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Bortoleto recebe punição e largará no fim do grid no GP dos EUA

Gabriel Bortoleto terá um desafio extra no GP dos Estados Unidos de Fórmula 1. O piloto brasileiro da Audi foi punido com a perda de 20 posições no grid de largada após a equipe substituir dois componentes da unidade de potência que ultrapassaram a quantidade permitida pelo regulamento da categoria.

As mudanças foram feitas no armazenamento de energia e no controle eletrônico do carro. Como o limite anual para cada um desses itens é de três unidades, a utilização de uma quarta peça em ambas as categorias resultou em dez posições de punição por componente.

Com a penalidade, Bortoleto largará nas últimas posições do grid no Circuito das Américas, em Austin, neste fim de semana.

Audi troca seis componentes no carro de Bortoleto

Além dos dois itens que provocaram a punição, a equipe alemã também substituiu o motor de combustão interna, o turbocompressor, o sistema de exaustão e um componente auxiliar da unidade de potência.

Essas alterações, porém, não ultrapassaram os limites estabelecidos pela Fórmula 1 para a temporada e, por isso, não geraram novas penalidades para o brasileiro.

Bortoleto participou do primeiro treino livre para o GP dos Estados Unidos nesta sexta-feira (23) já com os componentes atualizados. O piloto terminou a sessão na oitava colocação, com o melhor desempenho entre as equipes do pelotão intermediário.

Outros dois pilotos também são punidos

Bortoleto não será o único piloto a perder posições no grid em Austin por causa de alterações nos componentes do motor.

Franco Colapinto, da Alpine, recebeu uma punição de dez posições após ultrapassar o limite de unidades de controle eletrônico permitido para a temporada.

Já Arvid Lindblad, da Racing Bulls, perderá cinco posições por utilizar um sexto motor de combustão interna em 2026.

A diferença na penalidade do estreante está relacionada ao histórico de substituições. Pelo regulamento, a primeira troca que excede o limite de determinado componente resulta em uma punição de dez posições. Para substituições posteriores do mesmo item além da quantidade permitida, a perda passa a ser de cinco colocações.

Como Lindblad já havia ultrapassado o limite anteriormente, a nova alteração resultou em uma penalidade menor.

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Rafa Câmara pilotará Ferrari no TL1 do GP de São Paulo

O jovem piloto pernambucano Rafael Câmara, de 20 anos, fará sua estreia em um carro da Ferrari no treino livre 1 (TL1) do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, em Interlagos. A informação foi divulgada pelo comentarista Luciano Burti, da TV Globo. Com isso, Câmara se tornará o primeiro brasileiro a pilotar pela tradicional escuderia italiana desde Felipe Massa, em 2013.

Confirmado como piloto titular da Haas a partir da temporada de 2027, Rafa Câmara permanece como membro da Academia de Pilotos da Ferrari. Ele formará dupla com Oliver Bearman na Haas, mas seus laços com a equipe de Maranello seguem ativos.

A participação de Câmara atende a uma exigência do regulamento da Fórmula 1, que obriga as equipes a cederem vagas em seus carros quatro vezes ao longo da temporada. Cada piloto titular deve ser substituído em duas sessões de treino livre 1, abrindo espaço para jovens talentos.

GP de São Paulo de Fórmula 1 em Interlagos

O Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 será disputado entre os dias 6 e 8 de novembro. O palco da etapa brasileira será o Autódromo de Interlagos, localizado na capital paulista.

Outro brasileiro na pista

Além da participação de Rafa Câmara no TL1 da Ferrari, o Brasil também será representado por Gabriel Bortoleto. Piloto da Audi, Bortoleto estará na pista durante o fim de semana do GP de São Paulo – SP.

Rafael Câmara é anunciado pela Haas e correrá na Fórmula 1 em 2027

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Hamilton evita aposentadoria na F1 para disputar GP inédito na África

Lewis Hamilton ganhou um motivo extra para adiar o fim da carreira na Fórmula 1. A confirmação de um Grande Prêmio na África, previsto para o início da próxima década, fez o piloto da Ferrari projetar sua permanência na categoria por mais alguns anos. O objetivo do heptacampeão é estar no grid quando a competição voltar ao continente.

Aos 41 anos, o britânico reconhece que precisará manter o condicionamento físico e apresentar resultados competitivos para continuar disputando corridas. Ainda assim, a possibilidade de competir em solo africano representa um incentivo especial para o piloto, que defende há anos a inclusão de uma etapa na região.

