliated by launching a maritime blockade alongside attacks targeting vital Saudi interests.

The renewed fighting between the two West Asian nations resulted in Ansar Allah’s takeover of the strategic Red Sea port city of Mokha last week and the liberation of all the group’s prisoners held by Saudi-backed forces on Yemen’s western coast.

Ansar Allah’s seizure of Mokha seaport is reshaping regional and global geopolitics, particularly because it serves as a primary gateway to the Bab el-Mandeb Strait and coincides with developments in the Strait of Hormuz.

As these major shifts underscore, Yemen holds immense strategic geopolitical significance.

Situated on the southwestern corner of the Arabian Peninsula and overlooking the Bab al-Mandab Strait, Yemen represents a vital chokepoint connecting the Red Sea to the Gulf of Aden and the Indian Ocean

Consequently, internal political developments in Yemen can have global political and economic repercussions.

This fact, in turn, has put Yemen in the crosshairs of the US-led Western imperialist bloc and their allies in West Asia, which have endeavored to subjugate the country through a devastating decade-long war and blockade. 

The origin of this war coincides with the emergence of Ansar Allah, beginning when the group managed to take control of large swathes of the country, including the capital, Sanaa, in 2014.

The rise of Ansar Allah

Ansar Allah was first established in the early 1990s in the northern Yemeni governorate of Saada as a cultural and educational organization called Al-Shabab al-Mumin (the Believing Youth).

Initially, the organization introduced itself as an unarmed theological movement aimed at reviving and preserving Zaydi Shia Islam and countering the threat of state-backed Sunni Salafism, which sought to uproot the Zaydi religious identity in its homeland of Saada.

From its inception, the movement opposed the government, led by President Ali Abdullah Saleh, accusing it of corruption and criticizing its ties to the United States and its ally Saudi Arabia.

Tensions between the group and the government drastically escalated following the US invasion of Iraq in 2003. It was at that time that the group adopted the slogan (Death to America, Death to Israel), during mass protests opposing the war on Iraq.

These slogans posed a political threat to Ali Abdullah Saleh, who was attempting to position his government as a key ally in the “US War on Terror” in the aftermath of the 9/11 attacks. As a result his government led a brutal crackdown on protesters.

Security forces and riot police suppressed protests using live ammunition, tear gas, and batons, and arbitrarily detained hundreds of political activists, students, and opposition organizers without trial.

In 2004, tension between the Al-Shabab al-Mumin and the Yemeni government boiled over, sparking a series of six internal conflicts known as the Saada Wars. 

These clashes began with the government’s assassination of Hussein Badreddin al-Houthi, the group’s founder, and triggered five subsequent rounds of fighting that lasted until 2010. The followers of the group became widely known as the Houthis ever since. 

Saudi Arabia reportedly engaged in the Saada wars by providing immense financial, political, and material support to the Yemeni government. Saudi intervention in Yemen escalated in 2009 with a direct military incursion and unilateral airstrikes against positions held by the Houthi movement.

In 2011, the group joined nationwide demonstrations, calling for the overthrow of President Ali Abdullah Saleh. It was then that the Houthi movement formally adopted the name Ansar Allah (Supporters of God). 

The ousting of Saleh weakened the central government and triggered a sweeping power vacuum, which allowed Ansar Allah to rapidly expand its territorial dominance. By 2012, the Yemeni movement consolidated firm control across the Saada governorate and large swathes of northern Yemen.

In early 2012, vice president to Saleh, Abed Rabbu Mansour, Hadi became the President of Yemen via a transition framework brokered by the Gulf Cooperation Council (GCC), as he was  considered as a quiet consensus figure. Hadi was also strongly backed by the Obama administration. 

In late 2014, Ansar Allah allied with forces loyal to ousted president Ali Abdullah Saleh against the transitional government headed by Abed Rabbu Mansour Hadi. The fighting that followed led to Ansar Allah’s seizure of the capital Sanaa, forcing Hadi to flee the country.

2015-2022: The Saudi-led coalition’s protracted war against Yemen

From exile in 2015, Hadi requested the Saudi-led coalition to intervene in the conflict, opening the door to one of the bloodiest prolonged wars in West Asia. A conflict that, according to UN estimates, resulted in 377,000 deaths by 2022. 

Saudi Arabia was the main pillar of the coalition, leading the military campaign dubbed “Operation Decisive Storm” with a massive force, including extensive warplanes and ground troops.

