❌

Reading view

Descoberta revela tática de serpente com 30 cm que foge de predadores 4 vezes mais rápido dando ‘estrelinhas’ pelo chão

Diferente de qualquer outro réptil que rasteja no solo para escapar de ameaças, a cobra-anão-dos-juncos desenvolveu uma estratégia de fuga bizarra e altamente eficiente. Quando se sente ameaçada, essa pequena espécie habitante do Sudeste Asiático, com menos de 30 centímetros de comprimento, projeta o próprio corpo no ar e começa a dar “estrelinhas” e piruetas contínuas pelo chão, rolando desgovernadamente em fuga.

A descoberta dessa tática inusitada foi detalhada por pesquisadores da Universidade Toho, no Japão, em um estudo publicado na revista científica Current Biology.

Ao registrarem o comportamento utilizando câmeras de alta velocidade, os cientistas constataram que essa espécie carnívora que se alimenta de minhocas atinge uma velocidade de escape de quase 30 centímetros por segundo.

Esse movimento de rolamento acrobático torna a fuga aproximadamente quatro vezes mais rápida do que o rastejo tradicional da espécie sobre o solo.

Entenda a mecânica física por trás do movimento de roda viva

Para conseguir executar essa manobra sem perder o rumo, o animal chicoteia a cauda do lado esquerdo para o lado direito do corpo enquanto os pontos de apoio impulsionam o organismo contra o chão.

A espécie dobra a região central do corpo em grandes alças alternadas, mantendo a cabeça firme e alinhada ao caminho. Essa mecânica transforma a serpente em uma espécie de roda viva sem eixo fixo.

Estabilidade sensorial garante foco total durante a fuga acrobática

Mesmo girando em alta velocidade pela vegetação, todos os órgãos sensoriais localizados na cabeça da serpente permanecem na vertical, focados na trajetória à frente.

Essa estabilidade permite ao réptil monitorar o trajeto em tempo real enquanto avança em ritmo acelerado, garantindo uma escapatória precisa contra os predadores antes de se esconder na vegetação local.

  •  

A Panasonic quer transformar janelas em painéis solares. Já começou a vendê-los

As janelas, as fachadas e as varandas dos prédios podem passar a produzir eletricidade. A Panasonic desenvolveu um vidro que gera energia e, esta semana, antecipou em um ano o arranque da produção em massa. A tecnologia chama-se célula solar de perovskita em vidro: uma camada ultrafina de perovskita, um material que absorve a luz do sol, laminada entre dois vidros com a resistência exigida a um material de construção. É aquilo a que a empresa japonesa chama “vidro que gera eletricidade”. Não é um vidro transparente como os outros. A perovskita é quase preta, por isso o painel fica

💾

As janelas, as fachadas e as varandas dos prédios podem passar a produzir eletricidade. A Panasonic desenvolveu um vidro que gera energia e, esta semana, antecipou em um ano o arranque da produção em massa. A tecnologia chama-se célula solar de perovskita em vidro: uma camada ultrafina de perovskita
  •  

Passados 15 anos do desastre nuclear em Fukushima, uma vila inaugurou um “símbolo de recuperação”: um supermercado

Em 2023, havia 5962 supermercados no Japão. Nenhum deles em Okuma, uma vila na província de Fukushima que teve de ser evacuada depois do acidente nuclear que ocorreu em 2011. A abertura de um supermercado é um sinal de recuperação, mas pode não ser suficiente para o regresso de quem teve de sair

  •  

Passados 15 anos do desastre nuclear em Fukushima, uma vila inaugurou um “símbolo de recuperação”: um supermercado

Em 2023, havia 5962 supermercados no Japão. Nenhum deles em Okuma, uma vila na província de Fukushima que teve de ser evacuada depois do acidente nuclear que ocorreu em 2011. A abertura de um supermercado é um sinal de recuperação, mas pode não ser suficiente para o regresso de quem teve de sair

  •  
❌