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Organizações promovem ação de empregabilidade para refugiados

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O casal Victor Arce, 65 anos de idade, e Morelba Margarida Aquilar, 64 anos, vivem no Brasil há um ano com sua filha. Vindos da Venezuela, eles hoje buscam uma maneira de encontrar um emprego.

Na Venezuela, ele era marceneiro profissional, mas teve que vir para o Brasil por causa de um problema de saúde de sua esposa. E enquanto a oportunidade de emprego não aparece, eles vão vendendo artesanato. 

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“Esse país é muito bom e encantador, tanto de pessoas quanto de material científico e educativo. Minha esposa tem um problema de saúde e o tratamento venezuelano era muito custoso. E aqui, em dois meses, ela conseguiu atendimento e resolveram o problema”, disse.

Para buscar uma oportunidade melhor de vida no Brasil, na manhã deste sábado (17) eles participaram de uma ação que oferece cursos, apoio e vagas de emprego para refugiados e migrantes. 

São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Refugiados e migrantes de 23 nacionalidades participam, no centro de São Paulo, da ação Conexões que Transformam - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Chamada de Conexões que Transformam, o evento foi promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation, e ocorreu durante todo o dia na Aliança Brasil Cidadã, no centro da capital paulista.

Assim como Victor e Morelba, outros 136 migrantes e refugiados, de 23 países, se inscreveram para participar da atividade, com workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisões de currículos com tradução para o português, apoio a documentações e vagas de emprego.

“Estou buscando maneiras de empreender, de abrir uma microempresa”, disse Victor, que foi até o local para buscar ajuda com ideias e dicas sobre como ele poderia montar um negócio no Brasil. 

“Aqui se encontra muito apoio ao imigrante, a imigrantes de todos os países do mundo. Essa é uma ideia muito boa e que poucos países têm”, acrescentou.

Em entrevista à Agência Brasil, a líder do Comitê de Inserção de Refugiados e Migrantes do Grupo Mulheres do Brasil, Maria Helena Santuche, informou que 70% dos refugiados e migrantes que participaram da ação promovida neste sábado estavam desempregados. E mais da metade deles têm o desejo de empreender no Brasil. 

“A maior parte dessas pessoas quer empreender, mas elas não têm muita ideia ainda [em como fazer isso], porque justamente esse é um empreendedorismo por necessidade, não por oportunidade”, explicou.

“Um dos objetivos principais [da ação] é possibilitar que esses refugiados que estão no nosso país trabalhem ou façam as adequações necessárias da sua documentação e para que estejam com seus currículos preparados e atualizados”, ressaltou Flavio Simonato, diretor de Pessoas da Konecta Brasil. 

“Estamos realizando palestras também sobre mercado de trabalho para orientar essas pessoas sobre como nosso mercado de trabalho funciona e como elas vão ter sucesso na busca de emprego e, lógico, trazendo também oportunidades de emprego. Além disso, conseguimos doações e vamos doar cestas básicas e brinquedos para as crianças”, disse.

São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo para imigrantes e refugiados - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Segundo Eliane Franco Figueiredo, co-fundadora do Grupo Mulheres do Brasil e líder do Comitê de Inserção de Refugiados e Migrantes, os refugiados e migrantes que se inscreveram para a ação são principalmente da Venezuela, Congo e Haiti. 

“A gente tem médicos aqui, por exemplo, que não podem exercer sua profissão aqui [no Brasil] porque a validação de diploma demora muito. Então, [nesse local] estamos fazendo todo esse tipo de ação para a empregabilidade e de capacitação para o trabalho”.

Refugiados

Segundo Vivian Holzhacker, associada de Soluções Duradouras do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), mais de um milhão de pessoas refugiadas ou em situação de necessidade de proteção internacional vivem no Brasil atualmente.

“Elas vêm de mais de 160 nacionalidades, mas as principais são Venezuela, Cuba e Haiti. E tem um número relevante, principalmente aqui em São Paulo, de pessoas que têm vindo, por exemplo, do Afeganistão, Irã, Síria e Palestina, devido aos conflitos dos últimos anos”, disse. 

“Essas pessoas muitas vezes trazem muitas experiências. Muitos têm formação e muita experiência no seu país de origem, mas chegam aqui e precisam se reinventar”, disse à Agência Brasil.

Quando chegam ao Brasil, essas pessoas têm acesso garantido a políticas públicas como educação e saúde. Mas, segundo Vivian, ainda existem muitos desafios a serem enfrentados por elas. 

“O idioma é a primeira barreira para todas essas pessoas porque pouquíssimos países falam português. E, depois, existe uma urgência para trabalhar. Eles não têm uma rede de apoio, não têm moradia, então existem vários desafios. Muitas vezes as pessoas têm diploma de nível superior, mas acabam trabalhando no emprego que aparece, naquilo que elas conseguem [encontrar aqui no Brasil]”.

Uma outra dificuldade encontrada por esses refugiados é com relação à documentação. 

“A pessoa que sai do seu país com urgência, fugindo de uma perseguição ou de uma guerra, nem sempre tem tempo de se organizar, de organizar todos os seus documentos ou de traduzir esses documentos. Esse também é um grande desafio”, destacou.

Por isso, reforçou Vivian, ações como essa que estão sendo realizadas em São Paulo são importantes para ajudar na empregabilidade desses refugiados. 

“Aqui elas podem melhorar o seu currículo ou adequá-lo ao formato que é exigido aqui no Brasil. Elas também podem fazer entrevistas e ter acesso a empregos. E também podem fazer algumas capacitações ou aprender algumas ferramentas que possam ser importantes para elas acessarem o mercado de trabalho ou serem empreendedoras”.

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São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Ajuda

Os migrantes ou refugiados que vivem no Brasil e que não conseguiram participar da ação de empregabilidade neste sábado em São Paulo podem buscar outras formas de se colocar no mercado de trabalho. 

A Acnur, por exemplo, disponibiliza a plataforma Help para ajudar a essas pessoas a atualizarem sua documentação ou buscarem informações sobre trabalho e renda. 

“Nessa plataforma elas podem fazer uma seleção por estado e município e ver quais são as organizações que podem atendê-la”, explicou Vivian.

Outra possibilidade é procurar a Aliança Brasil Cidadã, onde são oferecidos cursos de capacitação. 

“Nós temos um Instagram bem robusto e os próprios migrantes refugiados trocam informações por lá”, sugeriu Sidnea Evangelista, vice-presidente da Aliança Brasil Cidadã. 