The United Arab Emirates (UAE) also played a key role by commanding ground and air operations particularly in southern Yemen and along the critical coastal strip.

Bahrain took part in the operation with 12 fighter jets (some sources say 15), and deployed ground troops in the southern Saudi borders to protect Saudi Arabia from Ansar Allah’s attacks. Meanwhile, Kuwait contributed with 15 warplanes.

At the beginning of the campaign, Qatar participated with roughly 1,000 ground troops, armored vehicles, a dozen fighter jets, and transport helicopters until it was expelled from the coalition in June 2017 over a diplomatic crisis with Saudi Arabia, UAE, Bahrain, and Egypt.

Jordan and Morocco contributed six fighter jets each, while Sudan under deposed president Omar Al-Bashir sent three aircrafts and thousands of ground troops. Furthermore, Senegal committed 2,100 troops.

Western countries, including the United States, the United Kingdom, and France provided logistic and intelligence support, such as aerial refueling for coalition jets, technical assistance, military equipment, coordination support, and maritime surveillance.

The 2022 UN-brokered truce de-escalated the war rather than ending it

In April 2022, the United Nations announced an official two-month nationwide truce agreement, which temporarily halted cross-border attacks, ground and air operations, and allowed fuel imports into ports held by Ansar Allah. It also reopened commercial flights from Sanaa International Airport after years of sea, land, and air blockade imposed by Saudi Arabia. 

Rather than completely removing the blockade, the agreement only resulted in the partial easing of restrictions, while regions under the control of Ansar Allah have continued to face a near-total blockade.

Read more: Yemen demands Saudi-led blockade on the country be lifted immediately

The agreement was renewed in June and extended a second time in August 2022 for an additional two months before it lapsed in October. 

Regional developments reignited the conflict (2023-2026)

In November 2023, Ansar Allah launched a ban on all Israeli maritime navigation in the Red Sea and the Bab el-Mandeb Strait in retaliation for Israel’s genocidal aggression on Gaza.

About one month later, the group significantly expanded the ban to include all ships heading to Israeli ports, regardless of their nationality or flag.

The ban continued until October 2025, despite waves of deadly airstrikes launched by the US, UK, and Israel on Yemen.

An Omani-mediated ceasefire deal between the US and Ansar Allah was reached in May 2025. The deal stipulated halting Ansar Allah’s attacks on US ships in the Red Sea and Bab al-Mandab Strait, and ending US aggression on Yemen, without preventing the Yemeni resistance movement from launching attacks or naval operations against Israel. 

This same period saw a shift in the conflict between the Saudi-led coalition and Ansar Allah from active military engagement toward a tense, fragile diplomacy.

In early 2026, friction between the two major pillars in the anti-Ansar Allah coalition – namely Saudi Arabia and the UAE – surfaced as different Yemeni groups backed by the two countries clashed, apparently over territorial control in Yemen.

Read more: Tensions in Yemen: Are Saudi Arabia and the UAE becoming frenemies?

The US-Israeli war on Iran has drawn Yemen back into the regional conflict

Although Ansar Allah was established as an independent Yemeni movement, it evolved into a key component of the Axis of Resistance over time. This alignment was driven by mutual ideological foundations, shared anti-imperialist ideology, and deep strategic and military cooperation with Iran and Hezbollah.

Despite its affiliation with the resistance alliance, Ansar Allah chose not to get involved in the recent regional war waged by the US and Israel against Iran, for ostensibly strategic considerations and military coordination tactics with its allies.

Read more: Reflections on the US-Israeli multi-front war in West Asia: How the Axis of Resistance remains resilient

However, because the United States and its allies in the region seemingly view the current war as an ideal opportunity to dismantle the Axis of Resistance, Saudi Arabia decided to resume its aggression against Yemen by attacking Sanaa International Airport in July. The attack aimed to prevent an Iranian plane from landing.

Consequently, Ansar Allah launched retaliatory attacks on Saudi interests inside Saudi Arabia and on Yemeni soil. It further declared a maritime blockade against Saudi-linked commercial vessels passing through the Bab al-Mandeb Strait, demanding Riyadh end its decade-long blockade on Yemen.  

Concurrently, ground clashes over territorial dominance between Ansar Allah and Saudi-backed forces intensified, leading to key victories for the Yemeni group. Escalations have persisted up to the time of publication.

On Wednesday, September 16, Saudi Arabia accused Ansar Allah of attempting a drone attack against the city of Mecca, the holiest city for Muslims, located in western Saudi Arabia.

