24 octobre : Macron serre la vis sur les manifestations, interdites à Marseille et à Lyon

O governo de São Paulo lançou a segunda edição do PSA Araucária (Programa de Pagamento por Serviços Ambientais da Araucária), com orçamento superior a R$ 835 mil para remunerar produtores rurais que adotem medidas de conservação e recuperação da espécie, ameaçada de extinção.
Coordenada pela Fundação Florestal, vinculada à Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística), a iniciativa prevê pagamentos de até R$ 36 mil por participante ao longo do contrato. Desse total, até R$ 30 mil são destinados a ações obrigatórias de conservação e restauração, enquanto outros R$ 6 mil podem ser recebidos por atividades complementares.
O programa é voltado a agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Nesta edição, a área de atuação foi ampliada para municípios paulistas com áreas de ocorrência da araucária e unidades de conservação.
Podem participar produtores com imóveis localizados em Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Bom Sucesso de Itararé e Itararé, desde que atendam aos critérios territoriais e de elegibilidade previstos no edital.
“Ao expandirmos o programa para novos municípios e Unidades de Conservação, demonstramos que é plenamente possível aliar a conservação rigorosa de uma espécie ameaçada de extinção ao fortalecimento econômico dos agricultores familiares e produtores rurais”, afirma Victoria Karvelis, diretora da Fundação Florestal.
Os recursos serão destinados a ações como conservação de árvores já existentes, plantio de mudas, restauração de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e implantação de pomares de araucária.
Os participantes também deverão registrar oficialmente os plantios, informar a coleta de pinhão e participar de capacitações anuais promovidas pela Fundação Florestal.
Na modalidade complementar, os produtores poderão receber até R$ 6 mil adicionais pela adoção de práticas como implantação de sistemas de saneamento rural, boas práticas agropecuárias, plantio de outras espécies nativas da Mata Atlântica, mutirões ambientais e atividades de educação ambiental.
A seleção levará em conta critérios de priorização, entre eles a inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o tamanho da propriedade, a participação de mulheres e jovens de 18 a 29 anos na liderança das atividades e o histórico de comunicação da coleta de pinhão.
Os interessados podem se inscrever até 30 de novembro de 2026. A documentação exigida inclui documento de identidade, CAR (Cadastro Ambiental Rural), comprovante de posse ou propriedade e formulário de manifestação de interesse.
O envio pode ser feito pelo e-mail proaraucaria@fflorestal.sp.gov.br ou presencialmente, mediante agendamento, na sede da Coordenação do Programa de Conservação da Araucária, no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista.
A divulgação do resultado preliminar está prevista para 14 de dezembro de 2026. A assinatura dos contratos deverá ocorrer até 28 de fevereiro de 2027, e os planos de ação individuais deverão ser elaborados até março do mesmo ano.
O edital completo e os formulários estão disponíveis no Diário Oficial do Estado de São Paulo.
A segunda edição dá continuidade à experiência iniciada em Cunha, na zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar. Na fase-piloto, o programa envolveu 50 famílias e duas organizações da sociedade civil.
Entre os resultados previstos estavam a conservação e o plantio de mais de 5 mil araucárias, o plantio de 2 mil mudas de outras espécies nativas, a instalação de 20 sistemas de saneamento e a adoção de boas práticas agrícolas.
Cunha tem papel relevante na cadeia produtiva do pinhão em São Paulo. Segundo os dados divulgados pela Fundação Florestal, o município concentra mais de 95% da coleta estadual e quase metade do volume comercializado na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Entre 2023 e 2025, a produção local superou 1,1 mil toneladas.
A araucária, também conhecida como pinheiro-brasileiro, teve suas populações reduzidas historicamente pela exploração madeireira e pela expansão agropecuária. A Floresta Ombrófila Mista, formação vegetal da Mata Atlântica associada à espécie, conserva apenas uma pequena parcela de sua área original, segundo estimativas citadas no material do programa.
A espécie é classificada como criticamente ameaçada pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e como espécie em perigo nas listas oficiais brasileira e paulista.
O pagamento por serviços ambientais busca criar um incentivo econômico para que produtores rurais mantenham árvores, recuperem áreas degradadas e adotem práticas sustentáveis, conciliando a atividade agropecuária com a conservação da biodiversidade.
Messi ya puede sumar otra destacada distinción a su plantel de ocho balones de oro. El futbolista ha ganado el Premio Princesa de Asturias de los Deportes, la máxima distinción en España que reconoce el trabajo y el talento en el campo científico, técnico, cultural, social y humanitario, algo así como los Nobel patrios.
Desde el Teatro Campoamor de Oviedo, Messi encarna el triunfo del esfuerzo y de una vida dedicada al deporte. Empezó a dar patadas al balón siendo solo un niño, cuando su abuela materna, Celia, obligó al entrenador del equipo de Grandoli, el barrio de Rosario donde nació y creció, a hacerle un hueco entre “los mayores”. Entonces, ya apuntaba maneras, y su abuela supo verlo. Es a ella a quien le dedica su icónica mirada y señal con los dos dedos al cielo tras cada gol marcado.
