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Feira com mais de 500 anos está de volta a Vila Verde

22 October 2026 at 11:59

As centenárias Feiras Novas da Vila de Pico de Regalados, em Vila Verde, estão de volta entre sexta-feira e domingo.

O Largo da Feira volta a ser ponto de encontro para três dias de “celebração das tradições, dos costumes e da identidade local”.

Com mais de 500 anos de história, o certame teve na sua génese a feira franca e as trocas de gado. Segundo a autarquia, séculos depois, “mantém viva essa essência, preservando atividades tradicionais que continuam a marcar a identidade da comunidade, a par de um programa diversificado que atrai anualmente milhares de visitantes à freguesia”.

O programa arranca na sexta-feira, às 21:00, com a abertura oficial e a atuação dos Rusgas.

Feira com mais de 500 anos está de volta a Vila Verde
Imagem: DR

No sábado, a tradição assume especial destaque com a Feira Franca, o Concurso de Gado e a Corrida de Cavalos, manifestações que evocam a forte ligação do território à atividade agrícola e pecuária. À noite, a animação prossegue com um espetáculo equestre, cantares ao desafio e música popular portuguesa, com Daniel Sousa e Valter S. Martinho.

No domingo, a programação começa com um passeio de BTT pelas Terras de Regalados, seguindo-se a Missa das Colheitas. Durante a tarde, o Festival Folclórico reúne o Rancho Infantil e Juvenil de Pico de Regalados e o Rancho das Tradições, num momento dedicado à música, à dança e à preservação da cultura popular.

Integradas na programação “Na Rota das Colheitas 2026”, promovida pelo Município de Vila Verde, as Feiras Novas são organizadas pela ACRDSS Pico de Regalados, em colaboração com a União das Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós.

A iniciativa reforça a “valorização das tradições, dos produtos e dos saberes locais, contribuindo para manter viva a memória coletiva e para dinamizar o território através de uma programação que cruza património, ruralidade, cultura popular e convívio entre gerações”.

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“Vai haver pouca castanha”: Produtores apontam para quebra de produção em Valpaços

22 October 2026 at 11:58

Produtores de castanha falam de uma antecipação da campanha e uma quebra de produção na zona da Padrela, no concelho de Valpaços, devido ao calor e à seca, mas garantem uma boa qualidade do fruto.

Pelos soutos da serra da Padrela espalham-se trabalhadores que, por estes dias, apanham a castanha, a principal fonte de rendimento deste território do distrito de Vila Real.

Artur Esteves, 62 anos, vive em Cabanas, aldeia da União de freguesias de Carrazedo de Montenegro e Curros, onde tem cerca de 80 hectares de castanheiros e de 8.000 árvores de onde prevê colher à volta de 50 a 60 toneladas de castanha.

“Este é um ano fraco, vai haver pouca castanha. A qualidade é boa e o calibre é muito melhor do que no ano passado. Este ano conto colher 50% a 60% do ano anterior”, afirmou à agência Lusa.

A apanha começou também uns dias mais cedo, como aconteceu com a grande parte das colheitas em 2026, desde a uva à azeitona.

“Já colhi 122 toneladas em 2019 e de lá para cá nunca mais lá cheguei. No ano passado colhi à volta de 100 e este ano prevejo lá para as 50, 60 toneladas, mas a gente está a começar a apanha”, apontou.

Esta ainda é, na sua opinião, uma atividade que rende, mas cada vez menos.

“Está tudo muito mais caro, a castanha mantém-se no mesmo preço ou ainda menos (…) A mão de obra é cara, os adubos também, está tudo caríssimo”, frisou, lembrando ainda que a árvore é sensível a doenças, como o cancro e a tinta, que tem secado muitos castanheiros, e que a vespa-das-galhas-do-castanheiro também tem prejudicado a atividade.

É um agricultor orgulhoso dos soutos e do fruto, ao qual se dedica desde a década de 80 com a ajuda da mulher e de dois filhos, a tempo inteiro. “É todos os dias nos castanheiros”, realçou.

Nos seus soutos estão a trabalhar 26 pessoas e espera o reforço de mais duas, entre familiares, residentes em aldeias vizinhas e uma equipa proveniente da Régua, prevendo que a apanha se estenda por 25 dias.