“E aqui nós temos cursos abertos o ano todo como de informática, inteligência artificial e manicure. Eles podem se inscrever gratuitamente para fazer esses cursos”.

Também é possível buscar informações por meio das redes sociais do Grupo Mulheres do Brasil ou pelo e-mail refugiados@grupomulheresdobrasil.org.br ou por meio das redes sociais da Konecta Brasil.

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Hospitalizan a fotoperiodista de The Washington Post tras ataques de colonos israelíes

“Me atacaron y me empujaron al suelo. Por suerte tenía mi chaleco antibalas y mi casco, de lo contrario probablemente ni siquiera estaría aquí, porque seguían pateándome y pateándome”, declaró la fotoperiodista desde el hospital de Ramala.
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FGM destaca habilitação dos 246 municípios goianos ao VAAT 2027

Os 246 municípios de Goiás estão habilitados a participar do cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) para 2027. O resultado foi divulgado pela Portaria Conjunta nº 7, de 14 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (16), e coloca em evidência o trabalho de acompanhamento e orientação técnica desenvolvido pela Federação Goiana de Municípios (FGM) junto às administrações municipais.

A habilitação é uma etapa necessária para que as cidades participem da apuração da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A FGM ressalta, porém, que estar habilitado não garante o recebimento dos recursos. O repasse dependerá do valor do VAAT apurado para cada município e dos critérios nacionais de distribuição.

O procedimento exige regularidade e consistência das informações contábeis, orçamentárias e fiscais referentes a 2025. Entre os dados considerados estão a Matriz de Saldos Contábeis (MSC), transmitida pelo Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), e as informações do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO), encaminhadas ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope).

Essas exigências demandam atuação integrada de diferentes setores das prefeituras, incluindo as Secretarias de Educação e Fazenda, as áreas de Finanças e Contabilidade e os órgãos de Controle Interno. Segundo a FGM, a regularidade dos registros permite à União calcular os indicadores utilizados na distribuição dos recursos destinados à educação básica.

A Federação acompanha as regras de financiamento da educação, orienta tecnicamente os gestores e divulga informações para auxiliar as administrações municipais no cumprimento das exigências legais. O objetivo é contribuir para que as prefeituras mantenham os dados atualizados e adotem procedimentos adequados à gestão dos recursos educacionais.

Habilitação não garante repasse

Para receber a complementação-VAAT, o município precisa, além de estar habilitado, apresentar valor apurado abaixo do mínimo nacional estabelecido para o exercício, conforme as regras do Fundeb.

A relação das cidades que efetivamente receberão os recursos em 2027 deverá ser divulgada em portaria até 31 de dezembro de 2026, de acordo com as informações fornecidas pela FGM. Até lá, os gestores municipais devem acompanhar as próximas etapas e verificar os dados específicos de suas administrações.

Para a Federação, a habilitação de todos os municípios goianos demonstra atenção às obrigações que influenciam o financiamento da educação básica. A entidade informou que continuará acompanhando as etapas do Fundeb e orientando as prefeituras sobre a regularidade das informações e o planejamento dos recursos destinados à educação pública municipal.

Goiás tem previsão de R$ 322,6 milhões em 2026

Na estimativa atualizada para 2026, 42 municípios goianos estão contemplados com previsão de aproximadamente R$ 322,6 milhões em recursos da complementação-VAAT. Os valores constam da Portaria Interministerial MEC/MF nº 11/2026.

O número de municípios beneficiados e os montantes destinados a Goiás em 2027 dependerão da apuração do VAAT e da divulgação dos parâmetros oficiais para o próximo exercício.

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Ecuador: organizaciones alertan sobre el incremento de la violencia de género en 2026

El balance técnico detalla que, «de la totalidad de agresiones contabilizadas, 243 casos corresponden a feminicidios vinculados con dinámicas de la delincuencia organizada y sistemas criminales».
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Consulta pública sobre políticas de igualdade racial termina hoje

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O prazo para envio de contribuições da sociedade civil para a construção do 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) termina nesta sexta-feira (16).

As sugestões podem ser enviadas por meio da consulta pública disponível na Plataforma Participa + Brasil, do governo federal.

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A consulta pública é aberta para representantes de organizações da temática da igualdade racial, movimentos de mulheres negras, quilombolas, povos tradicionais de matriz africana e de terreiro e sociedade em geral.

A ideia é que a escuta da sociedade exponha as necessidades e experiências para construção de políticas mais próximas à realidade enfrentada no país.

De acordo com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), a participação social tem o objetivo de enviar propostas que orientem a atuação do Estado brasileiro no enfrentamento do racismo estrutural, na reparação histórica, na redução das desigualdades, na promoção de justiça racial e econômica e na efetivação de direitos.

A consulta popular ocorre após a realização da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (5ª Conapir), realizada em setembro de 2025.

Com o tema Igualdade e Democracia: Reparação e Justiça Racial, a conferência mobilizou cerca de 15 mil pessoas em todas as etapas locais, estaduais, temáticas e na nacional.

Como contribuir

Os interessados podem apresentar contribuições diretamente nos objetivos estratégicos do 2º Planapir, que estão organizados em 16 eixos temáticos:

  • Eixo 1: Trabalho e Inclusão Produtiva
  • Eixo 2: Educação
  • Eixo 3: Saúde Integral e Enfrentamento ao Racismo no SUS
  • Eixo 4: Desenvolvimento Social, Assistência Social e Segurança Alimentar
  • Eixo 5: Cultura, Memória e Reparação Simbólica
  • Eixo 6: Justiça, Segurança Pública e Defesa de Direitos
  • Eixo 7: Comunidades Quilombolas
  • Eixo 8: Povos de Terreiro e de Matriz Africana
  • Eixo 9: Povos Ciganos
  • Eixo 10: Mulheres Negras
  • Eixo 11: Crianças, Adolescentes e Juventude Negra
  • Eixo 12: População LGBTQIAPN+ negra
  • Eixo 13: Justiça Climática e Enfrentamento ao Racismo Ambiental
  • Eixo 14: Comunicação Antirracista, Justiça Digital
  • Eixo 15: Política Internacional
  • Eixo 16: Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – Sinapir e Conselhos de Promoção da Igualdade Racial

Veja as formas de contribuir nesta consulta pública:

  1. Aprimorar a redação: sugerir uma forma mais acessível, precisa ou abrangente de escrever o objetivo;
  2. Incluir elementos: propor a inclusão de temas, públicos, territórios, direitos ou resultados que ampliem o alcance do objetivo;
  3. Alterar o conteúdo: propor mudanças na abrangência ou na orientação do objetivo, de acordo com as transformações que considera prioritárias;
  4. Sugerir reorganizações ou exclusões: indicar trechos que possam ser reunidos, reformulados ou retirados para aprimorar o objetivo;
  5. Propor um novo objetivo estratégico: apresentar uma proposta que contemple outras questões relevantes para o eixo.

