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US Court Fines Meta $25 Billion for Deceiving Users on Data Protection

22 October 2026 at 05:55
Photo: EFE.

A U.S. court ordered Meta, the owner of Facebook, Instagram and WhatsApp, to pay $25 billion for deceiving the public about how it protects personal data, in a case tied to the Cambridge Analytica scandal.


Judge Francis Mathew set the fine on Wednesday after a jury determined that Facebook made misleading promises about who could access user data and how that information was protected, according to the ruling. The jury found 26 statements by Meta made between 2010 and 2021 to be misleading, including some by CEO Mark Zuckerberg and then-chief operating officer Sheryl Sandberg.

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In his ruling, Mathew wrote that Facebook’s misconduct, developed over years and systematically disseminated to the public, went to the core of its business practices. According to the ruling, the company maintained those promises despite internal warnings that it could not fulfill them, and allowed certain business partners to retain access to data it had announced it would stop sharing in order to avoid losing revenue. The judge concluded that the messages sought to build trust and attract users, whose data are essential to the company’s personalized advertising business.

The case is deeply tied to Cambridge Analytica, a British consulting firm that worked for Donald Trump’s 2016 presidential campaign and obtained data from millions of Facebook users without consent to promote political advertising, according to a statement from the New Mexico Department of Justice. Revelations about the firm, made public in 2018, affected up to 87 million profiles and sparked an international scandal over the use of personal information by social networks and their role in electoral campaigns. The trial also examined what Facebook said publicly about its efforts to combat disinformation and hate speech.

#UnitedStates | Meta's global affairs chief Joel Kaplan is set to leave after more than 15 years, amid allegations of political bias on the company's platforms ahead of Brazil's presidential runoff.
Meta denies the allegations.#Meta #BrazilElections #ElectionIntegrity… pic.twitter.com/d4fnlFLEmH

— teleSUR English (@telesurenglish) October 22, 2026

Although the judge initially calculated a fine of more than $219 billion, he ultimately reduced the amount to $25 billion, which will accrue annual interest of 15% until effective payment. The money will go to New Mexico’s education system, although the attorney general warned that an appeal by Meta could delay the availability of the funds.

New Mexico Attorney General Raúl Torrez presented the decision as one of the largest financial penalties against a company in U.S. history.

Llamar por teléfono, ese acto cada vez más revolucionario

22 October 2026 at 04:30

¿Os acordáis de aquellos tiempos en los que llamar por teléfono era tan fácil como simplemente hacerlo? Parece una pregunta sin sentido pero es que ahora, salvo que la llamada sea para tus padres, tus hijos o alguien con quien tengas muchísima confianza, es mejor avisar o escribir antes. Esto se nota especialmente en la generación Zeta y la Alfa: el 96,8% de los jóvenes entre 14 y 24 años prefieren comunicarse por WhatsApp, según un informe de la Fundación Telefónica. Y eso se ha ido trasladando también a personas algo más mayores. No sé vosotros, pero en mi entorno de gente de entre treinta y cuarenta y tantos nos escribimos para fijar una hora o un día para llamarnos. Hemos empezado a percibir llamar sin avisar como un acto invasivo en la vida privada. La mensajería instantánea ha traído consigo una pérdida de la oralidad recíproca, instantánea, y más natural. Claro que siempre nos quedarán las notas de voz.

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© CADENA SER

Aida Bao en una nueva entrega de 'Notas de voz en la terraza'

Análise: Ala do STF pode restringir canais de WhatsApp antes das eleições

21 October 2026 at 21:27

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) sinalizou que pode derrubar uma eventual decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de restringir o funcionamento de canais de WhatsApp nas 48 horas anteriores ao segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O analista de Política da CNN Matheus Teixeira explica o tema ao CNN 360°.

A possibilidade, ainda em discussão nos bastidores da Justiça Eleitoral, já provoca divergências significativas entre os dois tribunais.

A movimentação interna no TSE contempla uma regra que limitaria o alcance de canais com mais de 200 mil usuários na reta final da campanha.

