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Lula: Meta tem de deixar de enganar e adotar "bons costumes"

Presidente brasileiro reforça que qualquer crime na internet deve ser tratado como "um crime na vida real", após polémica sobre Meta ter suspendido contas e publicações durante período eleitoral.

© Andre Borges/EPA

"Exército de Lula", um grupo no WhatsApp com mais de oito milhões de seguidores, que faz parte da estratégia digital da campanha de Lula, chegou a ser suspenso, após acusações de espalhar notícias falsas por Flávio Bolsonaro
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Uma startup quer criar “cães de guerra” geneticamente melhorados

Palmer Luckey junta-se ao bilionário dos lobos gigantes Ben Lamm e lança a Warhound, com 200 milhões de dólares, para soltar cães de guerra clonados por engenharia genética. A Warhound saiu da sombra na quarta-feira com 200 milhões de dólares de financiamento e a missão de criar “cães de trabalho de elite” equipados com “blindagem corporal avançada”. A missão nada assusradora da nova startup é criar cães geneticamente melhorados para as forças armadas, a polícia e os socorristas dos Estados Unidos. A Warhound saiu da cabeça de Palmer Luckey, da Anduril, e de Ben Lamm, cofundador da Colossal Biosciences. Em

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Palmer Luckey junta-se ao bilionário dos lobos gigantes Ben Lamm e lança a Warhound, com 200 milhões de dólares, para soltar cães de guerra clonados por engenharia genética. A Warhound saiu da sombra na quarta-feira com 200 milhões de dólares de financiamento e a missão de criar "cães de trabalho de

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Escola usa 1,6 milhões para aliar tecnologia à tradição

Esta escola rende-se ao artificial – um robô humanoide que substitui o humano em várias tarefas – ao mesmo tempo que, nos cursos de cozinha, valoriza o natural – produtos endógenos e locais.

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

Os estudantes deste agrupamento fizeram uma demonstração com a confeção de iguarias como: um folhado de cogumelos, um creme de castanha e um risoto de cogumelos
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“Il mio profilo WhatsApp è bloccato. Con tantissimi clienti lo utilizzo per comunicare, non poterlo più fare sarebbe un grande problema”: ecco cosa è successo a un imprenditore modenese

Essere bloccato da WhatsApp può avere oggigiorno importanti ripercussioni anche sul fronte lavorativo. È questo quello che denuncia Gian Paolo Crasta, manager modenese da anni ai vertici del settore dei macchinari per imballaggio e gestione attrezzature, che al rientro da una trasferta negli Stati Uniti ha scoperto che il suo profilo Whatsapp era stato bloccato.

Peccato, però, che l’app di Meta sia un canale di lavoro fondamentale per Crasta, che ha così dovuto fronteggiare una situazione non affatto semplice. “Io ho lo stesso numero da decenni e con tantissimi clienti utilizzo WhatsApp per comunicare con loro. Non poterlo più fare sarebbe un grande problema, per l’attività in Italia come all’estero” ha spiegato al Corriere della Sera.

Il blocco del suo profilo è avvenuto senza nessun particolare preavviso. “Il sistema funzionava normalmente, sono spesso all’estero e uso molte connessioni. Mi ero collegato al wi-fi pubblico, ho ricevuto dei messaggi di spam da numeri americani che ho rimosso. Non ho fatto nulla di diverso” ha spiegato Crasta.

Il manger, dunque, non riesce a spiegarsi perchè è stato bloccato: “Non so per quale motivo io possa essere stato bloccato, non riesco a capire se ho fatto qualcosa di sbagliato, tutte le richieste non danno esito e io non so dove sia il problema, né come poterlo risolvere“.

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“L’idea è quella di aggiungere l’olfatto alle informazioni visive e sonore che già condividiamo a distanza per esperienze più coinvolgenti”: così ricercatori dell’Ohio State University

Finora gli uomini hanno imparato a condividere le stesse percezioni uditive e visive anche a distanza di migliaia di chilometri, tramite immagini, video e registrazioni audio. Ora forse potrebbe diventare possibile anche condividere odori e profumi.

