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Filmographie

La maison est noire (1963), de Forough Farrokhzad. Court-métrage documentaire poétique sur une léproserie, méditation sur la souffrance et la dignité humaine.

La Brique et le Miroir (1965), d'Ebrahim Golestan. Un chauffeur de taxi découvre un bébé abandonné, portrait de l'Iran urbain des années 1960.

Qeysar (1969), de Massoud Kimiai. Drame de la vengeance devenu un classique fondateur du cinéma populaire iranien moderne.

La Vache (1969), de Dariush Mehrjui. Après la mort de sa vache, un paysan sombre dans la folie en s'identifiant à l'animal.

Un simple événement (1973), de Sohrab Shahid Saless. Chronique minimaliste de la vie quotidienne d'un jeune garçon dans une ville côtière.

Le Coureur (1985), d'Amir Naderi. Un enfant des rues rêve d'une vie meilleure grâce à sa détermination.

Bashu, le petit étranger (1986), de Bahram Beyzai. Un enfant déplacé par la guerre trouve refuge dans une famille du nord de l'Iran.

Où est la maison de mon ami ? (1987), d'Abbas Kiarostami. Un écolier traverse des villages pour rendre le cahier de son camarade.

Nassereddin Shah, acteur de cinéma (1992), de Mohsen Makhmalbaf. Fantaisie historique sur l'arrivée du cinéma à la cour du chah.

Le Foulard bleu (1995), de Rakhshan Bani-Etemad. L'histoire d'amour entre une ouvrière et un riche exploitant agricole.

Papier sans lignes (2001), de Nasser Taghvai. Une femme tente de devenir écrivaine, révélant les tensions de son couple.

Respiration profonde (2003), de Parviz Shahbazi. Deux jeunes amis errent dans Téhéran en quête de sens et de liberté.

Persepolis (2007), de Marjane Satrapi et Vincent Paronnaud. Film d'animation autobiographique sur l'enfance et l'exil de l'artiste Marjane Satrapi (1969-2026).

Le Chant des moineaux (2008), de Majid Majidi. Un père de famille affronte les difficultés économiques avec humanité.

Une séparation (2011), d'Asghar Farhadi. Conflit familial et judiciaire explorant les dilemmes moraux de la société iranienne.

La Loi de Téhéran (2019), de Saeed Roustaee. Thriller sur la lutte contre le trafic de drogue en Iran.

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Nova temporada do Auditório Municipal de Olhão abre a 12 de setembro com várias novidades

Cine-concerto com a Orquestra do Algarve, novos formatos de apoio à criação artística, reforço da programação de fado, regresso do cinema para público jovem e adulto e dois novos eventos integrados nas celebrações do Bicentenário marcam a programação de setembro a dezembro

A nova temporada artística do Auditório Municipal Maria Barroso arranca a 12 de setembro com um cine-concerto muito especial, protagonizado pela Orquestra do Algarve, a partir do icónico filme mudo The General (1926), de Buster Keaton. O espetáculo integra o Ciclo APOS – Música Clássica para Todos, uma parceria entre o Município de Olhão e a Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão, e insere-se nas comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão.

Esta nova temporada constitui um período de transição na estratégia cultural e programação artística da maior sala de espetáculos do concelho. Está prevista uma revisão significativa das mesmas a partir de janeiro de 2027, no sentido de incrementar a diversidade, continuidade e previsibilidade das propostas e contribuir para uma maior captação de vários tipos de público-alvo. Este processo estará alinhado com a ECCO – Estratégia para a Cultura e Criatividade em Olhão (2027-2030), que será apresentada publicamente no final de novembro deste ano.

Música, teatro e propostas para vários públicos

Na área dos concertos, a programação traz a Olhão Ricardo Ribeiro, que apresenta o novo disco, A alma só está bem onde não cabe, a 26 de setembro. Seguem-se Tiago Bettencourt, a 10 de outubro, e Bárbara Tinoco, a 14 de novembro.

A música estará, ainda, representada pelo aniversário da Banda Filarmónica 1.º de Dezembro de Moncarapacho, a 1 de dezembro, e pela Gala de Fados, a 6 de dezembro.

Entre os restantes destaques da programação encontram-se a Gala da Universidade Sénior, a 19 de setembro, o teatro de revista com João Baião, nos dias 26, 27 e 28 de novembro, os formatos “Mostra-te” da Bodydance e da Hip Hop Fusion, respetivamente a 17 de outubro e 21 de novembro, e, ainda, o espetáculo infantil de Natal, a 13 de dezembro.

