O contrato futuro da soja para entrega em novembro encerrou a sessão desta quarta-feira (21) com queda de 0,24% na bolsa de Chicago, cotado a US$ 12,45 por bushel. Segundo a Granar, a oleaginosa completou o oitavo pregão consecutivo de perdas, pressionada pelo avanço da colheita nos Estados Unidos.
As condições climáticas secas em grande parte do Meio-Oeste americano favorecem os trabalhos no campo, com previsão de continuidade desse cenário por pelo menos sete dias. O ritmo acelerado da colheita amplia a entrada da nova safra no mercado e contribui para pressionar os preços.
As cotações também não reagiram às novas vendas de soja americana da safra 2026/2027 confirmadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Nesta quarta-feira, o órgão informou negócios de 134 mil toneladas para a China e 165 mil toneladas para a Espanha.
As operações se somam às vendas anunciadas entre segunda e terça-feira, que totalizaram 726 mil toneladas para a China e 261 mil toneladas para destinos não identificados.
No Brasil, o plantio da safra de soja avança em ritmo relativamente normal, ligeiramente acima do registrado no ano passado e da média dos últimos cinco anos. De acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a semeadura alcançou 30,1% da área prevista até terça-feira, ante 21,4% no mesmo período de 2025 e média histórica de 26,4%.
Apesar do avanço dos trabalhos, a necessidade de chuvas permanece concentrada em regiões do Centro-Oeste e do Sul do país, onde a disponibilidade de umidade é importante para o desenvolvimento das lavouras.
Milho
O contrato futuro do milho para entrega em dezembro encerrou a sessão com valorização de 0,27% na bolsa de Chicago, cotado a US$ 4,63 por bushel.
Segundo a Granar, a alta interrompeu uma sequência de seis sessões consecutivas de perdas. O movimento foi favorecido por operações de hedge dos investidores, após a recente liquidação de contratos, e pela possibilidade de ampliação das exportações americanas para a União Europeia.
Apesar da recuperação, os ganhos foram limitados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos, que caminha para se tornar a segunda maior da história do país. As condições climáticas secas no cinturão produtor de milho e soja favorecem os trabalhos no campo e aceleram a entrada de novos grãos no mercado, ampliando a oferta e pressionando os preços.
Trigo
O contrato futuro do trigo para entrega em dezembro encerrou a sessão com queda de 2,33% na bolsa de Chicago, cotado a US$ 6,25 por bushel.
Segundo a Granar, os preços do cereal voltaram a recuar nos mercados americanos, pressionados pela intensificação da liquidação de contratos por fundos de investimento. O movimento contribuiu para a sétima semana consecutiva de perdas para o trigo.
Entre os fatores que influenciam as cotações está o início da colheita no Hemisfério Sul, que deve ampliar a oferta global e abrir novas possibilidades de abastecimento para os importadores. A disponibilidade adicional pode favorecer compradores que buscam alternativas aos embarques prejudicados pela turbulência na região do Mar Negro.
A retomada das negociações diplomáticas em busca de uma solução para a guerra entre Rússia e Ucrânia também contribui para o movimento de baixa, diante das possíveis mudanças nas perspectivas de oferta e comercialização do cereal na região.
Os contratos futuros do café arábica fecharam em alta na sessão desta quarta-feira (21) bolsa de Nova York. O vencimento para dezembro avançou 1,56%, cotado a US$ 3,16 por libra-peso, recuperando parte das perdas registradas na sessão anterior.
Segundo a Barchart, a valorização reverteu grande parte da queda de 1,39% observada na terça-feira, quando o mercado foi pressionado pela informação de que quase 28 mil sacas de café arábica aguardavam classificação na bolsa internacional, o maior volume em mais de um mês.
Apesar desse aumento na fila de classificação, os estoques certificados de arábica na ICE recuaram para 234.901 sacas na terça-feira, o menor patamar em cinco semanas. O volume permanece próximo da mínima de 27 anos, de 217.646 sacas, registrada em 15 de setembro.
