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Cataluña rectifica y asegura que no retirará las pantallas en infantil, pero limitará su uso

En junio de 2025, en plena ola de peticiones de la prohibición de móviles en los institutos, Cataluña optó por ir a la vanguardia con una normativa que restringía teléfonos, relojes e incluso pedía retirar las pantallas en educación infantil. Unas flamantes pantallas que no hacía ni un año que se habían colgado en las clases de todas las escuelas catalanas –se compraron 32.000 pantallas interactivas de última generación, con un coste de 88 millones de euros, que pagaron los fondos Next Generation-, incluso en la etapa de infantil. Finalmente, Educación da marcha atrás y admite que estas pantallas no se pueden retirar, porque se perdería esta financiación europea, pero sí apuesta por limitar su uso y que tengan un acceso restringido a internet.

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© Joan Sánchez

Pizarras digitales en una escuela de primaria.
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Avantia apresenta inteligência artificial e analíticos próprios de CFTV no SegSummit

A Avantia, integradora e implementadora de sistemas de segurança eletrônica, participa nesta quarta-feira (21) do SegSummit 2026, realizado no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento congrega cerca de 95% do mercado de segurança nacional e serve de vitrine para a empresa demonstrar, ao vivo, ferramentas de inteligência artificial e analíticos próprios aplicados ao CFTV, já em operação em grandes corporações do país.

A empresa molda cada projeto conforme as necessidades específicas de cada cliente, buscando reduzir custos e gerar resultados mensuráveis. No estande, os visitantes podem testar soluções de vídeo desenvolvidas pela WeSafer, braço digital da companhia. Por se tratarem de tecnologias próprias, os analíticos operam em equipamentos de qualquer marca e independentemente da tecnologia embarcada, otimizando o parque já instalado.

Próximo ao espaço da Avantia, a SafeCompany exibe uma plataforma de dados voltada à centralização da gestão de riscos e segurança em um único ambiente. O recurso visa simplificar a rotina gerencial, auxiliar na tomada de decisão em tempo real e otimizar custos operacionais.

Para o CEO da Avantia Tecnologia e Segurança, Silvio Aragão, a presença no evento é estratégica para consolidar a imagem da companhia como união de conhecimento em segurança eletrônica e inovação tecnológica. "O evento reúne grande parte do mercado de segurança em um único ambiente, criando uma oportunidade importante para estreitar relacionamentos, trocar experiências e apresentar soluções alinhadas aos desafios reais das organizações", afirma o executivo, destacando o papel da inteligência artificial em transformar imagens em informações relevantes para a tomada de decisão.

Completando 28 anos de história, a Avantia possui presença nacional e atua em setores variados com soluções que englobam videomonitoramento com IA, controle de acesso, infraestrutura de TI, IoT, automação predial e detecção de incêndio. 

© DIVULGAÇÃO

Avantia
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O marketing não acaba quando o cliente compra!

Há algo bastante curioso na forma como muitas empresas abordam o marketing: investem tempo, dinheiro e um esforço considerável para atrair novos clientes, mas, no momento em que alguém finalmente faz uma compra, a relação parece chegar a um fim abrupto.   O cliente comprou. A venda está concluída. Missão cumprida! Passemos ao próximo. Bora […]

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Google despliega en Madrid sus primeros robotaxis autónomos Waymo

Los coches eléctricos y totalmente autónomos Waymo, de Alphabet (empresa matriz de Google), desembarcarán en los próximos días en la Comunidad de Madrid. En un primer momento lo harán en periodo de pruebas, con la idea de estar ya totalmente operativos en la región a partir de 2027. Así lo ha anunciado hoy la compañía, que también ha especificado a este diario que los coches rodarán en entornos urbanos reales en Madrid capital, Alcobendas y Getafe. Es decir, en lugares en los que hay peatones, cuya visualización y gestión supone para estos vehículos el principal desafío técnico (y el mayor peligro público).

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© Brendan McDermid (REUTERS)

Un taxi sin conductor Waymo circula por lower Manhattan, en Nueva York.
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Filipinas incorpora plataforma para notarizar documentos virtuales

Manila, 20 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Filipinas lanzó hoy la plataforma NotarioPH, con el objetivo de facilitar la notarización de documentos por vía digital.