“Até agora tenho conseguido arranjar mão de obra, vamos ver no futuro”, afirmou.

A filha Alexandra Esteves, 31 anos, trabalha num hotel em Chaves e tira três semanas de férias, nesta altura, para a apanha da castanha.

“Venho ajudar os meus pais, sempre que posso venho. É um trabalho duro, mas já estamos habituados, já fazemos isto desde sempre, crescemos aqui e fomos habituados a isto”, referiu.

José Sousa, 61 anos, e Armanda Sousa, 60 anos, são de Tazém, União das Freguesias de Padrela e Tazém, e estão a fazer a apanha sozinhos.

“Este ano nem a máquina ligámos”, afirmou José Sousa, que explicou que a “produção é pouca” por causa da seca e do calor, prevendo colher “só um terço” da produção do ano passado.

A máquina é a da apanha da castanha. O produtor garantiu que a qualidade “é boa, só que é pouca”.

“Podemos fazer muito, mas se o tempo não ajudar (…) A nossa produção é muito menos”, afirmou a mulher, que explicou que os castanheiros têm ouriços, mas que há ouriços que não têm castanhas.

O calor do verão prolongou-se e choveu pouco.

“Desde 2018 para cá, a produção tem vindo sempre a mingar. A gente tem mais plantação, mas tem vindo sempre a mingar porque seca muito castanheiro com a doença da tinta, o cancro e a vespa, é tudo”, referiu Armanda Sousa.

A agricultora realçou também os custos de produção cada vez mais caros, como o combustível, os adubos, tratamentos e a mão de obra. Até agora, acrescentou, o escoamento do fruto tem estado garantido.

Começou a apanha há cerca de uma semana, 10 dias mais cedo do que no ano passado.

“A castanha era em novembro e agora já se faz metade da campanha em outubro”, sublinhou.

Junto à aldeia da Padrela, o empresário agrícola Nicolas Gonçalves, 38 anos, apanha a castanha para um produtor local.

A equipa é de cinco pessoas e vem de Murça. Aproveita o intervalo depois da vindima e antes do começo da apanha da azeitona, no seu caso a 02 de novembro, para dar uma mão à colheita da castanha.

“Este ano começou tudo mais cedo, podemos falar de vindimas, a castanha e a azeitona. A castanha no ano passado começou a 28 de outubro e, se calhar, vamos fechar ao final do mês e já não há castanha”, referiu o empreiteiro, que disse terem começado a apanha há uma semana.

Do que tem observado, antevê também uma quebra de produção de castanha e classificou a falta de mão de obra como um grande problema em Portugal.

“Não há, as pessoas não querem trabalhar (…) Na área da agricultura não falta trabalho”, frisou.

A Câmara de Valpaços alertou para a presença da vespa asiática (vespa velutina) e recomendou a cuidados redobrados durante a apanha da castanha e da azeitona.

Para segurança dos trabalhadores, aconselhou a que se verifiquem as árvores e a vegetação antes de iniciar a atividade, a um especial cuidado durante a varejadura, a poda e a utilização de máquinas agrícolas e ao contacto com as entidades competentes.

É na serra da Padrela que se situa a maior mancha de castanha judia da Europa e são 18 as localidades do concelho que fazem parte da DOP “Castanha da Padrela”.

A Feira da Castanha Judia – Castmonte 2026 realiza-se de 06 a 08 de novembro.

Una sola actriz interpreta la historia de Europa del siglo XX a través de una familia, en ‘Thésée, sa vie nouvelle,’

22 October 2026 at 11:14
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El creador teatral Guy Cassiers lleva al escenario Thésée, sa vie nouvelle, a partir de la novela de Camille de Toledo, con la complicidad de la actriz y codirectora Valérie Dréville, que interpreta a una decena de personajes y actúa entre cinco cámaras de vídeo. 

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Rádio MEC transmite ao vivo concerto da Orquestra Filarmônica de Goiás

22 October 2026 at 11:02

Logo Agência Brasil

O novo concerto da temporada 2026 da Orquestra Filarmônica de Goiás é atração da Rádio MEC nesta quinta-feira (22), ao vivo, às 20h. Conduzido pelo maestro  Neil Thomson, diretor artístico da Filarmônica, e pelo regente convidado Jean Louis Steuerman, o espetáculo inédito da série “Natureza e Sons” ocorre no Teatro Rio Vermelho, em Goiânia.