Ansar Allah dismissed Saudi accusations as false, saying that they reflect a “desperate attempt to mobilize public opinion.”

As the US-Israeli war on West Asia continues to reshape geopolitics, Ansar Allah’s emergence as a regional force has placed Yemen at the center of a struggle that may define the future of West Asia.

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IP adjudica por 1,27 ME estabilização da EN2 em Abrantes com obra prevista para outubro

A Infraestruturas de Portugal adjudicou por 1,27 milhões de euros (ME) a estabilização do talude da EN2 no Espinhaço de Cão, em Abrantes, prevendo iniciar os trabalhos no terreno até final de outubro e concluí-los no início de 2027. “A empreitada foi adjudicada em regime de conceção/construção no dia 3 de setembro, pelo valor de 1.269.996,50 euros, com um prazo de 120 dias”…

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Petróleo na foz do Amazonas: onde vai parar o dinheiro?

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No último sábado, em São Paulo, vi uma peça de teatro que me tocou profundamente. Se chama Mi Madre y El Diñero, do dramaturgo, ator e diretor mexicano Anacarsis Ramos e sua companhia Pornotráfico. A peça faz parte do Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas Mirada e mostra de maneira contundente as dificuldades de uma mulher que, após 60 anos trabalhando, ainda sofre com a falta de dinheiro.

Esta “personagem” é Josefina Orlaneta e é a mãe do autor. Ela começou a trabalhar com apenas cinco anos de idade vendendo lanches na rua e, em seis décadas de vida, exerceu mais de 40 ofícios. O espetáculo é uma tragicomédia no qual, em hora e meia de duração, faz sentir que conhecemos como ninguém a protagonista. E de fato a encontramos em carne e osso pois é ela mesma, a senhora Josefina, que atua ao lado de seu filho. Seu último emprego, portanto, ela nos conta com muita graça, é ser atriz!

Esta peça vem na onda da autoficção, um gênero que na literatura tem conquistado espaço e corações. No palco, essa forma de narrar se mostrou extremamente eficiente para explicitar o contexto econômico em que a vida de uma trabalhadora pobre se desenrola na virada dos séculos XX e XXI. O texto torna palpável a desigualdade que marcou a trajetória de Josefina.

Quando ela, por exemplo no início dos anos 2000, consegue finalmente alguma estabilidade ao abrir um pequeno mercado, não demora muito para que as lojas do Oxxo acabem com seu sonho. Oxxo é a cadeia mexicana que agora domina muitos pontos de comércio em São Paulo, sufocando pequenos negócios.

O próprio autor e diretor, ao contracenar com a mãe, faz um comovente discurso em que diz (mais ou menos com estas palavras): se chegou aos 66 anos ainda sem dinheiro, a mãe não deveria considerar-se uma fracassada, mas sim uma vítima do sistema econômico. Anacarsis conta que decidiu fazer a peça (e assim conseguiu convencer Josefina a participar) para levar sua mãe a viajar pelo circuito internacional dos festivais de teatro. Quem sabe, ele diz, ganharão algum dinheiro. A considerar o sucesso entre o público, espero mesmo que estejam recebendo um bom dinheiro; terminamos todos aplaudindo de pé.

Mas por que afinal estou falando de uma peça de teatro em uma coluna que deveria falar de meio ambiente? Bem… a resposta está no final da peça, quando o diretor confessa que apesar de ter convencido a mãe pela promessa que poderiam embolsar algum din-din, sua maior intenção era mesmo denunciar o modelo econômico que exclui uma parcela da população. Um modelo que mantém países, estados e bairros sempre na periferia das oportunidades.

Ligando os pontos, a questão que logo me deixou inquieto foi a geografia em que a peça ou a vida de sua personagem principal se passa. Josefina e sua família quase sempre viveram em Campeche, um dos estados mais pobres e violentos do México. Suas cidades na costa do Golfo do México não têm o glamour de destinos turísticos próximos como Playa del Carmen e Cancun, que são parte da mundialmente conhecida Riviera Maia e promovem seus luxuosos resorts nas águas azuis do Caribe.

Em Campeche, nos anos 1970, foi encontrado o maior campo de petróleo em alto mar do México. Esta descoberta transformou a economia do país de maneira radical, tornando-o menos rural e um dos principais exportadores de petróleo. Naquele momento, o campo descoberto foi considerado a segunda maior reserva de hidrocarbonetos do mundo, apenas atrás de reservas na Arábia Saudita. Isso ajudou a consolidar a empresa nacional de petróleo, a Pemex, e atraiu as grandes do setor ao país: Chevron e ExxonMobil.

