❌

Reading view

ULS Algarve promove conferência sobre ‘Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública’

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve realiza no próximo dia 14 de outubro, no auditório da Polícia Judiciária, em Faro, a conferência ‘Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública – Território, Decisão e Governação das Organizações’.

De acordo com a organização, “a crescente complexidade dos sistemas públicos de saúde, associada a exigências acrescidas de transparência, integridade, eficiência e prestação de contas, torna indispensável o reforço contínuo das competências institucionais em matéria de Governança, Controlo Interno, Gestão de Risco e Integridade”.

No contexto do Serviço Nacional de Saúde e da Administração Pública em geral, a Gestão do Risco assume um papel estratégico enquanto instrumento de apoio à decisão, de prevenção de irregularidades, de mitigação de riscos operacionais, financeiros, reputacionais e de conformidade, bem como de promoção de uma cultura organizacional orientada para a integridade e a melhoria contínua.

Esta conferência enquadra-se na necessidade de promover uma abordagem integrada e transversal da Gestão do Risco; reforçar a articulação entre áreas como Auditoria, Compliance, Qualidade, Sistemas de Informação, Inteligência Artificial e Gestão, sensibilizar dirigentes, chefias e trabalhadores para o seu papel ativo na identificação, avaliação e tratamento dos riscos, bem como fomentar a partilha de boas práticas e experiências entre entidades do SNS e da Administração Pública e Local.

Esta iniciativa pretende afirmar a Unidade Local de Saúde o Algarve como entidade promotora de boas práticas de governação, risco e integridade, reforçando simultaneamente a sua projeção institucional a nível regional e nacional. Para aceder ao programa clique aqui.

  •  

Câmara Municipal de Faro constitui Comissão Consultiva do projeto Alameda 21

Comissão reúne entidades públicas e especialistas em diversas áreas já reuniu nos dias 8 e 9 de outubro

A Câmara Municipal de Faro constituiu uma Comissão Consultiva do projeto Alameda 21, uma intervenção prevista para a área contígua à Ribeira das Lavadeiras, na Quinta da Penha, com o objetivo de criar um novo espaço de fruição pública, valorizando as características ambientais e paisagísticas daquele território.

Esta Comissão – que integra personalidades e entidades com conhecimento e experiência relevantes em intervenções de natureza semelhante, nomeadamente representantes da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Arquitetos e da Universidade do Algarve – já teve as suas primeiras reuniões nos passados dias 8 e 9 de outubro.

Este local, atualmente ocupado por um pomar, apresenta características ambientais e territoriais particularmente relevantes, encontrando-se abrangido pela Reserva Agrícola Nacional (RAN) e pela Reserva Ecológica Nacional (REN), designadamente em função da presença da linha de água.

A intenção do Município é que o futuro Alameda 21 possa constituir-se como uma área verde e de lazer de utilização pública, proporcionando novas condições de usufruto à população e podendo integrar espaços e equipamentos de apoio à atividade física e desportiva, sempre numa perspetiva de valorização ambiental, paisagística e de qualificação do espaço público.

Tendo em consideração a importância e a sensibilidade do local, bem como a necessidade de assegurar uma abordagem multidisciplinar desde as primeiras fases de desenvolvimento do projeto, a Autarquia decidiu criar esta Comissão Consultiva para este projeto.

A Comissão conta igualmente com a participação das entidades públicas com responsabilidades e competências relevantes para a área de intervenção, designadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o Instituto da Conservação da Natureza (ICNF), e a FAGAR, entre outras entidades que venham a revelar-se pertinentes no desenvolvimento do projeto.

A criação desta estrutura pretende promover uma reflexão conjunta e interdisciplinar, permitindo incorporar, desde uma fase inicial, diferentes contributos técnicos e institucionais e assegurar uma adequada articulação com os instrumentos de gestão territorial, as condicionantes ambientais e as infraestruturas existentes.

Através da Comissão Consultiva, o Município pretende que o Projeto Alameda 21 seja desenvolvido com base numa visão integrada, valorizando o património natural existente e procurando compatibilizar a proteção ambiental com a criação de novas oportunidades de fruição pública.

A participação de especialistas, instituições académicas, ordens profissionais e entidades públicas permitirá contribuir para a definição dos princípios orientadores do projeto, promovendo uma solução tecnicamente fundamentada, ambientalmente responsável e adequada às necessidades atuais e futuras da cidade.