A proposta ainda não foi aprovada pelo plenário do tribunal, mas sua simples ventilação gerou reações imediatas e divisão entre os próprios integrantes da corte eleitoral.

Divergência dentro do TSE

O ministro Kassio Nunes Marques confirmou à CNN ser contrário a mudanças nas regras próximas ao dia da eleição. Por outro lado, o ministro André Mendonça admitiu, em nota oficial, que uma decisão nesse sentido é possível, condicionando-a, porém, à deliberação do plenário do TSE.

Segundo Matheus, isso significa que nenhum dos dois agiria de forma isolada, submetendo a questão ao colegiado antes de qualquer medida.

O contexto da discussão envolve o uso intensivo de canais de WhatsApp pelas campanhas políticas.

O deputado federal André Janones (Rede-MG) criou um canal para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que chegou a reunir mais de 6 milhões de pessoas, utilizado como ferramenta de mobilização digital.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pessoas próximas a ele também intensificaram a atuação em canais e grupos da plataforma para disseminar mensagens de campanha.

STF acompanha o tema de perto

Segundo Matheus Teixeira, uma ala do STF tem acompanhado o assunto com atenção e interpreta a eventual restrição como uma tentativa de atingir especificamente os canais associados à campanha adversária.

Internamente, há a avaliação de que a criação de uma nova regra na reta final do processo eleitoral poderia afetar negativamente o próprio pleito.

A tensão entre o TSE e o STF não é nova neste ciclo eleitoral.

Matheus Teixeira destacou que, em alguns casos durante as eleições em curso, o Supremo chegou a se sobrepor a decisões do Tribunal Superior Eleitoral — algo incomum historicamente, já que as deliberações do TSE costumavam ser amplamente respeitadas pelo Supremo, especialmente no calor das eleições.

Caso o TSE decida de fato restringir os canais de comunicação digital, o STF poderá ser acionado para revisar a medida, abrindo um novo capítulo nesse embate institucional.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira

Logo Agência Brasil

Especialistas das Organizações das Nações Unidas (ONU) assinaram uma carta em que apontam restrições à liberdade de expressão em plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, todas da empresa Meta, nas eleições brasileiras em 2026.

Eles disseram que os observadores internacionais que participaram das eleições detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, apontando que as contas ligadas a um dos candidatos foi prejudicada.

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Entre os episódios registrados estão interrupções temporárias de contas de campanha e engajamento e alcance de publicações políticas de um dos candidatos severamente menor.

Eles também citaram que milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo foram suspensos, quase todos do mesmo lado político.

NetLab

Um carta do NetLab também questiona a derrubada de um perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de controle contra notícias falsas ligadas à políticas públicas pela Meta, enquanto a empresa mantém perfis com publicações com fake news.

O documento também diz que o laboratório identificou falhas da empresa de tecnologia, que teria permitido “propaganda eleitoral paga no exterior e vendido e veiculado durante o resguardo eleitoral”.

O NetLab é um laboratório de pesquisas sobre internet e redes sociais ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Caso do WhatsApp

Na semana passada, a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que usuários do WhatsApp relataram que a inteligência artificial do aplicativo se recusava a produzir imagens com a palavra “Lula” e o número “13”, mas produzia conteúdo normalmente com a palavra “Flávio” e o número ”22”.

Os advogados da campanha afirmaram que a Meta praticou “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

Outro lado

Sobre a nota da ONU, a Meta respondeu que as pessoas podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político. “Incidentes técnicos podem ocorrer em uma plataforma da nossa escala, mas não representam direcionamento político. Cumprimos a legislação eleitoral brasileira e agimos rapidamente para corrigir erros quando identificados, garantindo condições de igualdade para todos que utilizam nossos serviços", disse a empresa

Em relação à nota do NetLab, respondeu que não permite conteúdos que explorem programas públicos para fraudar pessoas, removendo-os sempre que identificados.

Tribunal Electoral de Brasil debate restricción a canales de WhatsApp

21 October 2026 at 18:54

Brasilia, 21 oct (Prensa Latina) El Tribunal Superior Electoral (TSE) de Brasil analiza una propuesta para restringir los canales políticos de WhatsApp con más de 200 mil seguidores durante las 48 horas previas y las 24 posteriores al balotaje presidencial, se conoció hoy.

