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Competição europeia de foguetes em Portugal distingue equipas de oito países. Saiba quem venceu

A sétima edição do European Rocketry Challenge (EuRoC), competição universitária de foguetes organizada pela Agência Espacial Portuguesa, terminou com dez prémios atribuídos a equipas europeias, num ano marcado pela estreia de uma categoria para novos participantes e por um resultado inédito para Portugal. A equipa austríaca Aerospace Team Graz voltou a conquistar a principal distinção, enquanto a portuguesa da Universidade do Minho conseguiu lançar e recuperar um foguete na sua primeira participação.
A Aerospace Team Graz (ASTG) da Áustria conquistou o EuRoC Award, atribuído à equipa com o melhor desempenho global, considerando a conceção do foguete, a documentação técnica, o trabalho de equipa e os resultados em voo. A formação austríaca, que já tinha vencido em 2023 e 2025, arrecadou ainda o prémio de melhor voo na categoria de propulsão líquida para 9.000 metros.
“O EuRoC tornou-se uma referência europeia porque conseguimos criar um ambiente em que as novas gerações desenvolvem tecnologia em condições próximas da indústria. Muitos dos estudantes que passaram pelo EuRoC estão hoje a trabalhar em empresas do setor ou criaram os seus próprios negócios. É esse o impacto da competição: formar o talento de que a indústria espacial europeia precisa, tornando-a mais forte e mais autónoma”, destaca Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, citado em comunicado.
Outro dos destaques foi a grega White Noise, que conquistou dois prémios na sua estreia: o Rookie of the Year, que distingue a melhor equipa estreante, e o Payload Award, atribuído à melhor carga útil, tendo em conta a inovação, a fiabilidade e o potencial de aplicação da tecnologia desenvolvida.

Portugal esteve representado na fase final da competição de foguetes por duas equipas universitárias, depois de sete formações nacionais terem sido selecionadas para competir.
A Minho Aerospace Students’ Team (MAST), da Universidade do Minho, levou o foguete Mirage ao objetivo de 3.000 metros de altitude. Fundada em 2024, a equipa tornou-se a primeira formação portuguesa a conseguir lançar e recuperar um foguete, numa edição da competição que marcou a sua estreia.
“Esta edição demonstrou que é possível abrir a competição a novas equipas sem comprometer a exigência técnica que caracteriza o EuRoC. Para estes estudantes, foi primeira oportunidade de transformar meses de desenvolvimento num projeto real, sujeito aos mesmos desafios técnicos e de segurança que encontram na indústria”, afirma Marta Gonçalves, gestora dos programas de Educação e Ciência da Agência Espacial Portuguesa, citada na nota de imprensa.
Já a Rocket Experiment Division (RED), do Instituto Superior Técnico, que participa na competição ininterruptamente desde 2021, não conseguiu realizar o lançamento devido a problemas técnicos que não foram resolvidos dentro do prazo da competição. A North Space, que reúne estudantes de várias faculdades da Universidade do Porto e da Universidade de Lisboa, também não chegou à fase final, apesar de ter sido selecionada, devido a contratempos no desenvolvimento do foguete.
A participação portuguesa surge num ano em que o país voltou a destacar-se pelo número de equipas interessadas na competição. Em maio, altura em que encerrou o período de candidaturas, Portugal tornou-se o país mais representado no EuRoC pelo segundo ano consecutivo, num contexto de recorde de inscrições.
A competição decorreu em Constância entre 15 e 21 de outubro e reuniu cerca de 700 estudantes de 13 universidades europeias. Ao longo de quatro dias de operações, 12 foguetes saíram das rampas de lançamento, numa edição que ficou marcada pela diversidade tecnológica dos projetos e pela estreia da categoria Rookie, destinada a equipas que participam pela primeira vez.
