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Carlos Vicens recorda Braga “com gratidão” e destaca “futebol reconhecível, com identidade própria”

O treinador Carlos Vicens disse hoje recordar “com gratidão” o percurso no SC Braga, cujo comando técnico deixou na terça-feira, destacando o “futebol reconhecível e com identidade própria” patenteado na época passada.

“Há etapas na vida que merecerão sempre ser recordadas com gratidão e a minha passagem pelo SC Braga é uma delas. Levo a satisfação de ter dado tudo e o privilégio de ter formado parte de algo tão especial”, escreveu nas suas redes sociais.

O treinador espanhol de 43 anos, que chegou a Braga na época passada, foi demitido na terça-feira após a derrota, a terceira seguida, com o Gil Vicente, em casa (2-1), na véspera, em jogo em atraso da segunda jornada da I Liga.

Vicens recordou o “início complicado” na época passada, mas frisou a reação que a equipa teve então.

“Soubemos reagir e terminar em quarto lugar na I Liga, alcançar a final da Taça da Liga e disputar umas meias-finais europeias [da Liga Europa], levando o nome do SC Braga com orgulho por todo o continente com um futebol reconhecível e com identidade própria”, disse.

Lembrou ainda as “noites como as de Leiria frente ao Benfica [na meia-final da Taça da Liga, vitória por 3-1], de Sevilha frente ao Betis [vitória por 4-2 na segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa] ou a de Braga frente ao Friburgo [vitória por 2-1 na primeira mão das ‘meias’]: estarão sempre na minha memória”.

O antigo adjunto de Pep Guardiola nos ingleses do Manchester City deixou uma “menção especial aos jogadores: um grupo humano extraordinário, de grande coração”, agradecendo ainda ao presidente, António Salvador, e à direção, bem como a todos os profissionais dos diferentes departamentos.

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Ricardo Horta quer SC Braga na Liga dos Campeões na próxima época

O internacional Ricardo Horta disse hoje que o SC Braga quer jogar na Liga dos Campeões de futebol na próxima época e dar uma resposta ao mau momento na receção ao Gent, quinta-feira, na Liga Conferência.

Abordando a saída do treinador Carlos Vicens e a entrada de Franclim Carvalho, Ricardo Horta lembrou a recente passagem do agora novo técnico como adjunto de Artur Jorge.

“As memórias só podem ser boas. Conquistámos um título [Taça da Liga], jogámos na Liga dos Campeões e cumpri esse sonho de jogar essa competição neste clube. Sabendo que este ano os três primeiros classificados vão à Liga dos Campeões, tudo faremos para jogar essa competição na próxima época”, disse.

O SC Braga é oitavo classificado no campeonato, com 11 pontos, a sete do terceiro lugar, ocupado pelo Sporting e pelo Santa Clara, mas o experiente jogador acredita numa recuperação até ao pódio.

“Enquanto for matematicamente possível, acreditamos. Temos condições e qualidade, sem fazer objetivos a longo prazo. Ir jogo a jogo e queremos começar a vencer amanhã [quinta-feira]”, disse, na antevisão da receção aos belgas.

Sobre a chegada de Franclim Carvalho, revelou que a palavra “exigência” foi a mais utilizada no treino de terça-feira.

“Queremos dar uma resposta. O que temos mostrado não é o que o clube exige. Amanhã [quinta-feira], não será tudo perfeito, porque não se muda tudo de um dia para o outro, mas queremos mostrar outra imagem, temos equipa e jogadores para isso. Falta apenas uma mudança de mentalidades”, disse.

Ricardo Horta considerou ainda que “a insatisfação dos adeptos é normal”.

“Os adeptos do Braga são muito exigentes e temos que saber lidar com isso. Tivemos momentos muito bons na última época, este ano nem tanto, a bola não entra e um clube e treinador vivem dos resultados. Ganhámos apenas um jogo nos últimos seis e isso não pode voltar a acontecer. Tem que haver uma reação”, disse.

O avançado tem jogado em diferentes posições esta época, mas joga “onde o mister quiser”.

“São momentos de jogo estratégicos e se calhar entendem que tenho inteligência para fazer isso. O mister já me conhece e, desde que me ponha a jogar, vai ser tudo perfeito”, disse.

SC Braga e Gent defrontam-se a partir das 20:00 de quinta-feira, no Estádio Municipal de Braga, jogo que será arbitrado por Andris Treimanis, da Letónia. 