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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição

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Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil. 

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A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral. 

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE. 

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça. 

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”. 

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos. 

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas. 

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”. 

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”. 

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação. 

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor. 

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal. 

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial. 

PT critica possível veto a canais no WhatsApp e fala em medidas jurídicas

21 October 2026 at 16:57

O presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Edinho Silva, criticou a possibilidade de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proibir o funcionamento de canais no Whatsapp nas últimas 48 horas antes das eleições e falou em adotar “medidas jurídicas”. A fala aconteceu em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (21).

Edinho, que é coordenador-geral da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, afirmou, contudo, que teve uma audiência com o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, que teria garantido que a reta final do pleito não teria “surpresas”.

“Você não pode mexer nas regras do jogo com ele em andamento. E nós, infelizmente, poderemos tomar medidas jurídicas. Nós não queremos privilégio algum, queremos que não haja favorecimento a nenhum candidato”, afirmou Edinho.

A crítica é de que a decisão impactaria especialmente o canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), que conta com mais de 7 milhões de membros.

A possibilidade de o TSE ampliar o cerco a canais de WhatsApp nas 48 horas que antecedem o segundo turno divide ministros, mostrou apuração da CNN Brasil.

O assunto foi tratado ao menos duas vezes na última semana pelos ministros. A discussão mais recente aconteceu brevemente nesta terça-feira (20) na sala de togas do Tribunal.

Uma ala do TSE, contrária a um eventual avanço das discussões, atribui aos ministros André Mendonça e Nunes Marques a iniciativa de ofensiva contra canais do aplicativo de troca de mensagens.

O presidente do TSE rechaça essa tese e tem dito a pessoas próximas não ser favorável a alterações em resoluções de última hora. O ministro tem afirmado ainda que não convocou reuniões para tratar sobre o assunto e nem pretende convocar.

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo sustenta que André Mendonça, vice-presidente do TSE, é autor de uma minuta de resolução que propõe o bloqueio de todos os canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição.

 

Ejército de Lula alcanza siete millones de seguidores en WhatsApp

21 October 2026 at 15:55

Brasilia, 21 oct (Prensa Latina) El canal de WhatsApp Ejército de Lula, administrado por el diputado brasileño André Janones, alcanzó hoy siete millones de inscritos, cuatro días antes de la segunda vuelta de las elecciones presidenciales del próximo domingo.

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"¿Podrías votar por Eliska?": La nueva estafa de WhatsApp que utiliza a una niña bailarina para robar cuentas

21 October 2026 at 13:50
Los ciberdelincuentes aprovechan la confianza entre familiares y amigos para difundir un falso concurso de baile y conseguir acceso a perfiles ajenos Leer

Los ciberdelincuentes aprovechan la confianza entre familiares y amigos para difundir un falso concurso de baile y conseguir acceso a perfiles ajenos

“¿Podrías votar por Eliska?”: el WhatsApp fraudulento de ‘phishing’ en el que no hay que pinchar

21 October 2026 at 12:30
El mensaje de 'phishing' que circula estos días.

“Hola, puedo pedirte un pequeño favor? Podrías votar por Eliska? Es la hija de unos amigos míos. El primer premio es una clase de baile gratis, ¡y sería una oportunidad realmente preciosa para ella! Muchas gracias!”, dice un mensaje de WhatsApp que se está extendiendo como la pólvora entre los móviles españoles. El texto lleva un enlace a una página web. Es un caso de phishing, una modalidad de ciberataque que consiste en descargar malware (programas maliciosos) a través del engaño. Los usuarios que pinchen en el enlace corren el riesgo de que les hackeen el móvil y de que accedan a sus datos personales.

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Meta recusa pedido federal para criar canal de proteção a jornalistas

Logo Agência Brasil

Dona do Instagram, do Facebook, do WhatsApp e de outras plataformas digitais e redes sociais, a empresa de tecnologia Meta se negou a criar um canal direto para receber denúncias de ameaças, assédio, ataques digitais, bloqueios e suspensão de contas de jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação.

