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Protestos pela habitação: denúncia de agressão pela polícia no Porto, Moedas condena vandalismo

Retirada de tendas na Praça D. João I pareceu pacífica, mas organização fala numa pessoa ferida, “novamente agredida”. O movimento pela habitação que há mais de uma semana tem estado na Praça D. João I, no Porto, repudiou o “despejo” de manhã pela PSP, denunciando uma agressão a um manifestante e pedindo ao Presidente da República para intervir. “No Porto, perante a ordem dada pelas autoridades policiais e embora reconhecendo tal ordem como absolutamente ilegítima, a equipa de segurança da Acampada determinou a desmobilização voluntária para evitar um trauma coletivo geral”, pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa. Segundo

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Acabaram as tendas: polícia agiu em simultâneo em Lisboa e no Porto – e “espancou” manifestante

Também houve 55 detenções, cordão humano foi desfeito. Em Lisboa, outra praça foi ocupada; no Porto foi pacífico. Todas as tendas foram desmontadas, nos protestos pela habitação em Lisboa e no Porto. Carlos Moedas já tinha avisado, a Polícia de Segurança Pública (PSP) também: as tendas não poderiam permanecer eternamente num espaço público, no caso no Rossio, na capital. A PSP disse na noite anterior que ia “esgotar ao máximo a via do diálogo”, mas avisou que ia haver uma intervenção policial se as tendas continuassem montadas. O porta-voz da PSP, Sérgio Soares, sublinhou que estavam em causa uma “série

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Manifestações: “estrutura horizontal” é anarquismo? E a ideia de greve geral ibérica

Manifestantes pela habitação em Lisboa juntam-se ao Porto no pedido de “greve geral ibérica” no dia 11 de Novembro. Têm sido dias agitados em Portugal, sobretudo no Porto, por causa dos protestos pelo direito à habitação. Na Praça D. João I, quase diariamente se ouviram e ouvem duas expressões: “assembleia popular” e “estrutura horizontal”. O que significam? Começando pela última. Numa empresa, estrutura horizontal é um modelo de gestão praticamente sem a hierarquia tradicional. Tomadas de decisões descentralizadas, pode nem haver chefes, resume a Alperman. Fora do mundo empresarial, o esquema também passa por aí, mas com um significado mais

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“França a arder!” – e a culpa é dos imigrantes, atira Trump. Confusão prolongou-se para domingo

Confusão na Praça da República, em Paris, com novos incêndios e pilhagens de lojas; alguns cafés fecharam esplanadas. Macron vai falar. Os grandes conflitos e roubos aconteceram no sábado, em diversas cidades de França, mas prolongaram-se para hoje, domingo. Na Praça da República, em Paris, que já estava muito destruída e danificada, formou-se uma aglomeração não autorizada. Era um novo protesto, provavelmente contra o custo de vida em França, mas foi rapidamente dispersado. A polícia já estava no local, de prevenção, e usou gás lacrimogéneo. No entanto, os grupos espalharam-se pela área circundante, criando uma confusão inicial que aumentou a

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Tendas em Lisboa e no Porto, com incêndio na Invicta. “Daqui não saio”

Pedro Duarte convidou manifestantes para reunião. Acampada em Lisboa encheu Praça do Rossio, também com tendas. Como já se esperava, o protesto deste sábado prolongou-se pela madrugada em Lisboa e Porto. Sábado foi dia de manifestações, não só da CGTP contra o aumento do custo de vida, mas também pelo direito à habitação. Em Lisboa, milhares de manifestantes pernoitaram no Rossio. A ‘acampada’ pela habitação arrancou ao fim da tarde, com os manifestantes a encher a praça com cartazes contra o Governo – e a montar várias tendas. Luís Montenegro era um dos alvos preferidos nos cartazes, enquanto se ouviam

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Protesto em Faro exige habitação compatível com os salários de quem vive no Algarve

Entre os testemunhos estão uma jovem licenciada de 31 anos que vive com os pais e um médico de 33 anos, ambos sem perspectivas de comprar casa.

O conteúdo Protesto em Faro exige habitação compatível com os salários de quem vive no Algarve aparece primeiro em Barlavento.