Cacau
O contrato futuro do cacau para entrega em dezembro encerrou o pregão com alta de 0,72%, cotado a US$ 5.843 por tonelada.
Segundo o Barchart, os preços da commodity avançaram pela terceira sessão consecutiva nesta sessão, diante de sinais de redução da oferta na Costa do Marfim. Dados do governo do país mostram que os produtores entregaram 78.212 toneladas de cacau aos portos entre 1º e 18 de outubro, volume 41% inferior às 133.209 toneladas registradas no mesmo período do ano passado.
Os indicadores de demanda, por sua vez, apresentaram resultados distintos entre as principais regiões consumidoras. Na América do Norte, a moagem de cacau recuou 2,5% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2025, para 109.978 toneladas, segundo a Associação Nacional de Confeiteiros.
Na Ásia, a moagem avançou 29% na comparação anual, para 233.767 toneladas, de acordo com a Associação de Cacau da Ásia. O crescimento superou a expectativa de alta de 15% e representou um recorde.
Já na Europa, a moagem aumentou 3,2% no terceiro trimestre, para 348.215 toneladas, conforme dados da Associação Europeia de Cacau. O resultado também surpreendeu o mercado, que esperava uma retração de 3,9% na comparação anual.
Açúcar
O contrato futuro do açúcar para entrega em março fechou o pregão com queda de 0,34% na bolsa de Nova York, cotado a 20,45 centavos de dólar por libra-peso.
Segundo o Barchart, os preços do açúcar recuaram pela quarta sessão consecutiva, pressionados pela liquidação de posições compradas após a commodity atingir a máxima do contrato na quarta-feira passada.
O movimento também reflete o posicionamento dos fundos de investimento. O relatório semanal Compromisso dos analistas, divulgado na última sexta-feira, mostrou que os fundos ampliaram em 16.184 contratos suas posições compradas em açúcar na Bolsa de Nova York na semana encerrada em 13 de outubro. Com isso, a posição líquida comprada chegou a 228.743 contratos, o maior nível em mais de cinco anos, o que aumenta a pressão para realização de lucros.
Além disso, os preços foram pressionados pela decisão do governo da Índia de determinar que as distribuidoras estatais de combustíveis interrompam, a partir de 1º de novembro, as compras de etanol produzido a partir da cana-de-açúcar. A medida pode direcionar mais matéria-prima para a produção de açúcar, ampliando a oferta do adoçante no mercado.
Suco de Laranja
O contrato futuro do suco de laranja para entrega em janeiro encerrou o pregão na Bolsa de Nova York com queda de 2,42%, cotado a US$ 1,45 por libra-peso.
Algodão
O contrato futuro do algodão para entrega em dezembro encerrou o pregão com valorização de 1,17%, cotado a 81,83 centavos de dólar por libra-peso.
Segundo o Barchart, o mercado Seam registrou a venda de 2.550 fardos na terça-feira (20), a um preço médio de 76,22 centavos de dólar por libra-peso. No mesmo dia, o índice Cotlook A avançou 20 pontos, para 91,15.
Os estoques de algodão certificados pela ICE aumentaram em 2.000 fardos em 20 de outubro, totalizando 18.618 fardos. Já o preço mundial ajustado subiu 80 pontos na semana passada, alcançando 64,61 centavos de dólar por libra-peso.
Imagine un número cercano a la población de Barcelona y equivalente a los habitantes de ciudades como Sevilla, Praga, San Antonio (Texas) o la provincia entera de Alicante: un millón y medio de personas. El trabajo altruista de la fundación Ulls del Món ha devuelto la vista a esa misma cifra durante sus 25 años de Trabajo. Un número y una fecha tan redondos como para conmemorarlos en el Gran Teatre del Liceu: el templo de la ópera está acogiendo esta noche la celebración de Ulls del Món, que ha inaugurado Josep Rull, president del Parlament de Catalunya.