A criação de um canal para o encaminhamento e acompanhamento de casos urgentes foi solicitada pelo Observatório da Violência Contra Jornalistas e Comunicadores Sociais (Observatório), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e responsável por monitorar e apoiar as investigações das denúncias envolvendo comunicadores sociais.

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Em nota, o observatório informou que agiu motivado pelos “recorrentes relatos de bloqueios, suspensões e outras restrições envolvendo jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação”, mas que a Meta, ao negar o pedido, alegou a “complexidade técnica, jurídica e operacional” da medida.

“[A empresa] afirmou que o mecanismo poderia representar a “assunção [aceitação] de novas obrigações regulatórias”, revelou o observatório.

O órgão acrescentou que a Meta argumentou também que a análise do pedido exigiria um prazo maior, compatível com a complexidade do tema, e que suas políticas se aplicam a todos os usuários, igualmente, de forma que, para a Meta, os canais gerais já disponíveis são suficientes.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria da Meta, que respondeu que a empresa não vai comentar o assunto.

Violência Digital

Em nota, as secretarias de Justiça (Senajus) e de Direitos Digitais (Sedigi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Secretaria de Políticas Digitais (SPDGI) da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República destacaram que foram registrados 14.182 ataques digitais contra jornalistas e veículos de comunicação durante o primeiro turno, segundo a Coalizão em Defesa do Jornalismo.

Além disso, a organização CTRL+Z reuniu 1.121 relatos de restrições a contas e conteúdos políticos, incluindo bloqueios e remoções sem justificativa específica.

“Os levantamentos expõem duas ameaças ao debate público: a escalada da violência contra quem produz informação e a falta de transparência nas decisões que podem restringir sua circulação, com potencial impacto no legítimo exercício da liberdade de expressão”, apontam as secretarias.

O texto divulgado reforça a “necessidade de mecanismos específicos e permanentes de proteção a jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação no ambiente digital”, para além do período eleitoral.

“Os canais gerais da Meta e a cooperação com a Justiça Eleitoral não substituem um mecanismo de proteção capaz de responder a situações urgentes de violência contra jornalistas, inclusive fora do período eleitoral”, insistiu o ministério.

A pasta ressalta que ataques e restrições ao exercício do jornalismo “ultrapassam a esfera individual e podem comprometer o direito de toda a sociedade à informação”.

Cómo programar mensajes en WhatsApp en Android y iPhone

20 October 2026 at 06:45

Felicitar un cumpleaños a medianoche o enviar un aviso importante a primera hora es fácil de olvidar. Afortunadamente, esto ya es cosa del pasado, pues desde ahora puedes programar mensajes en WhatsApp para que salgan a la hora que elijas, aunque el procedimiento cambia según el móvil que tengas.

En Android está llegando una función integrada (muy fácil de utilizar); en iPhone puedes recurrir a Atajos de Apple. En este artículo te explicamos ambos métodos y sus limitaciones.

Tabla de contenidos

  1. ¿WhatsApp permite programar mensajes automáticamente en la actualidad?
  2. ¿Cómo programar mensajes de WhatsApp en Android? Guía paso a paso
    1. Programar un mensaje de texto para una fecha y hora concretas
    2. Programar fotografías y vídeos en WhatsApp
    3. ¿Cómo ver, modificar o cancelar un WhatsApp programado?
  3. ¿Cómo programar mensajes de WhatsApp en iPhone con Atajos?
    1. Crear una automatización para enviar un WhatsApp a una hora concreta
    2. Evita que el mismo mensaje se envíe todos los días
    3. ¿Se envía el mensaje si el iPhone está apagado o bloqueado?
    4. ¿Qué hacer si no aparece WhatsApp en las acciones de Atajos?
  4. ¿Qué hacer si no aparece la opción de programar en Android?
  5. Dudas frecuentes sobre los mensajes programados de WhatsApp
    1. ¿Se pueden programar mensajes en grupos?
    2. ¿Se puede programar un mensaje desde WhatsApp Web o WhatsApp Business?
    3. ¿Hay que pagar por programar mensajes?

