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Seleção Nacional A Feminina de Futebol treinou este domingo em Portimão

A Seleção Nacional A Feminina de Futebol cumpriu este domingo, 11 de outubro, mais um treino de preparação com vista ao jogo decisivo do play-off de apuramento frente à Irlanda do Norte, que está agendado para o próximo dia 13 de outubro, terça-feira, a partir das 19h15, no Estádio Municipal de Portimão.

O jogo foi lançado esta manhã pela central lusa Alice Marques, pelo que o programa da Seleção Nacional para esta segunda-feira, 12 de outubro, começa pelas 11h15 com o treino oficial, no relvado do hotel, tendo 15 minutos aberto à Comunicação Social.

Às 16h00 realiza-se o Painel ‘Além do Jogo’ com o antigo guarda-redes Ricardo (Portugal Legend) e duas jogadoras da Seleção Nacional, com uma roda de imprensa no final Auditório da EB D. Martinho Castelo Branco.

Pelas 18h00 tem lugar a Conferência de Imprensa no Estádio Municipal de Portimão e às 18h30 realiza-se o Walk-Around também no Estádio Municipal de Portimão.

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Aumentar salários não chega: é preciso devolver poder de compra aos portugueses

Portugal enfrenta uma realidade económica que merece uma reflexão séria: apesar dos aumentos salariais anunciados ao longo dos últimos anos, muitas famílias continuam a sentir enormes dificuldades em fazer face às despesas mensais. Para milhares de trabalhadores, receber mais ao final do mês não significa necessariamente viver melhor.

O problema está na diferença entre aquilo que aparece no recibo de vencimento e aquilo que efetivamente sobra depois de pagar a renda da casa, a alimentação, a eletricidade, a água, os transportes, os seguros e os impostos. É nesta diferença que reside uma das maiores preocupações da sociedade portuguesa: a dificuldade crescente em transformar o trabalho numa verdadeira garantia de estabilidade financeira.

Não basta aumentar os salários se o custo de vida continuar a absorver os rendimentos das famílias

Os aumentos salariais são importantes e necessários. Contudo, não podem ser apresentados como uma solução isolada, nem utilizados como único indicador da melhoria das condições de vida dos portugueses.

Quando o salário aumenta, mas as despesas essenciais acompanham essa subida, o resultado pode ser uma melhoria praticamente impercetível no orçamento familiar.

A questão fundamental é simples: o que interessa não é apenas quanto ganha um trabalhador, mas aquilo que consegue fazer com o dinheiro que recebe.

O peso dos impostos sobre quem trabalha

Uma política económica centrada nas pessoas deve começar por reconhecer o valor do trabalho. Quem trabalha a tempo inteiro, cumpre os seus deveres e contribui para o funcionamento do país deve ter condições para viver com dignidade, constituir poupanças e preparar o futuro.

É por isso que o aumento dos salários deve ser acompanhado por uma redução responsável da carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho, em particular nos escalões baixos e intermédios. Não faz sentido promover aumentos salariais sem avaliar quanto desse esforço chega efetivamente ao bolso dos trabalhadores.

O objetivo deve ser claro: permitir que os portugueses conservem uma parcela maior do rendimento que conquistam com o seu trabalho.

Esta redução fiscal deve ser acompanhada por uma gestão eficiente dos recursos públicos, pela avaliação da despesa do Estado e pelo combate ao desperdício. Aliviar os impostos não pode significar ignorar a sustentabilidade das contas públicas, mas também não pode continuar a ser tratado como uma questão secundária para quem vive com um orçamento limitado.

O trabalho deve compensar, e o esforço de quem produz riqueza tem de se traduzir numa melhoria concreta das condições de vida.

A habitação tornou-se um dos maiores obstáculos à estabilidade financeira

A crise da habitação é outro dos fatores que mais contribuem para a pressão sobre os rendimentos das famílias. Em diversas regiões do país, o valor das rendas e dos imóveis afastou-se da capacidade financeira de muitos trabalhadores, incluindo aqueles que têm emprego estável.

Para um jovem que pretende sair de casa dos pais, para um casal que deseja constituir família ou para um trabalhador que procura viver perto do seu local de trabalho, encontrar uma habitação a um preço comportável tornou-se um desafio cada vez maior.

Quando uma parte excessiva do salário é destinada à renda ou à prestação da casa, ficam comprometidas outras necessidades fundamentais. Poupar torna-se difícil, enfrentar uma despesa inesperada pode representar um problema grave e o recurso ao crédito pode transformar-se numa solução de recurso para despesas correntes.

