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Angelina Voloshchuk voltou a vencer e marca presença nos quartos-de-final

Sortes diferentes para as duas tenistas portuguesas de 19 anos, que ultrapassaram a ronda inaugural do III International Ladies Open.
Angelina Voloshchuk voltou a vencer em dois sets e está nos quartos-de-final do torneio da categoria W35, que decorre no Clube de Ténis e Padel de Lagos.

Frente à holandesa Isis Louise Van Den Broek (619.ª), Voloshchuk (333.ª) teve um início hesitante no início de cada set, mas terminou forte ambas as partidas, superando a adversária em uma hora e 43 minutos, com os parciais de 6-2, 6-4.

“Senti-me bem apesar de não ter entrado tão bem, estive a ganhar por 2-0, depois ela entrou mais no jogo e eu, se calhar, baixei um bocadinho, mas acho que consegui manter um bom nível no primeiro set. No segundo, baixei logo no início, podia ter feito algumas coisas diferentes e estar mais focada na minha tarefa, mas depois consegui encontrar o meu caminho”, disse a autora de seis duplas-faltas.

“No início senti nervosismo no serviço que é uma das coisas que tenho tentado de melhorar, mas ao longo do encontro consegui soltar um bocadinho mais e ficar mais tranquila a servir. Foi mais no início dos sets” – argumentou.

A próxima adversária de Voloshchuk é a sétima mais cotada do torneio, a espanhola Celia Cervino Ruiz (587.ª), no segundo encontro do Court 1, cuja jornada tem início às 11 horas. “Nunca a defrontei, mas ainda tenho oportunidade de ver um bocadinho do jogo dela e preparar da melhor maneira para dar o meu melhor e ir o mais longe possível”, adiantou a número três portuguesa.

Já Milana Ivantsiv (1465.ª) não conseguiu ganhar mais do que três jogos à espanhola e sexta cabeça de série Maria Martinez Vaquero (496.ª), que se impôs por 6-1, 6-2.

A jornada de sexta-feira termina com as meias-finais de pares, onde a segunda melhor dupla do torneio, formada pela portuguesa Ana Filipa Santos e a indiana Vasanti Shinde, vai disputar um lugar na final de sábado com as cabeças de série n.3, a chinesa Min Liu e a italiana Carlota Moccia.

Colaboração do Gabinete de Imprensa do III Internacional Ladies Open W35

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Vídeo: Duster capota após colisão com Uno e deixa três familiares feridos em Quirinópolis

Uma Renault Duster capotou após uma colisão com um Fiat Uno na GO-206, no perímetro urbano de Quirinópolis, na saída para Caçu, no final da manhã de quarta-feira (07/10). O impacto deixou três integrantes de uma mesma família feridos.

Uma mulher de 44 anos estava ao volante do Duster e viajava com os pais, de 68 e 77 anos. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o veículo foi atingido pelo Uno e capotou após a batida.

As três pessoas ficaram dentro do Duster após o acidente e foram retiradas do veículo por populares antes da chegada do Corpo de Bombeiros. Depois do resgate, os familiares receberam encaminhamento para atendimento médico.

O condutor do Fiat Uno não sofreu ferimentos no acidente. Até o momento, as circunstâncias que provocaram a colisão entre os dois veículos não foram informadas.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Moldova pulls its border officers off Ukrainian soil again as Russian drones keep hitting crossings

Palanca–Mayaky-Udobne border crossing on the Moldova-Ukraine border, illustrative photo: Zahidnuy.kordon/Facebook

Moldova is creating protective zones at border crossing points along its border with Ukraine amid the threat of drone attacks. It is also relocating its personnel from joint border crossings on Ukrainian territory back to Moldova. Moldovan Interior Minister Daniella Misail-Nichitin said this on 7 October, according to NewsMaker.

In recent months, Russian attacks on Ukrainian border crossing points near the country's borders with neighboring states have become more frequent. Ukrainian-Moldovan border crossings are among those most frequently targeted by Russia. As a result, Moldova now plans to withdraw all of its border personnel from Ukrainian territory.

A Moldovan border guard was also recently injured when a projectile struck near a passenger bus at the Palanca border crossing, Moldova's Border Police reported.