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“Isto é uma viragem de página não só do treinador, como da postura dos jogadores”

O presidente do SC Braga, António Salvador, disse hoje que o mau momento da equipa de futebol não é responsabilidade apenas do treinador Carlos Vicens, demitido na terça-feira, mas também dos jogadores.

O dirigente disse que o que fez mudar de opinião, depois do voto de confiança ao técnico espanhol há menos de uma semana, foi o facto de a equipa não ter conseguido inverter o mau momento, frisando que a equipa “não pode nunca mais voltar a acontecer ganhar apenas um jogo e empatar outro em seis jogos”.

“O mais importante no futebol é a união e correr, depois é que aparece a qualidade. A responsabilidade é de todos, não só do Carlos [Vicens] e acredito que isto é uma viragem de página não só do treinador, como da postura dos jogadores em campo”, disse em conferência de imprensa.

Agradecendo ao técnico espanhol pelo cerca de ano e meio no comando técnico do SC Braga, António Salvador disse que Vicens “trouxe ideias novas” e “fez crescer o clube”.

Contudo, “a linha de evolução” que esperava consolidar esta época “acabou por ter um retrocesso” que a equipa “não estava a conseguir inverter”.

“Só tenho elogios a fazer à entrega, ao compromisso, à dedicação e à capacidade de trabalho do mister Carlos Vicens e da sua equipa”, disse, considerando que “os resultados nem sempre são justos sobre a qualidade do trabalho de um treinador”.

Sobre a contratação de Franclim Carvalho, considerou que “não é uma transição, é um corte”.

“Um novo perfil, novas ideias e quem fica tem que começar do zero e tem provas a dar. O balneário tem que assumir a sua responsabilidade porque o novo ciclo só pode ter sucesso a começar no grupo. Nos momentos difíceis é que se vêm os grandes homens, o que é tão ou mais importante que serem grandes jogadores”, alertou.

O líder ‘arsenalista’ frisou que o novo técnico tem “a identidade SC Braga” e que conhece “muito bem o clube e os seus valores”, pelo que foi “a escolha óbvia”.

“Esteve no último título ganho e na última vez que fomos à Liga dos Campeões como adjunto de Artur Jorge, não precisa de adaptação porque sabe tudo do Braga”, disse.

Salvador dirigiu ainda palavras aos sócios, considerando que a sua “cobrança é legítima: o Braga tem que ser muito mais do que tem sido até agora, mas há muito jogo esta época e a minha convicção é que vão ter que contar com o Braga em todas as frentes”.

Aquando da sua recandidatura para o quadriénio 2025/29, Salvador disse que esse mandado seria o “ciclo mais ambicioso” da história do clube, tendo incluindo a meta de ser campeão até 2029.

“A minha visão foi trazer uma ideia diferente para o clube, isso foi conseguido no último ano, apesar de internamente não termos feito um grande campeonato, mas injustamente não chegámos a uma final na Liga Europa. Fizemos o maior investimento de sempre, isso diz bem da ambição, mas infelizmente não houve evolução e a responsabilidade é minha”, disse.

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“Sempre tive o desejo de ser o treinador principal do SC Braga” 

O treinador Franclim Carvalho confessou hoje que sempre teve “o desejo” de treinar o SC Braga e garantiu ambição de ganhar ao Gent, quinta-feira, da segunda jornada da fase de liga da Liga Conferência de futebol.

O novo técnico dos bracarenses, antigo adjunto de Artur Jorge no SC Braga, substituiu no cargo o espanhol Carlos Vicens, demitido após a terceira derrota seguida (e quarto jogo sem ganhar), na segunda-feira, em casa, diante do Gil Vicente (2-1), jogo em atraso da segunda jornada da I Liga, derrota que se seguiu à averbada na quinta-feira passada, no terreno do Copenhaga (3-0), no arranque da prova europeia.

“Sempre tive o desejo de me sentar aqui como treinador principal do SC Braga, trabalhei muito para estar aqui. Agora, temos que arrepiar caminho, trabalhar rápido e mudar algumas coisas. Temos dois dias para preparar um jogo que é para ganhar, mas a ambição não pode passar só por palavras, mas também por atos”, avisou na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Gent e que serviu também de apresentação como novo técnico dos minhotos.

