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André Villas-Boas marca presença nos 25 anos da casa do FC Porto

VTM

Segundo Villas-Boas, o número de associados do FC Porto tem crescido cerca de 20% ao ano desde 2024, aproximando-se atualmente dos 190 mil. “Temos um objetivo muito concreto de chegar aos 200 mil sócios o mais rápido possível”, afirmou, acrescentando que o clube ainda não lançou novas campanhas específicas para a angariação de associados.

O presidente portista adiantou que o objetivo não ficará pelos 200 mil, apontando posteriormente para os 250 mil associados. “O Porto quer cimentar a sua posição associativa”, afirmou, considerando que uma futura remuneração dos números de associados permitirá também obter uma perspetiva mais real do universo associativo do clube.

Os 25 anos da casa do clube em Chaves é “fruto de muita gente, muitos flavienses”, disse Villas-Boas, que “têm feito um bom trabalho para dinamizar o FC Porto, a marca e, sobretudo, o associativismo”. O espaço mantém uma atividade regular e procura aproximar os adeptos do clube. Manuel Lopes, presidente da estrutura, não escondeu o orgulho pela visita de Villas-Boas, recordando que o convite para conhecer a casa vinha de há vários anos.

“É um grande orgulho e uma grande consideração por esta casa”, afirmou Manuel Lopes, explicando que a casa conta atualmente com cerca de 300 associados inscritos, embora apenas aproximadamente metade mantenha uma participação regular.

Apesar da presença de outros clubes na região, Manuel Lopes garante que o portismo se mantém forte em Chaves. No entanto, considera que existe uma diferença geracional na forma como os adeptos vivem a ligação ao FC Porto.

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Vila Real foi melhor

VTM

Manhã excelente para a prática do futebol no início do campeonato distrital de juvenis. O Vila Real entrou forte e determinado, com os olhos sempre postos na baliza contrária. Aos 15’, boa jogada pela esquerda do ataque da casa, com Pedro Vieira a fazer o remate vitorioso para o primeiro golo. Aos 21’, boa jogada do ataque local, culminada com um cruzamento para o coração da área, com um avançado da casa a rematar sobre a barra quando estava em ótima posição. O Vila Real tinha em Matheus Garcia o elemento mais esclarecido no ataque. O jogador sofreu uma falta na área e o mesmo jogador converteu o penálti. O Vila Real continuou a dominar e, aos 68’, após jogada bem delineada de Pedro Veiga, obrigou Miguel Cunha a boa intervenção.

O Vila Real estava senhor do jogo e assim continuou até ao final, numa vitória justa da melhor equipa.

Bom trabalho do trio de arbitragem.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo do Monte da Forca
Árbitro: João Botelho
Auxiliares: Marta Monteiro e Leonor Carvalho

VILA REAL:
Pedro Vilela; Filipe Santos, Gui Pinto, Martim Leite e Salvador Santos (Teixeira, 70’); Luís Gonçalves, Francisco Morais e Nuno Araújo; Matheus Garcia (Martim Afonso, 83’), Rafael Fontinha (Rodrigo Azevedo, 60’) e Pedro Vieira (Gonçalo Monteiro, 70’)
Treinador: Micael Teixeira

CHAVES:
Miguel Cunha; David Wang (David Teixeira, 62’), André Lima, Rafael Varandas e Tomás Oliveira (Tiago Moutinho, 85’); António Teixeira, Daniel Bernardino (Cavaleiro, 78’) e Rodrigo Domingues (Simão Silva, 62’); Valentim Ribeiro (Gonçalo Xavier, 46’), Francisco Pereira e João Silva (Rafael Martins, 46’ depois Tiago Moutinho, 85’)
Treinador: Dylan Teixeira

Ao intervalo:
2-0
Marcadores: Pedro Vieira (15’), Matheus Garcia (42’ g.p.)

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“Não há melhor entidade gestora para a paisagem do que a própria comunidade”

VTM

José Castro, presidente da BALADI – Federação Nacional dos Baldios, à margem da 8.ª Conferência Nacional dos Baldios, realizada em Chaves, defende que qualquer parceria deve reforçar a capacidade das comunidades e não colocar em causa a sua autonomia.

Após a abertura da conferência, dedicada aos 50 anos da Lei dos Baldios, José Castro afirmou que “as empresas que pretendam colaborar com os baldios são muito bem-vindas, desde que seja uma relação leal e que não ponha em causa aquilo que é realmente um território comunitário”.

O dirigente alertou, contudo, para a necessidade de pensar a longo prazo. “Não pretendemos saber, ou tentar adivinhar, o que é que vai ser daqui a 50 anos”, afirmou, defendendo que a melhor forma de garantir o futuro passa por deixar às próximas gerações os baldios nas mesmas condições de liberdade em que foram recebidos.

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Nuno Vaz reclama decisões para o Hospital: “O que está a sobrar é silêncio”

VTM

Cerca de dez meses depois de ter alertado para os problemas no mesmo local, o autarca responsabilizou a ministra Ana Paula Martins pela ausência de avanços. “O que está a sobrar é silêncio e faltam respostas”, afirmou.

Segundo a cronologia municipal, os pedidos de esclarecimento enviados à tutela em abril, junho e setembro permaneciam sem resposta à data da conferência.

Pediatria

A urgência pediátrica mantinha o funcionamento das 08h00 às 20h00, apenas nos dias úteis. O compromisso de alargar o horário até às 22h00, todos os dias, tinha sido assumido pelo diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, em dezembro de 2025, condicionado ao reforço de médicos.

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Dia do Colaborador reconhece “aquilo que a ULSTMAD tem de mais importante”

VTM

Na 4.ª edição do Dia do Colaborador, Isabel Ermida, da comissão de Humanização da ULSTMAD e membro da organização do evento, explicou à VTM que se trata de “valorizar aquilo que fazemos no nosso dia a dia”, defendendo que o reconhecimento dos profissionais deve também passar pela criação de condições para que sejam felizes nos seus postos de trabalho. “Isso também se vai repercutir na qualidade dos cuidados que prestamos à nossa população”, acrescenta.

A enfermeira sublinha que a prestação de cuidados é hoje “muito mais pessoal” e exigente, numa realidade em que “a ciência evolui” e os profissionais têm de acompanhar esse desenvolvimento. “Temos de procurar a melhor qualidade de cuidados à nossa população”, refere, considerando que a exigência crescente dos utentes constitui também “uma mais-valia para os colaboradores”, por melhorar a resposta prestada.

Isabel Ermida destaca ainda o papel da ULS ao longo de todo o ciclo de vida. “Cuidamos desde a conceção do ser humano até à morte”, explica, referindo o acompanhamento da gravidez, o nascimento, a prevenção da doença, o tratamento e, numa fase final, os cuidados paliativos. Uma resposta que abrange também uma população cada vez mais diversificada, incluindo pessoas que chegam ao território para trabalhar e que necessitam igualmente de cuidados de saúde.

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