O EuRoC contou com o apoio da Câmara Municipal de Constância e do Exército Português, que disponibiliza o Campo Militar de Santa Margarida para os lançamentos. A competição contou ainda com a presença de empresas do setor, como a Neuraspace, a Tekever e a Momentum Aerospace, reforçando a ligação entre o ensino superior, a investigação e a indústria espacial.
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Dez prémios para equipas de oito países
Além das distinções conquistadas pela equipa austríaca e pela formação grega, o EuRoC reconheceu projetos de equipas da Suíça, Itália, Hungria, Espanha e Chéquia.
Os dez prémios atribuídos na edição de 2026 ficaram distribuídos da seguinte forma:
- EuRoC Award: Aerospace Team Graz (Áustria)
- Technical Award: ARIS (Suíça)
- Design Award: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
- Payload Award: White Noise (Grécia)
- Team Award: BME Suborbitals (Hungria)
- Flight Award Líquido 9K: Aerospace Team Graz (Áustria)
- Flight Award Líquido 3K: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
- Flight Award Sólido 3K: LEEM-UPM (Espanha)
- Flight Award Híbrido 3K: CTU Space Research (Chéquia)
- Rookie of the Year: White Noise (Grécia)
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© CARLOS BARROSO/LUSA
- ECO
- Vasco Pedro reage à insolvência da Unbabel: “Gerência atuou de boa-fé” e tentou “preservar valor”
Vasco Pedro reage à insolvência da Unbabel: “Gerência atuou de boa-fé” e tentou “preservar valor”
O cofundador da Unbabel, Vasco Pedro, que liderava a startup quando foi decidida a venda da totalidade dos ativos ao grupo TransPerfect, garante que "a gerência atuou de boa-fé e procurou, ao longo de todo o processo, encontrar a solução que melhor salvaguardasse os interesses dos trabalhadores, dos credores e dos clientes". O empreendedor reage assim à notícia de que o tribunal vai decidir se a insolvência da Unbabel foi culposa ou fortuita.
Naquela que é também uma das primeiras reações públicas de Vasco Pedro ao desfecho da startup que fundou em 2013, o gestor afirma ao ECO que "foram desenvolvidos esforços documentados de investimento,…
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Ver todos os planosLuís Dias: "O primeiro-ministro não tem sabido liderar"

Professores de Matemática dos cinco PALOP visitam Loulé
A visita, apoiada pela Câmara de Loulé, deu a conhecer o património e a cultura local, no âmbito de um encontro internacional na Universidade do Algarve (UAlg).
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Beyond Vision levanta 28 milhões e expande na Trofa
A Beyond Vision levantou 28 milhões de euros para expandir capacidade de produção e reforçar nos mercados europeu, América do Norte (EUA e Canadá) e Brasil. A empresa comprou espaço na Trofa para a equipa a Norte.
“O objetivo é aumentar a capacidade industrial para responder à procura atual e ao pipeline em defesa. Na prática: mais área de produção, mais stock de componentes críticos e mais equipa. Estamos a expandir em várias frentes: Alverca (sede), Oeiras (obra arranca agora) e Trofa, onde adquirimos espaço próprio para a equipa do Norte”, adianta Dário Pedro, CEO da Beyond Vision, ao ECO/eRadar.
Em Alverca, em dezembro passado, a empresa estava a aumentar a área de produção com 2.000 metros quadrados, distribuídos por dois pisos, para 4.000 metros quadrados, num investimento de global de cinco milhões de euros. E em Oeiras é uma das empresas que integra o cluster de drones que está a ser criado no Oeiras Tech Valley, como adiantou na época o CEO da empresa fabricante de drones em entrevista ao ECO/eRadar.
O objetivo era este ano a companhia ganhar capacidade de produzir cerca de 500 VTOL (drones de asa em multirotor) e cerca de 800 multirotores.