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“Meta no se meta”: brasileños rechazan interferencia electoral del gigante tecnológico

Manifestantes denunciaron en São Paulo que Meta reduce de forma injustificada el alcance de las publicaciones del mandatario Luiz Inácio Lula da Silva, al tiempo que impulsa los contenidos del candidato de la extrema derecha, Flávio Bolsonaro.
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Microsoft apresenta nova abordagem para proteger organizações contra riscos de agentes de IA

A Microsoft anunciou uma nova estratégia voltada para a segurança e governança de agentes de inteligência artificial que operam internamente nas empresas. Integrada a novos recursos do ecossistema corporativo, como o Microsoft 365 E7, o Agent 365 e o Project Perception, a iniciativa foi desenvolvida para garantir que as equipes de segurança mantenham visibilidade, supervisão e controle sobre sistemas autônomos, permitindo que as organizações adotem a tecnologia com maior confiança.

A novidade complementa os anúncios recentes para o Windows e as diretrizes defendidas pela liderança  empresa sobre a necessidade de controles de segurança para IAs capazes de acessar dados, tomar decisões e agir em nome dos usuários. À medida que esses sistemas ganham autonomia e capacidade operacional, a segurança precisa evoluir para compreender suas ações em tempo real, restringir sua autoridade diante de riscos dinâmicos e intervir quando a confiabilidade for comprometida.

Entre os principais recursos apresentados estão ferramentas voltadas ao controle de acesso e monitoramento avançado. O sistema de Permissões Dinâmicas concede aos agentes apenas os privilégios estritamente necessários para uma tarefa específica e por tempo determinado, evitando que herdem integralmente o acesso de um usuário e permitindo a redução ou remoção de privilégios conforme o escopo da atividade muda.

Complementando essa abordagem, os recursos de Risco Dinâmico de Agentes e Acesso Condicional Dinâmico avaliam de forma contínua o comportamento das IAs e ajustam suas permissões automaticamente. Em resposta a alterações no perfil de risco, o sistema pode limitar o acesso, bloquear ações específicas, exigir aprovação humana ou até mesmo interromper o agente por completo.

Para ampliar a governança corporativa, a Microsoft expandiu a descoberta para 35 novos tipos de agentes locais, elevando o total para 60 soluções suportadas, incluindo tecnologias como Claude Code, OpenAI Codex e GitHub Copilot. A expansão do Entra Agent ID também permite que um número maior de agentes possua identidades próprias, facilitando a identificação de responsabilidades, o rastreamento de ações e o mapeamento de acessos.

Já o uso de Agentes Guardiões e playbooks dentro do Project Perception capacita sistemas de segurança a investigarem as causas de alterações de risco e a executarem medidas protetivas na velocidade de processamento das máquinas, enquanto os operadores humanos mantêm a prerrogativa de definir as políticas e os limites de aprovação.

© DIVULGAÇÃO

Desenvolvidos em colaboração com a Meta, os novos produtos farão parte do ecossistema oficial Made for Meta
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El colosal reto de evaluar a los universitarios en la era de la IA: ¿prohibirla o usarla como aliada?

Mucho ha llovido en la prestigiosa Universidad de Brown (Estados Unidos) desde que su catedrático Roberto Serrano denunciase en este diario en junio un fraude masivo con inteligencia artificial (IA) en uno de sus exámenes, sin que el decanato reaccionase. La noticia fue replicada por los principales medios ―hasta la revista Nature le pidió un artículo―, Serrano ha recibido “cientos” de cartas de apoyo y la persona que estaba al frente del Comité del Código Académico ha sido cesada. Pero lo que más conmueve al eminente economista español es que cree que sus alumnos han aprendido la lección.

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Roberto Serrano posa para una foto, en Naples, Florida, en junio 2026.

© CreativaImages (GETTY IMAGES)

Ilustración de un estudiante aprendiendo de un robot.
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Empresa de Israel empleó anuncios y malware para espiar a millones en internet

La red de ciberespionaje israelí logró infiltrarse en redes sensibles del Pentágono, la ONU, la OTAN y la Corte Penal Internacional. El entramado afectó además a la cadena Al Jazeera, empresas tecnológicas como Nvidia y una masiva cobertura digital en Palestina.
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Denuncian fallas de Meta que imponen censura digital a campaña de Lula

Equipo de campaña del Presidente brasileño expone ante misiones internacionales de observación electoral ocho casos documentados de fallas de Meta que estarían afectando la equidad de la competencia electoral
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Digital Innovation Forum, Corso (Cellnex Italia): “Resilienza, integrazione e governance: le tre parole chiave per garantire sicurezza e sovranità digitale”

Siamo qui alla quarta edizione del Digital Innovation Forum. Se dovesse utilizzare tre parole chiave, quali sceglierebbe per descrivere il forum e che messaggio vorrebbe lanciare da qui, da Cernobbio?