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Dia de protestos noutros 3 países; há incêndios e pilhagens em França

Clima de tensão e dezenas de detidos em Paris. Jovens protestam na Bélgica, na Tunísia também se queixam do custo de vida. Este sábado é dia de protestos em vários pontos de Portugal. A manifestação contra os preços da habitação, “Não consegues pagar a renda? Monta a tenda!“, volta às ruas para se integrar no movimento da CGTP. Este protesto, que já estava marcado, é sobretudo contra o “brutal aumento” dos preços das casas, dos combustíveis e do cabaz alimentar, sob o mote ‘Mais salário, melhores pensões e serviços públicos | Contra o aumento do custo de vida | Novo

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Clima de tensão e dezenas de detidos em Paris. Jovens protestam na Bélgica, na Tunísia também se queixam do custo de vida.
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Os “arruaceiros” no Porto: “Encostem-nos à parede”, dizem CDS e Chega

Ministro assegurou que “o Governo não vai ceder aos gritos que vêm da rua”; bandeiras da Palestina não resolvem habitação. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou esta sexta-feira, que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos e avisou que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua“. As declarações foram feitas durante uma interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre a subida do custo de vida, na qual o deputado do CDS-PP, Paulo Núncio, trouxe ao debate a intervenção policial no protesto pela habitação no Porto, na

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É dia de protesto; Moedas já deixou aviso, casa de Montenegro ameaçada

Movimento chega a Lisboa. No Porto, não passaram a madrugada na Praça D. João I. Montenegro explica os “egoístas”. Este sábado é dia de nova ação de protesto contra os preços da habitação, dentro da manifestação denominada “Não consegues pagar a renda? Monta a tenda!“. Depois das confusões no Porto, os protestos chegam a vários pontos do país, juntando-se ao movimento da CGTP contra o “brutal aumento” dos preços das casas, dos combustíveis e do cabaz alimentar, sob o mote ‘Mais salário, melhores pensões e serviços públicos | Contra o aumento do custo de vida | Novo rumo para Portugal!’.

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BE e PCP estão a alimentar a violência em Portugal?

Sugestão de Mariana Leitão. “Catarina Martins deveria estar aqui em Bruxelas e foi para o Porto”. As muitas reacções no mesmo dia. As horas seguintes às cenas de violência no Porto, durante um protesto contra os preços da habitação, foram repletas de reacções políticas. Luís Montenegro falou logo ao início da manhã de quinta-feira: “Espero que os partidos políticos, movimentos associativos, organizações portuguesas, não caiam na tentação, por razões meramente egoísticas da sua própria acção, importarem para Portugal climas de instabilidade, de contestação, que não têm de facto respaldo na sociedade portuguesa”. O primeiro-ministro garantiu que Portugal não é um

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Desmobilização imediata no Porto: outros grupos apareceram, confrontos, segurança em causa

Ao início da madrugada os manifestantes saíram da Praça D. João I. Uma pessoa foi atingida por um soco e foi transportada para o hospital. O porta-voz da organização da manifestação pela habitação ordenou esta sexta-feira a desmobilização “imediata” do grupo que se mantinha na Praça D. João I, no Porto, denunciando uma “infiltração” de outros grupos na concentração. “Juntos, em grupo, desmobilizar imediatamente para casa. Foi revertida a decisão”, explicou aos manifestantes Pedro Manuel, pelas 01h20. À Lusa, o porta-voz explicou que houve uma “infiltração” de outros grupos na manifestação com o intuito de criar problemas, tendo sido registada

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Madrugada violenta no Porto: polícia “distribuiu pancada” após novas tendas

Activistas prolongaram protesto contra custo de vida e preços da habitação, e referem que houve 37 feridos. “Não sejam egoístas”, diz Montenegro. A madrugada desta quinta-feira teve momentos de violência no Porto, na Praça D. João I, ainda no contexto do protesto contra o aumento do custo de vida e dos preços da habitação. Apareceram novas tendas no local, apesar de o presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, ter avisado horas antes que a autarquia seria “absolutamente implacável” com qualquer tentativa de colocação de tendas naquele local. Mesmo assim, as tendas foram colocadas, pouco depois de uma manifestação

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Colômbia vive protestos contra o governo de La Espriella

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O governo de Abelardo de la Espriella soma apenas dois meses e, nesta quarta-feira (14), enfrentou um grande desafio nas ruas, que refletem a rejeição popular à sua gestão.

Em um cenário de alta tensão política e social, milhares de pessoas marcharam em Bogotá, Cali, Medellín, Bucaramanga, Pereira e Riohacha para expressar rejeição à agenda econômica e de segurança do presidente, ao aumento do custo de vida, à escalada da violência, ao retrocesso de conquistas sociais e às tentativas de criminalizar e coibir o direito ao protesto.

Notícias relacionadas:

A convocação reuniu sindicatos, coletivos estudantis, centrais sindicais e o Conselho Regional Indígena do Cauca (CRIC). A amplitude da aliança, que abrangeu desde o movimento docente até as comunidades originárias, marcou o tom de uma jornada que extrapolou a capital e se replicou em seis cidades do país.