¿WhatsApp permite programar mensajes automáticamente en la actualidad?

En Android puedes programar mensajes desde la propia app oficial de WhatsApp En Android puedes programar mensajes desde la propia app oficial de WhatsApp

La app de mensajería más utilizada en el mundo empezó a probar la programación en Android en octubre de 2026. Todavía no está disponible para todos, pero desde su anuncio, el despliegue ha ido en aumento y ya muchos usuarios tienen acceso a la función en cuestión.

Esta herramienta, la cual está integrada dentro de la propia app, permite elegir fecha y hora desde el chat y enviar incluso con el teléfono desconectado. En iPhone, Atajos necesita que el dispositivo esté encendido y operativo.

¿Cómo programar mensajes de WhatsApp en Android? Guía paso a paso

Antes de que te mostremos el procedimiento que debes llevar a cabo, es imprescindible que actualices WhatsApp a la última versión en tu móvil Android. Esto lo puedes hacer directamente desde la propia tienda de apps de Google.

Programar un mensaje de texto para una fecha y hora concretas

No necesitas instalar absolutamente nada; la diferencia entre un mensaje programado y uno normal está en mantener pulsado el botón de enviar:

No hace falta que descargues apps de terceros para programar mensajes en Android No hace falta que descargues apps de terceros para programar mensajes en Android
  • Abre WhatsApp en tu móvil Android.
  • Entra en el chat individual o grupo al que quieras escribir.
  • Redacta el mensaje, pero no lo envíes todavía.
Para acceder al calendario de programación, debes mantener pulsado el botón "Enviar" Para acceder al calendario de programación, debes mantener pulsado el botón "Enviar"
  • Mantén pulsado “Enviar” durante un par de segundos.
  • Cuando aparezca la ventana de programación, elige la fecha y la hora.
  • Revisa la selección y pulsa la opción para confirmar la programación.

Verás un aviso dentro de la conversación con el texto “Programaste un mensaje”. Solo tú puedes verlo; la otra persona no recibirá ningún aviso de que has preparado algo para más adelante.

Puedes programar envíos desde 10 minutos hasta dos semanas de antelación. No sirve para dejar mensajes preparados con meses de margen. Si has elegido mal la hora, revisa el aviso antes de salir de la conversación. Programarlo no significa que ya se haya enviado.

Programar fotografías y vídeos en WhatsApp

También puedes programar enlaces, fotos y vídeos. El procedimiento es muy parecido al de los mensajes de texto:

Solo puedes programar el envío de una foto o un vídeo (no permite programar varios archivos al mismo tiempo) Solo puedes programar el envío de una foto o un vídeo (no permite programar varios archivos al mismo tiempo)
  • Pulsa el icono para adjuntar archivos y abre la Galería.
  • Selecciona la fotografía o el vídeo que quieras compartir.
Una vez programado el envío, puedes ver si el contenido que has elegido es el correcto Una vez programado el envío, puedes ver si el contenido que has elegido es el correcto
  • Si lo necesitas, añade un texto, recorta la imagen o realiza pequeños ajustes en el editor.
  • Mantén pulsado “Enviar”, en lugar de tocarlo normalmente.
  • Selecciona la fecha y la hora.
  • Confirma la programación del envío.

Vale aclarar que solo puedes programar una foto o un vídeo por envío. Para mandar varias imágenes, repite el proceso. También se admite una descripción en la propia imagen si la escribes antes de mantener pulsado “Enviar”. Eso sí, revisa el archivo antes de confirmar, ya que podrías equivocarte al momento de adjuntarlo.

¿Cómo ver, modificar o cancelar un WhatsApp programado?

Si te equivocas o cambian los planes, no te preocupes, puedes intervenir antes del envío. Para ello tienes que hacer esto:

WhatsApp permite eliminar los mensajes programados WhatsApp permite eliminar los mensajes programados
  • Entra en el chat.
  • Pulsa el aviso “Programaste un mensaje” para consultar los mensajes pendientes.
  • Desde allí podrás revisar y eliminar envíos.
  • Si tu versión de WhatsApp permite editar el contenido o la hora, modifica lo necesario; en caso contrario, cancela y vuelve a programar.

