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António José Seguro destaca importância da cultura no interior

VTM

Durante um discurso na Casa de Mateus, António José Seguro afirmou que “a cultura tem neste caminho um papel decisivo”. O Presidente destacou que a cultura dá visibilidade aos territórios, mobiliza comunidades, atrai visitantes e estimula a economia.

A visita de António José Seguro começou em Chaves, onde esteve no museu Nadir Afonso, projetado pelo arquiteto Siza Vieira. A cerimónia de entrega do prémio D. Diniz à escritora Djaimilia Pereira de Almeida ocorreu em Vila Real.

O Presidente sublinhou que “o interior não é uma margem de Portugal”, mas sim parte integrante do seu centro histórico, cultural, económico e humano. Ele reiterou que “um país que desvaloriza o interior empobrece-se a si próprio” e que investir no interior fortalece a coesão nacional.

António José Seguro defendeu que Portugal deve transformar esta convicção numa prioridade permanente. Ele apelou à mobilização do Estado, autarquias, universidades e sociedade civil para desenvolver as potencialidades de cada território.

O Presidente enfatizou que “um país mais coeso é um país em que o código postal não determina as possibilidades de cada cidadão”. A sua presença em Trás-os-Montes visa reafirmar a importância de valorizar plenamente o interior do país.

Seguro referiu ainda que os momentos culturais vividos durante o dia estão unidos pela ideia de que “a cultura é uma forma de afirmar a identidade”. Ele destacou que tudo isso acontece em Trás-os-Montes como demonstração de que o talento e a criatividade não estão restritos aos grandes centros urbanos.

Após elogiar a obra da escritora Djaimilia Pereira de Almeida, António José Seguro considerou-a merecedora do prémio na Casa de Mateus. A autora luso-angolana dedicou o prémio ao marido, expressando gratidão pelo seu apoio incondicional ao longo da sua carreira literária.

O prémio D. Diniz conta com um valor de 7.500 euros e tem o apoio da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. O júri é composto por Fernando Pinto do Amaral (presidente), Pedro Mexia e Mário Cláudio.

A diretora delegada da Fundação da Casa de Mateus, Teresa Albuquerque, aproveitou a presença da ministra da Cultura para agradecer a confirmação do protocolo que assegura a continuidade do apoio ministerial ao prémio.

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Miguel Gameiro & Pólo Norte As canções que cruzam gerações

Photo: @copyright

Há canções que deixam de pertencer apenas a quem as escreveu e passam a fazer parte da vida de quem as ouve. Acompanham histórias de amor, momentos marcantes e atravessam gerações. Os Pólo Norte são um dos exemplos mais marcantes desse fenómeno na música portuguesa. Liderada por Miguel Gameiro, a banda marcou a década de 90 e, décadas depois, continua presente na memória e no coração de muitos portugueses. 

O Milénio Stadium esteve à conversa com o músico, que recordou o percurso dos Pólo Norte, a ligação emocional com o público, as mudanças na indústria da música e a nova digressão em formato acústico, que leva a banda a salas e auditórios de todo o país. Quando se fala dos Pólo Norte, é inevitável recordar temas como Grito, Aprender a Ser Feliz, O Teu Nome ou Lisboa. Canções com décadas de existência que continuam a ser cantadas por várias gerações. Qual será, afinal, o segredo para criar músicas capazes de resistir ao tempo? Miguel Gameiro admite não ter uma resposta concreta. Fala, antes, da forma como a banda sempre encarou a música: escrever com amor, compor com verdade, cantar com honestidade e tocar com entrega. É nessa autenticidade que, para o músico, reside a verdadeira magia: quando uma canção ultrapassa o estúdio, chega ao coração de alguém e passa a fazer parte da sua história. 