Auditório com novo horário e Fado aos Domingos na sala de espetáculos

Entre as novidades desta temporada, está o novo horário de funcionamento do Auditório Municipal, que passa a funcionar de terça feira a sábado, das 10:00 às 12:30 e das 13:30 às 17:00.

A alteração permite aos visitantes desfrutar dos projetos patentes nos foyers do equipamento, nomeadamente da principal exposição integrada na programação cultural do Bicentenário, Dois séculos a fazer um lugar, concebida pela equipa do Museu Municipal de Olhão.

Também a rubrica regular Fado aos Domingos conhece uma alteração nesta nova temporada. Na sequência da elevada adesão de espetadores registada nos últimos meses, a iniciativa passa a realizar-se na sala de espetáculos, disponibilizando mais lugares sentados e melhores condições de conforto, visibilidade e audição para os públicos e artistas envolvidos.

Assim, sempre aos domingos, às 16:00, com entrada livre, entre 20 de setembro e 29 de novembro, desfilarão pelo palco do Auditório os músicos Vítor do Carmo, Nuno Martins, Filipe Batista e Tó Correia, bem como os fadistas Pedro Calado, Teresa Viola, Jorge Gonçalves, Inês Gonçalves, Pedro Viola, Tatiana Pinto, Marta Alves, Sara Gonçalves, César Matoso e Carlos Borges.

A iniciativa mantém a curadoria artística independente de Conceição Forra.

Buba Espinho e Conservatório de Música de Olhão em espetáculo inédito

Um dos grandes destaques da temporada é a encomenda artística a Buba Espinho e ao Conservatório de Música de Olhão, através de um ensemble de cordas e coro, para um espetáculo inédito, que terá lugar a 7 de novembro.

A proposta pretende estimular a criatividade e valorizar as estruturas olhanenses, integrando-se, igualmente, nas celebrações do Bicentenário.

Outro dos momentos de destaque será a residência artística e concerto de apresentação do novo disco Nem Tudo Sara, de Sara Badalo / Eira Viva – Associação Cultural, a 23 de outubro.

Este formato pretende ser consolidado pelo Auditório em 2027, no âmbito da sua estratégia de apoio à criação, através da agregação de um período intensivo de experimentação-pesquisa-criação em palco, seguido da apresentação de novos trabalhos de artistas sediados no concelho.

Bicentenário com colóquio e novo evento bienal

Duas outras novas propostas enquadradas nas comemorações do Bicentenário integram, igualmente, esta programação cultural.

A 24 de outubro, realiza-se um colóquio dedicado à história e identidade olhanenses, que contará com os convidados especiais Raquel Varela, António Costa Pinto, António Francisco Ventura Pina, Joaquim Américo Fialho Anastácio, Andreia Fidalgo, Fernando Cabrita, Sandra Romba, Idalécio Soares, André Rosa, a APOS, entre outros. E inclui ainda um concerto com Susana Neves e Ricardo Salvador Martins.

Já entre 20 e 22 de novembro, terá lugar a primeira edição de um novo evento bienal, inédito em Portugal neste âmbito temático, intitulado Participação Cívica e Cultura.

A iniciativa trará a Olhão vários exemplos de boas práticas participativas implementadas a nível nacional nas áreas da cultura, artes, património e ambiente. Será, também, o momento de anúncio de vários projetos participativos e colaborativos a implementar em 2027, bem como de apresentação pública da ECCO – Estratégia para a Cultura e Criatividade em Olhão.

A ECCO começou a ser desenhada no início de 2026, numa lógica de envolvimento da comunidade nos seus vários quadrantes, incluindo população em geral, associações, escolas, empresas, grupos informais e equipas municipais.

Setembro dedicado à participação, cinema de animação e artes visuais

Durante o mês de setembro realizam-se ainda, no palco do Auditório, vários laboratórios participativos. Um deles envolve as equipas municipais da Biblioteca, Museu, Auditório e Arquivo, tendo em vista a recolha de contributos para a ECCO, numa escuta interna inédita na autarquia.

Outro laboratório será realizado com os agentes associativos do concelho, com o objetivo de contribuir para a criação/revisão da regulamentação municipal de apoio a este universo, a vigorar a partir de janeiro de 2027.