Franclim Carvalho, de 39 anos, frisou o sentimento de “alegria imensa” por chegar ao SC Braga, mas “também de ambição, que é uma das métricas deste clube”.

“Sei que a ambição do clube e do presidente, que conheço muito bem, é ganhar. E isso também faz parte da minha forma de estar e de ver a minha profissão, que é a minha vida, vivo para o futebol”, apresentou-se.

O ex-treinador dos brasileiros do Botafogo disse querer “uma equipa com andamento” e questionado sobre se pondera fazer alterações táticas na equipa, frisou que “cada treinador tem as suas ideias”.

“Temos que arranjar formas para passar a ideia e os jogadores interpretarem da melhor forma. Temos as nossas ideias, olhamos para os jogadores e queremos fazer o ‘match’ perfeito. Não tenho dúvidas nenhumas que vamos ter sucesso com estes jogadores e com as nossas ideias”, disse.

O técnico frisou ainda que o plantel lhe agrada: “se estou satisfeito com o plantel que tenho? Obviamente que num plantel que tem jogadores como este que está sentado ao meu lado [Ricardo Horta] deixa qualquer treinador satisfeito. Há muita qualidade, mas também muita margem de crescimento”, disse.

Sobre a exigência de António Salvador disse que “já a sentia” quando era adjunto de Artur Jorge, garantindo que ele próprio tem essa exigência para com os jogadores.

“Não tenho dúvidas nenhumas que estou preparado para isto e os resultados que consegui na anterior experiência [Botafogo] dizem isso mesmo. Agora, não adianta falar do passado, estamos cientes da responsabilidade que temos, queremos puxar pela cidade para nos apoiar, a competição [Liga Conferência] é muito importante para nós e precisamos dos adeptos mais do que nunca”, disse.

SC Braga e Gent defrontam-se a partir das 20:00 de quinta-feira, no Estádio Municipal de Braga, jogo que será arbitrado por Andris Treimanis, da Letónia. 

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Eis o novo treinador do SC Braga

Franclim Carvalho é o novo treinador do SC Braga, substituindo no cargo Carlos Vicens e assumindo já o treino de hoje à tarde da equipa minhota da I Liga de futebol, informou o clube.

O novo técnico dos ‘arsenalistas’, de 39 anos, assina contrato até ao final da temporada, com mais uma época de opção, sucedendo ao espanhol Carlos Vicens, demitido após a derrota (2-1) de segunda-feira com o Gil Vicente, em casa, jogo em atraso da segunda jornada, terceiro desaire consecutivo de uma sequência de quatro jogos sem ganhar.

Sem clube desde agosto, quando saiu dos brasileiros do Botafogo, Franclim Carvalho regressa ao clube bracarense depois de passagens pelos escalões de formação como treinador adjunto, mesma função que assumiu na equipa principal durante duas épocas (2022/23 e 2023/24) na ‘vigência’ de Artur Jorge.

A restante equipa técnica é composta por Luís Filipe, Mauro Moderno, Ricardo Matos e Tiago Pires, mantendo-se Eduardo Carvalho e Orlando Silva da anterior.

Franclim Carvalho teve a primeira experiência como treinador principal em 2021/22, na BSAD, equipa que então militava na I Liga.

Em 2022/23, regressou ao SC Braga como técnico adjunto de Artur Jorge, atual treinador dos brasileiros do Cruzeiro, parceria que durou até 2026, com passagens pelo Botafogo, no qual participou na conquista do título brasileiro e da Copa dos Libertadores em 2024, e pelos cataris do Al-Rayyan.

Em abril de 2026, voltou ao Botafogo, mas como treinador principal, tendo sido demitido em agosto do clube do Rio de Janeiro.

O novo treinador do SC Braga orienta já o treino de hoje à tarde, às 16:00, preparando o jogo de quinta-feira, a receção aos belgas do Gent, da segunda jornada da Liga Conferência.

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Carlos Vicens protagoniza sexta mudança de treinador na I Liga

O espanhol Carlos Vicens protagonizou hoje a sexta mudança de treinador na edição 2026/27 da I Liga portuguesa de futebol, depois de deixar o SC Braga a seguir à derrota com o Gil Vicente (2-1).

O desaire caseiro de segunda-feira, em jogo em atraso da segunda jornada, ditou a saída de Vicens, de 43 anos, após três derrotas seguidas, duas para o campeonato e uma para a Liga Conferência, numa altura em que os ‘arsenalistas’ são apenas oitavos na I Liga, já a 13 pontos do líder FC Porto.