Saber que uma música esteve presente num casamento, numa história de amor ou num momento importante da vida de alguém é, para qualquer artista, motivo de orgulho. Esse vínculo torna-se particularmente evidente nos concertos, onde não é raro ver pais e filhos a cantar juntos os mesmos refrões. Apesar de os mais jovens terem hoje acesso a uma multiplicidade de novos estilos e tendências, a música transmitida em casa continua a manter vivos os clássicos do pop-rock português. É também essa ligação que ganha uma nova dimensão na atual digressão dos Pólo Norte, num formato mais acústico e intimista. Longe da dimensão dos festivais e das festas populares, os teatros e auditórios permitem uma relação mais próxima entre músicos e público. Há silêncio, escuta e atenção a cada nota. Para Miguel Gameiro, este formato coloca maiores desafios aos músicos, mas proporciona uma troca emocional única. 

Numa sala fechada, cada acorde, cada respiração e cada palavra ganham outra intensidade. É um palco que pode trazer uma maior sensação de vulnerabilidade, sobretudo no início, mas onde a resposta do público acaba por transformar cada concerto numa experiência especial. Muitas vezes, basta ouvir os primeiros acordes para surgirem os aplausos. Ao longo de três décadas de carreira, Miguel Gameiro teve ainda oportunidade de partilhar experiências com alguns dos grandes nomes da música portuguesa, como Jorge Palma e Luís Represas. Dessas relações, guarda aprendizagens que vão muito além da música: a humildade, o respeito pela profissão, o amor pela arte e, sobretudo, a importância de manter a verdade em palco. 

O músico recorda momentos em estúdio e conversas que contribuíram para moldar a sua visão sobre a profissão. Uma certeza permanece: a entrega e o respeito pela música devem estar sempre acima de qualquer sucesso passageiro. Também o panorama atual da indústria é muito diferente daquele que os Pólo Norte encontraram quando começaram, em meados dos anos 90. Naquela época, um álbum tinha tempo para crescer. Havia vários singles, apresentações, concertos e espaço para que as músicas conquistassem gradualmente o público e as rádios.

Hoje, a realidade é marcada pela velocidade das plataformas digitais e das redes sociais. Miguel Gameiro identifica ainda uma maior aposta em projetos a solo, num contexto em que manter uma banda exige tempo, ensaios, cumplicidade e maturidade elementos que nem sempre encontram espaço na indústria atual.

Ainda assim, o músico reconhece e valoriza os projetos da nova geração que continuam a apostar no conceito de banda e na criação coletiva. Afinal, a cumplicidade entre músicos é, para si, uma parte insubstituível daquilo que torna uma banda especial. E quanto ao futuro dos Pólo Norte? Miguel Gameiro garante que já não existe a preocupação de corresponder às exigências do mercado ou da rádio convencional. Se surgirem novas canções, serão feitas sobretudo a pensar em quem acompanha a banda há décadas. Depois de tantos anos de estrada, aquilo que continua a levar Miguel Gameiro ao palco é, afinal, algo simples: uma sala cheia, a energia do público e a possibilidade de deixar uma boa memória em quem está do outro lado. Que cada pessoa saia de um concerto com uma recordação feliz, uma reflexão ou simplesmente um sentimento positivo. É essa a ambição. E assim, entre canções que resistem ao tempo e novas histórias que continuam a nascer em cada concerto, Miguel Gameiro mantém-se fiel à música e ao público. Porque, tal como diz uma das canções mais emblemáticas dos Pólo Norte, a vida é também um caminho contínuo onde todos continuamos a aprender a ser felizes.

Paulo Perdiz/MS

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Dua Lipa: A cantora e os livros

Credito: DR

Quatro meses depois da inauguração, a cantora Dua Lipa conheceu na Livraria Lello a biblioteca de 100 livros que criou em parceria com o Service95 Book Club. A ligação de Dua Lipa à literatura continua este mês em Londres, com vários encontros no London Literature Festival.