A rendere anche solo immaginabile questo nuovo tipo di comunicazione è un lavoro di ricerca che sta venendo compiuto dai ricercatori dell’Ohio State University, e in particolare dalla dottoranda Chunyu Yang, nell’ambito della cosiddetta “Scentronic“, ovvero la tecnologia digitale degli odori.

“L’idea è quella di aggiungere l’olfatto alle informazioni visive e sonore che già condividiamo a distanza, rendendo queste esperienze più coinvolgenti” ha spiegato Yang. Come dovrebbe funzionare questo meccanismo studiato dall’università americana? Servirebbero due diversi dispositivi, collegati tra loro per unire il “sentire un odore qui” con il “ricreare l’odore corrispondente da qualche altra parte”.

Da una parte ci sarebbe, infatti, un naso elettronico, un dispositivo che utilizza una serie di sensori di gas per rilevare i composti chimici associati a diversi odori, e dall’altra un generatore di fragranze, che a sua volta rilascia profumi per ricreare l’aroma nel punto di ricezione.

Il naso elettronico, per come è stato ora concepito dai ricercatori, ha un diametro di circa 15 centimetri ed è portatile, sebbene non sia progettato per essere indossato. Per il generatore di odori, invece, sono stata ideati diversi modelli, tra cui alcuni da polso, altri a forma di collana, tutti ovviamente portatili.

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IA no serviço público: entenda os riscos da proposta de Flávio