Antes de chegar ao SC Braga, no início da última temporada, Vicens tinha sido adjunto de Pep Guardiola no Manchester City durante quatro épocas, deixando os minhotos com 41 vitórias em 76 jogos.

O despedimento de Vicens, que ainda não tem sucessor, acontece um dia depois de Carlos Carvalhal ter deixado o Famalicão, na sequência da derrota por 1-0 frente ao Paredes (1-0), da Liga 3, na terceira eliminatória da Taça de Portugal, sendo que o clube minhoto ocupa o 13.º lugar da I Liga, com apenas uma vitória.

Vasco Matos tinha deixado o Estoril Praia após a oitava jornada, a última disputada da I Liga, numa altura em que os ‘canarinhos’ ocupam o último lugar, sem qualquer vitória, com dois empates e seis derrotas.

Antes, o grego Sotiris Silaidopoulos tinha sido afastado do comando técnico do Rio Ave, após somar um triunfo nas primeiras sete jornadas, deixando a equipa vila-condense no 16.º lugar, tendo sido rendido por Vasco Seabra, que deixou o comando técnico do Arouca para rumar a Vila do Conde.

O primeiro treinador a sair nesta edição da I Liga foi João Gião, que deixou o Nacional após a quarta jornada, quando os madeirenses ocupavam o nono lugar, com quatro pontos. Bruno Abreu ainda orientou os insulares interinamente na visita ao Sporting, antes de Alexandre Santos assumir o comando técnico a partir da sexta ronda.

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Carlos Vicens deixa SC Braga

Carlos Vicentes já não é o treinador do SC Braga. O treinador deixa o clube na sequência da terceira derrota seguida, ontem à noite, com o Gil Vicente (1-2), no jogo em atraso da 2.ª jornada da I Liga.

“O SC Braga informa que Carlos Vicens cessa, com efeitos imediatos, as funções de treinador principal da equipa A, deixando igualmente o clube os elementos que compunham a sua equipa técnica: Mário Enguidanos, Jordi Lie, Lander Iza, Ramiro Marín e Willy Alonso”, referem os ‘arsenalistas’ em comunicado.

O SC Braga agradece a Carlos Vicens e aos restantes elementos da equipa técnica “o profissionalismo, a dedicação e o empenho demonstrados ao serviço do clube, desejando-lhes os maiores sucessos pessoais e profissionais para o futuro”.

O técnico, que tinha contrato até junho de 2028, assumiu a liderança da equipa no início da temporada 2025/26 e deixa os ‘arsenalistas’ um dia após a derrota em casa com o Gil Vicente (2-1), para a I Liga, naquele que foi o terceiro desaire consecutivo dos minhotos em todas as competições e o quarto nos últimos seis encontros.

Antes da receção aos gilistas, em jogo em atraso da segunda jornada, o SC Braga tinha sido derrotado em Copenhaga, por 3-0, na estreia na fase de liga da Liga Conferência, na última quinta-feira.

Os bracarenses ocupam a oitava posição na I Liga, com 11 pontos, a 13 do líder FC Porto.

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Braga recebe líder belga a ‘ferver’ após ‘desastre’ em Copenhaga

O SC Braga, depois do ‘desastre’ em Copenhaga na estreia, vai defrontar na segunda jornada da Liga Conferência de futebol o Gent, atual líder do campeonato belga e equipa ainda sem qualquer derrota no tempo regulamentar.

Após ter começado a fase de liga com a pior derrota da temporada, um 3-0 perante o Copenhaga no Estádio Parken, o SC Braga está obrigado a bater o Gent, não só para apagar a má imagem deixada na Dinamarca, mas sobretudo para ‘acalmar’ o ambiente à volta da equipa e do técnico espanhol Carlos Vicens.

Os minhotos vão receber o emblema belga com um registo de três derrotas consecutivas (e quatro jogos seguidos sem vencer) em todas as competições, algo que o clube nunca viveu com Vicens no comando e que não acontecia desde 2022.

Por isso mesmo, o Estádio Municipal de Braga promete estar a ‘ferver’ na quinta-feira, três dias depois do desaire caseiro com o Gil Vicente (2-1), que deixou a equipa de Vicens no oitavo lugar da I Liga, com apenas 11 pontos em oito jornadas.