Brasilia, 21 oct (Prensa Latina) El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, envió hoy al Congreso una propuesta de enmienda constitucional para financiar el transporte público gratuito los fines de semana y feriados en todo el país.
La sanción, una de las mayores impuestas al gigante tecnológico, se deriva de una demanda presentada por Nuevo México, en la que se alega que la empresa indujo a error a los usuarios respecto a la privacidad de sus datos
Un juez ha ordenado este miércoles a Meta a pagar a Nuevo México 25.000 millones de dólares después de que un jurado declarara a la empresa responsable de engañar a los usuarios sobre las políticas de privacidad y moderación de contenidos en Facebook.
El juez Francis Mathew ha dictado una sentencia que el fiscal general del estado de Nuevo México, Raúl Torrez, ha descrito como “uno de los veredictos estatales más cuantiosos, si no el mayor, contra una empresa en la historia de Estados Unidos”, informa AP.
Torrez ha afirmado que el veredicto debería servir de advertencia para las empresas tecnológicas y que Nuevo México seguiría exigiéndoles responsabilidades. “Esta sentencia debería ser una señal, un mensaje inequívoco, para Silicon Valley”, ha declarado Torrez en una rueda de prensa.
Según la Constitución de Nuevo México, las multas por infringir las leyes de protección del consumidor se destinan al gasto estatal en educación.
“Puede que hayamos pagado la construcción de colegios para los próximos 100 años”, ha señalado Torrez, quien reconoció que el dinero quedaría bloqueado si Meta recurre, algo que se espera.
En septiembre, el jurado declaró a Meta responsable de más de 43 millones de infracciones de las leyes de protección del consumidor de Nuevo México, cuando una consultora política, Cambridge Analytics, recopiló datos de usuarios de Facebook para generar anuncios políticos dirigidos de cara a las elecciones de 2016.
Otros 48 estados llegaron a un acuerdo con Facebook en un caso a escala nacional, pero Nuevo México optó por llevar a la empresa de redes sociales a los tribunales por su cuenta.
Los abogados de Nuevo México habían solicitado entre 35.000 y 40.000 millones de dólares, argumentando que la empresa solo cambiaría sus prácticas con una suma que afectara al precio de sus acciones.
Los abogados de Meta defendieron que no se pagara más de 3.400 millones de dólares. Afirmaron que una indemnización diez veces superior a esa cifra, o incluso más, violaría el derecho al debido proceso, sería inconstitucional y no se mantendría en caso de recurso.
Meta argumentó que el estado no había demostrado que hubiera declaraciones engañosas sobre la privacidad ni que la moderación de contenidos hubiera perjudicado realmente a los habitantes de Nuevo México. Los intereses de la multa se acumularían durante el recurso, pero el número de infracciones de las que se acusa a Meta podría reducirse.
El abogado de Meta, Matt Nicholson, ha argumentado ante el tribunal que una suma de hasta 40.000 millones de dólares sería “escandalosa para la conciencia”, informa AP, mientras que una abogada de Nuevo México, Randi McGinn, instó a plantar cara a «los titanes tecnológicos que se creen intocables y que pueden hacer lo que les plazca».
El caso del estado se centró en las acusaciones de que Facebook engañó a los usuarios sobre una filtración de datos derivada de un test de personalidad de un tercero que recopiló datos de aproximadamente 87 millones de perfiles y los vendió a una consultora política, Cambridge Analytica, para generar anuncios personalizados.
Entre los clientes de la empresa, ahora desaparecida, se encontraba la campaña presidencial de Donald Trump de 2016.
Los abogados de Nuevo México argumentaron que toda la población del estado, y no solo los usuarios de Facebook, fue engañada por las declaraciones públicas de la empresa sobre la privacidad en la plataforma. Los abogados de Facebook alegaron que el estado no había demostrado que las personas se vieran realmente perjudicadas por estas declaraciones engañosas.
