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Mulher que acusa Russell Brand de estupro diz que ele a tratou como animal

Uma mulher que acusou Russell Brand de estuprá-la na casa dele disse que o confrontou, afirmando que ele a havia tratado como um animal quando ele mais tarde lhe enviou uma mensagem, segundo declaração feita nesta quarta-feira (21) no julgamento do ator e comediante britânico.

Brand, que já foi um dos apresentadores de maior destaque do Reino Unido e ex-marido da cantora norte-americana Katy Perry, está sendo julgado por três acusações de estupro, três de agressão sexual e uma de ato obsceno contra seis mulheres entre 1999 e 2009.

O ator de 51 anos nega as acusações e disse à polícia, após sua prisão, que nunca havia se envolvido em atividade sexual não consensual e que as denunciantes poderiam ter reimaginado os acontecimentos.

A última denunciante no caso, que alega que Brand a estuprou analmente depois que ela foi voluntariamente à casa dele para ter relações sexuais consensuais, disse que, cerca de seis meses após o suposto incidente, ela por acaso viu o comediante no Festival de Edimburgo, onde estava trabalhando.

Em um depoimento à polícia reproduzido no tribunal, ela disse que ele então lhe enviou uma mensagem de texto, à qual ela respondeu, questionando por que ele estava mandando mensagens para ela.

“Porque você é nojenta e eu quero te humilhar ainda mais”, afirmou ele, segundo ela.

A mulher contou à polícia que respondeu a Brand dizendo que ele já a havia levado longe o suficiente e “a tratou como um animal”. A resposta imediata dele foi “Sinto muito”, disse ela.

A troca de mensagens a deixou se sentindo “realmente humilhada” e “como um pedaço de carne”, afirmou ela no depoimento.

Na terça-feira (20), o tribunal ouviu que a mulher havia concordado em participar de um encontro sexual com Brand e outra mulher no camarim do comediante após assistir a uma de suas apresentações e, cerca de uma semana depois, foi à casa dele para ter relações sexuais consensuais.

O advogado de Brand, Ian Winter, argumentou com a mulher — que se descreveu como uma grande fã de Brand — que ela havia concordado em fazer sexo anal com o comediante. Ele sugeriu que ela atendeu ao pedido dele porque era “jovem, impressionável e obcecada” por ele.

“Eu não concordei em fazer isso”, ela repetiu várias vezes. “Eu não dei meu consentimento para isso”. Ela afirmou que ele ignorou seus pedidos para que parasse.

Depois disso, ela afirmou que Brand parecia horrorizado e que ela achou que ele fosse se desculpar, mas, em vez disso, ele disse a ela: “você precisa limpar a bagunça” e, em seguida, ficou assistindo televisão, atendeu uma ligação e saiu do quarto.

IBGE: maioria das vítimas de violência sexual tinha 13 anos ou menos

 

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La victoria de Romina que protege a todas las víctimas de violencia machista: “Decidí que no me iba a rendir”

Manifestación del 8M de 2025 en Madrid.

Romina explica por teléfono que todavía no ha “bajado a tierra del todo” por lo que ha ocurrido. Ella, víctima de violencia machista, llevaba dos años y medio intentando que la justicia declarase su despido como nulo porque la empresa la echó en mitad del proceso contra su pareja por dos agresiones sexuales. Ha llegado hasta el Tribunal Supremo, que en una sentencia del 29 de septiembre le da la razón. El fallo establece que la empresa pensó que las consecuencias derivadas de la violencia que había sufrido Romina “podrían percibirse como inconvenientes o complicaciones que no está dispuesta a asumir como empleadora”, cuando lo que correspondía era una “justificación objetiva y razonable, suficientemente probada, de las medidas adoptadas y de su proporcionalidad”. Y esta interpretación sienta jurisprudencia.

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El profesor en prisión por agredir a una decena de alumnos fue sorprendido con un menor en su casa hace dos años

En junio del 2024, un joven se preocupó porque su hermano menor de edad estaba tardando demasiado en regresar a casa. Como el adolescente tenía un sistema de geolocalización en su móvil que permitía a su familia saber dónde estaba, el hermano mayor lo revisó y comprobó que estaba en un barrio a las afueras de Madrid. Extrañado y preocupado, el chico acudió a esa dirección y se encontró a su hermano, que tenía en aquel momento menos de 16 años, con un profesor de su colegio, las Mercedarias de Don Juan Alarcón, ubicado en el centro de Madrid. La familia puso una denuncia, el docente fue detenido, se ordenó su alejamiento del chico y el colegio lo despidió. Pero esa solo era la punta del iceberg de lo que la policía no duda en definir como un “depredador” sexual de menores. Dos años después de aquello, desde el pasado viernes, ese hombre está en prisión, acusado de haber agredido al menos a una decena de estudiantes más.

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Colegio concertado religioso Mercedarias de Don Juan de Alarcón de la calle Valverde
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