“Allora, il primo termine sicuramente è il concetto di resilienza. Come rappresentante di Cellnex Italia, siamo stati invitati per definire la posizione di una Tower Company presente sul territorio, segnatamente con 22.000 siti, proprio per assicurare resilienza e sicurezza al nostro Paese. Il dottor Mariani, amministratore delegato di Leonardo, nel dialogo con la Commissione Difesa del nostro Governo, ha parlato di resilienza piuttosto che di innovazione tecnologica. Resilienza significa sicurezza by design. L’infrastruttura passiva va a rappresentare quello che è il fulcro centrale del presidio geopolitico del nostro Paese come membro del G7. Una sicurezza, una tecnologia, segnatamente l’AI, senza infrastruttura, senza resilienza, è un algoritmo senza gambe.

Come secondo concetto parlerei di integrazione. Come rappresentante legale, General Counsel di Cellnex Italia, mi permetto di dire che l’Europa non credo stia emanando troppe normative, ma sicuramente c’è un’esigenza di interoperabilità normativa, quindi l’integrazione tra i vari modelli giuridici e regolatori. Da questo punto di vista, quindi, il General Counsel è chiamato a un dialogo con il Consiglio di amministrazione in funzione del principio di responsabilità. Le aziende devono essere responsabili nell’adempimento di quello che è il concetto di compliance integrata.

Il terzo, ma sicuramente non meno importante, è il concetto di governance. Sta cambiando il modo di fare guerra, si parla di guerra ibrida, intesa come guerra tecnologica, come guerra che va a utilizzare i modelli più avanzati della tecnologia. Le nostre aziende sono sicuramente chiamate in primis a trasformarsi conseguentemente. A dire la verità, sarebbe meglio essere più proattivi, quindi la governance intesa come modelli elastici di dialogo interdipartimentale. Cellnex Italia, per questo motivo, si è dotata di un comitato per la cybersicurezza che vede nel sottoscritto, quindi nella parte legale, e nella parte tecnica il suo fulcro. Il dialogo tra normativa, tecnologia e presidio della sicurezza è sempre più un’esigenza essenziale”.

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Digital Innovation Forum, l’esperto Luigi Martino: “Dagli Usa alla Cina: così il potere della tecnologia ridisegna gli equilibri tra Stati”

Siamo qui alla quarta edizione del Digital Innovation Forum, che quest’anno ha come titolo “L’Europa del fare innovazione”. Come si fa innovazione oggi in Europa e, guardando all’Italia, a che punto siamo in ottica di investimenti?

“Questo forum è molto importante soprattutto perché, invece di vendere qualcosa, mette a fattore comune vari attori che concorrono a creare l’innovazione per l’Italia: attori istituzionali, industriali, l’accademia e anche esperti. Quindi non è solo rilevante, ma è necessario avere queste opportunità di discussione, di dibattito e di confronto. L’Europa sta cercando di crearsi una propria posizione nel contesto dell’innovazione sotto due aspetti, sia armonizzando tutte le attività che sono sparpagliate, da un punto di vista di progetti, finanziamenti e iniziative, quindi armonizzando sotto il cappello del concetto di sovranità digitale europea, o meglio l’autonomia digitale.

L’Italia sta cercando di giocare un ruolo importante in questo, priorizzando quali sono le iniziative, spingendo anche verso iniziative rilevanti e cercando di portare al tavolo dei processi decisionali europei la voce italiana. Lo fa non solo con i grandi centri italiani, ma anche favorendo lo sviluppo o la commistione tra attività di ricerca e la commercializzazione della ricerca, mettendo a fattore comune, per esempio, università, spin-off accademici e anche piccole e medie imprese, che sono l’ossatura dell’economia italiana. È necessario fare un salto di qualità? Assolutamente sì, però rendiamoci conto che da soli, come italiani, non andiamo da nessuna parte. Abbiamo però l’opportunità di farlo con i 27 che compongono il mercato europeo e anche la parte politica europea”.