A cantora foi reconhecida pelos fãs que se encontravam à porta e parou para tirar fotografias com alguns deles, antes de entrar no espaço que já tinha escolhido como um dos seus destinos de passagem obrigatória. A presença na cidade acontece depois de uma passagem por Milão e quatro meses após a abertura da Manifesto Library, a 27 de junho. Apesar de ter estado envolvida na criação do projeto, Dua Lipa não participou na inauguração, integrada na programação do BABELL – Cidade dos Livros.

A relação com a histórica livraria portuense é especial. Em junho, numa parceria com o Google Maps, a artista incluiu a Lello numa lista de 130 lugares que considera de passagem obrigatória nas suas viagens. A seleção abrangia 47 países e tinha dois espaços portugueses: além da livraria no Porto, a Amor Records, em Lisboa. A Manifesto Library está instalada no novo auditório cultural da Livraria Lello, projetado por Álvaro Siza Vieira. Nas estantes estão 100 obras agrupadas em torno de temas como poder, controlo, voz e memória, entre títulos que foram proibidos ou censurados em diferentes contextos.

MS

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Hipnose clínica: O que a ciência descobre quando espreita para dentro da mente

Credito: DR

Durante muito tempo, falar de hipnose era falar de espetáculo: pêndulos a oscilar, voluntários a fazer figuras em palco, a promessa de alguém capaz de controlar a vontade alheia. Essa imagem ainda persiste no imaginário coletivo, mas está cada vez mais longe do que os investigadores observam nos laboratórios e do que os profissionais de saúde fazem nos consultórios.

À luz da neurociência e das ciências do comportamento, a hipnose clínica tem vindo a ganhar um novo estatuto: o de ferramenta terapêutica credível, assente em mecanismos cerebrais e processos psicológicos que já é possível descrever com algum rigor. Segundo os especialistas, trata-se de um estado natural da mente, marcado por uma atenção intensamente focada, uma maior abertura à sugestão e alterações específicas na atividade do cérebro.

Há um mito que a investigação das últimas décadas tem desmontado com particular insistência: o de que a pessoa hipnotizada perde o controlo. Os estudos indicam precisamente o contrário. Trata-se de um processo ativo, em que o indivíduo se mantém consciente e participa de forma intencional na experiência.

Os exames de neuroimagem ajudam a perceber o que se passa durante o estado hipnótico. Os investigadores observam mudanças na forma como diferentes redes cerebrais comunicam entre si. Isto acontece sobretudo no córtex pré-frontal, ligado à atenção e à tomada de decisões, e na chamada rede de modo padrão (Default Mode Network), associada aos pensamentos sobre nós próprios. Abrange também as áreas responsáveis pela perceção e pela integração dos sentidos.

Na prática, explicam os cientistas, este padrão traduz uma maior facilidade em dirigir a atenção para dentro, deixando em segundo plano o ruído do mundo exterior. É nesse espaço que se torna mais fácil reinterpretar pensamentos e emoções. Por isso, há quem descreva a hipnose como um estado de elevada plasticidade mental.

No centro da hipnose está a sugestão terapêutica. Ao contrário do que se possa pensar, o paciente não a recebe passivamente. A sugestão funciona como um estímulo estruturado, capaz de influenciar a forma como se pensa, se percebe e se reage emocionalmente.

Com a repetição e com a experiência vivida em estado hipnótico, essas sugestões podem contribuir para alterar circuitos neurais. Este fenómeno é conhecido como neuroplasticidade. É aqui que reside, segundo os especialistas, a chave da mudança de comportamento: reformular hábitos, atenuar reações automáticas que prejudicam o dia a dia e desenvolver novas formas de autorregulação.

Aquilo a que antes se chamava, de forma algo vaga, “trabalhar o inconsciente” tem hoje uma explicação mais concreta. Trata-se da ativação de processos neurocognitivos que ajudam a pessoa a reorganizar-se por dentro.