O Alameda 21 pretende, assim, afirmar-se como uma oportunidade para reforçar a oferta de espaços verdes e de lazer em Faro, criando um novo espaço de encontro, recreio e atividade ao ar livre e contribuindo simultaneamente para a valorização ambiental e paisagística da zona da Quinta da Penha.

O Município dará continuidade ao desenvolvimento do projeto através de um processo de reflexão e articulação com os diferentes parceiros, procurando que a futura intervenção resulte de uma visão partilhada, qualificada e integrada para este território.

  •  

APPC Faro recebe encontro ibérico sobre residências para pessoas com paralisia cerebral

Participantes de 11 instituições de Portugal e Espanha juntam-se à associação anfitriã entre 14 e 16 de outubro. O programa inclui uma visita a Odemira.

O conteúdo APPC Faro recebe encontro ibérico sobre residências para pessoas com paralisia cerebral aparece primeiro em Barlavento.

  •  

ULS do Algarve promove conferência sobre gestão do risco no SNS e na administração pública

O encontro realiza-se no auditório da Polícia Judiciária (PJ), em Faro, no dia 14 de outubro. O programa aborda cibersegurança, segurança do doente, fraude, corrupção e inteligência artificial.

O conteúdo ULS do Algarve promove conferência sobre gestão do risco no SNS e na administração pública aparece primeiro em Barlavento.

  •  

Alameda 21: Faro cria comissão para projetar área verde e de lazer na Quinta da Penha

A Câmara de Faro constituiu uma comissão consultiva para o Alameda 21. O projeto pretende criar uma área verde e de lazer junto à Ribeira das Lavadeiras, num terreno abrangido pelas reservas agrícola e ecológica nacionais.

O conteúdo Alameda 21: Faro cria comissão para projetar área verde e de lazer na Quinta da Penha aparece primeiro em Barlavento.

  •  

PJ apreende três toneladas de cocaína em operação conjunta a sul de Faro

A operação Mare Nostrum permite à PJ apreender cerca de três toneladas de cocaína a sul de Faro. A investigação visa um grupo dedicado ao tráfico de droga para a Europa.

O conteúdo PJ apreende três toneladas de cocaína em operação conjunta a sul de Faro aparece primeiro em Barlavento.

  •  

Município de Faro assinala Dia Internacional do Idoso com passeio de barco pela Ria Formosa

A iniciativa reuniu cerca de uma centena de participantes numa manhã dedicada ao convívio, ao lazer e à descoberta do património natural do concelho

O Município de Faro assinalou, no dia 1 de outubro, o Dia Internacional do Idoso com a realização de um passeio de barco pela Ria Formosa, que contou com a participação de cerca de uma centena de munícipes. Promovida no âmbito do Programa Faro Sénior, a iniciativa proporcionou uma manhã dedicada ao convívio, ao lazer e ao contacto com o património natural do concelho. Ao longo do percurso navegável, os participantes tiveram oportunidade de apreciar as paisagens da Ria Formosa e de desfrutar de momentos de descontração e partilha, assinalando-se, assim, esta data, através da quebra de rotinas e do incentivo à socialização entre a população idosa.

Este tipo de ação assume um papel relevante na promoção de um envelhecimento ativo e saudável, procurando o Município de Faro desenvolver respostas que contribuam para a qualidade de vida e para o bem-estar físico e psicológico desta população. A elevada adesão, traduzida na presença de cerca de 100 participantes, demonstra o interesse da população sénior do concelho por atividades diversificadas, realizadas fora dos contextos habituais. Reforça, também, a importância de manter uma programação municipal ajustada aos interesses, às necessidades e às expectativas deste público. Com a organização deste passeio, o Município de Faro reafirma o seu compromisso com a dinamização de programas gratuitos destinados aos munícipes com 65 ou mais anos, residentes no concelho, promovendo a participação social, combatendo o isolamento e valorizando o papel da população sénior na comunidade.

Quem desejar mais informações sobre as atividades destinadas a sénior, poderá contactar os técnicos do Programa Faro Sénior, ligados à Unidade de Saúde e Cooperação do Município, através do email idosos@cm-faro.pt ou do telefone 289 870 869.