Ainda em setembro, no dia 24, terão lugar duas sessões de cinema destinadas ao público escolar, no âmbito do Animagoria – Festa do Cinema de Animação do Algarve, uma parceria com a associação Plutão de Verão.

A edição deste ano da iniciativa coloca o foco na conexão humana na criação artística, partindo da realidade de uma era marcada pela massificação das ferramentas de inteligência artificial e lançando a reflexão sobre o lugar que pode ocupar o cinema de animação e sobre como continuar a cultivar a sensibilidade, a imaginação e o pensamento crítico.

Também a 2.ª edição dos Open Ateliers Olhão, evento que visa valorizar e promover o ecossistema das artes visuais no concelho, passa pelo Auditório Municipal. Nos dias 18, 19 e 20 de setembro, poderá ser visitada uma exposição de trabalhos do criativo Igor Nunes Silva.

A iniciativa inclui, ainda, propostas de mais 67 artistas, disseminadas pelo coração da cidade em vários espaços, entre casas particulares, lojas criativas, sedes de associações culturais, ateliers de arquitetura, hotéis e espaço público.

Regresso do cinema ao Auditório

Durante o mês de outubro, em data e com parceiros ainda a anunciar, o Auditório Municipal retomará, depois de um longo interregno, a oferta de cinema para público jovem e adulto, com sessões às terças feiras à noite.

A retoma desta valência integra, igualmente, a estratégia de diversificação da oferta do equipamento cultural.

Informações e bilheteira

Para mais informações sobre a programação da nova temporada, os interessados podem consultar as redes sociais do Auditório Municipal de Olhão, a sua bilheteira online, ou contactar diretamente o equipamento através do email auditorio@cm-olhao.pt, ou do telefone 289 700 160.

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Biblioteca Municipal de Faro com programação diversificada em setembro

Leituras, encontros com autores, cinema, atividades para famílias, jogos e iniciativas dedicadas à saúde e ao bem-estar marcam a programação da Biblioteca Municipal de Faro ao longo do mês de setembro.

A Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa apresenta, em setembro, uma programação diversificada, com propostas dirigidas a diferentes públicos e interesses, reforçando o seu papel enquanto espaço de encontro, conhecimento, cultura e participação da comunidade. Ao longo do mês, são várias as oportunidades para descobrir novos livros e autores, participar em momentos de leitura e escrita, assistir a cinema, desfrutar de atividades em família ou refletir sobre temas relevantes para a comunidade.

No domínio da leitura, o mês começa com uma nova sessão do Clube de Leitura, a 10 de setembro, dedicada à discussão das leituras de verão, e prossegue com dois Encontros com Autores. Gerson Rosário apresenta O Guardião das Lendas, no dia 16 de setembro, enquanto Rui Couceiro estará na Biblioteca para apresentar A Mais Bela Maldição, numa sessão moderada por Maria Luísa Francisco, no dia 29 de setembro. A programação inclui ainda uma nova sessão do Clube de Escrita Criativa, convidando à experimentação e à partilha através da palavra escrita, no mesmo dia.

Também o cinema marca presença com mais uma sessão de “Cinema Francês”, promovida em parceria com a Alliance Française do Algarve e o Cineclube de Faro, com a exibição de Borgo, de Stéphane Demoustier, no dia 18 de setembro. Para quem prefere desafios e estratégia, haverá ainda uma tarde dedicada aos jogos de tabuleiro modernos, dinamizada por João Silva e aberta a participantes de todas as idades, a 19 de setembro.As famílias encontram igualmente várias propostas ao longo do mês. No âmbito do programa Alameda Viva, a Biblioteca leva a Hora do Conto ao Jardim da Alameda, com as sessões Jardim da Multiculturalidade e Jardim Radical, dias 12 e 26 de setembro, respetivamente. A programação inclui ainda, no dia 17 de setembro, uma “Hora do Conto Especial”, sob o mote Cidade de pessoas para pessoas, dedicada à importância dos pequenos gestos e à forma como podem contribuir para uma comunidade mais consciente e participativa.

A saúde e o bem-estar são também temas presentes na programação de setembro. O ciclo Con-versas com Saúde aborda a Anafilaxia e situações críticas em idade pediátrica, numa sessão con-duzida pela Dra. Maria Alfaro, que terá lugar dia 22 de setembro. Já a iniciativa “Biblioteca Social – Humaniza-te” promove a sessão Tu és importante – Agarra-te à vida!, dia 25 de setembro, com a participação das Dr.ªs Nazaré Santos e Patrícia Romão, do Núcleo de Estudos do Suicídio Portu-guês.