A orientação é que, sempre que possível, o cidadão deve descrever sua proposta e explicar como ela pode contribuir para a promoção da igualdade racial.

Em caso de dúvida ou de necessidade de mais informações, sobre esta consulta pública, o cidadão pode entrar em contato por e-mail: consultaplanapir@igualdaderacial.gov.br

Análise e consolidação

Após o período de coleta de contribuições da consulta pública, as propostas recebidas serão organizadas e analisadas no processo de consolidação do 2º Planapir.

A análise subsidiará as decisões sobre ajustes de redação, ampliação ou reorganização dos objetivos e inclusão ou aprofundamento de temas na versão final do Plano.

2º Planapir

A participação da sociedade contribui para definir e construir as transformações e prioridades que orientarão a política nacional de promoção da igualdade racial nos próximos anos. 

O 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial pretende estabelecer compromissos concretos do Estado brasileiro para o enfrentamento ao racismo, com ações articuladas entre diferentes áreas, metas, indicadores, recursos e mecanismos de monitoramento e avaliação.

 

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Trabalho infantil no país recua 9,2% de 2024 para 2025, aponta IBGE

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O Brasil tinha 1,499 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil em 2025, ou seja, 4% da população brasileira na faixa etária de 5 a 17 anos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE considera trabalho infantil qualquer atividade econômica remunerada ou trabalho para autoconsumo realizado por crianças até 13 anos de idade. Para os adolescentes de 14 a 17 anos, considera-se trabalho infantil qualquer forma de ocupação que não se enquadra nestas situações: aos 14 e 15 anos, é permitido apenas o trabalho na condição de aprendiz; aos 16 e 17 anos, é permitido apenas com carteira assinada sendo vedadas atividades insalubres, perigosas e em horário noturno.

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A pesquisa também mostra que o trabalho infantil recuou 9,2% na comparação com 2024, quando havia 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos nessa situação, ou seja, 4,3% da população. Na comparação com 2016, quando havia 2,1 milhões nessa situação (ou 5,2% da população), a queda chegou 28,6%. 

De acordo com o IBGE,  o trabalho infantil apresentou quedas nos anos de 2016 a 2019 (-15,7%). Voltou a subir em 2022 (7%), principalmente devido à pandemia de covid-19, caiu de 2022 para 2023 (-14,7%) e, depois, teve uma alta de 2023 a 2024 (2,1%).

Segundo o pesquisador do IBGE Gustavo Fontes, vários fatores contribuíram para essa queda de 9,2% no último ano.

“Existem políticas públicas, inclusive do próprio Ministério Público do Trabalho, voltadas para isso [lidar com o trabalho infantil]. O próprio Bolsa Família pode ter contribuído, ao garantir uma renda mínima para essas famílias, para essa queda. São vários fatores, como o mercado de trabalho aquecido. A taxa de desocupação no país tem atingido mínimos históricos. A renda domiciliar per capita em 2025 aumentou, a renda do trabalho aumentou”, explicou o pesquisador do IBGE Gustavo Fontes.
 

Trabalho infantil. child working at salvador traffic lights salvador, bahia / brazil - december 4, 2006: child is seen working washing vehicle windshield at traffic lights in the city of Salvador.   SALVADOR BAHIA BRASIL Copyright: xJoaxSouzax 041206JOA01Z No Use Switzerland. No Use Germany. No Use Austria Trabalho infantil. child working at salvador traffic lights salvador, bahia / brazil - december 4, 2006: child is seen working washing vehicle windshield at traffic lights in the city of Salvador.   SALVADOR BAHIA BRASIL Copyright: xJoaxSouzax 041206JOA01Z No Use Switzerland. No Use Germany. No Use Austria
 Pnad aponta que 4% da população brasileira na faixa etária de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil em 2025 - Reuters/Joa Souza/Arquivo/Proibida reprodução

Bolsa Família

De acordo com a pesquisa do IBGE, a média dos rendimentos per capita de domicílios com pessoas de 5 a 17 anos que recebiam o Bolsa Família em 2025 era de R$ 660, enquanto aqueles que não recebiam o auxílio tinham renda média de R$ 1.990. Gustavo Fontes ressalta que isso mostra que, “de fato, o programa está focado nos domicílios de menor rendimento”.

A pesquisa comparou os dados sobre o percentual de crianças e adolescentes submetidos ao trabalho infantil em relação ao total da população na faixa etária.

Em 2025, 4,4% das crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que moravam em domicílios beneficiários do Bolsa Família estavam submetidos ao trabalho infantil, enquanto a taxa na população total era 4%. O total da população inclui famílias de todas as faixas de renda, inclusive aquelas com renda mais alta, que não precisam do programa social.

Mas a diferença já foi bem maior. Em 2016, 7,3% das pessoas nessa faixa etária residentes em domicílios atendidos pelo programa estavam em situação de trabalho infantil. No mesmo período, a taxa do total da população era 5,2%.

“A gente vê uma redução mais acentuada no trabalho infantil entre os beneficiários do programa. Ainda que o percentual permaneça um pouco acima. Entre 2016 e 2025, o contingente de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil entre os beneficiários do programa Bolsa Família caiu 41%”, disse Fontes. No mesmo período, o total de trabalhadores infantis caiu 29%.

A pesquisa também observou que o percentual de estudantes entre os trabalhadores infantis que residiam em domicílios beneficiados pelo Programa Bolsa Família (89,8%) era um pouco acima do registrado para o total de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil (86,9%).

Piores formas

A Pnad também constatou que, entre 1,499 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 525 mil estavam em ocupações consideradas como piores formas de trabalho infantil (TIP).

As piores formas de trabalho infantil são aquelas que oferecem riscos à saúde, ao desenvolvimento e à moral das crianças e dos adolescentes. Elas são listadas no Decreto Federal 6.481/2008 e incluem situações criminosas como escravidão, exploração sexual e tráfico de drogas.

Em 2025, as crianças e adolescentes em PTI chegaram ao menor patamar. Eram 1,4% do total da população nessa faixa etária. Em 2024, eram 560 mil (1,5%); em 2022, 763 mil (2%); e, em 2016, 919 mil (2,3%).