Após a repercussão das declarações da equipe econômica de Flávio Bolsonaro (PL) envolvendo a possível suspensão de novos concursos em razão à substituição de vagas de servidores públicos por inteligência artificial, especialistas reagiram negativamente à proposta que pode impactar o setor público brasileiro.A proposta foi apresentada em entrevista ao podcast G4, em 30 de setembro, e voltou a repercutir nesta segunda-feira, 19, quando a economista tentou justificar suas declarações durante participação no programa Pânico, da Jovem Pan.“E aí substitui e faz outro concurso pra gente pagar? Ou dá pra ir substituindo por inteligência artificial no tempo?”, questionou ela no G4.Limitações e riscos com a substituição da IAEspecialistas em gestão pública e novas tecnologias acreditam que, caso seja aplicada, a proposta será acarretada de muitos riscos para o setor público. Para o professor e especialista no contexto da inteligência artificial no setor público, Marcello Chamusca, a maior ameaça com essa troca é a inversão de valores.“Um governo nada mais é do que um ente de regulação da sociedade que serve para garantir os direitos das pessoas. Na prática, a tecnologia não pode, não deve e jamais pode servir para substituir pessoas. As tecnologias devem estar a serviço das pessoas”, inicia o consultor.De acordo com o especialista, em entrevista ao Portal A TARDE a inserção da inteligência artificial é fundamental na gestão pública, uma vez que a ferramenta é utilizada para impulsionar a eficiência no trabalho dos servidores e garantir melhores condições de vida “além do trabalho”. Entretanto, a substituição da relação humana no sistema governamental pode ser acompanhada de limitações.“Obviamente que ter tecnologia de ponta disponível para o governo é altamente desejável. O que não é de jeito nenhum é que essas tecnologias servem para tomar o lugar das pessoas. Não é o caso de analisar o que a tecnologia pode fazer, e sim, o que se pode fazer com a tecnologia”, continuou ele.Dominador x Dominado: ameaça à ordem social?Chamusca ressalta que a diferença entre a capacidade da IA com os servidores públicos é a ordem social. Para ele, independente da ferramenta possuir maior capacidade de processamento de memória e avanços tecnológicos, são estas que precisam ser direcionadas por seres humanos, e não ao contrário.“É que a inteligência artificial está num nível de avanço muito significativo, muito além do que vemos nos aplicativos. O governo pode até usar a IA para levantar possibilidades e tomar decisões com base nessas possibilidades, mas nunca delegar a IA a tomada de decisões, seja lá na instância que for. Acredito que é uma tecnologia que pode nos ajudar muito. Mas, definitivamente, não para substituir pessoas.”, disse o especialista.Há, de acordo com o professor, um limite gigantesco entre a IA e os servidores, que nem uma substituição, pode ser capaz de ultrapassar: o poder através dos sentimentos, que são fundamentais para diversos setores do poder público, como a área de saúde ou justiça.“A decisão que a IA vai tomar, vai ser mera estatística, vai tomar por outros critérios. Talvez essa possibilidade está sendo cogitada exatamente porque as pessoas que estão querendo voltar ao poder são pessoas que não viveram na prática a angústia de um povo. O mais triste disso, é ouvir de alguém que quer ser presidente da república, que vai substituir pessoas por IA”, finalizou o profissional. A polêmica e os impactos ao BrasilA coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Daniella Marques, sugeriu que vagas no funcionalismo público sejam substituídas por inteligência artificial (IA), em vez da realização de novos concursos para repor profissionais que se aposentam.Após a repercussão negativa do posicionamento, a equipe de campanha e apoiadores defenderam nas redes sociais que a medida traria maior eficiência e fortalecimento de carreiras consideradas essenciais, permitindo melhorar a remuneração dos servidores mantidos.A proposta abre caminho para uma redução progressiva do funcionalismo público. Em vez de realizar concursos para repor parte dos trabalhadores que se aposentam, o governo transferiu suas atribuições para sistemas automatizados, diminuindo o contingente de servidores ao longo dos anos.Especialistas em gestão pública, entretanto, apontam que essa decisão não é a solução para o equilíbrio fiscal e que são necessárias reformas mais profundas e estruturantes para gerar um alívio financeiro efetivo.“Não é a solução. Concordo que se precisa de uma reestruturação, mas é preciso pensar em formas mais funcionais de se pensar o lugar do funcionalismo público, de como os cargos podem ser mais funcionais, de forma que esse funcionário também retorne para o Estado, para a coisa pública, para a máquina pública, de uma maneira eficaz, com ética, com qualidade, mas destruir o lugar dos servidores públicos é absurdo”, explica Naymare Azevedo, especialista em gestão pública, em entrevista ao Portal A TARDE. O que a proposta de Flávio Bolsonaro sugere sobre concursos públicos? A proposta sugere a suspensão de novos concursos para cargos públicos, propondo que as funções sejam gradualmente substituídas por inteligência artificial em vez de repor os servidores aposentados. Quais são os riscos da substituição de servidores por inteligência artificial? Especialistas alertam que isso pode desumanizar a gestão pública, retirando a capacidade de empatia e tomada de decisões pautadas em sentimentos, o que é essencial em áreas como saúde e justiça. Inteligência artificial pode realmente substituir servidores públicos? Não, segundo especialistas. A inteligência artificial deve ser utilizada como uma ferramenta para apoiar os servidores, mas nunca substituí-los, permitindo uma gestão mais eficiente sem eliminar a interação humana. Como a proposta impacta a eficiência e a qualidade no serviço público? A proposta é vista como problemática, pois especialistas afirmam que a eficiência não deve vir à custa da desumanização do serviço público e que reformas estruturais mais profundas são necessárias. Quais seriam alternativas viáveis à ideia de substituir servidores por IA? Especialistas sugerem reestruturações que valorizem os servidores públicos, promovendo sua capacitação e utilização eficaz no serviço público, sem perder a importância do papel humano na administração.

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Editores querem suspender recolha de notícias pela Meta

Editores defenderam a suspensão da cláusula e reclamaram as garantias de que os conteúdos jornalísticos não serão utilizados para fins comerciais sem autorização dos respetivos titulares.

© ADAM VAUGHAN/EPA

A associação acrescentou que a Meta não divulgou os critérios aplicados nem os mercados abrangidos por estas restrições
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Avanço da IA exige preparo para novas funções, diz especialista

A expansão acelerada da inteligência artificial (IA) tem gerado um debate crescente sobre o futuro do mercado de trabalho. A questão central é se a tecnologia irá eliminar postos de trabalho em larga escala, preocupação que, segundo a discussão, foi levantada publicamente por Bill Gates, que já escreveu artigos defendendo que a humanidade precisará pensar em novos meios de subsistência para os trabalhadores deslocados pela automação.