Chisinau strengthens protection of border crossings against Russian drone attacks

Moldovan authorities are working to strengthen security measures at all Border Police crossing points, including those located on Ukrainian territory, according to the statement.

Authorities are already setting up protective zones so that Border Police officers, government officials and civilians at the crossings can evacuate to a safe location if necessary, the minister said.

Moldova is also discussing moving its personnel from joint border crossings located on Ukrainian territory to Moldova. Personnel have already been withdrawn from two crossings, with plans to do the same at other joint crossings, Missail-Nikitin said.

NewsMaker clarified with Moldova’s Interior Ministry that the measure involves withdrawing Moldovan personnel from two joint border crossing points with Ukraine — Criva and Palanca.

Ukraine and Moldova seek a response to a new challenge

The first time Chisinau withdrew its personnel from Ukrainian territory at the Ukrainian-Moldovan border crossings was a month ago. Moldova temporarily changed the operating arrangements at three joint border crossings with Ukraine because of security risks linked to Russian attacks on Ukrainian infrastructure near the border, Moldova's Border Police reported on 11 September.

The crossings in question are Giurgiulesti–Reni, Briceni–Rossoșani, and Criva–Mamalyga, where Moldovan border guards and customs officers had previously carried out controls on Ukrainian territory, according to the Border Police.

Criva–Mamaliga border crossing on the Moldova-Ukraine border, illustrative photo: State Border Guard Service of Ukraine

Starting 12 September, Moldovan personnel returned to Moldovan territory for 90 days and began working from existing infrastructure on the Moldovan side. The crossings themselves remained operational, and the cross-border movement of people and vehicles continued. Only the location where Moldovan services carried out their duties changed, the authorities said.

Ukraine is also strengthening the protection of its border infrastructure. The State Agency for Restoration and Infrastructure Development plans to install 135 basic mobile shelters at 28 border crossing points and on access roads leading to them. The shelters are intended to protect civilians crossing the border and border crossing personnel. Procurement is being carried out by the Restoration Services in Vinnytsia, Odesa, Chernivtsi, Zakarpattia, and Volyn Oblasts, according to the statement.

Ukraine’s border crossings near Moldova face ongoing Russian attacks

Russia has repeatedly attacked Ukrainian border infrastructure near the Moldovan border in recent weeks. On 25 August, a Russian drone struck the Vynohradivka–Vulcănești border crossing in Odesa Oblast.

On 5 October, Russian strikes on Ukrainian infrastructure caused an incident near the Palanka–Mayaky–Udobne border crossing. A projectile fell near the crossing, ricocheted off the ground and struck a passenger bus. The control booth was also damaged, and one Moldovan border guard sustained a minor injury.

On 9 September, Russia attacked the Starokozache–Tudora border crossing. One drone struck the crossing, while two others crashed nearby on Ukrainian territory. Two people were killed and three others were injured in the attack, and the crossing was temporarily closed. Russia claimed that this strike on a border crossing was prompted by Ukraine transporting weapons through the facility, a claim Moldova has denied.

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Daniel Vorcaro negocia entrevista exclusiva com Globo e Record, diz Folha

Preso no Distrito Federal, Daniel Vorcaro estaria articulando uma entrevista para falar publicamente sobre as investigações envolvendo o Banco Master. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, pessoas próximas ao ex-banqueiro procuraram a Globo para discutir a possibilidade de uma conversa exclusiva. A Record também teria sido consultada e demonstrado interesse.

Entre as possibilidades avaliadas, Vorcaro teria preferência por uma entrevista com o jornalista Roberto Cabrini, da Record. A escolha estaria relacionada à possibilidade de uma conversa mais longa, diante da maior flexibilidade da emissora para acomodar esse tipo de conteúdo em sua programação.

A eventual entrevista, porém, não depende apenas das negociações com as emissoras. Como Vorcaro está custodiado em uma unidade prisional, qualquer gravação precisaria ser submetida à análise e autorização da Justiça, que deverá considerar as condições de segurança e os procedimentos necessários para a realização do encontro.

A movimentação ocorre enquanto avançam as discussões sobre uma possível colaboração de Vorcaro com as autoridades que investigam o Banco Master. O ex-banqueiro prestou um novo depoimento no mês passado e voltou a manifestar interesse em colaborar com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.