Os “Sábados em Família”, dia 26, trazem, por sua vez, uma sessão de yoga orientada por Teresa Sequeira, dedicada ao bem-estar durante a gravidez e à relação entre a futura mãe e o bebé.Ao longo de todo o mês, entre 1 e 30 de setembro, estará patente na Biblioteca uma “Mostra Bi-bliográfica dedicada ao Fundo Documental e Espólio de Mariana Santos”, completando uma pro-gramação que procura aproximar a Biblioteca da comunidade e afirmar este equipamento municipal como um espaço aberto à cultura, à aprendizagem e ao convívio.

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Moment, Expand

Ahead of the 40th anniversary of Stand By Me, Alec Joyner takes up Rob Reiner’s classic film and considers it from a few dozen angles. It’s a canny piece of critical writing on time, memory, masculinity, and tenderness, forces that often work against each other. (Joyner doesn’t raise the subject of Reiner’s violent death last year, though he pauses briefly on Chris, a character “freakishly knifed to death . . . trying to break up a fight.”) Stand By Me‘s two days of summer are a “vital pause” in the life of its characters, a “portal . . . into the expanse of time.” Here, Joyner illuminates that pause, and captures some of its elusive grace.

Stand by Me was slapped with an R rating, for the boys’ profanity, as well as the prominence of child abuse and death. This may have hampered ticket sales, but it also made it the first R-rated movie that many ’80s and ’90s kids saw. It made it a fitting rite of passage.

Still, there’s something lamentable in the verdict, the MPAA telling a faulty story much like the fictional adults of Castle Rock. How many blockbusters have promoted horrendous violence, only to make the PG-13 grade because they feel safely unreal? Stand by Me was received as dangerous because its horrors and its dirt live at home.

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Tribeca Open Air: Loulé recebe evento de cinema, música e jornalismo

No próximo dia 10 de agosto, segunda-feira, a partir das 20h00, o icónico Convento do Espírito Santo, em Loulé, transforma-se numa sala de cinema ao ar livre para acolher a sessão de estreia do Tribeca Open Air, powered by Toyota.

Loulé e Sintra são as duas localidades por onde irá passar a estreia desta iniciativa do Tribeca Festival Lisboa, que irá transformar espaços emblemáticos em pontos de encontro para celebrar o cinema, a cultura e a partilha de histórias. 

Nesta espécie de warm-up para o Festival, que este ano acontece em dezembro, a exibição de um filme é antecedida por uma conversa ao vivo com personalidades do jornalismo, das artes e da criação, seguida de momentos musicais assegurados pela RFM. 

A primeira sessão, em Loulé, terá como tema “Como se conta uma história? Do jornalismo à ficção” e será moderada por Rúben Tiago Pereira, jornalista do Expresso, contando com a participação do também jornalista (SIC) André Pacheco, e das atrizes Isabela Valadeiro, Sónia Balacó e Margarida Vila-Nova.

O ponto alto da noite acontece às 22h00 com a projeção em ecrã gigante do filme “Eleanor the Great”, que marca a estreia de Scarlett Johansson na realização cinematográfica. Esta comédia dramática, apresentada em exclusivo na edição de 2025 do Tribeca Festival Lisboa, acompanha a jornada de superação e recomeço de Eleanor Morgenstein, uma carismática mulher de 94 anos que decide mudar-se para Nova Iorque após a perda da sua melhor amiga.

O evento, que cruza a sétima arte com conversas inspiradoras e momentos musicais, tem entrada gratuita mediante levantamento de bilhetes em tribecalisboa.pt.

Esta iniciativa resulta de uma parceria entre o Tribeca Festival Lisboa, a Toyota Portugal e o Município de Loulé. 

Programa

10 de agosto | Convento do Espírito Santo, Loulé 

20h00: Abertura de portas, food & drinks e DJ Set by RFM

21h00: Como se conta uma história? Do jornalismo à ficção, com moderação de Rúben Tiago Pereira (Expresso) e participação de André Pacheco (SIC), Isabela Valadeiro e Sónia Balacó

22h00: Projeção do filme Eleanor the Great

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