O objetivo é aumentar a capacidade industrial para responder à procura atual e ao pipeline em defesa. Na prática: mais área de produção, mais stock de componentes críticos e mais equipa. Estamos a expandir em várias frentes: Alverca (sede), Oeiras (obra arranca agora) e Trofa, onde adquirimos espaço próprio para a equipa do Norte.
A ronda de capital foi coliderada por dois fundos de investimento nacionais, a Indico Capital Partners e Lince Capital, com reforço da ActiveCap, que já investe na fabricante de drone desde 2024.
“Em setores críticos como na defesa, na gestão de infraestruturas e na segurança, a dependência de tecnologia de ponta, fiável e soberana é hoje uma prioridade estratégica dos vários países. A Beyond Vision redefiniu este mercado ao combinar hardware de alta precisão com algoritmos avançados de inteligência artificial a um custo muito competitivo”, refere Stephan de Moraes.
“Este investimento dará à Beyond Vision a robustez financeira necessária para escalar a produção e competir mundialmente em importantes segmentos de veículos autónomos não tripulados”, acrescenta o presidente da Indico Capital Partners, citado em comunicado.

“O atual contexto geopolítico e o reforço do investimento europeu em defesa estão a criar novas oportunidades para empresas tecnológicas com capacidade de competir internacionalmente. Acreditamos que a Beyond Vision, pela sua capacidade tecnológica, experiência e ambição, está bem posicionada para aproveitar este momento e contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema nacional mais forte em tecnologias de elevado valor acrescentado”, diz por seu turno, Tomás Lavin Peixe, head of venture capital da Lince Capital, citado em comunicado.
Expansão geográfica
A injeção de capital surge num momento de elevada procura global por sistemas de veículos não tripulados e visa dar capacidade financeira para reforçar produção e presença no mercado externo.
Com esta ronda, a empresa quer reforçar “na Europa, América do Norte (EUA e Canadá) e Brasil, sempre com foco em defesa, segurança e infraestruturas críticas“, adianta Dário Pedro.
A empresa tem vindo a expandir a sua presença. No Canadá, em junho, fechou uma parceria com a Arcanus Aerial Systems, empresa do setor de defesa com sede em Toronto, para a produção, comercialização e prestação de apoio às principais plataformas da fabricante nacional de drones nesse país da América do Norte, bem como “em vendas de exportação financiadas pelo Canadá”.
Com esta parceria, a empresa de Alverca reforçou a sua posição na América do Norte, depois de ter fechado um contrato de “pelo menos” 15 milhões de euros nos EUA para fornecer 300 drones de emergência até 2028. Nos planos do fabricante português está ainda a abertura, em dois anos, de uma fábrica no mercado norte-americano, num investimento de 50 milhões de euros.

Em França, durante a Eurosatory 2026, uma das maiores feiras do setor de defesa e segurança, a fabricante de drones fechou ainda parcerias com duas empresas, a Gremsy — fabricante de soluções avançadas de imagem e câmaras para drones e robótica — e a espanhola Indef. Com esta última, o primeiro foco de colaboração irá incidir no desenvolvimento de uma plataforma de drones marítimos para aplicações de Operações Especiais, com o objetivo de apoiar atividades de teste e avaliação em missões NATO.
Já o acordo com a Gremsy era apontado como “estratégico” dado a “sua parceria com a FLIR [que desenvolve sistemas de imagem infravermelha de baixo custo para uso aéreo] e como fabricante de payloads NDAA compliant [ou seja que cumprem com os requisitos da National Defense Authorization Act] e produzidos nos EUA”, detalhava em junho o CEO da Beyond Vision ao ECO/eRadar.
Em julho, anunciou a entrada na Jordânia através de uma parceria com a Aero Voo Portugal (AVP) para sua representação comercial no país, mais um passo na estratégia de expansão internacional da empresa no Médio Oriente. A Jordânia tem vindo a investir na modernização das suas capacidades militares, na vigilância de fronteiras e na proteção de infraestruturas críticas, áreas onde a Beyond Vision pretende posicionar as suas soluções.