Já o Gent chega ao Minho como líder isolado do seu campeonato, com sete vitórias e apenas um empate, mas sofreu um pesado desaire no último fim de semana, ao cair precocemente na Taça na Bélgica no desempate por grandes penalidades perante o Rochefort, das divisões amadoras.

Na primeira ronda, o Gent, que habitualmente conta no lado esquerdo da defesa com o português Tiago Araújo, jogador formado no Benfica e que passou por Arouca e Estoril, recebeu e venceu por 1-0 o AGF, atual campeão dinamarquês e também futuro adversário do Braga nesta fase de liga.

A edição 2026/27 conta com dois treinadores portugueses, com Ricardo Sá Pinto, nos cipriotas do Pafos, a receber o Riga FC, isto depois de um desaire na estreia no campo da Atalanta (3-1), um dos candidatos a conquistar a prova esta época.

Já Filipe Coelho, nos romenos do Universitatea Craiova, vai a Andorra defrontar o Inter d’Escaldes, depois do empate caseiro com o Getafe (1-1), num encontro que será histórico.

O Inter d’Escaldes é a primeira equipa de sempre de Andorra a chegar a uma fase principal de uma prova da UEFA e este será o primeiro jogo de sempre dessa importância na região.

Os duelos entre Mónaco e Friburgo, finalista vencido da última Liga Europa, e Ajax e Atalanta aparecem como ‘cabeça de cartaz’ da segunda jornada, naquela que é apontada como uma terceira divisão das provas europeias.

As equipas em prova vão disputar seis jogos na fase de liga, com os oito primeiros a apurarem-se diretamente para os oitavos de final, enquanto as equipas classificadas entre o nono e o 24.º posto vão disputar um play-off de acesso à próxima fase. As restantes equipas, do 25.º em diante, são eliminadas das competições europeias.

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Carlos Vicens: “Estou convencido que vamos dar a volta como no ano passado”

Declarações após o SC Braga-Gil Vicente (1-2), jogo em atraso da segunda jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio Municipal de Braga:

– Carlos Vicens (treinador do SC Braga): “Fizemos uma primeira parte séria, boa, dominadora, mas talvez não transformando esse domínio em ocasiões claras, mas o suficiente para ir satisfeito para o intervalo. Fizemos a substituição do Jonas Wind porque sabemos que a íamos fazer a dada altura e para não gastar uma janela e também para o gerir da melhor forma.

Sofremos alguma pressão na segunda parte e num lance desafortunado, no qual defendemos mal na área, sofremos o empate. Depois, houve algum nervosismo, ansiedade, não se marca o segundo golo e depois sofremos novamente, num lance em que falámos estes dias para corrigir. Depois, tivemos várias oportunidades e não marcámos, há o lance do penálti com o Ricardo e ele ainda leva amarelo. Precisamos de um jogo em que as coisas saiam para o nosso lado para mudar esta situação e deitar os fantasmas para trás.  

Falei pouco de arbitragens nestes 15 ou 16 meses, mas na primeira jornada, na penúltima jogada, antes do golo do Moreirense, há um pisão sobre o Fran Navarro, onde estava a revisão do VAR? Com o Sporting, depois do jogo e da conferência de imprensa, a equipa de arbitragem confessou-me que se o VAR lhe tivesse chamado para rever a imagem era penálti claro, porque viu as imagens depois. Claro que, depois, temos que marcar o penálti, mas se fizéssemos o 2-0 e com o momento mental que o Sporting passava, íamos ver o que se passava. Hoje, não sei se era falta ou não, mas o tornozelo acaba ensanguentado num lance antes do primeiro golo. E depois, mesmo no final, o joelho do Ricardo Horta retrocede uns centímetros após o impacto que sofre, que isso não seja passível de ser revisto pelo VAR, é estranho.

Mas, temos que fazer as nossas coisas bem para não precisarmos que o árbitro acerte em lances que nos são favoráveis e nos custe pontos. Temos que nos sobrepor a isso e defender melhor na área.

Falei com os jogadores no final no balneário e disse-lhes que as equipas passam por fases destas em que quando as coisas correm mal, continuam a correr mal. Tenho confiança total neles, neste clube e nestas pessoas que trabalham todos os dias e estou convencido que vamos dar a volta como no ano passado”.

