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PF faz nova ação contra suspeitos de lavagem de dinheiro em postos

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (15), seis mandados de prisão preventiva contra acusados de integrar organização criminosa armada envolvida com lavagem de dinheiro em postos de combustível. Entre os alvos presos na operação estão o ex-secretário de Polícia Civil, Marcus Amim, e o ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito Márcio Canella.

A Justiça também determinou o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e valores e suspensão das atividades econômicas de 112 empresas suspeitas de integrarem o esquema de lavagem de dinheiro. Os mandados estão sendo cumpridos na capital fluminense e em mais seis municípios do estado.

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Entre as empresas suspeitas de lavagem de dinheiro estão 96 postos de combustível. De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo, que contaria com a participação de policiais civis, é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.

Além dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa armada, os acusados respondem por corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações.

A ação desta quinta-feira é parte da oitava fase da Operação Unha e Carne, que já tinha prendido Canella em julho deste ano, na sexta etapa. Amim também foi alvo daquela fase da Unha e Carne. A operação conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

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GNR apreendeu 3.750 litros de gasolina em jerricãs

A apreensão ocorreu cerca das 17h40 ao quilómetro 12 da A2, perto do Seixal, quando os militares intercetaram e fiscalizaram um veículo ligeiro de mercadorias, o veículo transportava 150 jerricãs.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Transportava 150 jerricãs, com capacidade de 25 litros cada, perfazendo um total de 3.750 litros de gasolina, essencialmente destinados ao apoio do tráfico de droga
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Montenegro. Compras conjuntas de energia "não são solução"

 O chefe de Governo explicou que Portugal não compra "produtos provindos daquela geografia do Médio Oriente", tendo antes como fornecedores sobretudo o Brasil, a Argélia e também os Estados Unidos.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Montenegro reconheceu que não existe, para já, uma solução definida para a crise, considerando que a situação é complexa e que o atual mecanismo de formação dos preços
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Montenegro acusa EUA de incoerência sobre gasóleo russo

Para o chefe do executivo, o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre gasóleo "não corresponde a um exercício consequente e coerente" para responder ao aumento dos preços da energia.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

"Esta novidade não traz nenhuma consequência positiva e é um sinal incoerente face àquilo que nós devemos fazer para pressionar a Rússia a poder contribuir para a obtenção de uma paz justa e duradoura para a Ucrânia", sustentou Luís Montenegro
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