El destinatario no recibe ninguna notificación cuando cancelas un envío que todavía estaba pendiente. Si el mensaje ya ha salido, tendrás que utilizar las opciones habituales de WhatsApp para borrarlo, con sus correspondientes límites.

¿Cómo programar mensajes de WhatsApp en iPhone con Atajos?

En iPhone todavía no está disponible la programación nativa, pero puedes utilizar Atajos, la app de Apple integrada en iOS. Solo tienes que fijar una hora, escribir el texto y elegir el destinatario.

Crear una automatización para enviar un WhatsApp a una hora concreta

Primero, debes comprobar que tienes instaladas y actualizadas tanto WhatsApp como la aplicación Atajos. Si ambas están actualizadas, deberás llevar a cabo estos pasos:

WhatsApp en iPhone no ofrece una función nativa para programar los mensajes WhatsApp en iPhone no ofrece una función nativa para programar los mensajes
  • Abre Atajos en tu iPhone y pulsa la pestaña “Automatización”.
  • Si ya tienes automatizaciones, toca el botón “+”. Si es la primera, selecciona la opción para crear una nueva.
  • Busca “Momento del día” y selecciónalo como activador.
  • Elige la hora del envío y configura su frecuencia: diaria, semanal o mensual, según aparezca en tu versión.
  • Selecciona “Ejecutar inmediatamente” para evitar que el sistema te pida autorización antes de iniciar la automatización.
Puedes hacer que el envío del mensaje se repita a lo largo de varios días Puedes hacer que el envío del mensaje se repita a lo largo de varios días
  • Pulsa “Siguiente” y escoge “Nueva automatización vacía”.
  • Toca “Añadir acción” y entra en “Apps”.
  • Busca “WhatsApp”.
Antes de programar el envío, revisa si el mensaje es el que quieres automatizar Antes de programar el envío, revisa si el mensaje es el que quieres automatizar
  • Selecciona la acción “Enviar mensaje”.
  • Pulsa sobre “Mensaje” para escribir el texto que quieras mandar.
  • Toca el campo del destinatario, selecciona el contacto correcto y confirma.
  • Revisa todo y pulsa “OK” para guardar la automatización.

Haz una prueba con un contacto de confianza para comprobar si la automatización funciona en tu iPhone. Por ejemplo, programa un texto para dentro de cinco minutos y observa si llega sin que tengas que tocar la pantalla. Así comprobarás el resultado antes de utilizarla para algo importante.

Evita que el mismo mensaje se envíe todos los días

A diferencia de Android, Momento del día crea una repetición diaria, semanal o mensual; no desaparece después del primer envío. Si programas “Feliz cumpleaños” a diario, podría repetirse al día siguiente.

Para evitar esto, debes realizar los siguientes pasos:

  • Entra en “Atajos”.
  • Accede a “Automatización después de que se haya enviado”.
  • Pulsa “Automatización creada”.
  • Desactívala o elimínala.

Si quieres programar un mensaje semanal de forma permanente, en cambio, puedes dejarla activa.

Recuerda que Atajos no ofrece el mismo selector de fecha única que WhatsApp en Android. Si eliges una repetición mensual, comprueba la primera ejecución y desactívala después.

¿Se envía el mensaje si el iPhone está apagado o bloqueado?

Con Atajos no existe la misma garantía que con la programación integrada en WhatsApp para Android. El iPhone debe permanecer encendido, con conexión a Internet y con la automatización habilitada.

Algunas acciones pueden requerir permisos o desbloquear el móvil, incluso con “Ejecutar inmediatamente” activado. Para evitar problemas, como bien te mencionamos más arriba en el artículo, realiza una prueba con algún contacto de confianza.

Si el móvil está apagado cuando llega el momento, no cuentes con que el envío quede pendiente en los servidores de WhatsApp. Tendrás que comprobar el chat y, si es necesario, realizarlo manualmente. Tampoco confundas una notificación de Atajos con un mensaje entregado: abre la conversación para comprobar si realmente ha salido.