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Gil Vicente vence e impõe ao Braga o terceiro jogo seguido sem ganhar

O Gil Vicente venceu, hoje, no terreno do SC Braga, 2-1, operando uma reviravolta no marcador na segunda parte e agravando a crise dos bracarenses, em jogo em atraso da segunda jornada da I Liga de futebol.

Pau Victor ainda colocou os ‘arsenalistas’ na frente (33 minutos), mas a equipa de Barcelos deu a volta ao resultado na segunda parte, por Walace França (49) e Travassos (72, na própria baliza).

O SC Braga somou o quarto jogo seguido sem ganhar, um deles na Liga Conferência, e a terceira derrota consecutiva (mais um empate) e adensa o momento de crise, com muita contestação ao treinador, Carlos Vicens, e jogadores no final do jogo.

Já o Gil Vicente soma o terceiro jogo seguido a pontuar no campeonato, a que juntou a vitória na terceira eliminatória da Taça de Portugal sobre o União de Santarém (da Liga 3), num ‘suado’ 3-2 após prolongamento.  

Numa primeira parte equilibrada, com poucos lances de perigo em cada uma das balizas, os bracarenses adiantaram-se no marcador aos 33 minutos, num lance com intervenção do VAR, considerando errado o fora-de-jogo inicialmente assinalado a Pau Victor, porque a bola veio de um toque deliberado de um adversário (Buatu).

O espanhol, sem oposição, teve tempo rematar da melhor forma e fazer o primeiro golo da partida.

O Gil Vicente reagiu e esteve perto do golo aos 42 minutos, mas Travassos teve uma ação decisiva ao cortar para canto.

Os treinadores fizeram alterações após o intervalo, com Luís Pinto a ser mais feliz.

Carlos Vicens lançou Victor Gómez e tirou Jonas Wind (Pau Victor saiu do corredor esquerdo para o eixo do ataque) e Luís Pinto trocou de ponta-de-lança, tirando Kaba e lançando Walace França, que, praticamente na primeira vez em que tocou na bola, fez golo.

O avançado brasileiro concluiu com o peito um centro da direita de Murilo, que ultrapassou sem grande dificuldade um distraído Travassos (49).

O SC Braga respondeu com um livre direto de Ricardo Horta de muito longe, que passou a rasar o poste (58), no início do melhor período da equipa da casa, mais intensa e rápida sobre a bola.

Contudo, seria o Gil Vicente, após um rápido contra-ataque conduzido por Tidjany Touré, a virar o resultado, num lance algo caricato: o remate do extremo francês bateu em Bajrami e, ao querer tirar a bola, Bernardo Fontes sacudiu-a contra Travassos, que a introduziu na própria baliza (72).

Pouco depois, Carlos Vicens apostou tudo, com uma tripla substituição, reforçando a frente de ataque com Huseinbasic, Gabriel Silva e Fran Navarro, mas seria Pau Victor a ter uma grande ocasião para empatar, mas o remate foi ao poste (90+1).

Aos 90+5 minutos, Lucão segurou o triunfo dos visitantes, com uma grande defesa a cabeceamento de Gabriel Silva.

Ficha de jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Gil Vicente, 1-2.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores

1-0, Pau Victor, 33 minutos.

1-1, Walace França, 49.

1-2, Travassos, 72 (na própria baliza).

Equipas

– SC Braga: Bernardo Fontes, Lagerbielke, Vítor Carvalho (Fran Navarro, 77), Bajrami, Travassos (Gabriel Silva, 77), João Moutinho (Tiknaz, 66), Gorby (Huseinbasic, 7), Diego Rodrigues, Ricardo Horta, Pau Victor e Jonas Wind (Victor Gómez, 46).

(Suplentes: Tiago Sá, João Carvalho, Vítor Gómez, Sergio Barcia, Arrey-Mbi, Barisic, Tiknaz, Huseinbasic, Dorgeles, Gabri Martínez, Gabriel Silva e Fran Navarro).

Treinador: Carlos Vicens.

– Gil Vicente: Lucão, Ricardo Esgaio, Buatu, Elimbi, David Moreira, Andreas Lausen (Gonçalo Maia, 90+2), Diogo Prioste (Zé Carlos, 64), Santi García, Murilo (Joelson Fernandes, 81), Gil Martins (Tidjany Touré, 64) e Kaba (Walace França, 46).

(Suplentes: André Picornell, Samuel Portugal, José Silva, Antonio Espigares, Zé Carlos, Gonçalo Maia, Gui Beleza, Tidjany Touré, Agustín, Martín Fernández, Joelson Fernandes e Walace França).   