La infancia de Messi en Argentina estuvo marcada por una acentuada crisis económica. A los 11 años se le diagnosticó un déficit en la hormona de crecimiento, pero coste del tratamiento ascendía a unos 900 dólares mensuales, una cifra que resultaba inasumible para sus padres. Estos vieron en su talento sobre el césped una oportunidad de alcanzar una vida mejor, y cuando Leo tenía 13 años, viajó a Barcelona con su padre para probar suerte en la cantera del Barça. El resto, es la historia de un ascenso imparable que le ha convertido en uno de los jugadores más destacados del mundo.
La vida de Messi se estructura en dos pilares fundamentales: el fútbol y su familia. Su historia de amor con su mujer, Antonela Roccuzzo, madre de sus tres hijos (Thiago, Mateo y Ciro) parece sacada de cualquier fábula romántica, las que hablan dos amantes destinados a estar juntos y que, pese a las vicisitudes de la vida, consiguen hacerlo.
Se conocieron cuando él tenía 9 años y ella 8, a través de Lucas Scaglia, primo de Antonela y amigo de la infancia de Leo, y en ese momento se formó un vínculo inquebrantable. Cuando Messi se marchó a Barcelona, siguieron en contacto a través de cartas y llamadas de teléfono, aunque la distancia hacía difícil que la relación de amistad mutara hacia sentimientos más profundos.
Sin embargo, en 2005, tras la muerte de una de las mejores amigas de Antonela en un accidente de tráfico, Messi viajó sin pensarlo a Argentina para estar junto a ella y brindarle todo su apoyo. Aquel fue el germen del consolidado matrimonio que forman desde 2017, cuando se dieron el “sí, quiero” en Rosario rodeados de estrellas internacionales del fútbol y del espectáculo, reafirmando sus raíces locales a pesar de su estatus global.
Una tragedia se convirtió en el chispazo definitivo que prendió la llama de su amor, casi como una metáfora que confirma que incluso en los peores momentos se puede encontrar un rayo de luz.
Pero el imperio de Messi trasciende con creces el campo de fuego. Con la misma precisión con la que coloca el balón en el campo, también ha sabido orquestar un entramado empresarial que le asegura un retiro dorado. A través de la cadena MiM Hotels, gestionada por el grupo Majestic, ha construido una valiosa cartera de hoteles boutique situados en los destinos más selectos de España y Andorra, convirtiendo su nombre en un sello de garantía para el turismo de lujo.
A este universo hotelero se le suma una cuidada estrategia de inversión inmobiliaria que abarca desde exclusivas propiedades en Rosario y Barcelona hasta imponentes residencias frente al mar en Miami. Asociado con firmas de moda de alto nivel y con contratos vitalicios con las marcas más potentes del planeta, Messi ha demostrado que su instinto para generar oportunidades no se limita a las botas de fútbol, consolidándose como una de las marcas personales más influyentes y rentables de la historia del deporte.


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Socialist NYC Mayor Zohran Mamdani congratulated Brazil on a new labor law, applauding Lula just days before the presidential election.
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As emissões brutas de gases de efeito estufa da agropecuária brasileira ficaram praticamente estáveis em 2025, pelo segundo ano consecutivo.
O setor emitiu 626,3 milhões de toneladas de CO₂ equivalente (MtCO₂e) em comparação com as 626,7 milhões de toneladas em 2024, uma queda de apenas 0,07%.
Os dados são do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).
O resultado foi influenciado por movimentos opostos entre as atividades do setor. Enquanto as emissões da pecuária recuaram 1,68%, para 494,1 MtCO₂e, as da agricultura avançaram 6,45%, chegando a 132,1 MtCO₂e.
Segundo o Imaflora, o aumento das emissões agrícolas está associado à expansão da produção e da área cultivada.
Já na pecuária, o recorde de abate de bovinos contribuiu para reduzir as emissões por meio da diminuição dos níveis de fermentação entérica, processo digestivo dos ruminantes que libera metano na atmosfera.
O gado de corte permaneceu como a principal fonte de emissões da agropecuária brasileira, com 410,7 MtCO₂e, o equivalente a 65,6% do total do setor.
A bovinocultura leiteira respondeu por outros 48,6 MtCO₂e. As emissões dessas duas atividades caíram 1,7% e 2,9%, respectivamente.
De acordo com Gabriel, Quintaca,coordenador de Ciência do Clima no Imaflora, parte da redução das emissões de gases de efeito estufa da atividade pecuária foi compensada pelo aumento das emissões da agricultura, decorrente da alta na produção agrícola.
A fermentação entérica, que contabiliza principalmente o metano liberado pelos bovinos durante a digestão, foi o principal fator por trás da redução das emissões da pecuária. Em 2025, as emissões desse processo somaram 396,8 MtCO₂e, queda de 1,8% em relação aos 404,1 milhões registrados em 2024.