Até o momento, entretanto, não há acordo de colaboração premiada oficialmente anunciado.

Uma eventual entrevista poderia colocar Vorcaro diante das câmeras para apresentar sua versão sobre as investigações e os fatos relacionados ao Banco Master. A possibilidade de exibição em horário nobre também ampliaria o alcance de suas declarações, caso a Justiça autorize a gravação e uma das emissoras avance nas negociações.

Até o momento, Globo e Record não confirmaram oficialmente as tratativas. A defesa de Vorcaro também não se manifestou sobre a possibilidade de entrevista.

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Les véritables causes de la Troisième Guerre mondiale

Depuis plusieurs années, nos dirigeants politiques, refusant d’accepter leur perte de puissance, recourent dans l’arène internationale à des faux et à des mensonges répétés. Petit à petit, ils perdent de l’influence, mais à force de jouer, ils provoquent les conditions nécessaires pour débuter une Troisième Guerre mondiale. Elle ne surviendra pas par erreur, ni par hasard, elle sera le fruit de leur obstination.

par Thierry Meyssan

Nous savons tous que, si les guerres se déclenchent lorsque des évènements particuliers surviennent, elles ont des causes profondes, bien distinctes. Il s’agit généralement de conflits de territoire ou d’influence. La Troisième Guerre mondiale pourrait être déclenchée par une escarmouche en Ukraine ou au Moyen-Orient, mais elle aura pour véritable cause un affrontement entre deux visions de l’ordre du monde : d’un côté, la grande majorité des États, réunis autour de la Russie et de la Chine, souhaite respecter le droit international, tandis que, de l’autre, « l’Occident politique », soucieux de ne rien perdre de ce qu’ils ont gagné en écrasant les peuples du Sud, préfère s’en remettre aux « règles » qu’ils ont imaginées au G7.

Cela fait huit ans, que Sergueï Lavrov, ministre russe des Affaires étrangères, a mis en évidence ce choix. Huit ans que « l’Occident politique » le poursuit comme si de rien n’était.

Le 28 septembre 2018, à la tribune de la 73° session de l’assemblée générale des Nations unies [1], il posa ce constat : « nous assistons tous à une collision de deux tendances opposées. D’une part, nous voyons le renforcement des principes polycentriques de l’ordre mondial, le développement constant de nouveaux centres de croissance économique, l’aspiration des peuples à préserver la souveraineté et à choisir des modèles de développement qui sont cohérents avec leurs identités nationales, culturelles et religieuses. D’autre part, nous voyons le désir de plusieurs États occidentaux de conserver leur statut autoproclamé de “leaders mondiaux” et de ralentir le processus objectif irréversible d’établissement de la multipolarité. »

Il poursuivait : « Nous observons l’offensive du révisionnisme belliqueux contre le droit international moderne. Les attaques ont été lancées contre les principes fondamentaux du règlement du Moyen-Orient, le Plan d’action global conjoint sur le programme nucléaire iranien, les engagements dans le cadre de l’Organisation mondiale du commerce, l’accord multilatéral sur le climat et beaucoup d’autres. »

Et plus loin : « Il est révélateur que les attaques agressives contre les institutions d’information s’accompagnent de tentatives de “privatiser” les structures de secrétariat [de l’ONU] et de leur accorder les mêmes droits qu’aux organes intergouvernementaux dans l’espoir de les manipuler plus tard. »

Il est difficile d’imaginer que certains puissent s’accrocher à leurs privilèges indus au point de provoquer une apocalypse. Et pourtant…

Toujours en 2018, après le retrait unilatéral des États-Unis de l’accord sur le nucléaire iranien (JCPoA), trois anciens empires européens, l’Allemagne, la France et le Royaume-Uni (E3), ont d’abord souhaité compenser le retrait US puis, vu leur incapacité à violer les règles de leur suzerain, ont affirmé que les sanctions antérieures contre l’Iran s’appliquaient encore.

Ils avaient pourtant voté la résolution 2231 du Conseil de sécurité [2] qui y a mis fin.