  •  

Polícia Marítima intervém após ocupação de habitação municipal na ilha da Culatra

Os elementos dos Comandos Locais de Olhão e de Faro, em articulação com a Polícia Municipal de Faro, intervieram este sábado, 10 de outubro, perante a ocupação indevida de uma habitação pertencente ao Município de Faro, localizada no núcleo do Farol, na ilha da Culatra, informa em comunicado a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Na sequência de um alerta recebido pelas 15h00, através de um popular que se encontrava nas proximidades, os elementos da Polícia Marítima deslocaram-se ao local, com a Polícia Municipal de Faro, onde identificaram seis pessoas de nacionalidade estrangeira que se encontravam a ocupar, indevidamente, a habitação. A AMN adianta que os indivíduos foram informados de que não podiam ocupar o imóvel municipal, tendo procedido à desocupação voluntária da mesma.

  •  

Aumentar salários não chega: é preciso devolver poder de compra aos portugueses

Portugal enfrenta uma realidade económica que merece uma reflexão séria: apesar dos aumentos salariais anunciados ao longo dos últimos anos, muitas famílias continuam a sentir enormes dificuldades em fazer face às despesas mensais. Para milhares de trabalhadores, receber mais ao final do mês não significa necessariamente viver melhor.

O problema está na diferença entre aquilo que aparece no recibo de vencimento e aquilo que efetivamente sobra depois de pagar a renda da casa, a alimentação, a eletricidade, a água, os transportes, os seguros e os impostos. É nesta diferença que reside uma das maiores preocupações da sociedade portuguesa: a dificuldade crescente em transformar o trabalho numa verdadeira garantia de estabilidade financeira.

Não basta aumentar os salários se o custo de vida continuar a absorver os rendimentos das famílias

Os aumentos salariais são importantes e necessários. Contudo, não podem ser apresentados como uma solução isolada, nem utilizados como único indicador da melhoria das condições de vida dos portugueses.

Quando o salário aumenta, mas as despesas essenciais acompanham essa subida, o resultado pode ser uma melhoria praticamente impercetível no orçamento familiar.

A questão fundamental é simples: o que interessa não é apenas quanto ganha um trabalhador, mas aquilo que consegue fazer com o dinheiro que recebe.

O peso dos impostos sobre quem trabalha

Uma política económica centrada nas pessoas deve começar por reconhecer o valor do trabalho. Quem trabalha a tempo inteiro, cumpre os seus deveres e contribui para o funcionamento do país deve ter condições para viver com dignidade, constituir poupanças e preparar o futuro.

É por isso que o aumento dos salários deve ser acompanhado por uma redução responsável da carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho, em particular nos escalões baixos e intermédios. Não faz sentido promover aumentos salariais sem avaliar quanto desse esforço chega efetivamente ao bolso dos trabalhadores.

O objetivo deve ser claro: permitir que os portugueses conservem uma parcela maior do rendimento que conquistam com o seu trabalho.

Esta redução fiscal deve ser acompanhada por uma gestão eficiente dos recursos públicos, pela avaliação da despesa do Estado e pelo combate ao desperdício. Aliviar os impostos não pode significar ignorar a sustentabilidade das contas públicas, mas também não pode continuar a ser tratado como uma questão secundária para quem vive com um orçamento limitado.

O trabalho deve compensar, e o esforço de quem produz riqueza tem de se traduzir numa melhoria concreta das condições de vida.

A habitação tornou-se um dos maiores obstáculos à estabilidade financeira

A crise da habitação é outro dos fatores que mais contribuem para a pressão sobre os rendimentos das famílias. Em diversas regiões do país, o valor das rendas e dos imóveis afastou-se da capacidade financeira de muitos trabalhadores, incluindo aqueles que têm emprego estável.

Para um jovem que pretende sair de casa dos pais, para um casal que deseja constituir família ou para um trabalhador que procura viver perto do seu local de trabalho, encontrar uma habitação a um preço comportável tornou-se um desafio cada vez maior.

Quando uma parte excessiva do salário é destinada à renda ou à prestação da casa, ficam comprometidas outras necessidades fundamentais. Poupar torna-se difícil, enfrentar uma despesa inesperada pode representar um problema grave e o recurso ao crédito pode transformar-se numa solução de recurso para despesas correntes.