Não podemos normalizar uma realidade em que trabalhar não chega para garantir o acesso a uma habitação digna. É necessário travar a escalada dos preços através de uma resposta estrutural: aumentar a oferta de habitação, simplificar e acelerar os processos de licenciamento, disponibilizar terrenos, recuperar imóveis devolutos e criar condições para construir a custos mais comportáveis.

Devem igualmente ser avaliadas medidas proporcionais que reduzam os comportamentos especulativos e promovam uma utilização mais eficiente do património habitacional, sem desincentivar a construção, o arrendamento ou o investimento necessário para aumentar a oferta.

A solução não passa por procurar culpados de forma indiscriminada, mas por corrigir os desequilíbrios que impedem o mercado de responder às necessidades reais da população.

Combater a inflação e recuperar o poder de compra

A inflação representa outro desafio, sobretudo quando incide sobre despesas das quais as famílias não podem prescindir. A alimentação, a energia e os transportes ocupam uma parcela significativa dos orçamentos familiares, pelo que qualquer aumento persistente nestes custos reduz a margem financeira disponível. É importante, contudo, distinguir a inflação geral da evolução dos preços da habitação. São fenómenos relacionados com o custo de vida, mas que exigem respostas diferentes.

No combate à inflação, o país deve promover a concorrência, a produtividade e o funcionamento eficiente dos mercados, avaliando medidas temporárias e devidamente fundamentadas quando os aumentos dos bens essenciais colocam em causa as condições de vida das famílias mais vulneráveis.

Na habitação, é necessário atuar sobre a oferta, os custos de construção, o licenciamento e os desequilíbrios entre os preços praticados e a capacidade financeira dos agregados familiares. Os aumentos salariais devem, por isso, ser avaliados em função da evolução do poder de compra real, e não apenas pelo número de euros acrescentados ao vencimento.

Uma economia que permita viver, e não apenas sobreviver

Portugal precisa de uma estratégia económica que articule três objetivos fundamentais: salários dignos, impostos mais baixos sobre o trabalho e habitação acessível.

Estas medidas devem ser acompanhadas pelo crescimento da produtividade, pela valorização das empresas que investem e criam emprego e por uma utilização criteriosa dos recursos públicos. Só assim será possível construir uma economia que concilie melhores rendimentos com estabilidade financeira e oportunidades reais para as novas gerações.

O crescimento económico não pode ser avaliado exclusivamente através de indicadores macroeconómicos. Esses indicadores são importantes, mas devem ser acompanhados por uma pergunta essencial: estão os portugueses a viver melhor?

Uma economia pode crescer e, ainda assim, deixar muitas famílias sem capacidade para poupar, adquirir habitação ou enfrentar imprevistos. É precisamente por isso que as políticas públicas devem ser avaliadas pelos seus resultados concretos na vida das pessoas.

Não se pretende defender aumentos salariais artificiais, desligados da produtividade, nem ignorar as dificuldades das empresas. Pretende-se exigir uma política económica equilibrada, em que o Estado, as empresas e os decisores públicos assumam as suas responsabilidades e em que o trabalhador não seja o elemento esquecido desta equação.

A dignidade de quem trabalha deve estar no centro das prioridades nacionais

O verdadeiro progresso não consiste em ganhar mais euros para pagar despesas cada vez maiores. Consiste em ganhar o suficiente para viver melhor, poupar, constituir família e construir um futuro com segurança e liberdade.

Portugal precisa de devolver aos seus cidadãos a confiança de que o trabalho continua a ser um caminho de mobilidade social e de realização pessoal. Aumentar salários é necessário. Reduzir a carga fiscal sobre o trabalho é essencial. Garantir habitação acessível é urgente.

Sem estas três dimensões, corremos o risco de continuar a anunciar melhorias económicas que uma parte significativa da população não consegue sentir na sua vida quotidiana.

Trabalhar para sobreviver não pode ser o destino de quem trabalha honestamente.
Trabalhar tem de voltar a ser um caminho para uma vida melhor.

Para ler o artigo anterior publicado pelo autor, clique aqui.

* Vogal da Direção Política Nacional do REAGIR

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48 profissionais vão apoiar alunos com necessidades específicas em Portimão

A Câmara Municipal de Portimão aprovou o investimento de cerca de 345 mil euros no programa "Comunidade Atuante" para o ano letivo 2026/2027.

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PSP registou quase 2500 infrações e deteve 239 pessoas na última semana em todo o país

No Algarve foram detidas 14 pessoas por diferentes ilícitos criminais

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou informa em comunicado que, na pretérita semana, entre 3 e 9 de outubro, registou 2.479 infrações em 271 ações de prevenção e fiscalização na sua área de responsabilidade em todo o país.