Como solistas, o concerto terá a participação de dois convidados de destaque no cenário erudito: o maestro e pianista Jean Louis Steuerman e o violinista Carmelo de Los Santos. O repertório escolhido transita por diferentes períodos históricos da música clássica.

Notícias relacionadas:

Apresentado por Pedro Pontes na Rádio MEC, o programa começa com o “Concerto para Piano nº 7”, de Johann Sebastian Bach, obra do período barroco originalmente composta para cravo e cordas. Depois, será apresentado o “Concerto para Violino e Orquestra”, do compositor brasileiro Ronaldo Miranda, peça contemporânea que explora novas sonoridades orquestrais. O repertório inclui ainda a “Sinfonia nº 4, Op. 98”, de Johannes Brahms, uma das principais obras do período romântico.

Com o tema “Natureza e Sons”, a temporada de 2026 da Orquestra Filarmônica de Goiás explora a vitalidade da natureza e como ela inspirou composições de diversas gerações e escolas musicais ao redor do mundo. As apresentações levam o público a se conectar com a humanidade e com o meio ambiente.

Sobre a orquestra 

Fundada em 2012, a Orquestra Filarmônica de Goiás é conhecida por sua versatilidade e excelência artística. Foi criada como instrumento de difusão de obras musicais, escritas especificamente para orquestra de câmara, formada por músicos da antiga Orquestra de Câmara Goyazes.

O grupo tem se destacado em apresentações tanto no Brasil quanto no exterior, sob o comando do britânico Neil Thomson, com um repertório que abrange desde o barroco até a música contemporânea. Seus projetos de gravação revelam um olhar diferente para o repertório, em especial o nacional: depois de gravar peças pouco ouvidas de Guerra-Peixe, a filarmônica se dedicou ao registro integral das sinfonias de Claudio Santoro.

Sobre a Rádio MEC

Conhecida de norte a sul do país como "A Rádio de Música Clássica do Brasil", a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

Raquel Tavares regressa ao fado com concerto no Teatro Municipal de Tavira

22 October 2026 at 10:50

O Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, recebe a cantora Raquel Tavares no próximo dia 31 de outubro, às 21:30, para um concerto que marca o seu regresso ao fado, após um período de afastamento da carreira musical durante o qual se dedicou a projetos nas áreas da comunicação e da representação.

A fadista, que está atualmente a preparar um novo álbum, apresenta em Tavira o seu mais recente trabalho artístico, dando continuidade ao regresso aos palcos iniciado em 2023 e consolidado com uma nova temporada de concertos em Portugal e no estrangeiro.

O espetáculo assinala uma nova etapa no percurso de uma intérprete distinguida com o Prémio Amália Rodrigues e um Globo de Ouro, cuja carreira inclui vários discos e atuações internacionais.

Regresso ao fado depois de uma pausa na carreira musical

Raquel Tavares começou a cantar aos sete anos e construiu um percurso artístico marcado pela ligação ao fado, género musical que voltou a assumir um papel central na sua atividade.

Em 2006, lançou o álbum de estreia, intitulado Raquel Tavares, que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues na categoria de “Revelação Feminina”.

Dois anos depois, editou Bairro (2008), um trabalho que recebeu uma receção positiva por parte da crítica e do público.

Em 2016, apresentou o álbum Raquel, do qual faz parte o tema “Meu Amor de Longe”, que ultrapassou os 14 milhões de visualizações no YouTube.

No ano seguinte, lançou Roberto Carlos por Raquel Tavares, um disco dedicado ao repertório do cantor brasileiro, que alcançou o galardão de platina poucos meses depois da edição.

Este trabalho valeu-lhe também um Globo de Ouro na categoria de “Melhor Intérprete”, em 2017.

Cantora retomou os palcos internacionais em 2023

Depois de uma pausa na carreira musical, durante a qual explorou novas experiências profissionais na comunicação e na representação, Raquel Tavares decidiu regressar à música.

O reencontro com os palcos aconteceu em 2023, quando aceitou participar no Festival Internacional de Fado, apresentando-se em Madrid, Barcelona e Sevilha.