Não podemos normalizar uma realidade em que trabalhar não chega para garantir o acesso a uma habitação digna. É necessário travar a escalada dos preços através de uma resposta estrutural: aumentar a oferta de habitação, simplificar e acelerar os processos de licenciamento, disponibilizar terrenos, recuperar imóveis devolutos e criar condições para construir a custos mais comportáveis.

Devem igualmente ser avaliadas medidas proporcionais que reduzam os comportamentos especulativos e promovam uma utilização mais eficiente do património habitacional, sem desincentivar a construção, o arrendamento ou o investimento necessário para aumentar a oferta.

A solução não passa por procurar culpados de forma indiscriminada, mas por corrigir os desequilíbrios que impedem o mercado de responder às necessidades reais da população.

Combater a inflação e recuperar o poder de compra

A inflação representa outro desafio, sobretudo quando incide sobre despesas das quais as famílias não podem prescindir. A alimentação, a energia e os transportes ocupam uma parcela significativa dos orçamentos familiares, pelo que qualquer aumento persistente nestes custos reduz a margem financeira disponível. É importante, contudo, distinguir a inflação geral da evolução dos preços da habitação. São fenómenos relacionados com o custo de vida, mas que exigem respostas diferentes.

No combate à inflação, o país deve promover a concorrência, a produtividade e o funcionamento eficiente dos mercados, avaliando medidas temporárias e devidamente fundamentadas quando os aumentos dos bens essenciais colocam em causa as condições de vida das famílias mais vulneráveis.

Na habitação, é necessário atuar sobre a oferta, os custos de construção, o licenciamento e os desequilíbrios entre os preços praticados e a capacidade financeira dos agregados familiares. Os aumentos salariais devem, por isso, ser avaliados em função da evolução do poder de compra real, e não apenas pelo número de euros acrescentados ao vencimento.

Uma economia que permita viver, e não apenas sobreviver

Portugal precisa de uma estratégia económica que articule três objetivos fundamentais: salários dignos, impostos mais baixos sobre o trabalho e habitação acessível.

Estas medidas devem ser acompanhadas pelo crescimento da produtividade, pela valorização das empresas que investem e criam emprego e por uma utilização criteriosa dos recursos públicos. Só assim será possível construir uma economia que concilie melhores rendimentos com estabilidade financeira e oportunidades reais para as novas gerações.

O crescimento económico não pode ser avaliado exclusivamente através de indicadores macroeconómicos. Esses indicadores são importantes, mas devem ser acompanhados por uma pergunta essencial: estão os portugueses a viver melhor?

Uma economia pode crescer e, ainda assim, deixar muitas famílias sem capacidade para poupar, adquirir habitação ou enfrentar imprevistos. É precisamente por isso que as políticas públicas devem ser avaliadas pelos seus resultados concretos na vida das pessoas.

Não se pretende defender aumentos salariais artificiais, desligados da produtividade, nem ignorar as dificuldades das empresas. Pretende-se exigir uma política económica equilibrada, em que o Estado, as empresas e os decisores públicos assumam as suas responsabilidades e em que o trabalhador não seja o elemento esquecido desta equação.

A dignidade de quem trabalha deve estar no centro das prioridades nacionais

O verdadeiro progresso não consiste em ganhar mais euros para pagar despesas cada vez maiores. Consiste em ganhar o suficiente para viver melhor, poupar, constituir família e construir um futuro com segurança e liberdade.

Portugal precisa de devolver aos seus cidadãos a confiança de que o trabalho continua a ser um caminho de mobilidade social e de realização pessoal. Aumentar salários é necessário. Reduzir a carga fiscal sobre o trabalho é essencial. Garantir habitação acessível é urgente.

Sem estas três dimensões, corremos o risco de continuar a anunciar melhorias económicas que uma parte significativa da população não consegue sentir na sua vida quotidiana.

Trabalhar para sobreviver não pode ser o destino de quem trabalha honestamente.
Trabalhar tem de voltar a ser um caminho para uma vida melhor.

Para ler o artigo anterior publicado pelo autor, clique aqui.

* Vogal da Direção Política Nacional do REAGIR

  •  

Exposição ‘Amigos (Im)perfeitos’ para ver na Biblioteca da UALg em Gambela

A inauguração da exposição de fotografia ‘Amigos (Im)perfeitos’, da autoria de Carlos Filipe, terá lugar esta segunda-feira, 12 de outubro, pelas 17h00 na Biblioteca da Universidade do Algarve (UALg) no Campus de Gambelas.