Adianta a PSP na sua missiva que foram fiscalizados 10.094 condutores e controlados 4.511 carros por radar, tendo sido detidas 239 pessoas por crimes rodoviários, dos quais 116 por condução sob efeito de álcool e 97 por condução sem carta.

No mesmo período e na sua área de responsabilidade, a PSP salienta que registou de 1.091 acidentes, dos quais resultaram 434 feridos, dos quais 17 graves e uma vítima mortal.

No que concerne ao Algarve, o Comando Distrital de Faro da PSP desenvolveu uma intensa atividade operacional da qual resultaram 14 detenções relacionadas com diferentes ilícitos criminais.

A PSP de Faro adianta que realiza diariamente ações de prevenção, fiscalização e patrulhamento de proximidade, reforçando o compromisso com a segurança pública, a ordem e a tranquilidade da população.

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Na próxima semana o gasóleo deve descer 1 cêntimo e a gasolina subir 5 cêntimos

A semana fechou com o preço do Brent acima dos 100 dólares, valor referência para Portugal, pelo que na próxima semana, 12 a 18 de outubro, o preço dos combustíveis volta a sofrer alterações com o gasóleo a descer 1 cêntimo e a gasolina a subir 5 cêntimos.

Segundo a Revista ACP, de acordo com a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio do litro do gasóleo esta sexta-feira, 9 de outubro, custava 2,146 euros enquanto o preço médio da gasolina totalizava 2,073 euros.

Assim, a confirmarem-se as previsões para a próxima semana, o preço médio do diesel vai descer para 2,136 euros por litro e a gasolina vai subir para os 2,123 euros por litro.

Segundo a Revista ACP, esta previsão consiste em valores médios tendo como base os preços da matéria-prima no fecho dos mercados da última quinta-feira, ou seja, havendo oscilações nas cotações do crude e dos combustíveis até ao final desta sexta-feira, poderá ocorrer alguma variação de preços face ao previsto.

Pode ainda encontrar postos de combustível com variações de preços diferentes, uma vez que este setor, e consequentemente a sua política de preços, está liberalizado.

Os preços dos combustíveis continuam a ser impactados pela guerra no Médio Oriente, com os EUA, Israel e o Irão envolvidos em ataques militares na região. A guerra levou ao bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do comércio de petróleo e gás natural, levando o preço dos combustíveis a sofrer graves alterações.

Desde que começou a guerra no Médio Oriente, o Governo comprometeu-se a aplicar uma nova redução extraordinária e temporária no ISP, sempre que se verifique um aumento do preço dos combustíveis superior a 10 cêntimos, para mitigar a escalada de preços. A redução extraordinária tem um efeito cumulativo a cada semana.

De acordo com uma estimativa do Conselho das Finanças Públicas, o desconto extraordinário no ISP vai retirar à receita fiscal do Estado 777 milhões de euros. 

Além do ISP, o Governo avançou com medidas adicionais, incluindo libertar até 10% das reservas estratégicas do combustível do país, na sequência de uma ação conjunta com os países da Agência Internacional de Energia, para conter a flutuação de preços nos mercados internacionais.

Ainda segundo a Revista do ACP, mais recentemente, o executivo liderado por Luís Montenegro decidiu criar uma Contribuição de Solidariedade Temporária sobre o Setor Petrolífero, que vai ser aplicada às empresas dos setores do petróleo bruto e da refinação, cuja medida pretende taxar a 33% os lucros extraordinários das petrolíferas.

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Portugueses conquistam em Portimão títulos mundiais na maior competição de vela inclusiva do Mundo

O velejador José Campos, de apenas 14 anos, é o novo campeão mundial da classe ILCA 6, em vela adaptada. A dupla João Pinto e Carlos Santos, na classe Hansa 303 duplo, sagrou-se vice-campeã do mundo, na categoria Open. 

Terminou hoje, em Portimão, o World Sailing Inclusion Championship, a maior competição inclusiva do mundo e com formato inovador organizada pela World Sailing e Vela Solidária.

Tem apenas 14 anos, nunca tinha participado em competições internacionais mas chegou ao World Inclusion Championships e conquistou o título de campeão do mundo. Ao fim de 6 dias de competição, José Campos, velejador do Clube Naval Povoense, venceu 10 das 14 regatas realizadas pela frota de ILCA 6, conseguindo assim ser o melhor do mundo. Uma vitória completamente inesperada para o segundo mais jovem atleta do campeonato.