Na mobilização em Bogotá, espera-se a presença do ex-presidente Gustavo Petro, acompanhado por lideranças progressistas.

Os manifestantes enfatizaram o caráter pacífico do protesto, em resposta a alegações difundidas pela Casa de Nariño que buscam deslegitimar as reivindicações da sociedade civil colombiana.

O estopim foi o Decreto 1525, assinado por De la Espriella. A norma estabelece regras para a atuação das forças de segurança em manifestações e autoriza as autoridades a dispersá-las diante de distúrbios graves. Os governos locais responderam com ampla presença de agentes uniformizados nas principais cidades.

A oposição interpretou essa operação como uma tentativa de reprimir, de antemão, o direito de manifestação.

Essa leitura acirrou ainda mais os ânimos em um dia que os organizadores haviam anunciado como uma expressão do descontentamento devido ao custo de vida e ao desmonte de programas sociais. O descontentamento não se limita ao decreto. Os setores mobilizados questionam o conjunto das primeiras decisões do presidente, ao qual acusam de desmontar conquistas sociais e de encarecer a vida da maioria da população.

A Fecode, Federação Colombiana de Educadores, saiu em defesa da educação pública e da saúde do professores. A entidade reivindicou, ainda, a reconstrução da infraestrutura escolar afetada por emergências anteriores — como o terremoto e as réplicas registradas no Vale do Cauca — e denunciou a estigmatização sofrida pelo sindicalismo docente.

As comunidades indígenas e camponesas, por sua vez, rejeitaram os megaprojetos e as medidas econômicas que colocam em risco seus territórios ancestrais. O CRIC alertou que a administração de De la Espriella busca minar a autonomia de suas organizações.

A pauta econômica concentrou boa parte do descontentamento. O encarecimento do custo de vida e as políticas que, segundo os organizadores, corroem direitos adquiridos levaram trabalhadores de diversos setores produtivos às ruas.

Os protestos na Colômbia assumem, assim, a dimensão de um primeiro grande embate social contra o Executivo, apenas dois meses após o início de sua gestão. As centrais sindicais e os movimentos populares situam o conflito na defesa de conquistas históricas, em oposição a uma agenda que consideram regressiva.

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ANAFRE convoca freguesias para encerramento dos serviços em protesto contra propostas do Orçamento 

ANAFRE convoca freguesias para encerramento dos serviços a 4 de novembro em protesto contra propostas do Orçamento do Estado. Associação Nacional de Freguesias pede reuniões urgentes ao Primeiro-Ministro, ao Ministro das Finanças e aos Grupos Parlamentares após reivindicações das freguesias não terem sido atendidas A Associação Nacional de Freguesias reuniu, esta segunda-feira, 12 de outubro, […]

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Pelo menos 30 bombeiros depositam capacetes como protesto enquanto aguardam resolução

Comandante Regional, Vaz Pinto, marca reunião de urgência para amanhã, 8 de outubro

Trinta e quatro bombeiros do Corpo de Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim entregaram esta quarta-feira, pelas 18:00 hrs, os seus capacetes à porta do quartel, numa ação de protesto perante a situação que se vive atualmente no Corpo de Bombeiros e na Associação Humanitária.

Refira-se que a iniciativa surge na sequência de uma carta subscrita pelos bombeiros e dirigida aos órgãos sociais da Associação Humanitária, onde são identificados 17 pontos considerados fundamentais e exigidas respostas concretas.

Na mesma carta, os bombeiros concederam 48 horas aos órgãos sociais para responderem às suas reivindicações e exigiram a sua demissão, caso não sejam tomadas medidas perante os problemas apresentados.

A entrega dos capacetes, segundo dizem, pretendeu ser um ato simbólico de protesto e de alerta para a comunidade, demonstrando a insatisfação dos bombeiros perante uma situação que consideram não poder continuar.

Os bombeiros fazem questão de deixar claro que o socorro às populações dos concelhos de Vila Real de Santo António e Castro Marim está assegurado, não estando esta ação de protesto a colocar em causa a resposta operacional às ocorrências.

Comandante Regional Vaz Pinto marca reunião de urgência

Na sequência da situação, o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Vaz Pinto, marcou uma reunião de urgência para amanhã (quinta-feira), 8 de outubro, no quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.

Os bombeiros esperam que esta reunião permita encontrar respostas concretas para os problemas que têm vindo a denunciar.

Perante o ocorrido, os bombeiros fazem questão de reafirmar que não estão contra a população, nem contra a missão de socorro que diariamente desempenham. Pelo contrário, afirmam estar a lutar para que o Corpo de Bombeiros tenha condições dignas para continuar a servir Vila Real de Santo António e Castro Marim.

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