“Agora sou obrigado a ficar muito mais tempo porque teremos uma corrida na África, e esse sempre foi meu sonho: poder correr na África”, disse Hamilton antes do Grande Prêmio dos Estados Unidos, em entrevista citada pelo jornal britânico The Guardian.

O piloto também condicionou a continuidade da carreira ao próprio desempenho. “Tenho que continuar lutando para tentar manter a forma física. Se ainda conseguir bons resultados no próximo ano, vamos continuar”, afirmou.

Ruanda receberá corrida inédita da Fórmula 1

O retorno da Fórmula 1 à África ganhou força em 13 de outubro, quando a categoria anunciou um acordo de dez anos para a realização do Grande Prêmio em Ruanda. A primeira edição está prevista para o início da próxima década, embora ainda não exista uma data confirmada.

O projeto prevê a construção de um autódromo no distrito de Bugesera, a cerca de 40 quilômetros ao sul de Kigali, capital do país. A estrutura será desenvolvida especialmente para receber as provas da principal categoria do automobilismo mundial.

A última passagem da Fórmula 1 pelo continente aconteceu em 1993, no circuito de Kyalami, na África do Sul. Desde então, a região permaneceu fora do calendário da competição.

Piloto cobra reconhecimento da história africana

A defesa de Hamilton por uma corrida na África também está relacionada à forma como a história do continente é abordada fora da região. O piloto criticou a falta de espaço dedicado ao tema durante sua formação na Inglaterra e relacionou problemas atuais às consequências do colonialismo.

“Crescendo na Inglaterra, nunca nos ensinaram nada sobre a África. Isso precisa fazer parte do currículo”, declarou. Na mesma entrevista, o britânico afirmou que parte das dificuldades enfrentadas pelos países africanos ainda está ligada ao colonialismo e à intervenção ocidental.

Hamilton espera que a presença da Fórmula 1 em Ruanda estimule o público internacional a buscar informações sobre a realidade dos países africanos. Na avaliação do piloto, a realização de um evento esportivo de alcance mundial não deve servir de justificativa para deixar questões políticas e sociais em segundo plano.

Ao defender essa posição, o heptacampeão também citou conflitos no Congo, no Sudão, na Síria e na Palestina, além de destacar a importância de iniciativas voltadas à paz.

Escolha de Ruanda gera questionamentos

A realização da corrida, porém, não está livre de controvérsias. A Anistia Internacional no Reino Unido alertou para o risco de o acordo funcionar como uma estratégia de sportswashing, termo utilizado quando eventos esportivos são empregados para fortalecer a imagem de um país ou governo em meio a denúncias de violações de direitos humanos.

Felix Jakens, responsável por campanhas da organização, questionou a parceria e afirmou que a visibilidade proporcionada pela Fórmula 1 pode tirar o foco de acusações contra as autoridades ruandesas. Entre as preocupações mencionadas estão denúncias de detenções arbitrárias, tortura e repressão à liberdade de expressão.

O governo de Ruanda, por outro lado, trata o projeto como uma oportunidade de ampliar a atividade turística, atrair capital estrangeiro e desenvolver a infraestrutura esportiva nacional.

Hamilton defende que a chegada da categoria ao continente seja acompanhada de interesse pela história africana e pelos desafios enfrentados por sua população. Para o piloto, a corrida pode representar uma oportunidade de dar visibilidade à região, desde que isso não signifique ignorar os problemas existentes.

Hamilton pode correr na África aos 45 anos

O vínculo de Hamilton com a Ferrari vai até o fim de 2027, conforme informações divulgadas pela imprensa internacional. Para participar da estreia da prova em Ruanda, o britânico precisará seguir na categoria depois do encerramento do contrato atual.

Caso a corrida aconteça no início da próxima década, como previsto, Hamilton poderá ter entre 45 e 46 anos na ocasião. A idade, por si só, não define se ele continuará competindo, mas a permanência dependerá de sua condição física, dos resultados e dos planos para as próximas temporadas.