A intérprete já tinha participado em edições anteriores deste festival, ao lado de nomes como Carlos do Carmo e Camané, entre outros artistas ligados ao fado.

Em 2025, retomou um ritmo mais regular de concertos, realizando espetáculos em Portugal e uma digressão pela América Latina.

Atualmente, a cantora encontra-se a preparar um novo álbum, num regresso à expressão musical que marcou grande parte do seu percurso artístico.

Bilhetes disponíveis para concerto em Tavira

O concerto de Raquel Tavares está marcado para sábado, 31 de outubro, às 21:30, no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira.

Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do teatro e através da plataforma BOL.

A programação completa do Teatro Municipal António Pinheiro pode ser consultada aqui.

Leia também: Moncarapacho inaugura Casa do Colecionador com mais de 260 bengalas e obras de arte

El festival Feroe cancela su segunda edición por la poca venta de entradas

22 October 2026 at 10:44
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La difícil empresa de trabajar a la contra del sector se ha llevado por delante al Feroe, el festival nacido el pasado año con la intención de ofrecer una alternativa a las propuestas masivas ofreciendo artistas selectos en un espacio para disfrutar de la música con tranquilidad. Este miércoles, la organización ha difundido un comunicado donde anuncia la suspensión del evento, programado para el próximo 13 de noviembre en el Poble Espanyol con las actuaciones de St. Paul & The Broken Bones, Beth Orton y Tiwayo.

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Teatro Municipal de Tavira recebe Raquel Tavares após regresso aos palcos

22 October 2026 at 10:25

Raquel Tavares apresenta o seu trabalho mais recente em Tavira, numa fase em que prepara um novo álbum. O concerto realiza-se no Teatro Municipal António Pinheiro, a 31 de outubro.

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La editorial canadiense de Thélyson Orélien rompe su contrato tras detectar IA en su novela

22 October 2026 at 10:21

La editorial canadiense Les Éditions du Boréal reconoció este miércoles que el escritor haitiano-canadiense Thélyson Orélien utilizó inteligencia artificial (IA) en la novela "C’était ça ou mourir" y anunció la ruptura de su relación profesional con el autor. La editorial señaló en un comunicado distribuido a medios canadienses que "nuevos elementos, confirmados en los últimos días", indican que la IA fue utilizada durante la elaboración del libro, pese a que Orélien había asegurado "en varias ocasiones" a la editorial que nunca la había empleado para crear la novela.

Boréal explicó que, ante las acusaciones que rodean al escritor desde septiembre, reunió todas las versiones de trabajo de la obra y encargó un análisis externo en profundidad cuyos resultados, recibidos esta semana, detectaron "rastros de marcadores de IA en los metadatos de algunos documentos". También reconoció que desconoce hasta qué punto se utilizó la tecnología y que probablemente nunca podrá establecerlo de forma definitiva, pero afirmó que el elemento determinante para su decisión es la ruptura de la confianza entre autor y editor.

"Estuvimos confiando en Thélyson Orélien, que nos aseguraba que nunca había recurrido a ella. Esa afirmación ha quedado hoy desmentida", declaró la compañía, que añadió que en esas circunstancias no puede continuar la relación profesional. La editorial tampoco reimprimirá "C’était ça ou mourir" ("Era esto o morir") ni publicará futuras obras del escritor.

La decisión supone un giro radical respecto a la posición mantenida por Boréal hasta hace pocos días, cuando había optado por mantener la novela a la venta al considerar que no existían pruebas irrefutables del empleo de IA, aunque reconocía que las revelaciones sobre antiguos casos de plagio arrojaban dudas sobre la trayectoria de Orélien. La polémica comenzó en septiembre después de que una cuenta anónima en X señalara que numerosos pasajes de la novela habían sido supuestamente generados mediante inteligencia artificial.

"C’était ça ou mourir", que había logrado un notable éxito comercial en Francia y Canadá, figuraba entre las dieciséis obras de la primera selección del prestigioso premio Goncourt hasta que el 25 de septiembre la Academia Goncourt la retiró al considerar que "con toda probabilidad" era "en gran medida el producto de una inteligencia artificial".