Faixa etária

O trabalho infantil aumenta de acordo com a faixa etária. Entre aqueles de 5 a 13 anos, 280 mil (ou seja 1,1% da população desta faixa etária) estavam submetidos a esse tipo de atividade em 2025. Os percentuais eram 1,4% em 2024 e 1,7% em 2022 e 2016.

Na faixa de 14 e 15 anos, eram 348 mil em 2025 (ou 5,9% da população). Os percentuais eram 6,2% em 2024; 7,4% em 2022; e 8,3% em 2016. Já entre aqueles de 16 e 17 anos, o contingente chegava a 871 mil em 2025 (14,5% da população). Eram 15,3% em 202; 16,4% em 2022; e 15,9% em 2016.
 

Trabalho infantil na construção de edifícios comerciais. Conceito do Dia Mundial do Trabalho. Foto:
O adecubo/ AdobeStock Trabalho infantil na construção de edifícios comerciais. Conceito do Dia Mundial do Trabalho. Foto:
O adecubo/ AdobeStock
Em 36,3% dos casos, jornada de trabalho na população de 5 a 17 anos supera as 25 horas semanais - Foto: O adecubo/ AdobeStock

A maior parte dos 1,499 milhão em situação de trabalho infantil, ou seja, 1,141 milhão, realizava atividades econômicas. Os dados indicam que 358 mil faziam apenas atividades de autoconsumo, ou seja, trabalhavam para a própria subsistência da família.

Entre as crianças de 5 a 13 anos, 90 mil realizavam atividades econômicas e 190 mil, atividades de autoconsumo. Entre aqueles de 14 e 15 anos, os números eram 268 mil e 80 mil respectivamente. Já na faixa de 16 e 17 anos, 783 estavam envolvidos com atividades econômicas e 88 mil, com autoconsumo.

A jornada de trabalho na população de 5 a 17 anos, em 36,3% dos casos, supera as 25 horas semanais. Em 21,4% das situações, chega a 40 horas ou mais por semana.

Na faixa de 5 a 13 anos, apenas 3,6% trabalham 25 horas ou mais (sendo 0,8% sujeito a jornadas de 40 horas ou mais). A maioria (87,1%) tem jornadas de até 14 horas.

Entre aqueles com 14 e 15 anos, 29,6% trabalham 25 horas ou mais (sendo 17,5% submetidos a 40 horas ou mais) e 43,3% trabalham até 14 horas.

Já no grupo de 16 e 17 anos, quase metade (49,6%) trabalha 25 horas ou mais (sendo que 29,6% enfrentam jornadas de 40 horas ou mais). Somente 20,4% trabalham até 14 horas.

Regiões

Na comparação regional, o maior contingente de pessoas de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil estava no Sudeste, em 2025 (481 mil). O Nordeste aparecia em segundo lugar, com 408 mil pessoas.

Em termos relativos, a Região Norte apresentou a maior proporção de trabalho infantil em relação à população desta faixa etária (6,3%). O Sudeste apresentou a menor proporção (3,3%).

A Região Nordeste foi a que apresentou as maiores reduções no contingente de trabalho infantil tanto em relação a 2016 (-45,6%) quanto na comparação com 2022 (-29,2%), de acordo com o IBGE.

Sexo e cor/raça

No recorte de sexo, o IBGE constatou que 65,4% das crianças e adolescentes sujeitos a trabalho infantil são homens. Eles representam 51,2% da população total nesta faixa etária. Já 34,6% trabalhadores infantis são mulheres, que representam 48,8% da população nessa faixa etária.

Na análise por cor ou raça, os brancos, que são 39,5% da população dessa faixa etária, representam 32% dos submetidos a trabalho infantil, enquanto os pretos e pardos (59,7% da população) são 67% daqueles sujeitos a essa situação.
 

Brasília (DF), 10/06/2025- Trabalho Infantil
Foto: CNJ Brasília (DF), 10/06/2025- Trabalho Infantil
Foto: CNJ
No Brasil, 65,4% das crianças e adolescentes sujeitos a trabalho infantil são homens, segundo o IBGE - Foto: CNJ

Frequência escolar

Na população de 5 a 13 anos, há uma quase universalização da frequência escolar no contingente em situação de trabalho infantil (99,7%).

Na faixa de 14 e 15 anos, enquanto a média da frequência escolar da população total é de 98,1%, entre aqueles submetidos ao trabalho infantil, a taxa cai para 95%.

Isso também ocorre no grupo de 16 e 17 anos, em que a proporção da população total na escola é 89,6%, superior à parcela de 79,6% entre aqueles envolvidos com trabalho infantil.

Atividades

As atividades que concentram as maiores parcelas de trabalhadores infantis são outras atividades (23,1%) e comércio (29%). A agricultura e pecuária responde por 16,7%; a indústria geral, por 12,5%; e o setor de alojamento e alimentação, por 12,2%. Os serviços domésticos agregam 6,5% dessas crianças e adolescentes.

Na população de 16 e 17 anos, 67% estavam na informalidade. Dos informais, 72,9% eram empregados do setor privado sem carteira assinada ou trabalhadores domésticos, 16,3% eram empregadores ou autônomos sem CNPJ e 10,8% eram trabalhadores familiares auxiliares.

A proporção de informalidade na faixa de 16 e 17 anos foi a menor da série história. Em 2024, a taxa era 69,4% e, em 2022, 76,3%.

Trabalho doméstico

A Pnad também analisou o trabalho de crianças e adolescentes em casa, que não é considerado trabalho infantil. Entre os 37,8 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, 42,1% (15,9 milhões) realizavam algum trabalho doméstico não remunerado e/ou cuidado de pessoas.

Dentre a população feminina, 47,9% faziam esse tipo de atividade. Entre os homens, o percentual era de 36,6%.

Considerando-se o grupo de idade, de 5 a 13 anos, 32,7% faziam algum trabalho doméstico não remunerado e/ou cuidado de pessoas. Nos grupos de 14 e 15 anos e de 16 e 17 anos, os percentuais eram 60,7% e 64,6%, respectivamente.

Entre as crianças e adolescentes que realizavam atividades econômicas, 65,1% também faziam algum trabalho doméstico não remunerado e/ou cuidado de pessoas. Entre as que não realizavam atividades econômicas, 41,2% ajudavam com tarefas domésticas ou cuidado de pessoas.

Em relação às horas dedicadas ao trabalho doméstico não remunerado e/ou cuidado de pessoas, 5,2% das crianças e adolescentes dedicavam 25 horas ou mais (sendo 1,9% com dedicação de 40 horas ou mais). Aqueles que dedicavam pelo menos 15 horas chegavam a 13,6%.