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Christian Horner se toma su revancha contra Red Bull

Christian Horner ha conseguido algo que parecía imposible: tener más visibilidad después de dejar el glamuroso escaparate de la Fórmula 1 que cuando dirigía Red Bull, el equipo que lideró desde su formación (2005) y durante dos décadas, y que pasó de la nada al todo deportivamente hablando –ocho títulos mundiales de pilotos y seis de constructores, además de 124 victorias–. Precisamente, la antítesis de lo que le sucedió a él en julio de 2025. Un año y pico después de ser despedido fulminantemente, el británico lleva semanas paseándose por pódcasts de todo Reino Unido y dando más entrevistas que cuando encarnaba a uno de los ejecutivos más poderosos del Gran Circo.

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© Carlos Perez Gallardo (REUTERS)

Christian Horner.
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‘Al cielo con ella’ de Henar Álvarez vuelve a La 2 tras su bajada de audiencia

Henar Álvarez, presentadora de 'Al cielo con ella'.

TVE ha tomado una decisión drástica con Al cielo con ella: abandona La 1 y regresa a La 2. El martes 20, el programa que presenta Henar Álvarez firmó su peor dato de audiencia desde que se emitía en el prime time de La 1, con un 6,7% de cuota y apenas 489.000 espectadores. Ya la semana anterior, el programa de entrevistas y humor había marcado un registro muy discreto, con un 7,3% de cuota. Las dos emisiones se quedaron muy lejos del gran 13,1% de cuota que promedia La 1 en lo que va de octubre y que, casi con total seguridad, le servirá para ser líder del mes.

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Com título encaminhado, entenda o peso da disputa pela vice-liderança na F1

Com Andrea Kimi Antonelli isolado no Mundial de Pilotos com 340 pontos e a taça praticamente assegurada, os principais favoritos ao vice-campeonato são George Russell (238 pontos), Lewis Hamilton (229 pontos) e Max Verstappen (221).

O desempenho consistente de Antonelli em sua campanha de 2026 anulou precocemente a concorrência pelo troféu principal. Com uma vantagem de 102 pontos sobre o companheiro de equipe, o jovem italiano precisa apenas administrar a pontuação nas próximas etapas, como o Grande Prêmio dos Estados Unidos, para liquidar a fatura.

Esse distanciamento brutal transferiu toda a tensão esportiva da Fórmula 1 para a disputa da medalha de prata.

Nos bastidores das equipes, terminar a temporada na segunda colocação não é apenas uma formalidade para preencher o pódio de gala da FIA. O vice-campeonato representa uma validação do projeto técnico desenvolvido pelas escuderias ao longo do ano, além de garantir uma fatia maior na distribuição dos prêmios financeiros e atrair patrocínios essenciais para o desenvolvimento dos carros do próximo ciclo. A pressão recai diretamente sobre os pilotos que lideram o pelotão de perseguição.

Abaixo do líder isolado da temporada, o campeonato apresenta um equilíbrio numérico notável entre os representantes de Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull. Veja a situação dos grandes favoritos:

  • George Russell (238 pontos): O britânico da Mercedes é o favorito estatístico à posição, mas precisa recuperar a estabilidade mecânica do carro para evitar que a diferença de pontos continue caindo drasticamente nas próximas rodadas.
  • Lewis Hamilton (214 pontos): Consolidado em sua jornada pela Ferrari, o veterano aposta na regularidade em ritmo de corrida para pressionar o segundo colocado e provar a evolução do equipamento italiano na reta final.
  • Max Verstappen (221 pontos): O tetracampeão da Red Bull ganhou sobrevida na tabela ao vencer a etapa de Sepang. Apesar de distante do topo, sua capacidade de extrair resultados em corridas caóticas o mantém matematicamente vivo no top 5.
  • Charles Leclerc (215 pontos): O monegasco corre por fora. Para sonhar com o vice-campeonato, ele precisa de uma sequência improvável de vitórias e tropeços simultâneos dos rivais à sua frente.
  • Lando Norris (201 pontos): O piloto da McLaren tenta retomar o fôlego competitivo que a equipe demonstrou no início do calendário para voltar a figurar nos pódios com maior frequência.

Critério de desempate na Fórmula 1

Caso dois pilotos terminem com a mesma pontuação, o regulamento esportivo da Federação Internacional de Automobilismo determina que o maior número de vitórias na temporada é o primeiro critério de desempate.

Se o empate persistir, a organização contabiliza o número de segundos lugares, terceiros lugares, e assim sucessivamente.

