Ex-ministros, secretários de Estado e administradores da RAVE negaram orientações políticas, acesso privilegiado a informação e intervenção de Sócrates. Restam ao MP os circuitos financeiros.
Ana Paula Vitorino contrariou tese do MP no julgamento da Operação Marquês: negou instruções de Sócrates e disse que foi ele a rejeitar a antecipação do concurso da PPP1 do projeto da alta velocidade.