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Top Anthropic engineer says Claude now writes 'literally all' her team's code

Katelyn Lesse, head of platform engineering at Anthropic, speaks at a conference.
Katelyn Lesse, head of platform engineering at Anthropic.

Chris Ratcliffe/Bloomberg via Getty Images

  • Anthropic platform engineering head Katelyn Lesse said that Claude now writes all her team's code.
  • Lesse shared ways that Claude Code has helped the company become more efficient.
  • Anthropic nears an initial public offering at a potential $2 trillion valuation.

A top Anthropic engineer says that Claude Code has already wiped out all human coding at one of the AI lab's central teams.

Katelyn Lesse leads the AI startup's platform engineering group, which handles the company's core services, developer tools, and product infrastructure — it's essentially the engine room of Anthropic. Lesse said at Grafana Labs' ObservabilityCON event on Tuesday that among her staff, which tallied 200 as of this summer, the era of human-written code is fully over.

"When it comes to our team and how we're actually building and maintaining our systems, all of our code is written by Claude," Lesse said. "Like, literally all of it."

Anthropic's heavy reliance on Claude Code has helped it remain relatively small, as it approaches an initial public offering that could value it at nearly $2 trillion. The company's revenue growth slowed in the third quarter of this year. Maintaining its lofty valuation may depend on selling more companies on the AI-first approach espoused by Lesse and other Anthropic leaders.

Lesse said that people on her teams are still designing systems and verifications, and then offloading the actual coding to Claude. She said that when the company changed the programming language of a major codebase from Python to Rust, workers developed a way to verify the final product.

"But the grunt work of building the pieces and actually monitoring the pieces and actually making sure that we felt good about it, that was agents all the way down," Lesse said.

Lesse said Anthropic already lets agents fix tests autonomously, with no human interaction, and it's thinking about how staff can get comfortable with agents autonomously making changes to the actual codebase, given the improvements in AI models over the last year.

"As engineering leaders, we're like terrified, and we're like, let's be really careful about this, but I think the line is starting to push," Lesse said.

Anthropic has also embraced Claude Code companywide. It released a report last week saying that as AI agents have worked more inside the company, it has hired for a smaller share of junior technical positions. And in May, Anthropic said that Claude then wrote more than 80% of the entire company's production code.

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Australia’s NextDC stock collapse fires a global AI warning

For two decades, data centers were relatively safe, lucrative real estate investments. They attracted investors because they served as digital infrastructure — the essential plumbing that keeps the internet running. The growth of artificial intelligence (AI) and its increased demands on computing power has meant data centre builders are in a race to build out […]

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Anthropic apresenta o seu agente de IA multifuncional após sucesso do Muse da Meta

Anthropic

A Anthropic revelou na quarta-feira 21 de outubro um novo agente de inteligência artificial (IA), uma aplicação móvel em fase de testes que aproveita a tendência dos interfaces multifuncionais, como o Muse, da Meta, que obteve um sucesso imediato.

O Claude Duet destina-se, principalmente, a “profissionais e proprietários de pequenas empresas” que “têm mais exigências para gerir do que aquelas que conseguem acompanhar”, ao contrário dos produtos destinados ao público em geral, como o Muse ou o Instinct.

O lançamento do projeto OpenClaw (inicialmente denominado Clawdbot), no início do ano, pelo programador independente Peter Steinberger, marcou o início da era dos agentes de IA multifuncionais, ou seja, programas capazes de executar diversas tarefas acedendo a e-mails, folhas de cálculo, agendas e até contas bancárias.

Com o Muse, disponibilizado no início de setembro, a Meta ofereceu uma versão acessível a todos, ao contrário do OpenClaw, cuja instalação exigia conhecimentos técnicos avançados.

O Muse conquistou o seu público de imediato e passou as últimas semanas no topo do ranking de downloads tanto na App Store, da Apple, como na Google Play Store, para smartphones com sistema Android.

Segundo a empresa de análise de dados Sensor Tower, a interface foi descarregada mais de dez milhões de vezes, a grande maioria nos Estados Unidos, sendo o Canadá o único outro país onde o serviço está disponível, para já.

Já fortemente orientada para o mercado profissional, o que lhe permitiu superar a OpenAI em termos de faturação, a Anthropic optou por manter esse foco com o Claude Duet.

Tal como o Apple Intelligence, a nova plataforma de IA da Apple, o Claude Duet é capaz de fazer sugestões sem que tenha sido previamente solicitado.

No vídeo de demonstração divulgado na quarta-feira, a interface sugere espontaneamente a um empresário a criação de um painel de controlo contendo dados sobre as atividades do negócio.

Além disso, o Claude Duet lembra o utilizador que ainda não solicitou um certificado sanitário para uma nova loja e oferece-se para preparar o pedido.

Mediante autorização prévia, a aplicação pode ainda monitorizar as interações em plataformas de comunicação profissional, como o Slack, destacando pontos relevantes ou resumindo conversas.

Ademais, a interface pode ter em conta todo o contexto e o histórico do utilizador na plataforma Claude convencional.

A Anthropic afirma ter implementado mecanismos de segurança para evitar, entre outras coisas, que o Claude Duet “faça coisas que não solicitou”.

Além disso, “antes de enviar uma mensagem, efetuar um pagamento, assinar um documento ou eliminar qualquer item, mostra o que está prestes a fazer e aguarda a sua validação”, segundo a empresa.

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