Commence alors une longue période durant laquelle l’Allemagne, la France et le Royaume-Uni (E3), faisant preuve d’une constante mauvaise foi, ont, à de nombreuses reprises, tenté de réimposer les sanctions contre l’Iran antérieures au JCPoA. Ces trois États ont prétendu qu’ils pouvaient revenir en arrière car l’Iran ne respectait plus ses engagements en ignorant que ce sont les États-Unis les premiers qui n’ont pas respecté les leurs.

Les échanges de lettres entre les différents négociateurs du JCPoA se sont intensifiés. Cependant, jamais les E3 n’ont accepté de reconnaître, ainsi que l’exigeaient les deux autres, la Chine et la Russie, que le traité ne permettait pas de revenir en arrière sans examen du non-respect par les États-Unis de ses engagements.

C’est bien là le cœur du problème : « l’Occident politique » refuse de reconnaitre ses torts et tente de maintenir les situations où il disposait d’un avantage.

Le 19 septembre 2025, conscients qu’ils ne pouvaient pas appliquer seuls les fameuses « sanctions », les E3 ont demandé au Conseil de sécurité de les rétablir. La Chine et la Russie leur ont opposé leur veto et ont proposé de relancer les négociations du JCPoA. Mais les anciens empires européens ont préféré corrompre des fonctionnaires internationaux. Ces derniers ont publié deux faux comptes-rendus de la réunion du Conseil, afin de faire accroire que le rejet de la proposition sino-russe suffisait à rétablir les sanctions [3]. Pis : contre l’avis du Conseil, le secrétaire général a publié des instructions les rétablissant [4]. La remarque de Sergueï Lavrov, en 2018, sur la « privatisation » des Nations unies se trouvait vérifiée.

Ne croyez pas que les choses en soient restées là.

Le Royaume-Uni a repris les « sanctions » contre l’Iran, en janvier, puis les États-Unis, fin mars 2026. Ces décisions ont été mal interprétées par la presse qui y a simplement vu un épisode de l’actuelle guerre du Golfe alors qu’il s’agissait de la reprise de ce que les États-Unis n’avaient pas osé faire lorsqu’ils se sont retirés unilatéralement du JCPoA, puis les E3.

Rappelons que le terme de « sanction » ne peut, en droit international, que désigner une décision prise par le Conseil de sécurité après un débat contradictoire. Ce à quoi nous assistons sont des « mesures coercitives unilatérales », adoptées sans débat contradictoire et violant la Charte des Nations unies.

Le président allemand, Frank-Walter Steinmeier, a qualifié la guerre israélo-états-unienne contre l’Iran, le 22 mai 2026, « d’évitable ». Il a déploré le retrait unilatéral des États-Unis du JCPoA, disant : « Il aurait été préférable de maintenir cet accord. Les conséquences que nous constatons aujourd’hui ne se seraient pas produites. » Pour conclure : « Cette guerre est inutile ».

Ce faisant, Frank-Walter Steinmeier manifeste sa conscience de la responsabilité franco-britanno-germanique dans l’actuelle guerre du golfe. Bien que, simultanément, il manifeste la même supériorité que ses complices en parlant de guerre « évitable » ou « inutile », deux qualificatifs qui n’ont pas leur place en droit international.

Il y a trois semaines, le 17 septembre 2026, les E3 ont convoqué une réunion du Conseil de sécurité sur « la non-prolifération ». Ils ont, à nouveau, tenté de faire rétablir les sanctions contre l’Iran et se sont heurtés à nouveau aux vétos chinois et russe [5]. La presse occidentale ne s’en est pas fait l’écho, elle aurait dû reconnaître la mauvaise foi de ses gouvernements.

Faire usage de faux documents, mentir effrontément et veiller à camoufler ses fautes, c’est rendre la guerre possible.

Constatant qu’ils ne pouvaient plus progresser aux Nations unies, les États-Unis et les E3 les ont contournées. Ils ont activé la Proliferation Security Intitiative (PSI), un réseau étatique, créé en 2003 par le président George W. Bush, sur les conseils de John Bolton [6]. Celui-ci a trouvé une quarantaine d’États — dont les E3 — pour signer, le 2 octobre 2026, une déclaration absurde [7] : elle réaffirme que Téhéran ne remplit pas ses engagements du JCPoA, sans dire qu’il en est dispensé depuis le retrait unilatéral des États-Unis. Puis, elle pose que ce manquement justifie l’opération Economic Outcast (« Paria économique »), que Washington vient de lancer contre Téhéran.