O assunto foi um dos temas no programa “É Negócio” da CNN Brasil, com a CEO da Microsoft Brasil, Priscyla Laham. 

Novas funções surgem junto com as que desaparecem

Apesar do cenário de incerteza, a executiva afirma, que o processo não será necessariamente negativo. “Determinadas funções podem desaparecer, sim, porque você tem agentes que podem fazer trabalhos repetitivos, coisas que são muito operacionais, mas outras funções vão aparecer também”, afirmou.

Laham citou uma análise do Fórum Econômico Mundial segundo a qual a quantidade de novas funções geradas pela IA supera a das que serão extintas. A condição, no entanto, é que haja capacitação adequada da população.

Microsoft investe na capacitação de brasileiros

Para enfrentar esse desafio, a Microsoft lançou uma plataforma chamada Connect AI, que oferece trilhas de aprendizado que vão desde letramento digital até cibersegurança. A iniciativa faz parte de um compromisso assumido em 2024 de capacitar 5 milhões de brasileiros até o final de 2027. “A gente já está em 4,2 milhões de pessoas que terminaram trilhas inteiras de treinamento”, revelou Priscyla.

Além disso, foram firmadas parcerias com 40 entidades, entre elas a Escola do Trabalhador 4.0, Gerando Falcões e o Enap (Escola Nacional de Administração Pública). Segundo os dados apresentados, mais de 500 mil pessoas já conseguiram emprego após concluir os treinamentos e obter certificações na plataforma.

Setor financeiro lidera adoção de IA no Brasil

Quando o tema é o investimento das empresas brasileiras em IA, o setor financeiro se destaca de forma expressiva. “Quando você olha o setor financeiro no Brasil, eu diria que ele inclusive é muito investido em tecnologia”, afirmou Laham.

Priscyla desta que muitas empresas do setor se consideram, na prática, empresas de tecnologia, tamanha é a integração com ferramentas de inteligência artificial. Outros setores, como manufatura e varejo, também avançam, mas em ritmo menor.

Brasil tem oportunidade de se equiparar aos países mais avançados

Em relação ao posicionamento do Brasil na corrida global pela IA, Laham avalia, que o país está bem posicionado no segmento corporativo, mas ainda precisa avançar entre pequenas empresas e na população em geral.

Um estudo de difusão de IA da própria Microsoft aponta que o norte global ainda avança mais rapidamente do que o sul global no uso da tecnologia.

Ainda assim, e presidente da Microsoft Brasil vê uma oportunidade singular para o Brasil. “A gente não vai ser substituído por IA, a gente vai ser substituído por alguém que utiliza IA para expandir sua capacidade”, ponderou.

Para ela, características como adaptabilidade e criatividade, presentes nos brasileiros, tornam-se ainda mais valiosas quando potencializadas por ferramentas de inteligência artificial.

É Negócio 

O programa É Negócio é uma parceria entre o NeoFeed e a CNN Brasil. Nele, Carlos Sambrana entrevista executivos e líderes de grandes companhias do país. Acompanhe este episódio, excepcionalmente, nesta segunda-feira (26), às 23h45, na CNN Brasil. A reprise será na quarta-feira, às 19h15, no CNN Money.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Liquidación total: Xiaomi adelanta Halloween con ofertas de miedo en Redmi Note, POCO, Buds y otras gamas superventas hasta el -39%

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Cuando pruebas más de un dispositivo de la misma marca y te convence, indudablemente te vuelves un poco fiel hacia ella. Más que nada porque sabes (o intuyes) que no te fallará, y te acostumbras al ecosistema y funcionalidades de sus productos. Xiaomi se ha ganado con los años un protagonismo amplio en España, y lo ha hecho a base de optimizar la relación entre calidad y precio en móviles, auriculares, relojes inteligentes, tablets y mucho más. Resulta lógico, por tanto, que en periodos de rebajas sus ventas crezcan exponencialmente.

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