¿Qué hacer si no aparece WhatsApp en las acciones de Atajos?

Si al entrar en Apps no encuentras WhatsApp o falta la acción “Enviar mensaje”, comprueba que la aplicación está actualizada y que has iniciado sesión en ella. Busca también “WhatsApp” en el buscador general de acciones.

Si sigue sin aparecer, no sirve sustituirla por la acción genérica de SMS: enviaría un mensaje a través de otra aplicación. En ese caso, utiliza un recordatorio para enviarlo manualmente.

¿Qué hacer si no aparece la opción de programar en Android?

Debes actualizar WhatsApp a la última versión para poder acceder a la función en cuestión Debes actualizar WhatsApp a la última versión para poder acceder a la función en cuestión

Si mantienes pulsado “Enviar” y no aparece nada, es completamente normal, pues WhatsApp está activando la función de manera progresiva por cuentas.

Entra en Google Play Store, actualiza WhatsApp y vuelve a abrirlo. Si sigue sin aparecer, espera o prueba la beta (esta versión te permite acceder a nuevas funciones de forma preliminar).

Dudas frecuentes sobre los mensajes programados de WhatsApp

Hay algunas diferencias más que conviene conocer para utilizar esta función sin problemas. A continuación, te mencionamos algunas dudas que suelen surgir al momento de intentar programar un mensaje en WhatsApp.

¿Se pueden programar mensajes en grupos?

Sí, la función nativa de Android funciona tanto en conversaciones individuales como en grupos. Eso sí, hay un detalle particular: los mensajes programados están dirigidos a quienes pertenecían al grupo cuando se creó la programación. Si una persona se une más tarde, no recibirá ese envío pendiente.

Tenlo en cuenta si entran nuevos miembros. Si el aviso debe llegar también a quienes se incorporen más tarde, lo mejor será enviarlo después de que hayan entrado en el grupo.

¿Se puede programar un mensaje desde WhatsApp Web o WhatsApp Business?

Esta nueva función se está probando únicamente en WhatsApp para Android. Por ahora, no es posible hacer uso de la misma en WhatsApp Web o en la versión de escritorio.

En WhatsApp Business existen mensajes de bienvenida y ausencia que responden automáticamente bajo ciertas condiciones, pero no equivalen a escribir cualquier mensaje hoy para enviarlo a un contacto en una fecha futura.

¿Hay que pagar por programar mensajes?

No. Ni la función nativa que está llegando a Android ni la automatización con Atajos en iPhone requieren una suscripción para realizar los pasos que te hemos mostrado. Tampoco necesitas dar acceso a tus chats a aplicaciones externas.

Puedes aprovechar esta característica para enviar felicitaciones originales de cumpleaños por WhatsApp a una hora específica; es sin lugar a dudas uno de los mejores usos que le puedes dar.

En resumen, si tienes Android y la función activada, utiliza la programación integrada de WhatsApp: es más directa y no depende de que tu móvil esté encendido. Si tienes un iPhone, Atajos es una alternativa gratuita que funciona más que bien, siempre que revises la repetición y compruebes que el envío se ha completado.

© Difoosion

WhatsApp permite programar mensajes en Android para enviarlos automáticamente a una hora concreta, mientras que en iPhone puedes hacerlo mediante la aplicación Atajos

La justicia electoral de Brasil da 24 horas a Meta para demostrar que trata igual a Lula y a Bolsonaro

19 October 2026 at 23:46

Al Tribunal Superior Electoral de Brasil se le está acabando la paciencia con el gigante tecnológico Meta y los inescrutables entresijos de su funcionamiento. Un juez del TSE le ha dado 24 horas a la tecnológica propietaria de Instagram, WhatsApp y Facebook para que demuestre al tribunal que sus algoritmos y su inteligencia artificial dan un trato igual a los dos candidatos, al presidente Luiz Inácio Lula da Silva, del izquierdista Partido de los Trabajadores, y al senador Flávio Bolsonaro, del derechista Partido Liberal. La decisión judicial fue dictada el domingo por la noche cuando los presidenciables protagonizaban su primer debate.