Par cette opération, le secrétariat au Trésor tente d’affamer le peuple iranien. La Chine et la Russie ont déjà dit qu’ils s’y opposeraient. Les signataires, au contraire, annoncent qu’ils l’appliqueront.

Certes, seuls un gros tiers des États qu’ils avaient sollicités ont signé ce texte. C’est déjà bien assez pour faire une guerre.

Pour la première fois dans un texte de ce type, les auteurs affirment, sans rire, leur « adhésion à l’ensemble du droit international et des cadres pertinents, y compris les résolutions du Conseil de sécurité ». Oui, vous avez bien lu, c’est au nom de la résolution 2231 et de la réunion du conseil du 17 septembre dernier que les signataires feront le contraire de ce qui a été décidé collectivement.

Comme nos dirigeants ont conscience de jouer avec le feu, ce texte est absent de leurs sites officiels. Il faut aller sur celui de la Proliferation Security Intitiative (PSI) pour le trouver.

À l’évidence, à force de faux et d’usage de faux, à force de mensonges et de menaces, nous provoquerons, sans le vouloir, la Troisième Guerre mondiale qui nous emportera.

Publié à l’origine par voltairenet.org

[1] « Remarks by Sergey Lavrov to the 73rd Session of the United Nations General Assembly », par Sergueï Lavrov, Réseau Voltaire, 28 septembre 2018.
[2] « Résolution 2231 », adoptée le 20 juillet 2015.
[3] « Le Conseil de sécurité s’oppose au maintien de l’allégement des sanctions de l’ONU contre l’Iran » et « Nucléaire iranien : le Conseil de sécurité entérine le retour aux sanctions de l’ONU contre l’Iran en rejetant une prorogation de la résolution 2231 de 2015 », Nations unies.
[4] « Le secrétariat général rétablit les sanctions contre l’Iran », ONU (secrétariat général), Réseau Voltaire, 27 septembre 2025.
[5] « Compte-rendu de la réunion du 17 septembre 2026 », Conseil de sécurité des Nations unies.
[6] « John Bolton et le désarmement par la guerre », Réseau Voltaire, 30 novembre 2004.
[7] « Déclaration commune à l’occasion de l’anniversaire du rétablissement des restrictions des Nations Unies imposées à l’Iran et liées à ce pays », Réseau Voltaire, 2 octobre 2026.

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The True Cost of Rape in America

The horrific story of Jane Doe and the Cornell Seven has spurred nationwide outrage and revived contentious debates around prevention and education. But one question is going unasked: Who really pays after a sexual assault? In terms of actual dollars and cents? The answer, Cosmopolitan finds, isn’t good:

Leah received an email from the first hospital. It was a bill for $3,338, including $663 for lab work and a pregnancy test she hadn’t asked for. She hadn’t been charged for the rape kit, but the price of just checking into the ER was $2,241. After her parents’ insurance was applied, she owed $451.06.

“I was so unbelievably angry,” she says. “I lost it. I was like, ‘You mean it cost me $450 to get raped?!’”

Most people don’t realize this care might not be covered, says Vega, who has worked as an emergency room nurse, emergency room director, and a SANE. But that’s actually common: KFF analyzed a sample of insurance claim data from 2016 to 2018 (the most up-to-date data KFF has) and found that 83 percent of women who received a sexual violence diagnosis were billed for treatment. Another analysis of emergency room department data from 2019 found that the average bill for sexual assault survivors was $3,551, according to the New England Journal of Medicine.

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India’s Central Asia missile sales spark a new Great Game

A flurry of landmark arms deals is reshaping Central Asia’s strategic landscape, as regional states leverage alternative defense suppliers to assert their sovereignty amid Russia’s waning dominance and an intensifying Sino-Indian rivalry. Indian Defense Secretary Rajesh Kumar Singh confirmed the export of India’s domestically developed Akash surface-to-air missile system to Tajikistan and Turkmenistan, multiple media […]

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