Fórmula 1 anuncia retorno à África após mais de 30 anos com GP em Ruanda

 

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Fórmula 1: horário e onde assistir ao Grande Prêmio dos Estados Unidos

O Grande Prêmio dos Estados Unidos será disputado neste final de semana, no Circuito das Américas, em Austin, no Texas, pela 18ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1.

Com 102 pontos de vantagem na liderança, Kimi Antonelli da Mercedes já sabe o que precisa para selar a temporada de 2026 de forma antecipada.

Com incríveis 340 pontos somados até o momento, o jovem de 20 anos ostenta uma vantagem de 102 pontos sobre George Russell, seu companheiro de equipe e que segue vivo na disputa.

Para levantar a taça no Circuito das Américas no próximo domingo (25), o italiano precisa deixar o Texas com uma margem superior a 125 pontos em relação aos adversários, garantindo que não possa mais ser alcançado nas quatro etapas finais do calendário.

O evento será transmitido pelo SporTV 3, na TV fechada, Globoplay, no streaming, e pela F1TV.

Ficha técnica do Grande Prêmio dos Estados Unidos

Sexta-feira, 23 de outubro

  • 14h30 — Treino Livre 1 (SporTV 3, Globoplay e F1TV Pro)
  • 18h – Treino Livre 2 (SporTV 3, Globoplay e F1TV Pro)

Sábado, 24 de outubro

  • 14h30 — Treino Livre 3 (SporTV 3, Globoplay e F1TV Pro)
  • 18h — Classificação (SporTV 3, Globoplay e F1TV Pro)

Domingo, 25 de outubro

  • 17h — Corrida do Grande Prêmio dos Estados Unidos (SporTV 3, Globoplay e F1TV Pro)

Do 19º ao 1º: Antonelli protagoniza 2ª maior reação da história da F1

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
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El futuro del programa, las preguntas clásicas, Candela Peña... Cinco momentos de Pedro Sánchez en ‘La revuelta’

La charla de David Broncano con el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, en La revuelta este jueves dejó muchos momentos curiosos. El presentador aprovechó para sacar asuntos espinosos como la gestión de Ceuta, el problema de la vivienda, los casos de corrupción en el PSOE o los procesos judiciales en los que están envueltos familiares del presidente. Pero también hubo momentos de esparcimiento, dado el programa de humor y entretenimiento donde se encontraban.

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Pedro Sánchez sostiene uno de sus regalos para David Broncano en 'La revuelta'.
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‘Slow down’: Hamilton jokes to champion-in-waiting Antonelli

Lewis Hamilton had one piece of advice for Kimi Antonelli as the 20-year-old Mercedes driver stands on the verge of becoming Formula One’s youngest ever champion: “Slow down!”

The Italian would have to win the US Grand Prix and have everything else fall his way for the title to be secured in Austin on Sunday but, with a lead of 102 points and a maximum 150 still to be won, he can be sure it is just a matter of time.

Hamilton, winner of seven championships and the most successful driver in the history of the sport, left no doubt he was joking.

“He doesn’t need any advice. I think he’s shown this year, and also last year, but particularly this year, his talent and his ability, his calmness and his approach,” said the Ferrari driver of the man who replaced him at Mercedes last season.

“He’s done an amazing job this year, and I’m so proud of him. I’m so proud of the way he’s carried himself, how he interacts with the drivers and even with you guys,” he told reporters on Thursday. “It’s great to see him and the team excel. If it’s not my team, I’d always want to see my old team do well.”

Antonelli would be the first Italian to take the title since Alberto Ascari in 1953 and, while professing to be taking one race at a time, he knows what awaits.

“It definitely is crazy if you think about it, but that’s why I won’t think about it,” he said of the possibility that he could be champion already on Sunday with five races to spare as the calendar stands.

“I’ve heard that something catastrophic needs to happen to the others for me to become champion (in Austin). For me, it needs to be a perfect weekend. The others need to have a poor result, which is unlikely to happen,” he added.

Antonelli said following in Hamilton’s footsteps as a champion as well as a Mercedes driver would be a dream come true, but also made clear he was prepared to wait.

“Obviously, I’m in an incredible position… But, of course, I still have to keep going, and the mindset is always the same: whenever I go on track, I want to be at the top and try to win as much as possible, whether I win the championship this weekend, next weekend or in Brazil. Let’s see,” he said.

