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Luana Piovani detona Roberto Justus após apoio a Flávio Bolsonaro: “Desprezo”

Luana Piovani se tornou uma das famosas mais “ativas” na disputa presidencial deste ano. Na quarta-feira (21), a atriz não escondeu sua indignação ao ver que Roberto Justus havia declaro voto em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.

A loira compartilhou um vídeo do empresário em que ele conta estar preocupado com o futuro do País. “Venho aqui como pai, como avô, como empresário e como cidadão brasileiro preocupado com o futuro do meu País”, declarou ele.

Em seus stories do Instagram, Piovani afirmou que Justus é uma “péssima influência” para as mulheres da família. “Que bela bosta, Roberto Justus! Minha preguiça por você já tem outro nome: desprezo. Sempre péssima influência, pras moças tudo [sic] que te cercam”, disse.

A atriz ainda aproveitou para fazer menção a Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. De acordo com mensagens obtidas ela Polícia Federal, os empresários discutiram, desde 2024, um investimento na SteelCorp, empresa da qual o apresentador é sócio.

Nas conversas, um empréstimo que poderia ser convertido em participação na companhia. Uma negociação que envolvia R$ 143 milhões e uma proposta de recompra de R$ 130 milhões. No entanto, a operação enfrentou dificuldades e gerou cobranças de Roberto.

“Vai chupar o saco do Vorcaro e passar vergonha que é o que você merece”, completou a atriz.

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Análise: Adiamentos de depoimentos marcam caso Master

A PF (Polícia Federal) remarcou para a próxima semana o depoimento de Fabiano Zettel, apontado como operador financeiro de Daniel Vorcaro e investigado no âmbito do caso Master. O interrogatório, que estava agendado para ocorrer por videoconferência a partir do presídio em Potim, interior de São Paulo, foi cancelado pela segunda vez.

Segundo o analista de Segurança Pública da CNN, Elijonas Maia, ao CNN Novo Dia, o episódio não é isolado. Uma série de depoimentos relacionados ao caso Master foram agendados e posteriormente cancelados ou adiados, transformando os atrasos em uma característica marcante da investigação.

Lista de adiamentos se acumula

Entre os investigados que tiveram depoimentos cancelados estão o próprio ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o empresário Augusto Lima, o senador Jaques Wagner (PT-BA), o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto — ouvido na condição de testemunha —, e André Esteves, do BTG Pactual, também como testemunha.

O depoimento de Fabiano Zettel, que seria realizado por uma equipe da PF de Minas Gerais, trataria sobre o grupo denominado “A Turma”, descrito como um grupo armado que, segundo consta na Polícia Federal, teria sido organizado para ameaçar e intimidar adversários de Daniel Vorcaro, incluindo jornalistas, adversários políticos e empresariais.

O interrogatório estava previsto para começar às 14h. Por volta das 14h20, a equipe de investigação recebeu um telefonema comunicando o cancelamento. O argumento foi que o presídio não dispunha de conexão à internet para a realização da oitiva por videoconferência. A Polícia Federal confirmou o cancelamento, mas não informou oficialmente o motivo do adiamento.

Mudança de advogados pode explicar os atrasos

De acordo com Elijonas Maia, fontes com acesso ao caso apontam que um dos fatores que explicam a grande quantidade de adiamentos é a troca frequente de advogados pelos investigados.

“Todos os principais investigados nesse caso mudaram de advogados e mais de uma vez”, afirmou o analista. Cada nova troca implica um novo pedido de acesso integral aos autos do processo, o que acaba por postergar os depoimentos.

Os sucessivos atrasos também têm impacto direto no prazo para a conclusão do inquérito. A previsão inicial da Polícia Federal era de que pelo menos um dos inquéritos fosse finalizado e relatado ao STF (Supremo Tribunal Federal) em julho, antes do início da campanha eleitoral.

Com os adiamentos, a data foi postergada para agosto, depois para setembro, outubro, e agora a nova estimativa aponta para novembro. Dois inquéritos estão mais adiantados: o referente a “A Turma”, que aguarda um ou dois depoimentos, incluindo o de Fabiano Zettel, e o que investiga a suposta atuação de servidores do Banco Central em favor de Daniel Vorcaro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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