Treinador: Luís Pinto.

Árbitro: Gustavo Correia (Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Kaba (25), Gorby (41), Elimbi (58), Victor Gómez (83), Zé Carlos (89) e Ricardo Horta (90+6).

Assistência: 11.381 espetadores.

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Relatório e contas da SAD do SC Braga aprovado por unanimidade

Os acionistas da sociedade anónima desportiva (SAD) do SC Braga aprovaram hoje em assembleia geral (AG), por unanimidade, o relatório e contas da época passada e o orçamento da presente temporada.

Segundo uma nota no seu sítio oficial, os minhotos informam que “todas as propostas apresentadas pela administração foram aprovadas por unanimidade pelos acionistas presentes, com destaque para o relatório e contas referente à época desportiva de 2025/2026”, assim como o orçamento para a temporada de 2026/2027, “do qual consta uma previsão de lucro de 1,56 milhões de euros (ME).

A SAD do SC Braga apresentou um resultado líquido de 17,3 ME em 2025/26, regressando aos exercícios positivos após o negativo de 2024/25 de 11 ME, alcançando um EBITDA (sigla em inglês de lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) positivo de 39,6 ME, o valor mais elevado alancado pela sociedade anónima do SC Braga.

O ativo subiu cerca de 60 ME (de 169,7 ME para 230,3 ME) e o passivo também aumentou, na ordem dos 43 ME (de 100,7 ME para 144 ME), o que a SAD considera que deve “ser enquadrado num contexto de investimentos significativos” no reforço do plantel como na melhoria das infraestruturas.

A SAD minhota concluiu a temporada 2025/26 com capitais próprios positivos de 86,3 ME, correspondendo ao seu montante mais elevado de sempre, e uma autonomia financeira de 37 por cento.

Por proposta do fiscal único, foi ainda aprovado, por unanimidade, um voto de louvor ao conselho de administração da SAD, liderado por António Salvador, “como reconhecimento dos êxitos financeiros e desportivos alcançados”.

Participaram na AG acionistas que, em conjunto, representam 71 por cento do capital social da sociedade.

O SC Braga (clube) é o maior acionista com 36,99 por cento da SAD, a Qatar Sports Investments (entidade cujo beneficiário efetivo é o Estado do Qatar) detém 29,60 por cento, a Sundown Investments Limited (entidade cujo beneficiário efetivo é Inaete Merali) detém 17,04 por cento e os restantes 16,37 por cento estão distribuídos por pequenos acionistas.

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Hoje há Braga-Gil Vicente

SC Braga e Gil Vicente acertam hoje calendário na I Liga portuguesa de futebol, no jogo em atraso da segunda jornada, que foi adiado em agosto devido ao surto gastrointestinal que impediu os bracarenses de competirem.

Dois meses depois, as formações minhotas disputam o único encontro que está por realizar na I Liga, a partir das 20:15, no Estádio Municipal de Braga, sendo que, nesta altura, estão ‘coladas’ na classificação, ambas com 11 pontos, com os gilistas em oitavo e os ‘arsenalistas’ em nono.

O SC Braga recebe o Gil Vicente após três encontros sem vencer, o último dos quais em Copenhaga (3-0), na semana passada, na estreia na fase de liga da Liga Conferência, que motivou manifestações de desagrado dos adeptos.

Já o Gil Vicente vem de um triunfo sobre a União de Santarém para a Taça de Portugal, mas apenas conseguiu eliminar a formação da Liga 3 no prolongamento (3-2).

Programa da segunda jornada:

– Sexta-feira, 14 ago:

Sporting – Vitória SC, 3-2

– Sábado, 15 ago:

Alverca – Estrela Amadora, 2-2

Académico de Viseu – Santa Clara, 0-1

Rio Ave – FC Porto, 0-2

– Domingo, 16 ago:

Nacional – Estoril Praia, 2-0

Arouca – Moreirense, 4-0

Famalicão – Marítimo, 1-2

– Segunda-feira, 17 ago:

Casa Pia – Benfica, 0-7

– Segunda-feira, 19 out:

SC Braga – Gil Vicente, 20:15

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Carlos Vicens diz que SC Braga tem que “ser mais sólido”

O treinador Carlos Vicens admitiu hoje que o SC Braga tem que ser mais sólido e disse esperar uma resposta na receção ao Gil Vicente, no jogo em atraso da segunda jornada da I Liga de futebol.