Los fiscales de Nuevo México también alegaron que Facebook permitió que proliferaran en la plataforma la desinformación y los contenidos violentos. Los abogados de la defensa negaron rotundamente las acusaciones, afirmando que las políticas de moderación de contenidos de la empresa son sólidas y que hay que tener en cuenta la libertad de expresión.
El jurado constata más de 43 millones de infracciones
Nuevo México ha sido el único estado que ha llevado a juicio el escándalo de Cambridge Analytica después de que otros 48 estados firmaran un acuerdo por valor de 18.000 millones de dólares en agosto.
Además de Nuevo México, Florida fue el único otro estado que no firmó el acuerdo, que incluía un compromiso para eximir a Meta de cualquier responsabilidad futura relacionada con la violación de la privacidad por parte de Cambridge Analytica.
Durante el juicio, los miembros del jurado evaluaron si Facebook había engañado a los usuarios en materia de privacidad y moderación de contenidos. Los fiscales estatales, sin embargo, argumentaron que las declaraciones de Facebook engañaron a toda la población de Nuevo México y que su alcance iba más allá de los usuarios de las redes sociales.
Al final, los miembros del jurado señalaron que la empresa había incurrido en 43 millones de infracciones a las leyes de protección al consumidor de Nuevo México. Cada infracción conllevaba una sanción de hasta 5.000 dólares.
Los abogados de Facebook han alegado en posteriores escritos judiciales que las leyes estatales de protección del consumidor no se aplican a las personas de Nuevo México que no utilizaban la plataforma en ese momento.
Meta lo cuestiona todo
Al recurrir el veredicto del jurado, Meta podría reducir el número de infracciones y, por lo tanto, la sanción económica total. Los abogados de la empresa afirmaron que no tenía precedentes de que el Estado contabilizara el número de infracciones basándose en cuántas personas pudieran haber oído o visto las declaraciones engañosas de la empresa, argumentando que no había pruebas de que dichas declaraciones hubieran perjudicado a nadie.
Durante los alegatos finales, los abogados de Facebook señalaron que las pruebas del Estado estaban desactualizadas y que, a pesar de haber tenido cinco años para recabar material, Nuevo México solo encontró otro caso de filtración de datos.
En una de las pocas victorias de la defensa, los miembros del jurado consideraron que el Estado no había demostrado que Facebook hubiera realizado afirmaciones falsas sobre la eliminación de contenido perjudicial, incluida la desinformación sobre la pandemia de COVID-19.
El Estado afirmó que la empresa favorecía a determinadas cuentas y permitía que proliferara contenido violento o inexacto. La abogada Randi McGinn señaló en su alegato final en nombre del Estado que Facebook se lucraba con el contenido nocivo, algo que el director ejecutivo, Mark Zuckerberg, negó durante su declaración grabada en vídeo. Zuckerberg afirmó que la empresa debe encontrar un equilibrio cuidadoso entre la libertad de expresión y la moderación de contenidos.
Los abogados de Facebook afirmaron que la empresa ha adaptado sus políticas desde que se presentó la demanda del Estado en 2021 y que elimina el 99% del contenido que incumple las normas.
Brasilia, 21 oct (Prensa Latina) El Tribunal Superior Electoral (TSE) de Brasil analiza una propuesta para restringir los canales políticos de WhatsApp con más de 200 mil seguidores durante las 48 horas previas y las 24 posteriores al balotaje presidencial, se conoció hoy.
Brasilia, 21 oct (Prensa Latina) El canal de WhatsApp Ejército de Lula, administrado por el diputado brasileño André Janones, alcanzó hoy siete millones de inscritos, cuatro días antes de la segunda vuelta de las elecciones presidenciales del próximo domingo.