- Barlavento
- Novos Estados Gerais do PS arrancam em 14 de novembro para «preparar alternativa de Governo»
Novos Estados Gerais do PS arrancam em 14 de novembro para «preparar alternativa de Governo»
A iniciativa «Contamos todos» pretende recolher contributos de independentes para o programa político.
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Novos Estados Gerais do PS arrancam a 14 de novembro

© MIGUEL A. LOPES/LUSA
Estará a politica portuguesa à beira do colapso?

Unbabel foi vendida por 5,7 milhões de dólares. Poucos meses antes, ‘valia’ 44 vezes mais
A TransPerfect pagou 5,7 milhões de dólares (5,1 milhões de euros) pela "totalidade dos ativos da Unbabel" em agosto de 2025. Meses antes, a Unbabel negociou uma fusão com outra empresa por uma avaliação de 250 milhões de dólares (222,8 milhões de euros), 44 vezes mais, mas a operação não se chegou a concretizar, apurou o ECO.
Aqui quantificado pela primeira vez, o colapso da avaliação da Unbabel num curto espaço de tempo ilustra bem a queda vertiginosa desta startup tecnológica que chegou a ser vista como uma das…
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- Pensione con contributi all’estero, quando si sommano a quelli italiani: il chiarimento Inps
Pensione con contributi all’estero, quando si sommano a quelli italiani: il chiarimento Inps
L’Inps, con la circolare 107 del 20 ottobre, riepiloga e aggiorna le regole per far valere i contributi versati all’estero nella pensione in regime di cumulo. Sono tre i chiarimenti che riguardano i periodi all’estero:
- quando contano per il diritto alla pensione;
- come si considerano per la verifica dell’importo soglia;
- quando danno accesso all’integrazione al trattamento minimo.
Chi ha una carriera divisa tra più gestioni italiane e uno o più Paesi esteri può ottenere un trattamento che con i soli contributi italiani non sarebbe raggiungibile.
Cos’è la pensione in regime di cumulo
Il cumulo, previsto dalla Legge di Stabilità 2013 e poi modificato con la Legge di Bilancio 2017, permette di sommare i contributi non coincidenti versati in gestioni previdenziali diverse per ottenere un’unica pensione.
Quando contano i periodi lavorati all’estero
I periodi esteri valgono per il diritto alla pensione in cumulo come se fossero periodi italiani, in base all’articolo 6 del regolamento (CE) 883/2004 e contano anche se hanno già prodotto una pensione estera.
Quando lo stesso periodo è coperto sia da contributi italiani sia da contributi esteri, per esempio per due lavori svolti in contemporanea in due Paesi, quei mesi valgono una volta sola e non si sommano.
Quali Paesi rientrano nel cumulo
Rilevano i contributi maturati:
- negli Stati Ue;
- nello Spazio economico europeo;
- in Svizzera;
- nel Regno Unito;
- nei Paesi legati all’Italia da accordi o convenzioni bilaterali di sicurezza sociale che prevedono la totalizzazione internazionale.
Le condizioni da rispettare
La totalizzazione con l’estero è possibile se:
- risulta raggiunto il periodo minimo di contribuzione italiana, cioè 52 settimane (un anno) per la normativa europea o quello fissato dalla singola convenzione;
- almeno una delle gestioni italiane coinvolte è compatibile con il riconoscimento dei periodi esteri;
- i periodi esteri servono per maturare il diritto oppure danno una pensione più favorevole rispetto al solo cumulo nazionale.
Per la maggior parte delle convenzioni bilaterali la totalizzazione non serve se il diritto si raggiunge già con i soli contributi italiani. Fanno eccezione Jersey e le altre Isole del Canale (che dipendono dal Regno Unito), gli Stati nati dalla ex Jugoslavia e l’Uruguay.
