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Será que tem direito a apoios ou benefícios sociais e não os recebe? Faça uma simulação!

Um simulador online, que ajuda a descobrir se tem direito a apoios sociais está disponível no site da Segurança Social para utilização pública. O serviço é rápido, intuitivo e permite ao beneficiário identificar os subsídios a que pode ter acesso.

A disponibilização deste serviço através de simulador, para além de ter como propósito aliviar o fluxo de visitas às dependências da Segurança Social, permite ao beneficiário perceber se eventualmente poderia estar a receber algum subsídio a que tem direito.

Com o Simulador de Prestações Sociais, disponível no Portal e na App da Segurança Social, o beneficiário tem “acesso a uma ferramenta intuitiva que analisa a sua situação e lhe indica os apoios adequados para si e para a sua família“, como é explicado pelo Instituto da Segurança Social (ISS), numa publicação partilhada nas redes sociais.
A Segurança Social elenca como vantagens em utilizar o simulador, o seguinte:

  • Mais de 40 prestações abrangidas: Consulte apoios nas áreas da família, parentalidade, desemprego, doença, inclusão e muito mais;
  • Respostas rápidas: Obtenha uma estimativa dos seus direitos sem formulários complexos;
  • Do simulador ao pedido num clique: Para várias prestações, pode avançar imediatamente para o pedido online assim que conclui a simulação;
  • Comodidade total: Faça a simulação e o pedido onde quer que esteja, através do computador ou do telemóvel.

O acesso ao simulador está disponível através deste LINK.

Tome nota de que “para poder responder às perguntas do simulador da forma mais correta possível, irá precisar de algumas informações. As questões têm como objetivo determinar para que subsídios / prestações poderá estar elegível e todos os dados pedidos são relevantes para determinadas prestações sociais e, por isso, é importante que responda da forma mais correta possível.

Caso não tenha ainda tudo o que for necessário do seu lado, pode sempre guardar o seu progresso para voltar mais tarde, clicando no botão ‘Guardar Simulação‘”, como explica a Segurança Social.

Também deve ter em conta o seguinte: “Se reside, trabalha ou trabalhou no estrangeiro, os resultados desta simulação podem não refletir com precisão a sua situação específica”.

Por outro lado, “as prestações apresentadas nos resultados das simulações respeitam à pessoa que está a efetuar a simulação e respetivos dependentes. Para os restantes elementos do agregado familiar saberem as prestações a que podem ter direito, como por exemplo o subsídio de desemprego, devem ser os próprios a simular”.

De acordo com o Instituto da Segurança Social, o tempo médio de preenchimento do questionário, após iniciar a simulação, é de sete minutos.

Importa ainda esclarecer, em formato de nota de rodapé, que “de forma simples e rápida” pode saber as prestações e subsídios da Segurança Social “a que pode ter direito e a forma de os pedir. Os resultados apresentados dependem exclusivamente dos dados que introduzir e não são vinculativos”, conclui o esclarecimento prestado pelo organismo.

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“As preocupações devem estar centradas na população com mais de 80 anos”

VTM

António Fonseca, professor da Universidade Católica Portuguesa, foi um dos oradores convidados e em declarações à VTM afirmou que as preocupações das entidades públicas devem estar centradas na população “muito idosa, acima dos 80 anos, que sofre de doenças crónicas e de demência, que tem dificuldades de mobilidade, e vivem em isolamento social, um fenómeno mais urbano, mas que também acontece nas aldeias”.

“Hoje, uma política pública de envelhecimento tem de ser feita a pensar nas pessoas concretas e não na idade que têm”, sublinhou, acrescentando que há pessoas que “têm a sua vida completamente normal, sem precisar de apoio e depois há outras que precisam de apoio. É para essas que as entidades públicas devem dirigir as suas preocupações”.

O professor lembrou que há um grupo da população, com mais de 65 anos, que se gozar de boa saúde e viver bem integrado “não deve ser necessariamente o alvo prioritário da nossa preocupação”, sublinhando que quando se fala do grupo dos 65+, “estamos, muitas vezes, a misturar realidades que são muito distintas”. Aliás, a idade da “reforma oficial é aos 67 anos, pelo que falar em idade ativa dos 15 aos 64 anos é, neste momento, um erro”.

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La mitad de los españoles cree que las personas pobres tienden a acomodarse y depender de ayudas en vez de buscar soluciones

En España, la mitad de la población considera que las personas pobres tienden a acomodarse a su situación y a depender de las ayudas sociales, en lugar de buscar soluciones por sí mismas. Y prácticamente un 11% atribuye la pobreza a la pereza o falta de principios morales. Son dos datos demoledores de la encuesta elaborada por Aporolab, el Observatorio de Aporofobia de la Universidad Ramón Llull, que se presenta este jueves en el marco del congreso anual sobre la discriminación y aversión hacia las personas sin recursos. El sondeo ahonda en creencias, actitudes y también en cómo se traducen en determinadas posiciones sociales al respecto, y a diferencia de otros estudios, está realizado sobre el conjunto de la población y no solo con personas vulnerables que cuenten su experiencia. Los resultados dibujan un mapa de prejuicios, en un país en el que más de nueve millones de personas viven bajo el umbral de la pobreza. Las actitudes discriminatorias son mucho mayores entre los jóvenes, y también entre quienes se identifican con opciones políticas de derecha.

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© Marta Fernández / Europa Press (Europa Press)

Varias personas hacen cola para recibir alimentos por parte de una fundación, el pasado diciembre en Madrid.
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00h. Hugo Soares diz que protesto tem "motivação partidária"

Hugo Soares defende que a nova lei do arrendamento vai trazer mais casas ao mercado. Ainda nesta edição, na Concertação Social, confederações patronais recusam rever o acordo plurianual de rendimentos

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