Con la llegada del invierno y la bajada de las temperaturas, suele aparecer un problema muy desagradable en muchos hogares: el aumento de la humedad por condensación. Al encender los calefactores, el aire caliente del interior retiene más vapor de agua y, al entrar en contacto con las paredes frías, acelera la aparición de manchas. La humedad asciende de forma continua a través de los muros y termina por desconchar el yeso y levantar la pintura. Aunque intentemos sellar las ventanas con burletes para retener el calor, para lograr una barrera definitiva en los cimientos hacen falta soluciones que actúen desde la raíz.
Las principales plataformas sociales son el campo de juego necesario para las campañas de desinformación y manipulación política de agentes internacionales vinculados a EEUU, Israel y los principales líderes ultras de América Latina
“Esto es lo que significa que los multimillonarios sean los propietarios de los medios de comunicación”, decía estos días el senador Bernie Sanders en X: “Meta, de Mark Zuckerberg, cerró la cuenta de No Kings durante horas en pleno apogeo de sus protestas. Meta suprimió cuentas que apoyaban al presidente de Brasil, Lula da Silva, en las recientes elecciones. TikTok, de Larry Ellison, bloqueó la publicidad de un documental que criticaba a Elon Musk”.
Y sentenciaba: “Luchad. Derrotad a la oligarquía. Defended la democracia”.
Y es que eso es lo que está en juego en estos momentos en el mundo: la propia democracia, a menudo imperfecta, incompleta y mejorable. Porque entran en juego granjas de bots, publicaciones manipuladas con inteligencia artificial, la parcialidad de los tecnoligarcas como Mark Zuckerberg, Elon Musk o Larry Ellison, que cenan cotidianamente en la Casa Blanca con Donald Trump, y los que ponen todos sus medios para contribuir a victorias electorales en América.
Estos días hemos visto cómo el PT, el partido de Lula, iba a los tribunales a denunciar que Meta estaba favoreciendo la viralidad de los posts relacionados con Flavio Bolsonaro, al tiempo que su IA se veía trabada a la hora de hacer carteles con Lula, presidente, cosa que, casualmente, no le ocurría con el candidato ultra.
Precisamente la regulación de las plataformas digitales fue uno de los primeros grandes encontronazos entre Lula y los tecnoligarcas, que han contado con un aliado fundamental en la Casa Blanca desde enero pasado. Ya Jair Bolsonaro llegó a la presidencia de Brasil en una campaña llena de contaminación, bulos y mentiras en redes sociales. Ahora, ocho años después, con la IA mucho más desarrollada y los algoritmos más perfeccionados, la situación es mucho más compleja para aquellos candidatos que no tengan afinidad con el eje Trump-tecnoligarcas, engrasado por los creadores de granjas de bots para viralizar contenidos, ya sean contra el rival o a favor del candidato.
En este caso, el ejemplo paradigmático es el de Cerimedo, aliado de Javier Milei y Javier Negre, detenido por intento de asesinato de su esposa, Nadia Beller, y actor imprescindible en las victorias recientes de todos los candidatos deseados por Trump: desde Honduras hasta Bolivia, donde el Gobierno ha detenido al Fiscal General señalado por el Departamento de Estado de EEUU, Roger Mariaca, después de que éste investigara a Cerimedo, colaborador del presidente del país, Rodrigo Paz.
Pero, claro, Cerimedo no sólo se lleva bien con los presidentes ultras latinoamericanos. También trabaja estrechamente con un experto en desinformación en redes sociales, Brad Parscale, quien sirvió a Trump nueve años desde 2011. Se desempeñó como asesor principal de datos y operaciones digitales para la campaña presidencial de Donald Trump en 2020, y ahora está en nómina del Gobierno de Israel.
Cerimedo, además, ha frecuentado al hijo mayor de Trump, Donald Jr, junto con Parscale. Y su esposa, Nadia Beller, ha asegurado que tiene conexiones con la CIA.