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'La invitación', 'Sentimental' y otras películas españolas que hicieron las Américas con mayor o peor fortuna

Quizás, algún despistado, o despistada, vaya este fin de semana al cine a ver La invitación… Sin saber que se trata de la adaptación estadounidense (2026) de la película española Sentimental (2020), a cargo del dramaturgo Cesc Gay (Truman, 53 domingos), que se adapta a sí mismo. Porque Sentimental es la traslación a la gran pantalla de la función de teatro Els veïns de dalt (2015), o sea, Los vecinos de arriba. Comedia(s) dramática (s). Con estos mimbres, pueden hacerse una idea por dónde van los tiros. No es Un dios salvaje, otra obra de teatro (2006) firmada por Yasmina Reza que Roman Polanski hizo película (2011). Aquella involucraba a dos matrimonios en un único escenario; sus hijos, menores de edad, se habían peleado. Acababa como el rosario de la Aurora.

La invitación, una película de Olivia Wilde con Penélope Cruz

Dirige La invitación, en la cartelera española desde este viernes 16 de octubre, la también actriz Olivia Wilde (Súper empollonas; No te preocupes, querida). Completan el elenco Seth Rogen, Penélope Cruz (La bola negra) y Edward Norton. Firman el guion los también intérpretes Rashida Jones y Will McCormack. El punto de partida de Sentimental y La invitación es el mismo. Un matrimonio con hija, que no pasa por su mejor momento, invita a otra a cenar en su casa. Son –algo más que– vecinos. En la española, ambientada en Barcelona, salen Javier Cámara, Belén Cuesta, Alberto San Juan y Griselda Siciliani. La acción transcurre en un piso y, como muy lejos, el rellano. Puro teatro.

Javier Cámara, Belén Cuesta, Alberto San Juan y Griselda Siciliani son los cuatro protagonistas de la película española 'Sentimental' (2020)
Olivia Wilde, Seth Rogen, Penélope Cruz y Edward Norton interpretan al cuarteto protagonista de la película 'La invitación'
Seth Rogen y Olivia Wilde en 'La invitación'
Javier Cámara y Griselda Siciliani en 'Sentimental'
Edward Norton y Penélope Cruz en 'La invitación'
Alberto San Juan y Belén Cuesta en 'Sentimental'

En esta ocasión, la original (disponible en RTVE Play, ¡gratis!) y la copia (en cines, previo pago) salen bien paradas. Son igual de buenas. La americana, ambientada en San Francisco, dura un poco más (30 minutos más). Y es mejor. Si se quedan con ganas de más, pueden probar con las versiones rusa, italiana, suiza, checa, francesa y surcoreana. No es una broma. La holandesa se estrenará en Países Bajos a principios de 2027.

¿Es Sentimental la nueva Perfectos desconocidos? El filme original (2016), de origen italiano, se aproxima a las treinta adaptaciones internacionales. La española, a cargo de Álex de la Iglesia, fue la segunda película más taquillera en nuestro país en 2017, y la tercera en 2018. En total, más de 3,5 millones de espectadores. En otoño de 2020, en plena pandemia, Sentimental vendió 109.061 entradas. Fue la decimotercera película española más taquillera en nuestro país el año de su estreno.

La película española más taquillera de 2018 tiene una versión estadounidense

Sentimental no es la única película española en haber hecho las Américas. En rehacerse en las Américas. Espóiler: acabar mal. Casi siempre. Quizás, el ejemplo más sonoro es Vanilla Sky (2001), con Tom Cruise como trasunto de Eduardo Noriega en Abre los ojos (1997), de Alejandro Amenábar. Penélope Cruz (La invitación) también cruzó el charco interpretando al mismo personaje. De la dirección y el guion se encargó Cameron Crowe (Jerry Maguire, Casi famosos). Tanto Abre los ojos como Vanilla Sky, cada una a su escala, fueron un éxito de taquilla, aunque dividieron a crítica y público (sobre todo el remake).

Otros títulos españoles hicieron aguas en su trasvase a Estados Unidos. He ahí Champions (2023), ¡con el mismísimo Woody Harrelson!, y Campeones (2018), la película española más taquillera en nuestro país el año de su estreno, con casi 3,3 millones de espectadores. Otro ejemplo es Retribution (2023), enésimo filme con Liam Neeson como un tipo corriente en apuros. En este caso, adapta El desconocido (2015), de Dani de la Torre y con Luis Tosar. Cierra esta cuestionable lista Quarantine (2008), calco de la cinta de terror REC (2007); ni siquiera transcurrió un año entre el estreno de una y el de otra. REC fue la segunda película española más taquillera en nuestro país el año de su estreno. La primera fue El orfanato, de Juan Antonia Bayona, cuya adaptación estadounidense, aunque anunciada, nunca se rodó.

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Clínica Fisimagna serve a população há 34 anos

VTM

A clínica nasceu com o propósito de prestar cuidados de fisioterapia e foi crescendo ao longo dos anos, acompanhando a evolução da área da saúde e as necessidades da população.

Em janeiro de 1995, a filha, Paula Morais, juntou-se ao projeto, dando continuidade a um percurso que viria a consolidar a Fisimagna como uma clínica de referência na área da fisioterapia e reabilitação. Atualmente, a gestão está nasmãos da segunda gera çãoda família, com Paula Morais e as suas filhas, Beatriz e Filipa Morais, a assegurarem a continuidade de um projeto que soma já 34 anos de história.

Apesar da evolução registada ao longo destas décadas, há algo que permanece inalterado, refere Paula Morais, que é “a qualidade e proximidade com os utentes”.

Segundo Paula Morais, a Fisimagna disponibiliza atualmente um conjunto diversificado de serviços na área da fisioterapia, saúde e reabilitação. Entre as valências encontram-se a Fisioterapia, Fisio terapia ao Domicílio, Cinesiterapia Respiratória, Massagem de Drenagem Linfática, Pressoterapia, Mobilidade e Fortalecimento, Massagem de Relaxamento e Acupuntura.

A Fisioterapia e a Reabilitação continuam a ocupar um lugar central na atividade da clínica, com uma abordagem direcionada para as necessidades e objetivos de cada utente.

Segundo a responsável, o processo com eça pela avaliação da situação clínica. Através da consulta de Fisiatria é realizada uma avaliação cuidada, que permite definir o tratamento mais adequado, tendo em conta a condição apresentada, os objetivos de recuperação e a evolução de cada pessoa.

Mais do que aplicar uma solução igual para todos, a Fisimagna procura “adaptar o acompanhamento a cada caso, ajustando a intervenção sempre que necessário e dando especial atenção à evolução e segurança do utente”, revelou Paula Morais.