Um travão para a ansiedade

A regulação emocional é um dos campos onde a hipnose tem mostrado resultados mais relevantes, sobretudo em casos de ansiedade, stress e dor crónica. A combinação de foco e sugestão dirigida parece modular a atividade da amígdala, a estrutura cerebral que está no centro das respostas ao medo e ao stress.

Ao mesmo tempo, reforça-se a atividade das regiões ligadas ao controlo executivo. Isso permite responder de forma mais consciente, e menos impulsiva, aos estímulos emocionais. Vivemos num tempo marcado pela sobrecarga e pela estimulação constante, e para muitos profissionais este equilíbrio entre reagir e controlar é essencial à saúde mental.

Os efeitos não ficam pela cabeça. A experiência hipnótica está associada a alterações fisiológicas mensuráveis. O coração abranda, os níveis de cortisol (a hormona do stress) descem e ativa-se o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo repouso e pela recuperação do organismo. A respiração e a concentração interna desempenham aqui um papel importante.

Tal como outras abordagens mente-corpo, a hipnose reforça uma ideia que a ciência tem vindo a consolidar: a relação entre mente e corpo funciona nos dois sentidos. É possível influenciar processos físicos através de mecanismos psicológicos bem estruturados.

Um complemento, não um milagre

Hoje, a hipnose clínica é usada como complemento em várias áreas da saúde. Vai da gestão da dor às perturbações de ansiedade, e passa também pela insónia, pelos comportamentos aditivos e pela preparação para procedimentos médicos.

Os especialistas são, no entanto, claros num ponto: a hipnose não substitui os tratamentos médicos ou psicológicos convencionais. Pode, isso sim, potenciar os seus efeitos, desde que seja aplicada de forma adequada e por profissionais qualificados. Os resultados dependem de vários fatores, como a relação com o terapeuta, a motivação de quem procura ajuda e a consistência da prática.

Longe dos palcos, a hipnose revela-se, afinal, menos como um truque e mais como uma forma de chegar aos recursos que a própria mente já tem.

MS

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INCULTA destaca a palavra, a criação e a participação na sua primeira edição, em Tavira 

A primeira edição da INCULTA – Iniciativa Cultural Álvaro de Campos | Tavira – que contará com a intervenção, entre outros criadores, de Lídia Jorge, afirma-se

O conteúdo INCULTA destaca a palavra, a criação e a participação na sua primeira edição, em Tavira  aparece primeiro em Algarve 7.

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“Presenças”: Artista Belga Verónique Sabban vai a Loulé para primeira Mostra fora do seu país

De 9 de outubro a 21 de novembro, a Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé, apresenta “Presenças”, da artista belga Véronique Sabban, sob curadoria de João Serrão.

A exposição marca a estreia da artista fora da Bélgica e reúne um arco temporal de três décadas de produção (1996–2026), focado na sua contínua e obsessiva investigação em torno do rosto humano.

Entre a pintura e a escultura, a mostra contrapõe o gesto visceral e fluido da pincelada sobre a tela ao processo físico e tátil de peças tridimensionais. Afastando-se da representação figurativa convencional, a artista toma o rosto como um território infinito, em que a matéria e a mancha dão corpo à interioridade e à vulnerabilidade da condição humana.

A exposição inaugura esta sexta-feira, 9 de outubro, às 18h, e pode ser visitada das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00. A entrada é livre.

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Vila do Bispo celebra o Património Cultural Imaterial com iniciativa dedicada à pastorícia

O município de Vila do Bispo associa-se às comemorações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial 2026, promovendo, no próximo dia 17 de outubro, pelas 15h00, a iniciativa ‘Os Pastores do Triângulo Vicentino: documentário & prova de queijo’, no Museu de Vila do Bispo – Celeiro da História.

 O evento integra dois momentos: a exibição do documentário Os Pastores do Triângulo Vicentino, de Patrícia Leal e Vera Abreu, produzido em 2023 pela AVONDE – Associação Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo, e uma prova de queijo de cabra produzido artesanalmente pela Queijaria da Avó Deolinda, em Sagres.