Cerimedo junto a Donald Trump Jr. y Brad Parscale. De espaldas, el también argentino Andy Rivas.
A la espera de lo que pase el domingo en Brasil, lo cierto es que la segunda presidencia de Trump se está caracterizando por el efecto dominó en los gobiernos latinoamericanos, cayendo uno tras otro hacia la extrema derecha, siempre con los mismos actores en cada teatro de operaciones, cada uno desde su trinchera. Pero todos alineados con Trump y su secretario de Estado, Marco Rubio.
De la misma manera, Trump ha expresado sus simpatías por el húngaro Viktor Orbán, el polaco Karol Nawrocki, el británico Nigel Farage y la ultraderecha alemana AfD. Además, está señalando a Macron por las movilizaciones en Francia, contraponiendo esas protestas, a las que asocia con la migración, con su agenda ultra de cierre de fronteras. Casualmente, Parscale está tuiteando en la misma línea.
El siguiente hito son las midterms, en dos semanas, para las que ya se ha denunciado el boicoteo por parte de Meta de las cuentas de No Kings. Y luego llegan las elecciones en España, dentro de cinco, donde el Gobierno, uno de los más antagonistas del planeta con la Casa Blanca, se juega su supervivencia frente a una coalición de las derechas que incluye a los trumpistas de Vox.
El último episodio de esa ofensiva trumpista contra el Gobierno español ha sido la amenaza de gravámenes contra navíos españoles en venganza por el cierre de los puertos españoles para las escalas de mercantes con armas para Israel.
“Especialmente, tras las elecciones de mitad de mandato, existe un riesgo real de que Estados Unidos dirija su atención hacia España”, afirma Connor Mulhern, investigador experto en campañas que ha trabajado sobre las diversas conexiones en relación con Cerimedo y cómo dirigentes políticos maniobran con Meta políticamente.
Mulhern añade que “resulta extremadamente difícil rastrear estas operaciones, sobre todo porque implican el uso de bots u otras manipulaciones entre bastidores que son difíciles de detectar, pero aquí hay algunas señales”.
“Yo diría que la primera parte son ataques a nivel administrativo, lo que incluye a Zapatero, pero también críticas generales al Gobierno español, incluso sobre Ceuta; eso ya se ha hecho”, prosigue Mulhern: “Quizá no se pueda expresar de forma contundente, pero sí que encaja en el patrón general de utilizar recursos estatales para respaldar a la extrema derecha. La investigación a Zapatero y la puesta en libertad de Cerimedo forman parte de una estrategia en la que, a diferencia de administraciones anteriores, que evitaban cualquier apariencia de partidismo en las elecciones nacionales, ahora dicen: 'A la mierda, no nos importa, apoyamos a los nuestros'.
Musk ya potenció su propio algoritmo en el pasado porque se enfadó, así que no cuesta mucho imaginar que los ingenieros de Meta pudieran hacer lo propio. “Y es difícil rastrear sistemáticamente estas cosas porque, en el fondo, es muy complicado distinguir entre un tuit viral (orgánico), un tuit potenciado por bots (pagado mediante métodos turbios) o cuando alguien está manipulando el algoritmo. El Estado ya ha tomado algunas medidas, y es muy difícil distinguirlas; cualquiera de las tres cosas podría estar ocurriendo en un caso concreto, no les cuesta mucho manipular las cosas, y es casi imposible darse cuenta”, subraya Mulhern, quien recuerda que Israel ha intentado alterar las respuestas de los bots de chat para que sean más proisraelíes.
“Luchad. Derrotad a la oligarquía. Defended la democracia”, clamaba Sanders. En efecto, los gobiernos que quieran proteger su democracia necesitan regular el ecosistema de influencers pagados, bots y datos que se utilizan como armas contra los procesos democráticos, garantizando así que estos actores extranjeros no puedan intervenir con tanta facilidad. Eso sí, tendrán enfrente a Zuckerberg, Musk y la Administración Trump.