Ao longo de três décadas, a fisioterapia e a reabilitação sofreram uma evolução, tanto ao nível do conhecimento como das técnicas e abordagens terapêuticas.

A Fisimagna tem acompanhado esse percurso através da atualização de conhecimentos e da formação dos seus profissionais, procurando integrar boas práticas e acompanhar a evolução da área.

Segundo Paula Morais, cuidar não se resume ao tratamento. “Cada pessoa que chega à clínica deve sentir-se acolhida, ouvida e acompanhada”.

Com 34 anos de história, a clínica olha agora para o futuro com o objetivo de “continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a qualidade dos serviços sem perder a proximidade que sempre caracterizou o projeto”, refe riu Paula Morais.

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Empresário detido por tráfico de seres humanos

VTM

Em comunicado, a PJ explica que a detenção ocorreu ontem, em Torre de Moncorvo, na sequência do cumprimento de três mandados de busca domiciliária.

No âmbito das referidas diligências foram “identificadas e sinalizadas duas vítimas, homens, que se encontravam numa situação de grande vulnerabilidade e a quem foi, de imediato, assegurado o devido acolhimento e proteção”, acrescenta a PJ em comunicado.

“Quer o detido quer as vítimas são cidadãos portugueses”, revelou a PJ.

A operação contou com a colaboração do Centro Local do Nordeste Transmontano da Autoridade para as Condições do Trabalho e das Equipas Multidisciplinares Especializadas de Assistência a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos.

O detido vai ser presente hoje às competentes autoridades judiciárias para primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

 

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Portugal é o sexto destino de férias mais visitado pelos britânicos, revela a ABTA

Algarve, PortugalO país foi visitado por 11% dos inquiridos nos últimos 12 meses e mantém-se na sexta posição entre os destinos que os britânicos ponderam visitar no próximo ano, com 7% das intenções. O relatório Holiday Habits 2026-27 revela ainda uma recuperação das viagens ao estrangeiro para níveis próximos dos anteriores à pandemia e um aumento das reservas através de agências de viagens e operadores turísticos.
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ONU advierte que nuevo decreto en Colombia podría facilitar el uso de la fuerza policial

La normativa modifica sustancialmente las reglas de actuación de la Fuerza Pública y contiene vacíos que podrían autorizar el uso de la fuerza y disolver manifestaciones de manera discrecional.
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The scariest thing about Elizabeth Holmes' new documentary is how much I wanted to believe her

Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."
Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."

A24

  • A24's new documentary about Elizabeth Holmes, "You Can See Everything," is in theaters now.
  • Directed by Nathan Fielder and Lance Oppenheim, it's more character study than straightforward doc.
  • The story about the downfall of Theranos has been told — but this one hasn't yet.

Elizabeth Holmes famously does not blink, whether she's pitching investors or, by her own admission, flirting with a guy.

Is her moony gaze haunting or hypnotic? A calculated act or proof of her naivete? At various points in A24's new documentary, "You Can See Everything," I vacillated between each of the above.

A good portion of Nathan Fielder and Lance Oppenheim's movie could be classified as a provocative staring contest, as Fielder probes Holmes about her life and the demise of her company, Theranos, in the weeks before she reported to prison to serve an 11-year sentence in May 2023.

The answers he gets from Holmes are rarely satisfactory. (At one point, she insists she's never told a lie in her entire adult life; despite being convicted of fraud, she maintains her innocence throughout the film.) But with the camera zoomed in tight on Holmes' every micro-expression and clump of mascara, the movie's power is in the questions it raises in the space between her words.

In these profoundly uncanny scenes, I found myself fluctuating between being freaked out by the lack of emotion in Holmes' vacuous gaze and, to my surprise, pitying her. Then I'd quickly shift back to being freaked out, because what if pity was exactly the reaction that Holmes — a talented, convicted fraudster — was angling for? If she could manipulate her voice to sound more authoritative in the workplace, she could certainly adapt her face to appear more sympathetic onscreen.

It turns out that just because you can see everything, that doesn't mean you know anything. At least not for sure.

'You Can See Everything' is not the movie it appears to be

A still from Nathan Fielder's documentary about Elizabeth Holmes, "You Can See Everything."
Nathan Fielder and Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."

A24

Much like its subject, "You Can See Everything" is a slippery mind-trick of a film — part character study, part psychological thriller, part surrealist thought experiment. What it is not, despite its subject, is a movie about a tech company.

The story of how Holmes went from being named the youngest self-made female billionaire by Forbes to being convicted of defrauding investors as the founder and CEO of the blood-testing startup Theranos is well documented. Holmes has already been the subject of a more traditional documentary, Alex Gibney's "The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley," which exhaustively maps the discrepancies within Theranos, and a scripted Hulu miniseries, "The Dropout," which dramatizes Holmes' origin story and attempts to illustrate how her ambitions outpaced her abilities.

Both of those works lean into the prevailing narrative about Holmes, who was often pitched as "the next Steve Jobs" and proved especially skilled at wooing powerful men to her cause.

"You want it to be true so badly," Tyler Shultz, a former Theranos employee-turned-whistleblower, says of Holmes' vision in Gibney's doc. "I was working with these devices every single day, and she could still kind of convince me. When I think back on those conversations, I just think, 'How did she do that?'"

Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."
Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."

A24

The Holmes we see in "You Can See Everything" is tamer, gentler, and, at times, far more submissive than many headlines would have us believe. Yet even Fielder isn't immune to her strange charisma.

Early in the film, Fielder admits to Holmes that he did a lot of research about her tenure at Theranos. He challenges her answers to questions, at one point telling Holmes, "I don't think anyone will ever believe you ever again."

Yet, as time goes on, Fielder seems alternately bemused and unnerved by the onetime wunderkind — though never to the point of aversion. On the contrary, Holmes seems to draw Fielder ever closer, like a close-up magician with a deck of cards in her hands and a trick up her sleeve.

Toward the end of the film, Fielder's memory is called into question. A friend asks if Fielder is retroactively polishing his interactions with Holmes, perhaps unconsciously, because he's grown to care about her. Maybe he wants to protect her.

Seemingly taken aback, Fielder replies, "I'm not putting my feelings into this. I'm just trying to be accurate."

It's one thing to be told someone is a master manipulator, as "The Inventor" and "The Dropout" plainly do. It's quite another to experience the manipulation firsthand. "You Can See Everything" offers audiences the latter.