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Guia Fórmula 1: horários e curiosidades do Grande Prémio dos EUA

A 18.ª prova do calendário da Fórmula 1 realiza-se no Circuito das Américas, entre esta sexta-feira e domingo. Pela primeira vez esta temporada, um novo campeão mundial pode ser consagrado. Será no Texas que Antonelli fará história na Fórmula 1? As contas do título, os horários e o que precisa de saber na antevisão ao Grande Prémio dos Estados Unidos.

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Título antecipado da F1? Antonelli diz que quer se divertir no GP dos EUA

O italiano Kimi Antonelli mostra tranquilidade antes do GP dos Estados Unidos, que irá ocorrer no próximo domingo (25). Dependendo de uma combinação de resultados, o piloto da Mercedes pode assegurar o título da Fórmula 1 de maneira antecipada neste final de semana.

Para que isso aconteça, Antonelli necessita vencer em Austin e ainda “secar” rivais. Lewis Hamilton teria que ficar, no máximo, na quinta posição; e George Russell precisa terminar do nono lugar para baixo. O italiano, porém, vê o cenário com muita naturalidade.

“É louco se você pensar sobre isso, mas é por isso que eu não vou pensar sobre. Algo catastrófico precisa acontecer com os outros para que eu seja campeão. Para mim, precisa ser um fim de semana perfeito e eles têm que ter um resultado ruim, o que é improvável de acontecer”, analisou, com frieza.

“Tudo, qualquer coisa pode acontecer. Mas eu tive uma conversa com Bono (Peter Bonnington, engenheiro de pista) nesta manhã e nós só falamos: ‘Apenas se divirta’. Ter sempre a mesma mentalidade que tive durante todo o ano, uma corrida de cada vez”, pregou.

Aos 20 anos, o piloto pode ser o campeão mais novo da história. Ele disputa a segunda temporada na Fórmula 1 e já tem a oportunidade de conquistar o troféu.

“É algo com o que sonhei desde que era pequeno. Já me ver em uma posição como essa é incrível. Mas, ao mesmo tempo, eu preciso continuar acelerando porque ainda não acabou”, alertou.

“Então, primeiro, nós vamos tentar finalizar o trabalho corretamente e depois vamos aproveitar o resto. Claro, vai ser uma conquista incrível, mas ainda falta um pouco”, lembrou.

Antonelli possui 102 pontos de vantagem sobre o vice-líder da Fórmula 1, George Russell; a distância para Lewis Hamilton, terceiro colocado, é de 111 pontos.

F1 lista os 20 melhores pilotos da história com apenas um brasileiro

 

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Sánchez con Broncano: sesión de control del buen rollito

“El presidente del Gobierno, Ricardo [Castella]. ¡Por poco tiempo!”, soltó Broncano con pin de la bandera de España en la solapa cuando presentaba a Sánchez, si bien aclaró que el CIS le daba mayoría absoluta. “Luego dicen que esta televisión es mía. Qué recibimiento, David”.

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© RTVE

Pedro Sánchez, presidente del Gobierno, en 'La Revuelta', con David Broncano.
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Processo de Massa na F1: Justiça da Inglaterra define data para recurso

A Suprema Corte da Inglaterra marcou data para analisar o recurso apresentado por Bernie Ecclestone, Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e Formula One Management (FOM) no processo movido pelo ex-piloto Felipe Massa. A análise da apelação ocorrerá entre os dias 2 e 3 de fevereiro de 2027, em uma ação relacionada ao polêmico “Singapuragate” de 2008.

O processo foi iniciado pelo brasileiro em 2024, buscando um ressarcimento de 64 milhões de libras (cerca de R$ 431 milhões na cotação atual). A defesa de Massa, no entanto, reitera que a ação não visa alterar o resultado do campeonato de 2008, que consagrou Lewis Hamilton como campeão.

Em novembro de 2025, o juiz Robert Jay já havia rejeitado uma tentativa dos réus de encerrar o processo. Desta vez, a Corte Britânica ratificou a decisão anterior e determinou que os impetrados paguem 250 mil libras (aproximadamente R$ 1,8 milhão) referentes a parte das custas judiciais de Massa.

Recurso restrito

Na ocasião da condenação, os réus não foram autorizados a recorrer da decisão ao Tribunal de Apelação. Contudo, foi-lhes concedida a permissão para solicitar diretamente à Suprema Corte Britânica a apresentação de um recurso, conhecido como “leapfrog”, limitado a pontos específicos da lei.

Fórmula 1 terá recorde de 10 sprints e estreia de Mônaco em 2027

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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