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© Andre Penner (AP Photo/Andre Penner)

Una protesta ante la sede de Meta en São Paulo, este lunes. La pancarta dice: "Brasil decide sobre Brasil".

Meta tem 24h para comprovar tratamento igualitário a Lula e Flávio

19 October 2026 at 16:23

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove que suas plataformas digitais oferecem tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. A determinação foi feita pelo ministro Marco Aurélio Bellizze nesta segunda-feira (19), após o magistrado considerar insuficientes as explicações apresentadas pela empresa.

A Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, poderá ter a multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão caso não cumpra o novo prazo. Segundo Bellizze, a empresa não demonstrou satisfatoriamente que adotou as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral para impedir favorecimento ou prejuízo artificial a qualquer uma das candidaturas.

Na decisão, o ministro criticou a tentativa da companhia de estabelecer prazos próprios para responder às determinações judiciais, além da apresentação de relatórios em inglês e documentos que, segundo ele, não esclareciam adequadamente as providências adotadas.

“Incumbe às partes cumprir com exatidão as decisões judiciais, e não criar embaraços à sua efetivação”, escreveu Bellizze.

A cobrança ocorre depois que o plenário do TSE confirmou, na sexta-feira (16), a decisão que obriga a Meta a assegurar condições equivalentes às duas campanhas em seus sistemas de distribuição de conteúdo, recomendação e inteligência artificial.

Denúncia partiu da campanha de Lula

O caso chegou ao tribunal após a campanha de Lula denunciar supostas restrições à circulação de publicações relacionadas ao presidente nas plataformas da Meta. Os advogados do petista alegaram que os conteúdos da candidatura alcançavam menos usuários, enquanto o perfil de Flávio Bolsonaro aparecia em recomendações automáticas.

Outro ponto questionado foi o comportamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp. Segundo a representação apresentada pela campanha de Lula, o sistema se recusava a produzir materiais eleitorais favoráveis ao presidente, mas atendia a solicitações semelhantes envolvendo o senador.

Mensagens internas da empresa obtidas pela Folha de S.Paulo também apontaram problemas que teriam prejudicado contas ligadas a Lula. Os registros mencionam restrições ao impulsionamento de publicações e a recomendação algorítmica do perfil de Flávio.

A Meta atribuiu os episódios a falhas técnicas e negou que tenha favorecido deliberadamente um dos candidatos. Em manifestação divulgada anteriormente, a empresa afirmou que os problemas não se restringiam ao Brasil e faziam parte de dificuldades técnicas de alcance global.

O que a decisão proíbe

A determinação do TSE impede que a Meta reduza artificialmente o alcance de conteúdos político-eleitorais relacionados a Lula ou Flávio. A proibição inclui alterações na distribuição das publicações, retirada de recomendações, restrições aos resultados de busca e mudanças de métricas que possam prejudicar uma das candidaturas.

A empresa também deverá aplicar critérios equivalentes às duas campanhas em suas ferramentas de inteligência artificial. A ordem busca impedir que os sistemas ofereçam respostas diferentes a solicitações semelhantes em razão do candidato envolvido.

O ministro ressaltou que a apresentação de informações sobre a ausência de comportamento inautêntico coordenado não substitui a obrigação de demonstrar quais medidas foram efetivamente adotadas para cumprir a decisão judicial.

Estudos apontam anúncios eleitorais irregulares

A discussão sobre a atuação das plataformas digitais ocorre em meio a outras denúncias envolvendo publicidade política na internet.

Um estudo da organização britânica Eko, divulgado em setembro, apontou que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos por uma conta sediada nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as peças utilizavam inteligência artificial sem a identificação exigida e apresentavam informações eleitorais falsas.

Outro levantamento, realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios políticos considerados irregulares no país e financiados a partir do exterior.

A decisão do TSE não representa, por si só, uma conclusão definitiva de que a Meta tenha interferido deliberadamente na eleição em favor de Flávio Bolsonaro. A empresa nega favorecimento, e o tribunal exige que ela demonstre o cumprimento das regras de igualdade entre as candidaturas.

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