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Preço dos combustíveis sobe 31,4% na UE em setembro

Após as subidas homólogas de 16,9% em julho e 23,8% em agosto, setembro destaca-se com uma subida de 31,4%. Bulgária, Estónia e Lituânia registam os maiores aumentos. Portugal ocupa o 15.º lugar.

© CHRISTOPHER NEUNDORF/EPA

O Eurostat não divulga dados homólogos sobre os preços do gasóleo e da gasolina
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Preço dos combustíveis sobe 31,4% na UE em setembro

O preço dos combustíveis para transporte individual na União Europeia (UE) teve um aumento homólogo de 31,4%, em setembro, segundo dados do serviço estatístico europeu, Eurostat.

A subida homóloga de setembro segue-se às de 16,9% em julho e 23,8% em agosto.

Em setembro, em comparação com o mesmo mês de 2025, três países da UE registaram aumentos de preços superiores a 40%: Bulgária (42,2%), Estónia (40,6%) e Lituânia (40,2%).

Outros 12 países da UE registaram aumentos superiores a 30%, variando entre 37,5% na República Checa e 30,3% em Portugal, que ocupa o 15.º lugar entre os 27.

O aumento de preços mais baixo, face a setembro de 2025, foi registado na Hungria (6,9%), seguida à distância pela Irlanda (17,7%) e pela Suécia (19,9%).

Na comparação com agosto, na UE, os preços do gasóleo subiram 5,9% e os da gasolina 6,7%, e em Portugal os aumentos foram, respetivamente, de 5,1% e 5,9%.

O Eurostat não divulga dados homólogos sobre os preços do gasóleo e da gasolina.

Os preços dos combustíveis têm aumentado desde a guerra no Irão, iniciada em 28 de fevereiro, que está a perturbar fortemente o tráfego de navios mercantes na região.

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España sufre más muertes en el trabajo que la media de la UE y se aleja de los países más seguros

España registra un índice de 1,89 muertes en accidentes laborales por cada 100.000 ocupados, según datos recientemente distribuidos por Eurostat. Esa cifra, relativa a 2024, empeora la del ejercicio anterior (1,71). Esto aleja ligeramente a España del promedio de la Unión Europea (1,65) y también ensancha la brecha respecto a los países más seguros del continente, en los que la siniestralidad cae. En Alemania pasa de 0,71 decesos por cada 100.000 ocupados a 0,64 y en Países Bajos, de 0,38 a 0,32. Estos datos generan “preocupación” en los sindicatos españoles, que reclaman la prometida reforma de la ley de prevención de riesgos laborales con la que esperan atenuar este problema.

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© Raul Caro (EFE)

Imagen del 17 de julio de 2025 en Alcalá de Guadaíra (Sevilla), cuando dos trabajadores de la construcción fallecieron tras caer sobre ellos el techo de una vivienda que estaban reformando.
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