Não se trata de pobreza. Trata-se de uma classe média que mantém hábitos, gostos, qualificações e expectativas de conforto, mas cuja base económica se tornou progressivamente mais frágil.
O desafio já não é provar que somos um bom país, mas que sabemos transformar essa atratividade em produtividade, em salários, em habitação acessível, em serviços públicos de qualidade.