E vejam a ironia, o primeiro poço a ser explorado levou o nome de Cantarell, em homenagem do pescador que avistou uma mancha negra de petróleo saindo do mar, no local onde a Pemex tinha uma sonda de pesquisa. Esta homenagem a ele parou por aí, pois, como tantos outros pescadores, ele morreu na pobreza depois que a atividade petrolífera em alto mar acabou com a pesca em Campeche.

O Brasil também descobriu sua “mina de ouro” há cerca de duas décadas, quando a Petrobras iniciou a exploração do Pré-Sal. Os royalties fluíram para cidades e estados. O principal estado a se beneficiar foi o Rio de Janeiro. Pergunto: quantas Josefinas ainda existem no Rio que não viram a cor do dinheiro da exploração do petróleo? Mulheres que lutam em empregos mal pagos para manter as suas famílias.

Agora, estamos vendo o mesmo enredo a se descortinar na foz do rio Amazonas. Bem na frente dos nossos olhos uma corrida pelas riquezas que supostamente sairão da exploração em alto mar. Essa expectativa já alterou a vida do Oiapoque, cidade mais ao norte do país e que abrigará as bases para a extração do ouro negro. Reportagens da BBC e da Folha de São Paulo nos contam sobre um fluxo migratório que gera sobrecarga nos serviços públicos, além de invasões de terra e desmatamento para criação de novos bairros.

Eu poderia fazer uma peça de teatro listando todos os projetos de “desenvolvimento” do Brasil que não deixaram nada além de um legado de destruição e miséria. Mas acho que seria uma peça entediante, para não dizer deprimente. Vou deixar o teatro ao Anacarsis enquanto, inspirado por sua obra, levanto esta questão: o que acontecerá com a economia da costa amazônica se aqui, como no México, a exploração do petróleo causar vazamentos em alto mar? Basta lembrar que é na foz do rio Amazonas que está uma das maiores atividades pesqueiras de todo o Brasil.

Na minha coluna de estreia, eu falei da maldição dos recursos naturais e como ela está presente em muitos países que têm petróleo e minérios. Há muita riqueza, mas o povo vive na pobreza. Países em que, como Josefina, crianças começam a trabalhar muito cedo. Na peça, eu fiquei arrepiado ao ouvir a protagonista contar que sua primeira lembrança quando criança era aquela em que ela já trabalhava nas ruas.

Será que, daqui a 60 anos, vamos ter que contar as histórias de muitas Josefinas? As Josefinas brasileiras que neste momento não estão vendo a cor do dinheiro deste modelo de desenvolvimento feito apenas para os verdadeiros donos do dinheiro?

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Município de Benavente assinala Semana Europeia da Mobilidade com iniciativas em todo o concelho

A Câmara Municipal de Benavente vai assinalar a Semana Europeia da Mobilidade com um conjunto de iniciativas em todo o concelho que visam promover a sustentabilidade, a inclusão e a reflexão sobre a mobilidade no espaço público. A programação da iniciativa integra várias ações de sensibilização e uma sessão pública de apresentação da nova estratégia de mobilidade para a cidade de Samora Correia.

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Condutor detido por circular em contramão na A17 em Leiria

O Destacamento de Trânsito de Leiria deteve, no dia 17 de setembro, um homem de 37 anos pelos crimes de condução perigosa e condução sob o efeito do álcool, na Autoestrada 17, no concelho de Leiria.

A intervenção ocorreu durante a madrugada, após uma denúncia dar conta de um veículo a circular em contramão no sentido Sul-Norte, ao quilómetro 32 da A17, segundo a Guarda Nacional Republicana. Os militares realizaram diligências imediatas que permitiram localizar e intercetar a viatura no quilómetro 9 da mesma via.

No decorrer da ação policial, apurou-se que o condutor apresentava uma Taxa de Álcool no Sangue superior a 1,2 g/l, valor que configura crime nos termos da lei.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Leiria.

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Por: Dino Frazão
Data: 17 de setembro de 2026

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How a Tiny Danish Colony Ruled a Piece of India for 225 Years

Tharangambadi is a fishing village on India’s Coromandel Coast, in the state of Tamil Nadu. Its name means “place of the singing waves,” a nod to the Indian Ocean lapping at its shore. It isn’t much of a tourist stop, and fishing is still its main trade, but anyone who walks its streets runs into […]

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