During a Q&A after an early screening of "You Can See Everything" in New York, Oppenheim described how he, Fielder, and the crew would swap interpretations of what they'd just seen and heard after the cameras were switched off. "The disagreements were so dynamic," Oppenheim recalled.

It's been over three years since their close encounter of the Holmesian kind, and Fielder said he's still trying to process what he felt in her presence.

"I'm really curious to hear what everyone else thinks, and what they make of certain things," Fielder said. "I think it will actually help me understand."

"You Can See Everything" is in theaters now.

Read the original article on Business Insider
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Elizabeth Holmes' partner, Billy Evans, is the real villain in 'You Can See Everything.' Here's what to know about him.

Elizabeth Holmes and Billy Evans leave federal court in San Jose, California, in 2022.
Elizabeth Holmes and Billy Evans leave federal court in San Jose, California, in 2022.

David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images

  • Elizabeth Holmes, the Theranos founder convicted of fraud, has two kids with William "Billy" Evans.
  • Evans plays a big role in Nathan Fielder's new A24 documentary, "You Can See Everything."
  • In the film, Evans says he's trying to launch "Theranos 2.0," another blood-testing startup.

William "Billy" Evans emerges as the unlikely star of "You Can See Everything," the new A24 documentary about Theranos founder Elizabeth Holmes. But while Evans is certainly a scene-stealer, the doc doesn't cast him in the best light.

Evans is Holmes' partner and the father of their two young children. The couple met in 2017, and, as Evans says in the doc, fell in love instantaneously.

The couple welcomed their first child, William, in 2021. Their daughter, Invicta (Latin for "invincible"), was born sometime around February 2023, just a few months after Holmes was sentenced to 11 years in prison for defrauding investors.

Holmes has said she knew it was bad timing — to put it lightly — to fall in love and start a family. But she didn't want her felony convictions or the perception of outsiders to "dictate how we live our lives."

"Finding your person in the middle of all of this and experiencing that love when you're going through hell is the most beautiful thing I've ever experienced," Holmes told The New York Times in 2023.

In the weeks before her looming incarceration, Holmes and Evans invited comedian Nathan Fielder to observe and document their domestic life. The resulting film, "You Can See Everything," depicts Evans as a dominant force in their home — chiding Holmes for how she prepares scrambled eggs, dictating her schedule, and frequently cutting in during her conversations with Fielder.

Holmes reported to prison in May 2023, but the movie doesn't end there. Fielder continued to document Evans as he worked on a new blood-testing startup, building upon the vision that Holmes had for Theranos.

"The idea is to put the band back together and do it all again," Evans tells Fielder.

Here's everything we know about Evans and his plans for "Theranos 2.0."

Evans grew up near San Diego as an heir to his family's successful hospitality business

Lodge Torrey Pines
The Lodge Torrey Pines in La Jolla is one of the properties owned by Evans Hotels.

Shutterstock.com

Evans is one of three children born to his parents, Susan and William L. Evans, per the Daily Mail.

The Evans family has lived in the San Diego area for generations.

Billy Evans' grandparents, Anne and William D. Evans, founded a hotel management group in 1953 called Evans Hotels. The group manages three properties in the San Diego area: The Lodge at Torrey Pines, the Bahia Resort Hotel, and the Catamaran Resort Hotel and Spa.

After his grandfather William D. Evans died in 1984, his grandmother, Anne, added two of her children to the Evans Hotels management team, including Billy Evans' father.

He studied economics at M.I.T. and tried to launch a healthcare startup after graduation

A general view of the exterior of The Great Dome on October 21, 2025, at the Massachusetts Institute of Technology (MIT) campus in Cambridge, MA.
The Massachusetts Institute of Technology (MIT) campus is located in Cambridge, Massachusetts.

Erica Denhoff/Icon Sportswire via Getty Images

Evans graduated from the Massachusetts Institute of Technology (MIT) in 2015 with a bachelor's degree in economics. During summers between school, Evans worked at various financial and consulting companies in California, according to a version of his LinkedIn profile that has since been modified.

He was also a student brand manager for Red Bull, his LinkedIn said, and he completed a study abroad program at Fudan University in Shanghai.

After graduating from MIT, Evans reportedly tried to launch a healthcare startup for transporting wealthy Chinese people to the US for "concierge medical attention."

Although he studied Chinese language and literature in Shanghai, the idea never took off, according to the New York Post.

After that, Evans worked as a strategy and leadership program analyst at LinkedIn until February 2017. Evans then moved to Luminar Technologies, a startup working on radar and sensor technology for autonomous cars, where, according to his LinkedIn, he was a manager of special projects. Evans was reportedly close with Luminar's CEO, Austin Russell, the Post reported.

Evans left his job at Luminar in January 2019. Employees told the Post they suspected the reason was the publicity surrounding his relationship with Holmes.

When asked by The New York Times what he does for work, Evans replied, "A lot of different stuff — investing, starting companies."

Evans and Holmes met in 2017 before her indictment

Elizabeth Holmes and partner Billy Evans pause outside of federal court after she was found guilty on 4 of 11 accounts faced in her fraud trial in San Jose, California, January 3, 2022. - Fallen US biotech star Elizabeth Holmes was convicted on Monday of defrauding investors in her blood-testing startup Theranos, in a high-profile case seen as an indictment of Silicon Valley culture. Jurors took seven days of deliberations to reach their verdict, finding her guilty of four counts of tricking investors into pouring money into what she claimed was a revolutionary testing system.
Evans appeared alongside Holmes frequently during her monthslong trial.

Nick Otto/AFP via Getty Images

Holmes had relocated to San Francisco after Theranos shut down all its clinical labs and Wellness Centers in late 2016. Holmes herself had recently been banned from the lab-testing industry for two years. But it wasn't until March 2018 when Theranos, Holmes, and her former business partner-slash-ex-boyfriend, Ramesh "Sunny" Balwani, were charged with fraud by the SEC.

During that limbo period before Holmes was indicted, she met Evans at a house party in San Francisco, according to their interview with The New York Times. The two were introduced by a mutual friend. She was 32, he was 25.

"To say we immediately fell in love isn't an overstatement," Evans told the Times.

Holmes and Evans were first spotted together at Burning Man, the arts festival in the Nevada desert, days before Theranos fully shut down in 2018. Evans also posted a selfie with Holmes taken at the event, per the Daily Mail.

Evans later told People that he proposed to Holmes in 2018 with a silver snake ring he'd bought at Taylor Swift's Reputation Tour, which the couple attended together.

Vanity Fair reported that Holmes and Evans had a secret wedding ceremony later that year, although the couple told People that they never officially married.