Após a derrota pesada por 3-0 em casa do Copenhaga, na primeira jornada da fase de liga da Liga Conferência, na quinta-feira, o treinador foi muito contestado, tal como tinha sido após o desaire caseiro ante o Sporting (3-1), na jornada anterior.

Sem ganhar há três jogos, numa sequência iniciada com um empate com o Santa Clara (0-0), Carlos Vicens admitiu a fase negativa e que a equipa tem que melhorar.

“Não é um momento bom, mas temos tudo por jogar. Claro que é muito evidente que a equipa tem que melhorar, tem que ser mais sólida porque no futebol de primeiro nível não podes conceder golos tão facilmente. Os aspetos em que até temos melhorado ficam apagados com esta nossa vulnerabilidade. Temos que acreditar no processo. No ano passado tivemos muitos momentos difíceis, mas a equipa reagiu animicamente”, lembrou, na antevisão à partida de segunda-feira, adiada em agosto devido ao surto gastrointestinal que afetou o plantel bracarense.

O treinador espanhol quer ver uma maior “fortaleza mental” na equipa para reagir às adversidades.

“Não estamos satisfeitos e também não estamos contentes de todo com o rendimento da equipa. Precisamos de uma resposta em forma de rendimento e de resultado, em que a equipa mostre que vem ferida da imagem que deixou e da vulnerabilidade que não queremos continuar a mostrar. Queremos mostrar uma ambição diferente, uma contundência e uma vontade de mostrar a todos, e a nós primeiro, que queremos ganhar desde o primeiro minuto”, reforçou.

O treinador identificou algumas razões para a diferença de rendimento para a época passada, sobretudo na segunda metade.

“Há nove jogadores novos e outros que não estão. Temos que ser conscientes e não dar como garantido que, pela continuidade do treinador, a equipa jogue exatamente igual. A identidade da equipa não mudou, continuamos a querer a bola, mas a verdade é que temos mais dificuldades em criar oportunidades”, admitiu.

Vicens reforçou ainda a ideia de que os jogadores precisam de continuar a acreditar no processo.

“Estamos em outubro com todos os objetivos por alcançar, não é altura para estarmos tristes e apagados. Dececionados pela performance? Sim, claro, mas com uma grande vontade de ganhar amanhã [segunda-feira] diante de um rival difícil, que no ano passado nos tirou seis pontos”, lembrou.

Carlos Vicens admitiu fazer alterações, mas sempre “em função do adversário e dos momentos de alguns jogadores”.

“Não vamos esperar e ver o que nos espera. Não vamos mudar de ideia. Temos que nos comportar como equipa grande que, em casa, quer ganhar. Temos que ser Braga mais do que nunca, sermos contundentes e agressivos e cada um dar um extra para recuperar as boas sensações com uma vitória”, disse.

Sendo um jogo adiado, os regulamentos ditam que os jogadores que não estavam inscritos na altura (o jogo era para ser disputado a 16 de agosto) não podem alinhar na segunda-feira – no caso do Sporting de Braga, ficam de fora Tommy Marqués e Milosevic, que chegaram ao clube após essa data.

SC Braga, nono classificado, e Gil Vicente, oitavo, ambos com 11 pontos, defrontam-se a partir das 20:15 de segunda-feira, no Estádio Municipal de Braga, num jogo que será arbitrado por Fábio Veríssimo, da Associação de Futebol de Leiria. 

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Jovem prodígio do SC Braga medalha de bronze no Mundial de Karaté

Leonor Gonçalves, atleta do SC Braga, conquistou a medalha de bronze no 14.º Campeonato do Mundo de Karaté, que decorre até domingo, em Bielsko-Biała, na Polónia.

A atleta portuguesa alcançou o terceiro lugar na prova de kumite júnior, na categoria de -53 kg, destacando-se entre as melhores atletas do mundo no escalão, informou o SC Braga.

Segundo a Federação Internacional de Karaté, Leonor Gonçalves tem 17 anos e conquistou quatro medalhas de ouro na One Youth League, para jovens atletas. Tem 3.010 pontos no ranking internacional, fazendo-a a melhor atleta do seu escalão.

A próxima disputa de Leonor está marcada para dezembro, em Itália, em mais uma prova da Youth League.

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