“Não estava nada à espera. Estava convencido que ia ficar no final da tabela. O único campeonato em que já tinha participado foi num nacional mas aqui foi uma experiência totalmente diferente. A minha tática foi focar-me, pensar positivamente e recorrer a tudo o que aprendi“, refere o velejador de Aveiro, agora campeão do mundo. 

José Campos

Portugal conquistou não só a posição mais alta do pódio em ILCA 6 mas também o 3.º lugar. Um feito assinado por Rodrigo Pereira, igualmente atleta do Clube Naval Povoense, que manteve um excelente desempenho ao longo da competição, apesar de ter começado a velejar há pouco mais de um ano.

Numa recuperação notável no último dia de regatas, a dupla Carlos Santos e João Pinto em Hansa 303 duplo, conseguiu um 2.º e um 3.º lugar, o que lhes permitiu ascender duas posições na classificação geral. No final, sagraram-se vice-campeões do mundo na classe.

“Sabíamos que tínhamos de dar tudo. Fizemos umas boas largadas e tivemos a vantagem de o João Pinto conhecer muito bem estas águas. Tirámos partido disso e estamos felizes por sermos vice-campeões do mundo“, referiu Carlos Santos.

João Pinto e Carlos Santos (2026 World Sailing Inclusion Championship, Portimão, Portugal, Vela Solidária)

Os atletas nacionais conquistaram ainda mais lugares no pódio neste World Sailing Inclusion Championships. Em Hansa 303 single, classe com maior número de participantes e um nível competitivo muito elevado, João Pinto classificou-se como o 3.º melhor velejador. O atleta do Clube Naval de Portimão que, no ano passado, arrecadou o título de vice-campeão do mundo, na 1.ª edição deste World Sailing Inclusion Championships que se realizou em Omã.

A aproximação ao nível competitivo do polaco Piotr Cochocki, 1.º classificado e que somou mais um título mundial ao seu vasto currículo, e do alemão Jens Kroker, que terminou no 2º lugar, é um fator positivo para João Pinto.

“Felizmente estou com o nível necessário para competir com eles. Consegui o 3º lugar e isso deixa-me muito feliz porque tanto o Piotr como o Jens são atletas de topo mundial“, disse João Pinto.

João Pinto (2026 World Sailing Inclusion Championship, Portimão, Portugal, Vela Solidária)

Menos sorte tiveram os velejadores da vela Solidária, Pedro Câncio Reis e Teodoro Cândido, vice-campeões da Europa da classe RS Venture Connect. As aspirações a ocuparem um lugar entre os 3 primeiros classificados ficaram pelo caminho depois de alguns imprevistos. A dupla da Vela Solidária terminou à porta do pódio, na 4.ª posição.

O último dia do World Sailing Inclusion Championships ficou ainda marcado pela visita da Presidente do Comité Para Olímpico Internacional, Leila Marques, que veio observar a competição tendo em vista a candidatura apresentada pela World Sailing para que em Brisbane 2032, a vela volte a ser incluída nos Jogos Para Olímpicos.

“A Comissão Executiva do Comité Paralímpico Internacional está a trabalhar neste processo. São vários os critérios, desde a integridade, classificação desportiva, universalidade, questões de anti-doping e até mesmo o Broadcast, ou seja, a forma como a modalidade chega ao público-alvo. Estamos a recolher toda a informação e por enquanto está tudo em aberto“, afirmou Leila Marques.

2026 World Sailing Inclusion Championship, Portimão, Portugal, Vela Solidária

A vela adaptada integrou o programa dos Jogos Paralímpicos entre Sydney 2000 e Rio 2016, tendo sido retirada do programa a partir de Tóquio 2020 por não cumprir os critérios de alcance mundial.

O World Sailing Inclusion Championschips 2026 foi uma organização da World Sailing e da Vela Solidária e durante 10 dias reuniu 222 velejadores de 40 países num evento inclusivo, que celebrou as capacidades dos atletas em vez das suas limitações.

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Biblioteca de Portimão recebe sessão sobre como lidar com a ansiedade de crianças e jovens

A psicóloga Marina Carvalho orienta a sessão gratuita no dia 14 de outubro, das 17h30 às 18h30. A inscrição é obrigatória até à véspera.

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Turismo do Algarve aposta no vinho algarvio e no enoturismo para atrair visitantes todo o ano

A região recebeu 14 agentes de viagens espanhóis. A promoção inclui uma nova brochura, um vídeo e um fórum ibérico em Lagoa, em novembro.

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