GNR interceta logística de lanchas rápidas de droga

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Um menino de 10 anos ficou ferido após cair de uma estrutura no terraço de um prédio, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, na tarde da última quarta-feira (21). A mãe, de 41 anos, e o padrasto, de 28, foram presos em flagrante por tráfico de drogas durante o atendimento à ocorrência, no bairro Nossa Senhora das Dores.
A Polícia Civil também investiga as circunstâncias da queda e a conduta da mãe por não prestar socorro imediato à criança.
Segundo a Brigada Militar, policiais do 1º RPMon (1º Regimento de Polícia Montada) foram acionados para apoiar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Diante da dificuldade de acesso ao apartamento, os agentes entraram no imóvel para viabilizar o atendimento. Durante a ação, foram encontradas cinco porções de maconha, cinco comprimidos de MDMA, uma balança de precisão e três celulares.

O casal foi encaminhado à DPPA (Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento), e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação da criança.
De acordo com a delegada do caso, vizinhos acionaram o Samu após relatarem que o menino havia caído do quarto andar e sido levado para casa pela mãe, ensanguentado e machucado.
A equipe médica não conseguiu contato com os moradores do apartamento. A Brigada Militar foi chamada e arrombou a porta.
No local, o padrasto afirmou inicialmente que a mãe já havia levado a criança para atendimento médico. Desconfiados, os policiais verificaram que havia uma segunda porta trancada no imóvel e também precisaram arrombá-la.
No quarto, encontraram a mãe com o menino ferido e outro filho, de 14 anos. A criança foi socorrida e encaminhada ao HUSM (Hospital Universitário de Santa Maria).
Segundo a investigação preliminar, o menino costumava brincar no terraço do prédio com o irmão. Uma vizinha relatou tê-lo visto brincando sozinho pouco antes de ouvir um barulho e suspeitar que ele havia caído.
A investigação indicou que a criança teria passado do terraço onde brincava para uma área vizinha, cerca de um metro abaixo. Nesse segundo espaço, havia telhas finas que cobriam uma claraboia.
As estruturas cederam, e o menino caiu para o andar inferior, de uma altura estimada entre três e quatro metros.
A última informação repassada pela delegada sobre o estado de saúde do menino indicava que ele sofreu um traumatismo craniano leve, estava assintomático e não corria risco de morte.
A Delegacia de Proteção à Criança instaurou inquérito para esclarecer as circunstâncias da queda e apurar a conduta da mãe por não ter prestado socorro imediato.
Segundo a delegada, a mulher não tinha antecedentes policiais por crimes da mesma natureza, embora possuísse registros antigos relacionados a crimes patrimoniais. O padrasto tinha um antecedente por tráfico de drogas, de 2020.
A investigação continua para esclarecer a dinâmica da queda e as circunstâncias em que a criança recebeu atendimento.
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*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
Sentado en la suite de un precioso hotel, con un iced latte en la mano, a Paul Banks (Essex, 48 años) se le aprecian pocas secuelas de aquella vida intoxicada que llevó y que casi lo manda al otro barrio. Al cantante de Interpol se le ve feliz en su madurez. Su banda, que brilló en el Nueva York de principios de los dosmiles al calor del revival post-punk, disfruta ahora de una segunda juventud, aupado por una generación que vuelve a venerar el arquetipo del indie atormentado a lo Ian Curtis, con quien siempre se comparó a Banks.

© ángela suárez (EL PAÍS)
Um estudo identificou a presença de fentanil na saliva de 32% dos participantes que relataram o uso de canabinoides sintéticos, conhecidos como K2 ou K9, na cidade de São Paulo.
A análise “Detecção de fentanil em amostras biológicas de indivíduos que relataram uso de canabinoides sintéticos em São Paulo, Brasil”, divulgada em setembro de 2026, ne revista científica Durg and Alcohol, foi conduzida por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
O estudo contou com 65 voluntários, que foram atendidos em serviços de tratamento de dependência química e atenção psicossocial e informaram ter consumido canabinoides sintéticos nos quatro dias anteriores às entrevistas.
Os resultados apontaram que quarenta e cinco amostras, o que corresponde a 69%, apresentaram resultados positivos para pelo menos uma substância. O fentanil foi detectado em 32% dos participantes, mesmo que nenhum tenha relatado uso intencional da substância ou qualquer outro opioide em geral.
Foi identificado fentanil em amostras de fluido oral de 32% dos participantes, porém nenhum deles havia mencionado o uso intencional de opioides.
Quanto as características identificadas entre os voluntários foram que a maioria dos participantes eram homens, sendo 83%. Além disso, a maioria também eram jovens, com idades entre 23 e 29 anos. A maioria era solteira, com 82%, desempregada, sendo 63% e 68% não concluiu o ensino médio.
Pessoas que estavam em situação de rua era de 42%, mesmo com aqueles em abrigos.
O estudo ainda ressalta que essa detecção de fentanil em indivíduos sem histórico de uso de opioides destaca a necessidade de investigar possíveis fontes, incluindo uma possível contaminação do fornecimento de drogas em São Paulo. Isso visto que, historicamente, o Brasil manteve baixos índices de consumo não médico de opioides em comparação com países da América do Norte e da Europa.
*Sob supervisão de André Rigue