O projeto do fotógrafo algarvio Carlos Filipe, retrata animais de rua e de abrigo com deficiências ou necessidades especiais, cuja mostra, patente até 30 de outubro, pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 20h00 e ao sábado das 09h30 às 15h30, promove a inclusão e a adoção, provando que o amor supera qualquer limitação física ou estética.

  •  

PSP registou quase 2500 infrações e deteve 239 pessoas na última semana em todo o país

No Algarve foram detidas 14 pessoas por diferentes ilícitos criminais

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou informa em comunicado que, na pretérita semana, entre 3 e 9 de outubro, registou 2.479 infrações em 271 ações de prevenção e fiscalização na sua área de responsabilidade em todo o país.

Adianta a PSP na sua missiva que foram fiscalizados 10.094 condutores e controlados 4.511 carros por radar, tendo sido detidas 239 pessoas por crimes rodoviários, dos quais 116 por condução sob efeito de álcool e 97 por condução sem carta.

No mesmo período e na sua área de responsabilidade, a PSP salienta que registou de 1.091 acidentes, dos quais resultaram 434 feridos, dos quais 17 graves e uma vítima mortal.

No que concerne ao Algarve, o Comando Distrital de Faro da PSP desenvolveu uma intensa atividade operacional da qual resultaram 14 detenções relacionadas com diferentes ilícitos criminais.

A PSP de Faro adianta que realiza diariamente ações de prevenção, fiscalização e patrulhamento de proximidade, reforçando o compromisso com a segurança pública, a ordem e a tranquilidade da população.

  •  

Na próxima semana o gasóleo deve descer 1 cêntimo e a gasolina subir 5 cêntimos

A semana fechou com o preço do Brent acima dos 100 dólares, valor referência para Portugal, pelo que na próxima semana, 12 a 18 de outubro, o preço dos combustíveis volta a sofrer alterações com o gasóleo a descer 1 cêntimo e a gasolina a subir 5 cêntimos.

Segundo a Revista ACP, de acordo com a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio do litro do gasóleo esta sexta-feira, 9 de outubro, custava 2,146 euros enquanto o preço médio da gasolina totalizava 2,073 euros.

Assim, a confirmarem-se as previsões para a próxima semana, o preço médio do diesel vai descer para 2,136 euros por litro e a gasolina vai subir para os 2,123 euros por litro.

Segundo a Revista ACP, esta previsão consiste em valores médios tendo como base os preços da matéria-prima no fecho dos mercados da última quinta-feira, ou seja, havendo oscilações nas cotações do crude e dos combustíveis até ao final desta sexta-feira, poderá ocorrer alguma variação de preços face ao previsto.

Pode ainda encontrar postos de combustível com variações de preços diferentes, uma vez que este setor, e consequentemente a sua política de preços, está liberalizado.

Os preços dos combustíveis continuam a ser impactados pela guerra no Médio Oriente, com os EUA, Israel e o Irão envolvidos em ataques militares na região. A guerra levou ao bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do comércio de petróleo e gás natural, levando o preço dos combustíveis a sofrer graves alterações.

Desde que começou a guerra no Médio Oriente, o Governo comprometeu-se a aplicar uma nova redução extraordinária e temporária no ISP, sempre que se verifique um aumento do preço dos combustíveis superior a 10 cêntimos, para mitigar a escalada de preços. A redução extraordinária tem um efeito cumulativo a cada semana.

De acordo com uma estimativa do Conselho das Finanças Públicas, o desconto extraordinário no ISP vai retirar à receita fiscal do Estado 777 milhões de euros. 

Além do ISP, o Governo avançou com medidas adicionais, incluindo libertar até 10% das reservas estratégicas do combustível do país, na sequência de uma ação conjunta com os países da Agência Internacional de Energia, para conter a flutuação de preços nos mercados internacionais.

Ainda segundo a Revista do ACP, mais recentemente, o executivo liderado por Luís Montenegro decidiu criar uma Contribuição de Solidariedade Temporária sobre o Setor Petrolífero, que vai ser aplicada às empresas dos setores do petróleo bruto e da refinação, cuja medida pretende taxar a 33% os lucros extraordinários das petrolíferas.

  •  
❌