In questo forum, sia ieri sia oggi, si è parlato molto anche di calcolo quantistico, supercomputer e blockchain. A che punto siamo su questo lato a livello di investimenti in Italia e dove dovremmo mirare e puntare?

“Innanzitutto cerchiamo di capire dove siamo a livello internazionale. Questi sono progetti di cosiddette tecnologie dirompenti, disruptive technologies. Ancora sono tecnologie che non sappiamo se produrranno degli effetti oppure se saranno tecnologie fallimentari. Ovviamente, l’investimento prevede anche dei rischi, di impresa o innovazione. Abbiamo visto molte volte, parliamo oggi di AI, un’AI un po’ più matura, però molte volte abbiamo assistito all’inverno dell’AI per vari anni e con varie iniziative.

Dove siamo a livello italiano? Siamo in un posizionamento molto importante con delle realtà di nicchia italiane, con delle piccole e medie imprese italiane, sparpagliate per varie regioni del territorio. Ci sono delle iniziative molto interessanti che riguardano non solo l’Italia, ma attori italiani che lavorano a livello internazionale. Per esempio, io, da un punto di vista sia accademico che industriale, lavoro con l’Agenzia Spaziale Europea su un progetto per creare una piattaforma di validazione e certificazione della tecnologia post-quantistica nel contesto spazio. Lo stiamo facendo in un’ottica anche di investimento: investimento delle risorse, ma anche investimento di attività e di risorse umane. Quindi stiamo andando molto avanti anche in Italia. Ricordiamoci che il nostro Paese ospita uno dei supercomputer a livello europeo, che è a Bologna con il Cineca, che ci permette anche di fare attività sperimentali avanzate, ospitando progetti internazionali nel nostro Paese. Quindi gli investimenti non sono tantissimi, però sono degli investimenti di nicchia che permettono quantomeno di creare un’effervescenza anche industriale, perché gli investimenti non sono tutto: serve anche una capacità imprenditoriale per proporre delle idee innovative”.

Nel suo ultimo libro, Il mondo codificato. Potere, politica e mercato, si pone l’accento anche sul legame tra tecnologie e relazioni internazionali. A tal proposito, come impattano di fatto l’intelligenza artificiale, la cybersecurity e tutte le infrastrutture digitali sull’equilibrio tra gli Stati?

“La tecnologia è sempre stata un elemento della politica internazionale, utilizzata dagli Stati per proiettare anche il loro potere nella politica internazionale. Il problema oggi è che stiamo assistendo a qualcosa di diverso, a un cambio di paradigma, dove la politica senza gli attori privati non può proiettare quel potere in modo autonomo. Quindi c’è bisogno sempre di più che l’attore privato appoggi o condivida l’agenda politica dell’attore politico. Lo vediamo negli Stati Uniti, vi ricordate tutti la fotografia dell’inaugurazione dell’amministrazione Trump, dove in prima fila non c’erano rappresentanti politici, ma rappresentanti delle più grandi aziende di tecnologia. Lo vediamo in Cina, ma questo non vuol dire che non sia possibile vederlo anche in Italia e in Europa. Ci vuole quindi una convergenza di interessi sia nazionali che aziendali.

Il problema di fondo rispetto alle tecnologie del passato è che le tecnologie di cui parliamo oggi sono accessibili a tutti e non sono ben governate. Quindi abbiamo bisogno di implementare delle capacità di governo, ed è qui che torna il ruolo della politica. Il mercato da solo non può andare da nessuna parte, perché ci sono interessi ben diversi, orientati al business, però la politica ha ancora un ruolo predominante per governare queste dinamiche, partendo dal presupposto che, secondo me, è sbagliato considerare la tecnologia buona o cattiva, ma è anche sbagliato considerarla neutrale. È il ruolo della politica capire come questa tecnologia deve essere utilizzata nell’interesse collettivo o quantomeno nell’interesse particolare di uno Stato, nell’interesse nazionale. Ed è qui che si può giocare un ruolo prevalente nel fare entrare nell’agenda dei partiti di governo o anche dei parlamenti la questione dell’interesse tecnologico nazionale: come io lo gestisco anche per tutelare i miei interessi, ma anche per proiettare i miei interessi a livello internazionale”.

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