Contributi esteri anteriori al 1996
L’importo della pensione si calcola solo sui contributi italiani. I periodi esteri collocati prima del 1° gennaio 1996 servono però a stabilire l’anzianità al 31 dicembre 1995 e quindi il sistema in cui rientra la pensione, con i relativi requisiti di accesso e istituti.
Significa che chi ha lavorato all’estero prima del 1996 e in Italia ha versato solo dopo quella data viene inquadrato nel sistema misto, anche se la quota italiana resta calcolata, di fatto, con il sistema contributivo.
Importo soglia e contributi esteri
Per la pensione di vecchiaia in cumulo valgono anche i requisiti diversi da età e contributi previsti dall’ultima gestione di iscrizione.
L’importo soglia è l’importo minimo che la pensione deve raggiungere per essere pagata, ed è quello previsto dalle regole della Gestione separata. Nel cumulo l’Inps controlla l’importo soglia solo quando ricorrono insieme tutte queste condizioni:
- la pensione è calcolata con il sistema misto (in parte con il retributivo e in parte con il contributivo);
- l’ultima iscrizione del lavoratore è alla Gestione separata dell’Inps;
- l’interessato non ha ancora compiuto 71 anni, limite che dal 1° gennaio 2027 sarà adeguato alla speranza di vita.
Nel caso internazionale, la pensione italiana si somma alla pensione o al pro-rata estero e il totale non deve risultare inferiore alla soglia. Il requisito può maturare anche dopo, quando arriva la liquidazione estera. In quel caso la pensione decorre dal primo giorno del mese successivo.
La verifica non serve se, dopo l’ultimo contributo in Gestione separata, si hanno periodi esteri valorizzabili in una gestione dove la soglia non è prevista. Con i Fondi speciali conta la natura del lavoro svolto all’estero, che deve corrispondere alla stessa categoria.
Resta fermo che alla decorrenza il lavoro dipendente deve essere cessato, anche all’estero.
Integrazione al minimo
L’integrazione al trattamento minimo alza le pensioni più basse fino a 611,85 euro al mese – importo provvisorio per il 2026 fissato dalla circolare 153 del 19 dicembre 2025, che diventano 619,80 euro con l’incremento dell’1,3% riconosciuto alle pensioni pari o inferiori al minimo.
L’integrazione spetta a chi ha redditi entro i limiti di legge e solo alle pensioni nel sistema retributivo o misto. Nel cumulo spetta a condizione che almeno una delle quote sia a carico di una gestione che la prevede. Grazie ai periodi esteri anteriori al 1996, l’integrazione spetta anche a chi in Italia ha iniziato a versare dopo quella data.
Nell’esempio della circolare del 20 ottobre, un lavoratore con 15 anni di contributi all’estero prima del 1996 e poi iscritto in Italia al Fondo pensioni lavoratori dipendenti e alla Gestione esclusiva dei dipendenti pubblici ottiene una pensione in cumulo nel sistema misto, integrabile al minimo, anche se le quote italiane sono calcolate con il contributivo. L’integrazione resta a carico delle gestioni italiane.
Per verificare i limiti di reddito, l’Inps conta anche le pensioni estere e gli eventuali redditi prodotti all’estero.
Come si presenta la domanda
L’ente istruttore si individua solo in base all’ultimo contributo italiano, anche se l’ultimo versamento è avvenuto all’estero.
C’è poi un distinguo in base a dove si ha la residenza:
- chi risiede in Italia presenta la domanda per via telematica e sceglie il tipo di pensione;
- chi risiede all’estero si rivolge all’istituzione previdenziale del Paese di residenza, che inoltra la pratica alla sede Polo dell’Inps.
Se la domanda arriva dall’estero con la generica dicitura vecchiaia o anticipata, l’Inps deve comunque esaminare l’intera posizione, cercare il trattamento più favorevole e informare l’interessato sulle alternative prima di liquidare. Anche per questo motivo è sempre meglio indicare esplicitamente il cumulo nell’istanza.
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