Por el camino, la encarcelación de Cerimedo no impide que actores paraestatales israelíes y estadounidenses —Parscale, Black Cube, Black Core y otros— mantengan el acceso a las mismas herramientas de marketing que hicieron más eficaz el trabajo de Cerimedo. Lo único es que necesitarán un nuevo socio local a través del cual puedan comercializar sus herramientas y defender sus intereses, constata la investigación de la IR.
Si bien Cerimedo había desarrollado una red de bots y construido una influencia real mediante un aparato de desinformación de derechas —La Derecha Diario—, su confesión reveló que la tecnología y el apoyo operativo provenientes de Estados Unidos resultaron ser mucho más eficaces que sus propios esfuerzos.
Dada la profunda integración de esta red dentro del aparato estatal estadounidense, Cerimedo es un peón de la versión más reciente de la Doctrina Monroe, dice la IR. Pero la verdadera amenaza no reside en un solo individuo, sino en el sistema que lo engendró. Un sistema que seguirá produciendo otros como él. Y que seguirá socavando la democracia si no se le pone límites.
¡Hola! muestra una foto de Maxi Iglesias y Aitana Sánchez Gijón, que coge a su chico por la cintura, caminando juntos y sin esconder su amor. No es un romance sino una relación que va muy en serio. Por el contrario, Tana Rivera y Andrés Roca Rey han roto cuando hace apenas dos semanas se anunciaba que iban a contraer matrimonio. Sara Carbonero e Isabel Jiménez, amigas y socias, conceden una entrevista a medias. Por último, primeras imágenes de la infanta Sofía como universitaria en París.
Hay una cosa curiosa en Nuevo León: podemos cruzar tres municipios para llegar al trabajo, atravesar otros dos para llevar a nuestros hijos a la escuela y regresar a casa sin saber exactamente en qué momento cambiamos de ciudad, pero para los gobiernos la historia es distinta. Cada municipio tiene su presupuesto, sus prioridades, sus reglamentos y sus propios planes.
La gente vive en una sola ciudad. Los gobiernos seguimos administrando dieciséis. Y esa contradicción nos está costando demasiado. Nos cuesta horas de tráfico, oportunidades económicas, calidad del aire y, sobre todo, tiempo de vida que las familias nunca van a recuperar.
Pensemos en algo tan cotidiano como el transporte. Una señora puede vivir en Escobedo, trabajar en San Pedro y tener a sus hijos estudiando en Monterrey. Para ella, todo ese recorrido forma parte de una sola vida. Pero las decisiones sobre las calles, las rutas, los semáforos y el crecimiento urbano se toman desde distintas oficinas.
El tráfico no reconoce límites municipales. La contaminación tampoco. Mucho menos el agua o la inseguridad. Tenemos problemas metropolitanos, pero demasiadas respuestas municipales. Y aquí es donde creo que Nuevo León debe empezar a pensar seriamente en lo que sigue.
Durante años hemos construido avenidas, distribuidores viales, parques industriales y desarrollos habitacionales. Muchas de esas inversiones han sido indispensables. El problema es que una obra aislada, por importante que sea, difícilmente puede corregir el funcionamiento de una ciudad completa.
Una avenida nueva puede mejorar el tránsito de una colonia. Pero si desemboca en un cuello de botella del municipio vecino, solamente habremos cambiado el lugar del embotellamiento. Una nueva empresa puede generar cientos de empleos. Pero si sus trabajadores necesitan dos horas para llegar a ella, una parte importante de esa prosperidad se queda atrapada en el tráfico.
Y un municipio puede hacer un gran esfuerzo por mejorar su seguridad, pero la delincuencia aprovecha precisamente las fronteras que las instituciones no logran superar. Por eso creo que el siguiente gran salto de Nuevo León no será solamente de infraestructura. Tendrá que ser un salto de coordinación, inteligencia y buen gobierno.