No período, o Brasil abateu 42,94 milhões de bovinos, alta de 8,2% em relação ao ano anterior. A produção de carcaças atingiu 11,1 milhões de toneladas, avanço de 7,2%.
Ao mesmo tempo, o rebanho nacional caiu para 234,2 milhões de animais, recuo de aproximadamente 1,7%. O rebanho leiteiro também diminuiu, com queda de 2,7% no número de vacas ordenhadas, para 14,7 milhões.
Apesar da redução do rebanho leiteiro, a produção de leite cresceu cerca de 2,7% e alcançou o recorde de 36,7 bilhões de litros, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Na agricultura, o principal avanço ocorreu no subsetor de solos manejados, que reúne emissões relacionadas ao manejo dos solos agrícolas, ao uso de fertilizantes nitrogenados e calcário, aos dejetos animais e à decomposição de resíduos agrícolas.
As emissões associadas a esse conjunto de atividades chegaram a 188,6 MtCO₂e em 2025, alta de 3% sobre os 183,2 milhões de toneladas registrados no ano anterior. Foi o maior volume da série histórica para o subsetor.
O aumento ocorreu em um ano de forte expansão da produção agrícola brasileira.
A safra de grãos alcançou 345,4 milhões de toneladas, um crescimento de 18,2% em relação a 2024. A área cultivada aumentou 4,1 milhões de hectares, chegando a 101,3 milhões de hectares.
As emissões associadas ao uso de fertilizantes sintéticos nitrogenados somaram 33 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, enquanto as relacionadas ao uso de calcário atingiram 29,2 MtCO₂e. Juntas, essas duas fontes responderam por 9,9% das emissões brutas da agropecuária.
Também houve aumento nas emissões do manejo de dejetos animais, que somaram 29,4 MtCO₂e, alta de 0,7%, e do cultivo de arroz irrigado, com 11,2 MtCO₂e, avanço de 13%.
Na direção contrária, as emissões decorrentes da queima de resíduos agrícolas da cana-de-açúcar caíram 30,3%, para cerca de 0,3 MtCO₂e, a maior redução percentual entre os subsetores analisados.
Para o Imaflora, os resultados mostram que o aumento da produção agropecuária pode ser acompanhado por medidas de mitigação das emissões, desde que haja avanço na adoção de tecnologias e boas práticas de manejo. Segundo Quintana, é uma oportunidade de conciliar aumento de produção com mitigação das emissões.
El nivel de radicalización de la campaña electoral se constata con lo que está sucediendo desde que se convocaron las elecciones. Es cierto que es una legislatura que Sánchez ha radicalizado hasta extremos inimaginables. La realidad es que los problemas que afectan a su gobierno, su partido y su familia explican esta espiral. Ha sido imposible que mantuviera relaciones mínimamente razonables con el Partido Popular. Las cloacas representan muy bien cuál ha sido la estrategia real diseñada desde la Moncloa. Otra cosa es que canten o no sus ejecutores que están incursos en la investigación de la Audiencia Nacional. A pesar de ello todo el mundo sabe cuál es la X. La suciedad del ventilador sanchista la han sufrido sus enemigos, tanto internos como externos, y, especialmente, la presidenta de la Comunidad de Madrid. Ayuso ha sido el objetivo prioritario y la obsesión del inquilino de La Moncloa, aunque le ha salido mal. Es muy significativo que Felipe González haya anunciado que votará en blanco y lo justifique diciendo que «no es una abstención, es un voto positivo». La realidad es que el que fue secretario general del PSOE y presidente del Gobierno es un adversario implacable de Sánchez. No voy a entrar en el proceso de santificación de un líder político que hizo cosas positivas, pero también muy negativas y reprobables.
No podemos olvidar los escándalos de corrupción y los GAL. Es cierto que ahora es útil para el discurso de la oposición en contra de Sánchez, que es un problema y un riesgo objetivo para la democracia española. Es cierto que se puede considerar un voto positivo, porque es necesario recuperar un socialismo que sea más afín a lo que es en Alemania o el Reino Unido. No me gusta el socialismo que representó González, aunque es cierto que hizo cosas positivas. Es malo no tener memoria. Me sucede lo mismo con la etapa de Zapatero, aunque siempre he destacado como aspectos positivos sus nombramientos para RTVE y el CGPJ. Hay otras cosas que no comparto como el disparate de la memoria histórica o su política económica. González simboliza el PSOE que fue y Sánchez, el PSOE que nunca tendría que haber gobernado. Esperemos que después de las elecciones desaparezca el sanchismo y regrese la socialdemocracia.
Francisco Marhuenda. Académico de número de la Real Academia de Jurisprudencia y Legislación de España y de la Real Academia de Doctores de España. Académico correspondiente de la Real Academia de la Historia. Catedrático de Derecho Público e Historia de las Instituciones (UNIE).


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