Kansas Sen. Roger Marshall in debate blames Ukraine war, not Iran war, for high diesel prices


A demanda por biodiesel no Brasil pode alcançar 11 bilhões de litros em 2027, caso o governo avance com o aumento da mistura obrigatória ao diesel fóssil de B15 para B16 a partir de março.
Nesse cenário, o consumo do biocombustível teria crescimento de até 7% em relação a 2026, segundo estimativas da StoneX.
A perspectiva, no entanto, depende de decisões regulatórias. Os testes para avaliar a viabilidade de elevar a mistura até B20 devem ser concluídos em fevereiro de 2027. Apesar da capacidade da indústria de atender a um aumento do mandato, ainda não há sinalização clara do governo sobre a adoção do B16.
Caso a mistura obrigatória permaneça em 15%, as vendas de biodiesel devem crescer 1,2% em 2027, chegando a 10,43 bilhões de litros.
De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a capacidade de produção de biodiesel deve passar de 51,8 bilhões de litros por dia no fim de 2026 para 55,92 bilhões de litros diários em 2027, alta de 7,9%.
Mesmo com o crescimento esperado das vendas, a capacidade ociosa média do setor pode chegar a 40%.
A evolução da mistura obrigatória também terá impacto direto sobre a demanda por matérias-primas, especialmente o óleo de soja, principal insumo da produção nacional de biodiesel.
Se o B15 for mantido, a demanda por óleo de soja deve somar 8,27 milhões de toneladas em 2027. Com a adoção do B16 a partir de março, o volume pode se aproximar de 8,75 milhões de toneladas, e a participação do produto entre as matérias-primas utilizadas na fabricação do biocombustível chegaria a 85,3%.
Dados da ANP citados no levantamento indicam que o óleo de soja respondeu por cerca de 85% da produção de biodiesel, com crescimento de 8,2% em relação a 2025. A competitividade do insumo e a capacidade da indústria de esmagamento de atender ao aumento da demanda favorecem a manutenção dessa participação elevada.
Outras matérias-primas também devem registrar crescimento de volume, mas, segundo a análise, não apresentam a mesma competitividade do óleo de soja.
Para 2026, a StoneX revisou ligeiramente para baixo a estimativa de demanda por biodiesel, de crescimento de 5,7% para 5,6%, mantendo a projeção em 10,3 bilhões de litros.
Entre janeiro e agosto, as vendas totalizaram 6,77 bilhões de litros, alta de 7,2% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da demanda por diesel B e, principalmente, pela mudança da mistura obrigatória de B14 para B15 ao longo do período de comparação.
Em agosto, porém, as vendas ficaram 0,2% abaixo do registrado no mesmo mês de 2025, quando o mandato de B15 já estava em vigor. A expectativa é que essa queda seja pontual, com a retomada do crescimento da demanda por diesel B nos meses seguintes. O pico de vendas de biodiesel é estimado em 955 milhões de litros em outubro.
Os preços também apresentam recuperação. Desde julho, o biodiesel no mercado interno acumulou alta estimada de 7,3%, enquanto o óleo de soja subiu 10% no mesmo intervalo, considerando a referência do interior de Mato Grosso. O encarecimento da matéria-prima e a sazonalidade das vendas podem contribuir para a valorização do biocombustível.

Investors who buy idle sanctioned tankers and refit them could put the ships back into legal oil trade, US Energy Secretary Chris Wright said on 19 October, Bloomberg reported. He laid out the plan five days after a US official described it to Reuters.
That official said the aim was to cut record tanker freight rates. The Energy Department added that any relief would not help Russia move its oil. The plan comes weeks before the 3 November midterms, with voters worried about fuel costs after gasoline and diesel prices surged in the Mideast conflict. Yet the shadow fleet is also how Russia sells oil past sanctions, and those sales fund its war against Ukraine. In December 2025, Ukraine’s foreign intelligence counted more than 1,100 tankers serving Russia alone, 226 of them under US sanctions.
Many sanctioned tankers sit idle, Wright told Bloomberg’s Annmarie Hordern, and buyers keep approaching the administration offering to fix them up and carry only legal oil.
“We’re going to move some of the ships from what I call the ‘bad-guy fleet’ to the ‘good-guy fleet,’” he said. “They will not carry sanctioned oil anymore.”
The ships must go through an approval process, Wright said, but he gave no criteria. He insisted “there is no removing of sanctions.”
He put the global dark fleet at about 1,600 ships, a count covering vessels that hauled Venezuelan, Iranian, and Russian oil. Dozens or even hundreds could turn legitimate, he said. The ships are no longer needed for Venezuelan oil, Wright said, and no Iranian oil is moving. Russian oil exports, he added, “are certainly not growing.”
Earlier, on 9 October, the Treasury issued General License 135, allowing some deals in Russian diesel until 7 April 2027. On 16 October, US President Donald Trump waived sanctions and tariffs under the Graham Act, leaving earlier sanctions intact. That law had directed him to review and sanction shadow-fleet vessels. Trump defended the waiver as a way to keep Moscow at the negotiating table.
House Speaker Mike Johnson told Fox News host Larry Kudlow on 18 October that he had asked the White House team to “carefully consider the unintended consequences,” The Hill reported. He added that he thought “the right decision will be made” in the end.