En Escobedo hemos trabajado para fortalecer la seguridad, atraer inversión, modernizar trámites y mejorar nuestras vialidades. Esa experiencia me ha enseñado algo fundamental: un municipio puede hacer mucho cuando administra bien, pero puede lograr todavía más cuando trabaja coordinadamente.
Y no estoy hablando de crear otra burocracia, con más oficinas, más funcionarios y más gastos. Estoy hablando de algo mucho más práctico. Necesitamos una planeación metropolitana que mire varias décadas hacia adelante, no solamente hasta la siguiente elección. Un sistema de movilidad que conecte las necesidades reales de trabajadores y estudiantes. Una estrategia compartida para proteger el aire y el agua. Y mecanismos permanentes de colaboración en seguridad.
También necesitamos ponernos de acuerdo sobre cómo financiar las obras que benefician a varios municipios, aunque físicamente se construyan en uno solo. Porque cuando una avenida de Escobedo mejora la conectividad de Apodaca, San Nicolás o Monterrey, el beneficio es de toda la metrópoli. Y esa realidad también debería reflejarse en la manera de planear y distribuir responsabilidades.
Nuevo León tiene una ventaja extraordinaria: aquí sabemos trabajar en equipo cuando existe un objetivo común. Nuestra historia industrial lo demuestra. Empresarios, trabajadores, universidades e instituciones públicas construyeron una de las regiones productivas más importantes de México. Ese espíritu de colaboración, tan ligado al Capitalismo Social de Eugenio Garza Sada, sigue siendo uno de nuestros mayores activos.
Ahora necesitamos llevar esa capacidad de organización a la manera de gobernar nuestra metrópoli. El Plan México de la Presidenta Claudia Sheinbaum Pardo abre una oportunidad para fortalecer la industria, la infraestructura, la innovación y el crecimiento equitativo. Pero aprovecharla plenamente requiere ciudades bien conectadas, instituciones confiables y una calidad de vida a la altura de nuestra capacidad económica.
La gran transformación metropolitana consiste en conectar todo eso. Y para hacerlo hace falta hacer realidad la Ley de Coordinación Metropolitana, una iniciativa que impulsé como Presidente de la Mesa de Coordinación Metropolitana con universidades y sociedad civil y que ya está en el Congreso del Estado, esperando la responsable acción política que la haga materialice. Ese es un trabajo muy concreto y urgente que hay que completar.
Ya sabemos construir grandes empresas. Ya sabemos construir grandes avenidas. Ahora tenemos que aprender a hacer que toda nuestra gran ciudad funcione como una sola. Porque la Zona Metropolitana Ya sabemos construir grandes empresas. Ya sabemos construir grandes avenidas. Ahora tenemos que aprender a hacer que toda nuestra gran ciudad funcione como una sola. Porque la Zona Metropolitana de Nuevo León no necesita dieciséis futuros diferentes. Necesita dieciséis gobiernos capaces de construir un futuro compartido.
*Andrés Mijes es presidente municipal de General Escobedo, Nuevo León, y maestro en Ciencias Políticas por la Universidad Autónoma de Nuevo León.
A medida que pasan los años nuestras mascotas necesitan más atención, tenemos que cuidar su alimentación con piensos especiales, juguetes aptos para ellos y paseos agradables para favorecer su longevidad. Esto también afecta a la manera en la que se alimentan, especialmente si son una raza mediana o grande, al agacharse por completo hasta el suelo para alimentarse va en contra de su anatomía natural.
Brasilia, 20 oct (Prensa Latina) El diputado brasileño André Janones recibió el alta hospitalaria hoy, tras ser ingresado la víspera por una arritmia cardíaca, y retomó sus actividades de movilización digital en apoyo al presidente Luiz Inácio Lula da Silva.