El pasado 13 de octubre, Orélien respondió públicamente a las acusaciones con una extensa declaración difundida por Boréal en la que calificó de "calumnia y herejía" afirmar que su novela había sido escrita por IA y sostuvo que ninguna frase, ni la estructura ni el sentido de la obra habían sido creados por una máquina. El escritor sí admitió entonces antiguos episodios de plagio, que atribuyó a su juventud e inexperiencia, y pidió disculpas "sin reservas".

Sin embargo, la controversia se agravó esta semana después de que el periódico canadiense "Le Devoir" revelase un caso mucho más reciente: un artículo publicado en 2023 en "ErraMagazine", una plataforma creada por Orélien, presentaba similitudes sustanciales con un reportaje que el diario había realizado días antes en Tapachula (México), incluidas fuentes, estadísticas, estructura narrativa e incluso detalles observados sobre el terreno.

Ese hallazgo cuestionó la explicación del escritor de que sus plagios se limitaban a "errores de juventud". "Le Devoir" señaló además que el coautor del texto de "ErraMagazine", el mexicano Alejandro Soto Torres, "no tiene otra publicación identificable" según su investigación. El periódico añadió que la fotografía de Soto Torres en "ErraMagazine" sugiere que ha sido generada o retocada "por una IA".

Orélien, nacido en Gonaïves (Haití) en 1988 y residente en Ottawa, había defendido que comenzó a escribir "C’était ça ou mourir" en 2017 y que ya tenía un primer borrador de más de trescientas páginas en 2019.

© Grasset

Thélyson Orélien

La Generación del 27, en el centro de la 18ª edición del Festival Eñe

22 October 2026 at 10:17
El periodista y escritor Jesús Ruíz Mantilla, durante una lectura de poesía en la presentación de la 18ª edición del Festival Eñe, en el Café Gijón de Madrid.

La generación del 27 está en el centro de los acontecimientos culturales de España, por la antesala de su centenario, y es uno de los ejes de la 18ª edición del Festival Eñe, que del 4 al 25 de noviembre celebrará en Madrid la literatura y la creación artística, con énfasis en la poesía, en aquella camada de artistas de 1927 y en la cultura de Polonia, el país invitado. El certamen también tendrá presencia en Málaga del 21 al 30 de noviembre.

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Cantora indiana Medha Basu atua no Ginásio Clube de Faro

22 October 2026 at 10:06

O espetáculo de música e dança indianas realiza-se no sábado, 24 de outubro, às 18h00, com percussão e dança. A entrada custa cinco euros.

O conteúdo Cantora indiana Medha Basu atua no Ginásio Clube de Faro aparece primeiro em Barlavento.

Arthur Harari: "Um filme ganha vida quando nos escapa"

22 October 2026 at 10:05
Entrevista com o cineasta francês sobre "A Desconhecida", que se estreia agora em Portugal. Uma obra que não procura tranquilizar o espectador nem esclarecer todas as suas dúvidas. 

© Getty Images for IMDb

Arthur Harari, sobre “A Desconhecida”: “Precisava de dar ao filme uma identidade própria, mesmo sem saber ainda exactamente o que ele viria a ser”

La Ópera de Calgary echa de su papel en 'Tosca' al barítono Gabriel Sánchez Ortega por mostrar una bandera palestina

22 October 2026 at 09:54
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El bajo-barítono Gabriel Sánchez Ortega ha perdido el papel que representaba en la ópera Tosca tras mostrar una bandera palestina al acabar la representación del pasado viernes, el día del estreno de la obra. 

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Publicados desde 1969, Anais do Município de Faro chegam ao 48.º volume

22 October 2026 at 09:57

Reitora da UAlg Alexandra Teodósio apresenta a edição de 2026 na Biblioteca Municipal de Faro, a 31 de outubro, às 15h30. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

O conteúdo Publicados desde 1969, Anais do Município de Faro chegam ao 48.º volume aparece primeiro em Barlavento.

"A Caça ao Estripador de Lisboa" chega ao teatro imersivo

22 October 2026 at 09:49
A jornalista Tânia Pereirinha e o encenador Simão Biernat revelam os bastidores da transformação do podcast plus do Observador numa peça de teatro que convida o público a entrar na história.

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