O documentário acompanha o quotidiano de um conjunto de pastores do concelho, cuidadores de ovelhas, cabras e vacas, dando a conhecer a sua relação com os animais, as práticas diárias da atividade pastoril e as transumâncias.

Após a exibição, os participantes terão oportunidade de degustar queijo de cabra produzido por um dos intervenientes no documentário.

Com esta iniciativa, a autarquia pretende valorizar e divulgar o património cultural imaterial associado à pastorícia, dando visibilidade aos saberes e práticas tradicionais que integram a identidade do concelho e promover o encontro entre pastores e público, num momento de partilha de conhecimentos e experiências.

A autarquia salienta que a participação na atividade é gratuita, mediante inscrição prévia até ao dia 11 de outubro, através do e-mail: reservas.museu@cm-viladobispo.pt ou do telemóvel: 927 193 677 (chamada para rede móvel nacional).

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Rita Guapo vem à biblioteca municipal de Silves falar sobre educação e parentalidade consciente

No âmbito do projeto Matéria Prima, o Município de Silves, através do Setor da Juventude, promove no próximo dia 24 de outubro, entre as 10h00 e as 13h00, mais uma sessão do workshop de Educação e Parentalidade Consciente “A adolescência não é um cadilho nem um sarilho”, dinamizado por Rita Guapo.

A Psicóloga Rita Guapo regressa à Biblioteca Municipal de Silves para promover um espaço de reflexão sobre os desafios e as transformações inerentes ao processo de desenvolvimento na adolescência. A sessão irá abordar a importância de compreender o comportamento dos jovens, incentivando uma comunicação familiar mais significativa, assente em relações positivas e de maior conexão.

Partindo do princípio de que não existem fórmulas universais na missão de educar, este workshop convida pais, educadores e profissionais a aprofundar o seu conhecimento sobre as vivências e o sentir dos adolescentes, reconhecendo também o potencial desta fase de desenvolvimento.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia obrigatória até ao dia 21 de outubro, através do link https://forms.gle/NkgvMFBdQimxdUUy7 . As vagas são limitadas.

Para mais informações, os interessados poderão contactar o Setor de Juventude da Câmara Municipal de Silves através dos telefones 282 440 800 ou 910 118 277, ou ainda pelo endereço de correio eletrónico juventude@cm-silves.pt.

Garanta já a sua inscrição!

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Vila do Bispo celebra o Património Cultural Imaterial com iniciativa dedicada à pastorícia

O município de Vila do Bispo associa-se às comemorações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial 2026, promovendo, no próximo dia 17 de outubro, pelas 15h00, a iniciativa “Os Pastores do Triângulo Vicentino: documentário & prova de queijo”, no Museu de Vila do Bispo -Celeiro da História.

 O evento integra dois momentos: a exibição do documentário Os Pastores do Triângulo Vicentino, de Patrícia Leal e Vera Abreu, produzido em 2023 pela AVONDE – Associação Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo, e uma prova de queijo de cabra produzido artesanalmente pela Queijaria da Avó Deolinda, em Sagres.

O documentário acompanha o quotidiano de um conjunto de pastores do concelho, cuidadores de ovelhas, cabras e vacas, dando a conhecer a sua relação com os animais, as práticas diárias da atividade pastoril e as transumâncias.

Após a exibição, os participantes terão oportunidade de degustar queijo de cabra produzido por um dos intervenientes no documentário.

Com esta iniciativa, a autarquia pretende valorizar e divulgar o património cultural imaterial associado à pastorícia, dando visibilidade aos saberes e práticas tradicionais que integram a identidade do concelho e promover o encontro entre pastores e público, num momento de partilha de conhecimentos e experiências.

A participação na atividade é gratuita, mediante inscrição prévia até ao dia 11 de outubro, através do e-mail reservas.museu@cm-viladobispo.pt ou do telemóvel: 927 193 677 (chamada para rede móvel nacional).

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