"Maybe we'll get married someday. But our bond is more than a piece of paper," Holmes said, adding, "We bought rings on Amazon before I went to prison."

Evans said he didn't recognize Holmes at first, and was reluctant to start a relationship

Theranos founder and former CEO Elizabeth Holmes along with her partner Billy Evans (R) leave the Robert F. Peckham Federal Building on November 23, 2021 in San Jose, California. Holmes is facing charges of conspiracy and wire fraud for allegedly engaging in a multimillion-dollar scheme to defraud investors with the Theranos blood testing lab services.
Evans recalled his early misgivings about their relationship in his letter.

Ethan Swope/Getty Images

In November 2022, Holmes' attorneys filed 130 letters from friends and family seeking leniency in her sentencing.

In his, Evans recounted the couple's love story, including his initial hesitation to pursue a relationship with Holmes, and gave a glimpse into their private lives throughout the trial.

Evans wrote that when he met Holmes, "it was as if the rest of the world ceased to exist."

He said Holmes wore a sunhat and oversized sunglasses to "stay under the radar," so he didn't initially recognize her as the Theranos founder. (Evans told Fielder a similar story, adding that she also wore a Band-Aid on her face.)

"It was strange to feel so comfortable and willing to share with someone who I didn't know. I was captivated by her childish wonder and authenticity," Evans wrote. "We spoke for hours, I lost track of time, and even if I didn't know it ... I fell in love. She pulled out her business card, scribbled her personal cell on the back and then it clicked who she was."

Evans said they kept things platonic for about six months, writing, "I was admittedly hesitant to dive in given all that had been said, Liz had been consistently vilified in every piece of media imaginable."

"The more I got to know her the more I loved who she was," he continued in his letter to the judge. "It was not long before the friendship turned into something more."

Evans said that he and Holmes struggled to maintain privacy throughout the trial and were forced to relocate multiple times after their home address was revealed.

"This will follow us for the rest of our lives," he wrote. "There is no avoiding the scorn that accompanies Elizabeth Holmes."

Evans was a fixture at Holmes' trial and her attempts to postpone prison time

Theranos founder Elizabeth Holmes and her partner, Billy Evans, hold hands as they walk amongst a crowd outside a San Jose courthouse
Elizabeth Holmes and Billy Evans outside a San Jose courthouse.

Peter DaSilva/Reuters

As the clock was running out with a scheduled sentencing date fast approaching, Holmes requested a new trial on the grounds that a key government witness visited her home in August 2022, expressing regret that his testimony had helped convict her.

The witness was Adam Rosendorff, who was Theranos' lab director from April 2013 to November 2014. Holmes' motion relied heavily on a recollection of the encounter documented by Evans, who spoke with Rosendorff when he appeared at their home.

In an email to Holmes' attorneys recalling his encounter with Rosendorff, Evans wrote: "He said he feels guilty, it seemed like he was hurting. He said when he was called as a witness he tried to answer the questions honestly but that the prosecutors tried to make everybody look bad (in the company). He said that the government made things sound worse than they were when he was up on the stand during his testimony. He said he felt like he had done something wrong. And that this was weighing on him, He said he was having trouble sleeping."

The judge agreed to postpone Holmes' sentencing to hear Rosendorff out, giving Holmes a small victory, but it backfired on her when Rosendorff stood by his testimony in the hearing, saying, "She needs to pay her debt to society."

Rosendorff explained that he'd felt bad for Holmes because of the possibility that a child would grow up without a mother, but he stressed that his testimony was accurate.

Evans relocated to Texas when Holmes reported to prison

Signage is displayed near the entrance to Federal Prison Camp Bryan on August 1, 2025, in Bryan, Texas.
Elizabeth Holmes is serving her prison sentence in Bryan, Texas.

Brandon Bell/Getty Images

Holmes is incarcerated at Federal Prison Camp, a minimum-security women's prison in Bryan, Texas. The facility is located about 100 miles from Houston, where she grew up.

"You Can See Everything" documents the family's move from California to Texas in the days before Holmes turned herself in.

Evans and their two children are able to see Holmes on family visitation days. However, according to People, conjugal visits between Holmes and Evans are not allowed.

"It kills me to put my family through pain the way I do," Holmes told People in 2025. "But when I look back on my life, and these angels that have come into it, I can get through anything. It makes me want to fight for all of it."

For his part, Evans told People, "Everyone tried to break us, but instead we forged an unbreakable bond," calling Holmes his "best friend and soulmate."

Holmes has continued to maintain her innocence, though her conviction was upheld last year after a failed appeals process. Her sentence has since been reduced several times, and Holmes is now set to be transferred to a halfway house next year.

Evans said he's planning to launch 'Theranos 2.0' with input from Holmes

Billy Evans and Nathan Fielder in "You Can See Everything."
Billy Evans and Nathan Fielder in "You Can See Everything."

A24

In 2025, The New York Times and NPR reported that Evans had raised millions for a new blood-testing startup called Haemanthus.

In marketing materials reviewed by The New York Times, Evans described Haemanthus a "the future of diagnostics" and "a radically new approach to health testing." The materials describe the company's goal as "human health optimization."

Evans will solicit Holmes for advice on the new venture, but there are no plans to give her a formal role at the company, according to NPR. As part of a 2018 settlement with the SEC, Holmes is barred from serving as an officer or director of a public company for a decade.

Evans' LinkedIn lists his current role as CEO of Haemanthus since October 2022.

"You Can See Everything" offers a closer look at Evans' biotech ambitions. He repeatedly insists to Fielder that Holmes did nothing wrong at Theranos, that her vision still deserves to be executed, and bristles at the suggestion that her failed company "used the wrong technology."

In one scene, before Holmes reports to prison, she completes a full-body scan. The scan is used to create an AI-generated three-dimensional avatar in her absence; the avatar looks and sounds like Holmes, but it's controlled by Evans, who says he also has power of attorney.

Evans tells Fielder that means he's able to make decisions on Holmes' behalf regarding her voice and likeness: "I can literally do whatever," he says.

Evans also admits to Fielder that he runs Holmes' X account, which has been active throughout her incarceration. When Fielder expresses doubt that Evans is acting in his fiancée's best interest, Evans claims he uses lines and phrases from Holmes' letters to craft the posts. He adds: "Some things that she doesn't frame as for the internet, I put there."

In other scenes, Evans says on-camera, "I've got vengeance in my heart," and says Holmes would describe her legacy as "building monuments of love for me."

Paige Leskin and Sarah Jackson contributed to previous versions of this story.

Read the original article on Business Insider

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